Gislaine Paiva - Terapeuta e Mentora Sistêmica

Gislaine Paiva - Terapeuta e Mentora Sistêmica Mentora Sistêmica de Empresárias

16/04/2026

Tem mulheres que não crescem na carreira…
não por falta de capacidade.

Mas porque, lá no fundo, sabem exatamente o que está em jogo.

Crescer profissionalmente não é só ganhar mais dinheiro.
É ganhar autonomia.
É ganhar voz.
É deixar de precisar pedir.

E isso muda tudo dentro de um relacionamento.

Porque enquanto ela depende, ela se adapta.
Ela serve.
Ela sustenta um papel onde é útil… mas não necessariamente valorizada.

Agora me responde com honestidade:
o que acontece com esse casamento
quando essa mulher começa a se posicionar?
Quando ela para de aceitar menos do que merece?
Quando ela percebe que pode ir embora?

Muitas não travam por falta de oportunidade.
Travam porque, inconscientemente,
sabem que crescer pode significar perder.

E aí preferem se diminuir…
pra não precisar escolher.

Mas existe um ponto na vida em que a conta chega:
ou você sustenta o casamento…
ou sustenta quem você nasceu pra ser.

16/04/2026

É natural que os filhos queiram, de alguma forma, salvar os pais dos seus destinos difíceis.
Principalmente quando, de algum modo, esses destinos trouxeram benefícios para os próprios filhos.

Se a sua mãe não tivesse renunciado tanto, talvez você nem estivesse aqui.
Se ela não tivesse atravessado o que atravessou, você não teria recebido o que recebeu.

E, de forma inconsciente, nasce esse movimento dentro de nós:
– Agora eu faço por você.
– Agora eu te devolvo tudo o que me deu.
– Agora eu quero te fazer feliz.

Mas a verdade é que a sua força na vida e na carreira só aparece quando você ocupa o seu lugar de filha.

Estar nesse lugar é abrir mão das exigências…
É desistir de tentar salvar quem veio antes.

Porque enquanto há pena, dor ou peso, você ainda não está no seu lugar de força.

16/04/2026

É muito natural os filhos quererem salvar os pais, dos seus destinos difíceis. Especialmente quando esses destinos difíceis, implicam benefícios aos filhos.

Se a tua mãe não tivesse renunciado tanto, você não existiria.
Se a tua mãe não tivesse sofrido tanto, você não teria tido que você teve.

E o movimento natural e inconsciente é:
- Agora eu faço por você.
- Agora eu te devolvo tudo que me deu.
- Agora eu quero te fazer feliz.

E você só vai encontrar força na sua carreira quando você estiver no seu lugar de filha dentro da família.

Estar no nosso lugar de filha é se despedir das exigências, renunciar salvar os pais.

Enquanto existe pena, dó, nós não estamos no nosso lugar de força.

15/04/2026

Levante-te por dentro!

Porque enquanto você continua se permitindo ser tapete… alguém vai continuar se sentindo no direito de pisar.

E não é sobre ele.
É sobre o lugar que você ocupa.

E talvez isso doa ouvir.
Mas continuar assim… dói muito mais.

Você foi se diminuindo…
foi se calando…
foi se explicando…
até começar a acreditar que merece esse lugar.

Mas você não merece.

E se hoje você não consegue se levantar por você…
então se levante por quem está olhando.

Porque tem filhos aprendendo com o seu silêncio…
aprendendo com a sua dor…
aprendendo que amar é se anular.

E não é.

Levantar por dentro não é gritar.
Não é brigar.
Não é provar nada pra ninguém.

É decidir em silêncio que você não se deita mais.

E quando você para de se deitar…
o outro já não encontra mais onde pisar.

Um homem não pisa… sem antes encontrar onde pisar.

Se esse vídeo tocou seu coração, encaminha pra aquela pessoa que precisa ouvir isso.

12/04/2026

Objetivo desse vídeo não é fazer nenhum tipo de glossário sobre as doenç4s. E muito menos generalizar, cada caso é um caso, mas esse de forma específica nos mostra o sofrimento da filha por não se sentir vista pela mãe.

Meu objetivo é trazer um olhar profundo do que tem por trás dos sintomas, e que muitas vezes sustenta uma dor profunda.

11/04/2026

Você sente que toda vez que está avançando algo acontece?

Vez e outra uma sensação de vazio, de estar perdida, e quando menos espera você trava.

Talvez você esteja seguindo os passos de alguém da sua família.

E por essa razão sente esse vazio profundo, acompanhado de estar repetindo os passos de algum familiar seu, ou de alguém importante pra você.

Só encontramos força, quando estamos no nosso lugar, quando as nossas escolhas e decisões são pautadas realmente naquilo que desejamos, e não pelos caminhos e vontades de outra pessoa.

Muitas vezes você está vivendo o sonho que teu pai ou tua mãe sonhou pra ti, e isso te deixa completamente sem forças.

O melhor caminho pra se conectar com a sua própria força, é primeiramente reconhecer de que é o caminho que você vive, pra depois encontrar o seu próprio.

Amadurecer é perceber que o tempo em família, é uma das coisas mais valiosas que existem.
04/04/2026

Amadurecer é perceber que o tempo em família, é uma das coisas mais valiosas que existem.

Você estudou, se formou, se especializou. Se tornou uma profissional competente, habilidosa, responsável. Você entrega m...
31/03/2026

Você estudou, se formou, se especializou. Se tornou uma profissional competente, habilidosa, responsável. Você entrega mais do que o esperado.

Resolve problemas, antecipa demandas, cuida do cliente quase como se fosse seu melhor amigo.

Mas, ainda assim… na hora de cobrar, algo trava.

Não é falta de capacidade.
Não é falta de resultado.
É outra coisa.

É a confusão entre gratidão e reconhecimento.

Uma parte sua ainda espera reconhecimento e validação.
E enquanto isso não vem de forma clara, você tenta conquistar isso através do excesso:
- cobrando menos,
- entregando mais,
- negociando o próprio valor.

Como se o reconhecimento precisasse vir primeiro…
para então se autorizar a cobrar.

Só que na prática, o que acontece é o oposto:
quanto mais você se desvaloriza, menos o outro te reconhece.

Porque o mundo externo só confirma o lugar que você ocupa internamente.

Tudo isso está ligado a uma necessidade profunda de ser vista, validada, reconhecida pelos seus pais. Mas como isso não acontece, você sem perceber projeta todas essas expectativas no seu cliente.

Reconhecimento vem quando você tem permissão pra ocupar esse lugar.

E quando tudo isso se organiza do lado de dentro…
cobrar deixa de ser um peso e passa a ser uma consequência.

Porque uma advogada que sabe o valor que ocupa
não negocia preço para ser aceita.

Ela sustenta o valor…
e é reconhecida por isso.

Você estudou, se formou, se especializou. Se tornou uma profissional competente, habilidosa, responsável. Você entrega m...
31/03/2026

Você estudou, se formou, se especializou. Se tornou uma profissional competente, habilidosa, responsável. Você entrega mais do que o esperado.

Resolve problemas, antecipa demandas, cuida do cliente quase como se fosse algo pessoal.

Mas, ainda assim… na hora de cobrar, algo trava.

Não é falta de capacidade.
Não é falta de resultado.
É outra coisa.

É a confusão entre gratidão e reconhecimento.

Uma parte sua ainda espera reconhecimento e validação. E enquanto isso não vem de forma clara, você tentam conquistar isso através do excesso:
- cobrando menos,
- entregando mais,
- negociando o próprio valor.

Como se o reconhecimento precisasse vir primeiro… para então se autorizar a cobrar.

Só que na prática, o que acontece é o oposto:
quanto mais você se desvaloriza, menos o outro te reconhece.

Porque o mundo externo só confirma o lugar que você ocupa internamente.

Tudo isso está ligada a uma necessidade profunda de ser vista, validada, reconhecida pelos seus pais. Mas como isso não acontece, você sem perceber projeta todas essas expectativas no seu cliente.

Reconhecimento vem quando você tem Permissão pra ocupar esse lugar.

E quando tudo isso se organiza do lado de dentro… cobrar deixa de ser um peso e passa ser uma consequência.

Porque uma advogada que sabe o valor que ocupa
não negocia preço para ser aceita.

Ela sustenta o valor…
e é reconhecida por isso.

Quando eu olho para tudo que a gente já passou, e vejo que só tenho a agradecer por tudo que Deus nos permitiu viver e p...
30/03/2026

Quando eu olho para tudo que a gente já passou, e vejo que só tenho a agradecer por tudo que Deus nos permitiu viver e passar.

Vejo muitas pessoas que se amam, e não conseguem ficar juntas, porque somente o amor não é o suficiente pra manter um casal.

O casal precisa se conhecer, compreender os valores um do outro, ter planos e objetivos em comum, ter intimidade, admiração pela pessoa que está ao seu lado.

Quando eu digo que só o amor não é suficiente, eu tenho a minha própria experiência de vida. Comigo foi exatamente assim.

Existia amor, mas não foi o suficiente pra ficar com o meu marido na época.

Sabe o que faltava?! Ordem.

A ordem precede o amor, em todos os sentidos: respeito e inclusão daquilo que veio antes, seja dos relacionamentos anteriores, filhos, tudoooooooo.

Nosso amor era muito forte, mas não existia ordem, eu tinha tanto ciúmes, que aquilo que ele gostava, acabava sendo impedido de fazer, porque me desagradava.

Eu não tolerava ter que dividi-lo com ninguém. Agia igual a uma criança que tinha que ter todas as suas necessidades atendidas, no meu tempo e hora.

Não me dava conta antigamente que sufocava ele, achando que era amor.

Ele queria casar, eu não.
Ele queria ter filhos, eu não.
Ele queria me dar o sobrenome dele, eu não.
Ele queria me dar um lugar na vida dele, e eu não.
Ele abria mão do que amava fazer, e eu não abria mão de nada.

Os sonhos dele era incompatíveis com os meus.

Eu só olhava o que eu ia perder…. Extremamente infantil.

Mas a verdade é que eu tinha muito medo.

E eu precisei perder…. Perdi ele.
E precisei perder muito…… até ter tudo que temos hoje.

Um relacionamento sadio, com planos e objetivos em comum, com respeito, parceria e muito amor. ❤️

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