Neuro sem neura

Neuro sem neura Saúde, desenvolvimento e comportamento infantil de maneira simples e descomplicada.
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Sou Neuropediatra formada em 2008 pela UFF, atendo em niteroi crianças de 0 a 18 anos.

Porque as telas trazem muito prazer as custas de muito pouco esforço. É só mexer os dedinhos e encontrar um jogo ou víde...
26/03/2026

Porque as telas trazem muito prazer as custas de muito pouco esforço. É só mexer os dedinhos e encontrar um jogo ou vídeo super atraente. Não gostou? Com um dedinho você passa para o próximo. E isso libera uma endorfina enorme!

Já no mundo real isso não é tão simples. Mesmo se a a criança for para uma atividade muito prazerosa, como jogar bola ou brincar de pique não sente um prazer imediato.

Ela precisa colocar a roupa, saia de casa, encontrar os amigos, correr… Tudo isso gera um esforço muito maior do que mover os dedinhos.

Claro que na brincadeira a sensação de prazer vai ser muito maior e duradoura. Mas lembra que o nosso cérebro gosta do mais fácil, do gostosinho.

Quando a gente era pequeno não tinha opção. Para ter prazer tinha que se mover. O mundo mudou e as crianças também.

Então lembra, o papel de controlar o tempo de tela é dos pais. Crianças não tem maturidade para isso!

Quanto menos tempo no mundo virtual, mais sobra para o mundo real!

Em qual dessas falas você já acreditou?
20/03/2026

Em qual dessas falas você já acreditou?

18/03/2026

Lembrando que esse é um instrumento de vigilância e não de diagnóstico. O fato da criança não atingir um marco não indica obrigatoriamente um transtorno ou deficiência. Ele acende um sinal de alerta para que aquela criança seja avaliada de maneira mais aprofundada.

Lembrando que esse acompanhamento não substitui as consultas com o pediatra!

Sábado foi dia de participar o Acolhe ped, um evento organizado pela Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro, com ofici...
16/03/2026

Sábado foi dia de participar o Acolhe ped, um evento organizado pela Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro, com oficinas teórico-práticas voltadas aos residentes de pediatria.

O comitê de neuropediatria, do qual faço parte, junto com o comitê de pediatria do desenvolvimento organizou uma oficina para falarmos sobre a importância da vigilância do desenvolvimento infantil, para que tenhamos uma detecção cada vez mais precoce de atrasos e garantir uma intervenção oportuna.

E, mais importante que isso, tive a oportunidade de lembrar aos futuros pediatras a importância de escutar e acolher as queixas trazidas pelas mães, que conhecem seus filhos como ninguém.

O vídeo pegou no flagra justamente essa fala. 🤭

Foi um privilégio e um prazer participar.

Esse é um dilema que afeta muitos pais de crianças nascidas em abril, logo após o ponto de corte escolar, que ocorre no ...
13/03/2026

Esse é um dilema que afeta muitos pais de crianças nascidas em abril, logo após o ponto de corte escolar, que ocorre no dia 31/03.

Por poucos dias de diferença, a criança ficará um ano abaixo dos seus colegas nascidos em março.

Mas será que ser o mais velho da turma é mesmo um problema? As crianças vão puxa-lo para baixo? Vale a pena fazer um esforço para mante-lo um ano acima?

Em toda turma, haverá o mais novo e o mais velho. É algo natural. O objetivo do corte escolar é justamente evitar que haja uma diferença maior de um ano entre as crianças, tornando as turmas mais homogêneas.

Ao contrário do que muita gente pensa, são as crianças mais novas, que tem maior risco de ter algum problema.

Por serem mais imaturas (um ano a menos na educação infantil gera uma diferença enorme no desenvolvimento) elas tem maior risco de serem diagnosticadas com TDAH, de ter baixo desempenho escolar e dificuldade de fazer amizades.

Já os mais velhos da turma, não costumam ter nenhuma dificuldade adicional. Eles tem maior facilidade de se destacar, tanto nas atividades físicas, quanto nas intelectuais, o que ajuda a construir uma boa autoestima.

Não escrevo esse post para assustar os pais de crianças mais novas, nascidas em fevereiro e março. A maior parte vai conseguir acompanhar a turma normalmente. Mas é importante ter esse olhar, caso ela apresente alguma dificuldade.

Agora se o seu filho nasceu em abril ou maio, não se preocupe. Infância não é momento de pressa e ser o mais velho da turma só lhe trará benefícios!

09/03/2026

Como diferenciar superdotação/altas habilidades de inteligência acima da média? Peguei um gráfico que é para vocês não terem mais dúvidas!

07/03/2026

Bebês típicos tendem a ter preferência por focar na face humana (especialmente nos olhos) desde o nascimento. Já bebês autistas, tendem a focar mais tempo em objetos do ambiente ou na boca.

Com 1 mês os bebês já conseguem acompanhar brevemente objetos com o olhar, especialmente se tiverem cores contrastantes.

O maior foco de visão deles é a aproximadamente 20 centímetros, que não por acaso é a distância da mama ao rosto da mãe. Olhar nos olhos e conversar com o bebê enquanto amamenta é um ótimo estímulo para o seu desenvolvimento.

Sinais de alerta importantes:
🚩Não conseguir acompanhar uma pessoa ou objeto com o olhar aos 3 meses.
🚩 Movimentos oculares anormais, como estrabismo, tremores, desvios.
🚩 Não olhar nos olhos (ou não sustentar o contato visual) aos 6 meses.
🚩 Os pais terem a percepção de que o filho não enxerga bem, mesmo não sabendo dizer exatamente o motivo.

04/03/2026

O autismo pode sumir e depois voltar?

02/03/2026

Um pouquinho sobre genética no autismo.

27/02/2026

Nem toda desatenção é TDAH! Mas se tem prejuízo, precisamos investigar.

27/02/2026

Toda criança com tique tem síndrome de Tourette? No vídeo explico para vocês!

25/02/2026

O que caracteriza o TDAH não é a intensidade da agitação é o prejuízo que ela traz.

Precisamos interpretar com cuidado as falas das crianças.

Marca aqui uma mãe que precisa dessa informação!

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