02/01/2026
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O Brasil entra em 2026 com a maior dívida da história em valor nominal. A Dívida Bruta do Governo Geral já superou R$ 10 trilhões e está perto de 79% do PIB, um patamar que comprime o orçamento, encarece a rolagem da dívida e reduz a margem para qualquer aventura fiscal.
Em paralelo, a economia real dá sinais de esgotamento. O país já vem de recordes recentes em pedidos de recuperação judicial, e o cenário de juros altos, crédito mais restrito e incerteza eleitoral alimenta a possibilidade de 2026 registrar o maior número de empresas falindo na história, especialmente entre pequenos e médios negócios, os primeiros a perder fôlego quando o capital de giro some.
E, para completar o quadro, 2026 se inicia com um dos maiores rombos fiscais da história recente, com déficit nominal anualizado na casa de R$ 1 trilhão. É nesse ambiente que Lula e o PT entram no ano eleitoral com um objetivo óbvio: sustentar a narrativa da reeleição, ainda que isso signifique pressionar ainda mais as contas públicas. Em ano de eleição, a tentação do populismo aumenta, e o risco é o governo empurrar a conta para frente para tentar manter a popularidade no curto prazo.
Por isso, a eleição de 2026 será definitiva para o futuro do país. Não é apenas uma disputa de nomes, é uma escolha de rota. Ou o Brasil muda de rumo, recupera credibilidade e freia a deterioração fiscal que se aprofundou sob Lula e o PT, ou insiste no mesmo projeto e aceita a escalada do risco, da dívida e do sufoco sobre famílias e empresas. Em 2026, o brasileiro decide se o país vira a página ou continua afundando.