Cleo Lima Terapeuta e Mentora

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30/04/2026
29/04/2026

Hoje é o dia da dança.

Mas eu não quero falar de passos.
Nem de técnica.
Nem de estética.

Quero falar do que acontece quando uma mulher finalmente para de se controlar e começa a se sentir.

Porque a maioria não dança leve.

Ela dança carregando:
responsabilidade
expectativa
controle
e um silêncio que ninguém vê

Ela aprendeu a ser forte… até no movimento.

E por isso, muitas vezes o corpo dela está ali mas ela não está.

Até que algo muda.

E não é sobre aprender a dançar melhor.
É sobre parar de se segurar tanto.

É sobre permitir que o corpo diga:
o que ela engoliu
o que ela sustentou
o que ela nunca teve espaço pra expressar

E quando isso acontece…

não é bonito.
não é perfeito.
não é performático.

É real.

E o real liberta.

Hoje, minha homenagem vai pra essas mulheres.

As que dançam mesmo cansadas.
As que continuam mesmo sem aplauso.
As que estão, aos poucos… voltando pra si.

Porque quando uma mulher se permite sentir de verdade ela não dança pra fora.

Ela dança pra se encontrar.

Se esse vídeo te atravessou de alguma forma salva.

Tem coisas que o corpo entende antes da mente aceitar.

29/04/2026

CRENÇAS COMUNS das mulheres que se doam demais:
1. “Se eu não fizer, ninguém faz direito”
Controle não é competência. É medo disfarçado de utilidade.
Quanto mais você centraliza tudo, mais você se aprisiona no papel de indispensável e menos você é escolhida de verdade.

2. “Amar é aguentar” Aguentar não é amar.
Aguentar é um acordo silencioso de
abandono de si mesma.
Relacionamento saudável não exige resistência, exige presença.

3. “Eu preciso ser forte o tempo todo” Força constante é um mecanismo de defesa, não uma virtude.
Mulher que nunca relaxa, não confia.
E quem não confia... não vive, só gerencia o dano.

4. “Se eu parar, tudo desmorona” Se tudo depende de você, isso não é estrutura, é sobrecarga mal organizada.

E mais duro ainda:
Talvez você esteja sustentando coisas que já deveriam ter caído.

5. “Cuidar da família vem antes de mim”
Isso não é cuidado. É inversão de prioridade emocional.
Você ensina o mundo a te colocar por último toda vez que faz isso primeiro.

6. “Eu sou assim mesmo” Isso não é identidade. É padrão repetido até virar zona de conforto.

E zona de conforto também pode ser um lugar de sofrimento conhecido.

Se você se identificou já salva para nunca esquecer. Vamos conversar sobre isso!?

Se você se identificou já salva para nunca esquecer. Vamos conversar sobre isso!?

29/04/2026

CRENÇAS COMUNS das mulheres que se doam demais:

1. “Se eu não fizer, ninguém faz direito”
Controle não é competência. É medo disfarçado de utilidade.
Quanto mais você centraliza tudo, mais você se aprisiona no papel de indispensável e menos você é escolhida de verdade.

2. “Amar é aguentar”
Aguentar não é amar.
Aguentar é um acordo silencioso de abandono de si mesma.

Relacionamento saudável não exige resistência, exige presença.

3. “Eu preciso ser forte o tempo todo”
Força constante é um mecanismo de defesa, não uma virtude.
Mulher que nunca relaxa, não confia.
E quem não confia… não vive, só gerencia o dano.

4. “Se eu parar, tudo desmorona”
Se tudo depende de você, isso não é estrutura, é sobrecarga mal organizada.

E mais duro ainda:
Talvez você esteja sustentando coisas que já deveriam ter caído.

5. “Cuidar da família vem antes de mim”
Isso não é cuidado. É inversão de prioridade emocional.

Você ensina o mundo a te colocar por último toda vez que faz isso primeiro.

6. “Eu sou assim mesmo”
Isso não é identidade. É padrão repetido até virar zona de conforto.

E zona de conforto também pode ser um lugar de sofrimento conhecido.
Se você se identificou já salva para nunca esquecer. Vamos conversar sobre isso!?

25/04/2026

Se está pesando, incomodando ou doendo é porque não encaixa! Ou porque já foi cumprido o papel entre as partes. Deus sabe todas as coisas, nunca subestimemos nossa intuição, é Deus falando.

Gabaritei! Postei!!!

24/04/2026

Quanta sabedoria numa única resposta!

O que vocês acham?

Quando a dor aparece em público, as pessoas se chocam.Mas a verdade é que ela nunca começou ali.Ela só ficou impossível ...
22/04/2026

Quando a dor aparece em público, as pessoas se chocam.
Mas a verdade é que ela nunca começou ali.

Ela só ficou impossível de esconder.

Ver alguém que ‘tem tudo’ em colapso mexe tanto porque quebra uma fantasia silenciosa:
a de que sucesso resolve o interno.

Não resolve.

Tem muita gente funcionando, produzindo, sorrindo e, ao mesmo tempo, completamente desconectada de si.

E é aqui que quase todo mundo se perde tentando calar o sintoma, sem ter coragem de olhar a raiz.

A dor não precisa ser evitada.
Ela precisa ser compreendida.

Porque quando você acessa a raiz dos seus conflitos, bloqueios e até doenças, você para de repetir padrões, relações e versões de si que já não sustentam mais.

É por isso que o meu trabalho não é sobre performance emocional.
É sobre estrutura.

Quem tem visão sistêmica, tem tudo.

Se em algum nível você se viu aqui,
talvez não seja mais sobre aguentar.

Me chama vamos fazer um diagnóstico de conflito?

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Natal, RN
59000-000

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