22/02/2026
Aos 41 anos, a visão deixa de ser turva e o filtro da vida finalmente se ajusta: entendi que maturidade não é sobre acumular, mas sobre saber o que descartar.
Decidi que meu tempo é sagrado demais para ser desperdiçado com superficialidades, conversas vazias e pessoas que ocupam espaço, mas não acrescentam valor. Onde não há profundidade, eu não mergulho mais. Hoje, o foco é o que é real, o que constrói e o que nutre a alma.
No fim das contas, a vida se torna extraordinária quando você para de carregar o peso do que é raso e compreende que, na peneira do tempo, somente o que é verdadeiro permanece.