Bruno Barros Petraglia

Bruno Barros Petraglia Além de atender as principais demandas da terceira idade, busco otimizar a capacidade funcional do paciente para que atinja um envelhecimento bem sucedido

14/04/2026

A creatina não precisa de exagero para ser valorizada.

Para músculo, ela já tem ótima base científica.
Para cérebro, existem sinais promissores, mas ainda com muita heterogeneidade, muita variação entre estudos e várias perguntas em aberto.

O problema não é a creatina.
É a velocidade com que a internet transforma hipótese em consenso.

Em saúde, isso quase nunca termina bem.

Encaminhe este reels para quem está repetindo headline como se já fosse resposta definitiva.

Conteúdo educativo e geral — não substitui consulta individual.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ



10/04/2026

Uma coisa muito subestimada na longevidade é o sono.

Dormir bem não é só descansar, é quando o corpo regula hormônios, repara tecidos e protege o cérebro.
A privação de sono, ao longo do tempo, aumenta o risco de doenças, inflamação e acelera o envelhecimento.

Cuidar do seu sono é cuidar da sua saúde como um todo.

Comece pelo básico: rotina, ambiente adequado e menos estímulos à noite. Seu corpo responde, e sua longevidade também.

09/04/2026

Quando um número forte aparece, muita gente faz duas coisas: ou se assusta, ou generaliza.

Com LDL abaixo de 55, o risco é exatamente esse.

Essa meta ganhou força na atualização mais recente, mas o ponto central é o contexto: ela aparece principalmente para prevenção secundária em pacientes de muito alto risco, e não como uma regra universal para toda pessoa que quer “cuidar melhor do colesterol”. 

Além disso, o material-base traz um dado importante de 2026: no estudo Ez-PAVE, pacientes com ASCVD que miraram LDL abaixo de 55 mg/dL tiveram menos eventos do que aqueles que miraram abaixo de 70 mg/dL. 

Traduzindo para a vida real: meta mais baixa pode ser muito útil para o paciente certo. Mas transformar isso em discurso genérico é o tipo de simplificação que costuma gerar mais confusão do que cuidado.

Medicina séria não é decorar número novo.
É entender em quem ele realmente muda conduta.

Conteúdo educativo e geral — não substitui consulta individual.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ



08/04/2026

Muita gente ouve falar em cálcio coronariano e acha que é mais um “exame moderno do coração”. Não é bem isso.

O cálcio coronariano é um exame de imagem, feito por tomografia, e não por exame de sangue. Ele procura depósitos de cálcio nas artérias coronárias. Como esse cálcio costuma estar ligado à presença de placa de aterosclerose, o exame ajuda a estimar carga de doença coronariana e risco cardiovascular futuro. 

Na prática, é um exame rápido, não invasivo, com imagens sincronizadas ao batimento cardíaco, geralmente sem contraste. 

O resultado vem em forma de score:
zero costuma sugerir risco bem baixo no curto prazo;
valores acima de zero indicam presença de cálcio;
e números mais altos sugerem maior carga de doença. Em uma classificação prática, até 100 sugere achado mais leve, até 400 carga moderada e acima de 400 um sinal mais forte de doença coronariana. 

Mas aqui está o ponto mais importante: ele não é exame para todo mundo. Costuma ajudar mais quando existe dúvida real sobre o risco cardiovascular e sobre a intensidade da prevenção. Também costuma acrescentar pouco para quem já teve infarto, stent ou cirurgia de revascularização. 

Prevenção boa não é excesso.
É critério.

Conteúdo educativo e geral — não substitui consulta individual.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ

08/04/2026

Envelhecer não é, necessariamente, adoecer.
A forma como você vive hoje impacta diretamente a sua saúde no futuro.

Hábitos constroem destinos.
Movimento, alimentação, sono e cuidado com a mente fazem toda a diferença.

Você pode, sim, viver mais e melhor.
A longevidade saudável começa agora.

08/04/2026

LDL baixo é uma ótima notícia. Mas, em alguns casos, não significa automaticamente que a avaliação do risco cardiovascular terminou.

Esse é um dos pontos importantes da discussão mais recente sobre dislipidemia: além de olhar LDL, em alguns contextos também faz sentido pensar em risco residual, Lp(a), apoB de forma seletiva e melhor estratificação de risco. 

Traduzindo para a vida real: número melhor não dispensa raciocínio clínico.

Mas também vale o aviso do outro lado: isso não significa sair pedindo exame para todo mundo. Significa avaliar melhor quando existe contexto para aprofundar.

LDL importa muito.
Só não deve virar a única pergunta da conversa.

Se esse tema te interessa, salva este post e compartilha.
Se este vídeo bater 15 compartilhamentos, eu faço a parte 2 explicando risco residual de forma simples.

Conteúdo educativo e geral — não substitui consulta individual.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ

06/04/2026

A maioria das pessoas acredita que envelhecer bem é questão de sorte ou genética.
Mas, na prática, é consequência das escolhas que você repete todos os dias.

Seu corpo responde ao que você faz ou deixa de fazer.

Longevidade não é sobre o futuro.
É sobre o que você decide hoje.

05/04/2026

Tem um erro novo aparecendo na prevenção cardiovascular: trocar a simplificação antiga por um excesso novo de empolgação.

Antes, muita gente olhava só LDL.

Agora, tem gente tratando Lp(a), apoB e cálcio coronariano como se fossem itens obrigatórios de qualquer check-up.

Também não é assim.

Esses exames podem ser muito úteis, sim. Mas quando entram com critério. O material-base de 2026 reforça justamente esse ponto: Lp(a) ganhou relevância na estratificação de risco, apoB pode ajudar de forma seletiva e o cálcio coronariano pode refinar a avaliação em alguns contextos. 

Traduzindo: exame bom no paciente errado também pode virar confusão.

Medicina boa não é ignorar risco.
Mas também não é cair em oba-oba diagnóstico.

É avaliar contexto, risco basal e o que aquele resultado realmente muda na conduta.

Se quiser, comenta PARTE 4 que eu faço o próximo explicando em quais perfis esses exames realmente podem fazer sentido.

Conteúdo educativo e geral — não substitui consulta individual.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ



04/04/2026

Você não precisa esperar a doença chegar para começar a cuidar da sua saúde.

Prevenção é sobre antecipar, acompanhar e ajustar, antes que o corpo peça socorro.

Longevidade não é sorte.
É estratégia, constância e decisões diárias.

03/04/2026

Muita gente ainda pensa colesterol assim: deu “ok” no exame, assunto resolvido.

Não é bem assim.

Uma das mudanças mais importantes na discussão atual sobre dislipidemia foi justamente esta: risco cardiovascular não deve ser avaliado olhando só um número isolado. O debate hoje passa por melhor estratificação de risco, retorno de metas numéricas e uso mais criterioso de marcadores como Lp(a), apoB em contextos específicos e CAC para refinar decisão clínica. 

Traduzindo para a vida real: exame razoável não significa, automaticamente, risco bem analisado.

Mas também não vale cair na outra armadilha: transformar todo marcador novo em moda, pânico ou check-list infinito de exames.

Medicina séria não é simplificação demais.
Nem empolgação demais.
É contexto, evidência e individualização.

Se esse tema te interessa, comenta PARTE 2 que eu continuo essa sequência explicando o que realmente mudou em 2026 e o que já virou exagero na interpretação desses exames.

Conteúdo educativo e geral — não substitui consulta individual.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ

03/04/2026

Plasmaférese não é invenção. Não é “golpe”. E também não virou, de repente, sinônimo de longevidade comprovada.

Esse é o ponto que muita propaganda tenta embaralhar.

Uma coisa é existir discussão científica sobre possível melhora de biomarcadores de envelhecimento. Outra, bem diferente, é provar que isso faça uma pessoa saudável viver mais ou viver melhor no longo prazo.

Até agora, o que existe é sinal experimental interessante, mas ainda sem robustez suficiente para vender como promessa de rejuvenescimento, detox do sangue ou longevidade.

E vale lembrar: não é um procedimento trivial nem inofensivo. Existem efeitos colaterais e riscos reais, como queda de pressão, tontura, náusea, alterações de eletrólitos e complicações ligadas ao acesso venoso.

Ou seja: medicina séria é uma coisa. Marketing correndo na frente da evidência é outra.

Se esse tema apareceu para você com cara de “tecnologia do futuro”, salva este conteúdo e encaminha para alguém antes que biomarcador vire propaganda de vida longa.

Dr. Bruno Barros Petraglia | Médico de Família | CRM-RJ 521086910 | RQE 33185 | Longevita Clínica Médica | Niterói-RJ

02/04/2026

Eu posso, sim, te dar mais anos de vida. Mas não do jeito que você imagina. Não existe milagre na medicina.

O que existe é estratégia a longo prazo.

Começar cedo.
Prevenir antes da doença aparecer.
Cuidar da sua qualidade de vida todos os dias.
Fazer escolhas que, somadas, mudam o seu futuro.

Longevidade não é sobre sorte.

É sobre constância, decisão e responsabilidade.

Endereço

Rua Lopes Trovão, 52 Sala 703
Niterói, RJ
24220-071

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Sobre mim

Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, o principal objetivo no tratamento do paciente da terceira idade, é o de otimizar sua capacidade funcional e buscar o máximo possível de autonomia para assim, atingir uma melhor qualidade de vida.

Para atingir tal objetivo, optei em fazer residência médica em Medicina de Família e, logo em seguida, uma pós-graduação em Geriatria e outra em Nutrologia. A maior causa de morte no Brasil são doenças como o infarto e o AVC. Por isso, todos os médicos são condicionados a tratar os fatores de risco dessas doenças que são, a hipertensão e o diabetes. No entanto, a população idosa tem outras peculiaridades além destas. Buscando atender da forma mais completa possível, associo o trabalho da Nutrologia no meu dia a dia para poder ajudar não só nessas doenças, mas também no controle da dor articular, na saúde mental e em diversas outras comorbidades que interferem no cotidiano do paciente idoso.

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