Fernanda Duarte Psicóloga Clínica -

Fernanda Duarte Psicóloga Clínica - Página direcionada a pessoas que possuem Fobia de Trânsito, Transtorno de pânico, ansiedade,depressão e TOC. Abordagem psicanalítica

26/09/2023

Só dá pra ver uma vez.

23/04/2023

Jean de Oliveira o pescador que salvou 120 pessoas na Bahia, ele arriscava sua vida nas correntezas mesmo depois de ter perdido tudo, seu pensamento era ainda dá tempo de salvar mais alguém.

Jean é um super herói da vida real, mas a tv não vai mostrar, não deixe de repassar o herói.

02/11/2020
23/02/2020

NINGUÉM É MUITA AREIA PARA O CAMINHÃO DE NINGUÉM


O atleta Bo se apaixona pela menina Will, e ela, insegura com seu peso e seu físico, faz de tudo para afastá-lo, ou pelo menos para que ele enxergue que se enganou e escolheu a pessoa errada. Na cabeça dela, quanto antes ele souber que ela é “horrível”, melhor.

O filme “Dumplin”, baseado no livro homônimo de Julie Murphy, traz à tona o tema da autoestima, autoconfiança e insegurança. Apesar da história central não girar em torno do romance vivido por Willowdean Dickson (Danielle McDonald) e Bo Larson (Luke Benward), me fez refletir sobre o quanto nos acovardamos diante de alguns presentes inesperados da vida. O quanto desdenhamos a felicidade quando não nos julgamos merecedores. O quanto podemos recusar o afeto de alguém simplesmente por não nos considerarmos bons o bastante para esse alguém.

Rupi Kaur tem uma frase que gosto muito que diz assim: “Como você ama a si mesma é como você ensina todo mundo a te amar”. Essa frase me faz pensar que a gente se acostumou a receber e a aceitar pouco, e quando recebemos muito, que susto!

Supomos que houve um engano, erraram o endereço, estão pregando uma peça na gente. A gente não se conforma em ser o objeto de desejo de alguém. A gente se assusta ao ser eleito interessante. A gente se esquece que se acostumou a querer pouco, e ensinamos aos outros que merecíamos pouco também.

Você pode ter a autoestima lá em cima, mas quando afasta alguém ou sabota a própria felicidade por não dar conta de lidar com tanta areia para o seu caminhão, está atestando que prefere a paz permanente da derrota que a alegria volátil do êxito.

A gente precisa parar com essa mania de afugentar as bênçãos como se não desse conta de lidar com elas. Como se a infelicidade fosse mais certa, confiável e confortável. Como se ser eleito pela sorte fosse uma pegadinha de mal gosto ou um sonho passageiro do qual logo iremos acordar.

Insegurança é isso: Preferir se refugiar numa vida segura, restrita e infeliz a ousar afrouxar nossas defesas e expor nossa vulnerabilidade correndo o risco de ser um pouco mais feliz.

Quando adquirimos autoconfiança não perdemos o medo, mas suportamos melhor as derrotas. Quando nos tornamos autoconfiantes não se esgotam as preocupações, mas aprendemos a tolerar as imperfeições, sem desistir de nós mesmos diante das primeiras aflições.

Descobrir que podemos viver sem comparações, mas respeitando e valorizando a diversidade de corpos, rostos, cabelos, tons de pele e estruturas ósseas nos ajuda a entender que no final das contas, ninguém é muita areia para o caminhão de ninguém.

Que possamos amadurecer com sabedoria, aceitando que somos geniais o bastante para merecermos amores incríveis, inteiros e loucos para atravessarem a vida conosco. E que não nos falte a capacidade de viver e amar com intensidade, arriscando ser um pouco mais feliz em nossa vulnerabilidade.

Por Fabíola Simões - Escritora

23/02/2020

O SEU JOVEM NAMORADO NÃO É NERVOSO, É DOENTE!

ENVIAR 35 MENSAGENS durante o dia para dizer que te ama e perguntar onde está não é uma prova de amor. É uma prova de que ele é um controlador e que, se você deixa que ele faça e não põe um limite a tempo, a coisa só vai piorar ainda mais.

FAZER PERGUNTAS SOBRE DINHEIRO não é indício de estar atento aos tempos difíceis em que vivemos e reflexo de uma educação de poupança. Falar muitas vezes disso indica, isso sim, que um dia ele vai querer controlar o teu dinheiro. Aliás, se dependesse dele, era ele que geria já a tua mesada. Quanto gasta. Quando gasta. Em que gasta. Quando se der conta, estará pedindo autorização a ele para comprar coisas para você.

PEDIR A SENHA DO TEU E-MAIL ou da tua conta de Facebook não é sinal de que vocês nada têm a esconder um do outro. Não é sinal de que, entre vocês, tudo é um livro aberto. Mesmo que ele insista em dar a senha dele. Isso é um sinal de desconfiança permanente. E um passo grande para o fim da tua privacidade. Sabe o que é privacidade, certo? É um território seu, onde mais ninguém entra. A não ser que você queira.

OS COMENTÁRIOS SOBRE A ROUPA QUE USA ou o novo corte de cabelo não revelam um ciúminho saudável. Revelam que é ciumento. Ponto. Pouco lhe importa se você gosta daquela blusa ou daquelas calças apertadas. Entre os argumentos usados, talvez ele diga que já não precisa se vestir assim, porque isso atrai a atenção de outros rapazes e você já tem namorado. Se não for capaz de lhe dizer, na altura, que se veste assim porque te agrada, não para lhe agradar, pensa que este é o mesmo princípio que leva muitas sociedades a obrigar as mulheres a usar burka… Não é exagero. Controlar o que você veste é exatamente a mesma coisa.

PERGUNTAR A TODA A HORA QUEM É QUE TE TELEFONOU ou ver o teu celular, à procura das chamadas feitas e atendidas e das mensagens enviadas e recebidas não é um reflexo de pequeno ciúme. É um sinal de grande insegurança. Faça o que fizer, dê as provas de amor que der (na tua idade, o amor ainda tem muito para rolar, mas perceberá isso com o tempo), ele sentirá sempre que é pouco. E vai querer mais, e mais. E você terá cada vez menos e menos.

APERTAR O BRAÇO COM MAIS FORÇA num dia em que se chatearam e lhe passou qualquer coisa ruim pela cabeça não é um caso isolado e uma coisa que deva minimizar porque ele estava nervoso. Aconteceu daquela vez e é muito, muito, muito provável que volte a acontecer. Um dia ele estará mais nervoso. E a marca no teu braço será maior. E mesmo que ele «nunca tenha encostado um dedo» em você, a violência psicológica pode ser tão ou mais grave do que a física.

GOSTAR DE VOCÊ, MAS NÃO GOSTAR de estar com os teus amigos não é amor. É controle. E é errado. O isolamento social é terrível. Continuar a telefonar insistentemente depois de você ter dito que quer acabar a relação, ou encher o celular com mensagens pregando amor eterno, não signif**a que ele esteja sofrendo muito. Signif**a, sim, uma frustração em lidar com a rejeição. E se pensar em voltar para ele, pense que da próxima vez que isso acontecer ele vai telefonar mais vezes. E enviar mais mensagens.

GUARDAR ESTAS COISAS PARA VOCÊ não é um sintoma da sua timidez. Não quer dizer que seja reservada. É uma estratégia de defesa sua. E um pouco de vergonha, não é? E que tal partilhar isso? F**aria espantada com a quantidade de amigas que passam por situações semelhantes.

Talvez a sua filha não leia isto. Mas que tal lhe mostrar, para ela pensar um pouco?

Por Paulo Farinha – Psicoterapeuta

27/06/2019
16/06/2019

CODEPENDÊNCIA

Codependência é um transtorno emocional definido e conceituado nos Estados Unidos por volta das décadas de 70 e 80, relacionada aos familiares dos dependentes químicos, e atualmente estendido também aos casos de alcoolismo e transtornos da personalidade.

Codependentes são aqueles familiares, normalmente cônjuge ou companheira(o), que vivem em função da pessoa problema, fazendo desta pessoa a razão de sua felicidade e bem-estar, sentindo-se útil e com objetivos diante dos problemas do dependente. São pessoas que têm baixa autoestima e intenso sentimento de culpa e não conseguem se desvencilhar da pessoa dependente.

O que f**a claro aos espectadores é que os codependentes vivem tentando ajudar a outra pessoa, esquecendo, na maior parte do tempo, de cuidar de sua própria vida, auto anulando sua própria pessoa em função do outro e dos comportamentos insanos deste outro.

A Codependência também pode ser agravante e desencadeante de depressão, suicídio, doenças psicossomáticas, e outros transtornos.

Os grupos de ajuda para familiares de dependentes (químicos e alcoólicos) visam, principalmente, reverter este quadro, orientando os familiares a adotarem comportamentos mais saudáveis.

Os profissionais acham que o primeiro passo em direção à esta mudança é tomar consciência e aceitar o problema.

Fonte: Psiqweb

16/06/2019

TRANSTORNO DESAFIADOR OPOSITIVO


O transtorno desafiador opositivo pode ser definido como um padrão persistente de comportamentos negativistas, hostis, desafiadores e desobedientes observados nas interações sociais da criança com adultos e figuras de autoridade de uma forma geral, como: pais, tios, avós e professores.

Os principais sintomas do transtorno desafiador opositivo são: perda freqüente da paciência, discussões com adultos, desafio e recusa a obedecer solicitações ou regras, perturbação e implicância com as pessoas, podendo responsabilizá-las por seus erros ou mau comportamento; se aborrece com facilidade e comumente apresenta-se enraivecido, irritado, ressentido, mostrando-se com rancor e com idéias de vingança.

Os sintomas aparecem em vários ambientes, entretanto é na sala de aula e em casa onde estes podem ser melhor observados e para o diagnóstico tais sintomas devem causar prejuízo signif**ativo na vida social, acadêmica e ocupacional da criança ou adolescente, também é importante observar que no transtorno desafiador opositivo não há sérias violações de normas sociais ou direitos alheios, como ocorre no transtorno de conduta.

O desempenho escolar pode estar comprometido e reprovações escolares são frequentes, pois não participam de atividades em grupo, recusam-se a pedir ou a aceitar ajuda dos professores e querem sempre solucionar seus problemas sozinhos.

Quando não tratado o Transtorno Desafiador Opositivo pode evoluir para o transtorno de conduta na adolescência, fato que ocorre em até 75% dos casos de crianças com o diagnóstico inicial. Alguns autores consideram que o Transtorno Desafiador Opositivo é um antecedente evolutivo do Transtorno de Conduta, que é caracterizado por sérias violações dos direitos alheios e normas sociais.

Por Dr. Gustavo Teixeira - Psiquiatra infantil e de adolescentes

16/06/2019

TENHA RESPONSABILIDADE AFETIVA. NÃO ESTÁ AFIM? FALA. NÃO QUER MAIS? DIGA. SÓ NÃO MINTA

Você conhece alguém. F**a com o pé atrás, pois está calejado depois de tantas decepções amorosas. Então, as coisas acontecem de uma forma bacana e você resolve dar uma chance mesmo mantendo os dois pés no chão. A conversa flui. Os encontros também. Tudo parece estar indo bem. Sem essa de compromisso. Mas vira e mexe você se pergunta, depois de um tempo, ” a que pé estamos?”

E depois de um tempo esse alguém começa a sumir. Dar desculpas. Diz estar com muito trabalho. Sem tempo. Mas que morre de saudade e de vontade de te ver. Faz brincadeiras e joga indiretas que dão a entender que realmente é falta de tempo. Você acredita. Tenta não f**ar no pé, não cobrar nada. E o tempo passa. As conversas tornam-se mais espaçadas. Você sente falta mas não diz. Não quer bancar a louca do “quer compromisso.” Na verdade nem é compromisso o que você deseja. É sinceridade.

Então você decide mandar a real e é surpreendida com um: “não é nada com você. Estou sem tempo mesmo, mas vamos nos ver.” E aquela história água morna continua. Até que o outro vai desaparecendo…. Até que você encontra esse alguém com outro alguém. Até que você entende tudo. Entende as desculpas aos finais de semana. A demora em responder mensagens. As fugas. Os joguinhos.

Tenha, por favor, responsabilidade afetiva com as pessoas as quais você se relaciona. Conheceu, gostou? Ótimo. F**aram? Beleza. Não está gostando mais? Diga. Está interessado em outra pessoa? Magoe, se for preciso, mas não minta. Não use do sentimento de pertencimento para inflar o seu ego. Seja sincero. Nem todo mundo quer um relacionamento, às vezes só queremos transparência. Sinceridade. Ter alguém do lado que quer a gente do lado.

Depois de tantos calos a gente não desmorona mais com qualquer adeus. Então não se preocupe quanto a isso. Não irá me machucar. Ninguém se apaixona do dia para a noite. Eu só queria a tua sinceridade. Queria não ter perdido meu tempo com alguém tão vazio que precisa usar desculpas para dizer que não quer mais.

Joguinhos de interesse e de ego cansam. Gente que provoca e vai embora. Que demonstra querer, mas não quer cansa. Que tem tempo, mas diz que não. Que usa desculpas ao invés de dizer o que quer. Ah, definitivamente não quero alguém assim na minha vida.
Por Thamilly Rozendo - Cronista

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Fernanda Duarte Psicóloga Clínica

Atendimento Especializado em Psicologia Clínica

Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental, Especialista em Psicologia do Trânsito e Especialista em Clínica Psicanalítica ( em andamento)