Dra. Andréa Feijó

Dra. Andréa Feijó 👩🏻‍⚕️Médica Endocrinologista IEDE
🎖Mestre Endocrinologia UFRJ
🎖Especialista SBE
(1)

Quando a comida vira resposta automática para o que você sente, o problema raramente é apenas a comida.Na maioria das ve...
26/03/2026

Quando a comida vira resposta automática para o que você sente, o problema raramente é apenas a comida.

Na maioria das vezes, existe algo antes: dias longos demais, cansaço acumulado, emoções engolidas,
necessidades ignoradas, uma rotina em que você cuida de tudo e de todos, mas quase nunca de si.

Por isso, sair desse ciclo não costuma acontecer na base da proibição. Nem da culpa.

A mudança começa quando você entende que comer por emoção não é sinal de fraqueza.
É, muitas vezes, um sinal de sobrecarga.

E sobrecarga não se resolve com cobrança.
Se resolve com consciência, acolhimento e estratégias possíveis na vida real.

Toda vez que você consegue se escutar um pouco mais, fazer uma pequena pausa ou escolher uma resposta diferente, algo já começa a mudar.

Não é sobre perfeição.
É sobre construir, aos poucos, uma relação mais gentil com o seu corpo, com a comida e com o que você sente.

Me conta aqui: qual é o momento em que isso costuma f**ar mais difícil para você?

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750




Nem sempre a vontade de comer é fome de verdade.Às vezes, ela aparece depois de um dia difícil.Quando a ansiedade aperta...
23/03/2026

Nem sempre a vontade de comer é fome de verdade.

Às vezes, ela aparece depois de um dia difícil.
Quando a ansiedade aperta.
Quando bate tristeza, solidão, frustração ou cansaço demais.

Nessas horas, a comida pode até trazer conforto por alguns minutos.
E isso é mais comum do que muita gente imagina.

Mas nem toda fome vem do corpo.
Às vezes, o que está pedindo atenção é o emocional.

Por isso, antes de se culpar, talvez o primeiro passo seja se escutar com mais gentileza.

Perguntar a si mesma: eu estou com fome física ou estou tentando aliviar o que estou sentindo?

Perceber esse padrão não é fraqueza.
Não é falta de controle.
É um sinal de que alguma parte de você pode estar precisando de cuidado.

E quando isso acontece com frequência, buscar ajuda profissional não é exagero.

Você já percebeu em quais momentos tende a comer sem estar realmente com fome?

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750




17/03/2026

Se você tem obesidade e ainda não procurou ajuda, essa é para você.
Eu sei que não é falta de vontade.
Eu sei que não é preguiça.
Eu sei que provavelmente você já tentou. Mais de uma vez.
E eu sei que a vergonha pesa mais do que qualquer número na balança.
Então deixa eu te dizer 5 coisas que eu diria se você estivesse sentada na minha frente agora:

1. Vergonha não é sua. Ela foi colocada em você.
Décadas de estigma ensinaram que obesidade é fraqueza, falta de disciplina, escolha ruim. Não é. É uma doença crônica, multifatorial, com base genética, hormonal e metabólica. Você não escolheu isso.

2. Você não falhou. O método falhou.
Se você já fez dieta, academia, shake, grupinho, cardápio e não funcionou... o problema não é você. É a ausência de uma abordagem individualizada, que olhe para a sua história, seus hormônios, seu metabolismo, sua vida real.

3. Seu corpo de hoje merece cuidado. Não o de amanhã.
Não precisa emagrecer primeiro para merecer atenção médica. Não precisa estar “pronta”. O cuidado começa agora, com o corpo que você tem.

4. Consultório não é lugar de julgamento.
O meu, com certeza, não é. Você pode chegar com a sua história inteira, sem precisar minimizar, sem precisar se desculpar, sem precisar caber num padrão. Meu trabalho é te cuidar, não te julgar.

5. Pedir ajuda é o ato mais corajoso e não o mais fraco.
Chegar até um médico depois de anos sofrendo em silêncio, depois de ter sido mal atendida, depois de ter desistido: isso é coragem. E essa coragem merece ser recebida com respeito.

Se você leu até aqui, você já deu o primeiro passo.

💚 Salva esse post. E quando estiver pronta, estou aqui.

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750





No mundo, são 8 bilhões de razões para agir contra a obesidade.No Brasil, são 214 milhões de motivos para parar de trata...
04/03/2026

No mundo, são 8 bilhões de razões para agir contra a obesidade.
No Brasil, são 214 milhões de motivos para parar de tratar esse tema como piada, opinião de internet ou falha de caráter.

Obesidade não é preguiça, não é falta de vergonha na cara, não é desleixo.
É DOENÇA.
Crônica. Complexa. Multifatorial.

Mas, mesmo assim, muita gente continua achando normal humilhar, culpar e simplif**ar.

A pessoa ganha peso e recebe culpa.
Procura ajuda e recebe moralismo.
Conta o que vive e escuta que “basta fechar a boca”.

E esse tipo de discurso adoece ainda mais.

Falar de obesidade sem considerar genética, ambiente alimentar, sono, estresse, saúde mental, acesso ao tratamento, desigualdade e estigma não é sinceridade. É ignorância travestida de opinião.

E enquanto a sociedade insiste em culpar o indivíduo, o problema cresce.
A obesidade infantil avança, preparando uma geração para conviver mais cedo com diabetes, doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas.

O problema não é “falta de força de vontade”.
O problema também está nos sistemas que adoecem, abandonam e depois culpam.

E, se o problema é coletivo, a responsabilidade também precisa ser.
Essa luta não é só de quem vive com obesidade e de quem trata obesidade.
É de toda a sociedade.

Por isso, neste Dia Mundial da Obesidade, você precisa entender que:
✔️o estigma não emagrece ninguém.
✔️a humilhação não trata ninguém.
✔️o preconceito não previne nada.

Se queremos resultado de verdade, precisamos de:
📌 menos julgamento
📌 menos deboche
📌 menos achismo
📌 mais prevenção
📌 mais acesso
📌 mais tratamento digno e baseado em evidência científ**a.

Porque ninguém vence uma doença crônica à base de culpa.

Até quando vamos continuar culpando pessoas por uma doença que a sociedade insiste em não compreender?

🗣️ Quero saber sua opinião nos comentários: o que mais atrapalha hoje o enfrentamento da obesidade - o preconceito, a desinformação ou a falta de acesso ao tratamento?

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750




Todo ano é parecido.Janeiro começa cheio de promessas.Fevereiro traz rotina, cansaço, compromissos.Carnaval muda sono, a...
23/02/2026

Todo ano é parecido.

Janeiro começa cheio de promessas.
Fevereiro traz rotina, cansaço, compromissos.
Carnaval muda sono, alimentação, treino.

E ai vem a sensação de que “já está tudo perdido.”

Mas não é fracasso.
É falta de estrutura.

Força, foco e fé é frágil.
Depende de ânimo, tempo livre e energia.

Saúde de verdade depende de direção, acompanhamento e ajuste individualizado.

Você não precisa de mais uma promessa de réveillon.
Precisa de estratégia.

Agora me conta: Qual promessa ficou pelo caminho depois do Carnaval?

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750




Essa pergunta, associada à clínica de Sigmund Freud, não tem a ver com culpa.Tem a ver com responsabilidade e possibilid...
09/02/2026

Essa pergunta, associada à clínica de Sigmund Freud, não tem a ver com culpa.

Tem a ver com responsabilidade e possibilidade de mudança.

No consultório eu avalio hormônios, sono, alimentação, movimento, estresse, ...
Peço exames. Investigo causas orgânicas. Uso tratamento quando é necessário.

Mas existe uma parte do cuidado que nenhum laboratório entrega.

Todos os dias recebo mulheres cansadas, sobrecarregadas, sem energia, que chegam com uma lista de suplementos que querem tomar: magnésio, coenzima Q10, ômega 3, creatina, vitaminas, e por ai vai.

Como se a solução estivesse ali.

E muitas vezes não está.

O problema pode estar em uma rotina sem pausa, na dificuldade de dizer não, na sobrecarga invisível, na tentativa de dar conta de tudo enquanto a própria saúde f**a para depois.

A vida continua acontecendo. Ela não entra em pausa para você se tratar. O cuidado precisa caber nela.

E se você não decidir se colocar nela como prioridade, ninguém fará isso por você.

Nem tudo se resolve em cápsulas.
Muita coisa começa em escolhas, limites e posicionamento.

Agora eu quero que você complete:

✨ O que mais me impede de cuidar de mim é __________.

Vou ler e responder.

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750





“Pré-diabetes não existe.”Existe sim e é um momento certo para agir.Pré-diabetes é um estado metabólico reconhecido,com ...
05/02/2026

“Pré-diabetes não existe.”
Existe sim e é um momento certo para agir.

Pré-diabetes é um estado metabólico reconhecido,
com critérios bem definidos e risco real de evoluir para diabetes tipo 2. Quando você recebe este diagnóstico, aproximadamente 1/3 das células do pâncreas (as que produzem insulina) já foram destruídas.

E mais importante: é a fase ideal para intervir.

É quando mudanças no estilo de vida, acompanhamento médico e, em alguns casos, medicação podem impedir que a doença se instale.

Esperar a glicemia “virar diabetes” não é prudência.
É perder uma chance valiosa de reversão e prevenção.

Quais os critérios para p diagnóstico de pré diabetes?
📌 Glicemia de jejum: 100–125 mg/dL
📌 Hemoglobina glicada: 5,7–6,4%

Informação correta salva tempo, saúde e muitas anos de vida.

👉 Conhece alguém que está com a glicose “um pouquinho alterada” e ouviu que “não é nada”? Compartilhe esta informação com ela.

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
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Hoje, 3 de fevereiro, é Dia da Mulher Médica.A data homenageia Elizabeth Blackwell (1821–1910), a primeira mulher a se f...
03/02/2026

Hoje, 3 de fevereiro, é Dia da Mulher Médica.

A data homenageia Elizabeth Blackwell (1821–1910), a primeira mulher a se formar médica.
Sua conquista não foi apenas individual. Foi um marco que abriu caminhos onde antes havia portas fechadas.

De lá para cá, muita coisa mudou.
Os dados mais recentes da Demografia Médica mostram que as mulheres seguem crescendo de forma consistente na profissão e já se tornaram maioria entre os médicos no Brasil. Um movimento histórico, construído com estudo, persistência e competência.

Mas a presença numérica não apagou todos os desafios.

Apesar dos avanços, o reconhecimento pleno da capacidade intelectual, técnica e de liderança das mulheres médicas ainda convive com estereótipos antigos.
Ainda somos questionadas em situações de pressão.
Ainda confundem sensibilidade com fragilidade.
Ainda se espera que provemos mais, expliquemos mais e sustentemos mais.

Ser mulher médica hoje é exercer ciência com excelência em um sistema que ainda carrega vieses.
É ocupar espaços de decisão sem abrir mão da escuta.
É cuidar do outro enquanto luta para não se perder de si mesma.

Celebrar este dia não é apenas comemorar conquistas passadas.
É afirmar presença, competência e autoridade no presente.
E seguir abrindo caminho para que as próximas mulheres encontrem uma Medicina mais justa, mais diversa e mais humana.

Hoje, honro quem veio antes.
Reconheço quem caminha ao meu lado.
E sigo, conscientemente, ocupando o espaço que também é nosso.

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750



“Dra., eu vivo cansada.”Essa é uma das frases que mais escuto no consultório.E quase sempre vem acompanhada de uma pergu...
29/01/2026

“Dra., eu vivo cansada.”
Essa é uma das frases que mais escuto no consultório.

E quase sempre vem acompanhada de uma pergunta:
“Será que é hormonal?”

Às vezes é.
Mas, na prática clínica, o cansaço persistente raramente tem uma única causa.

Ele costuma ser o sinal de um corpo que vem tentando funcionar:
com pouco sono,
pouco cuidado,
muita exigência
e quase nenhuma pausa.

Antes de buscar respostas apenas nos exames, vale ampliar o olhar.
Porque nenhum hormônio compensa um corpo sem cuidado.

Cuidar da saúde não começa no hormônio.
Começa na forma como você vive todos os dias.

👉 Se esse post te representou, escreva “EU” nos comentários.

👉 Se conhece alguém que vive cansada, compartilhe.
Às vezes, essa leitura é o primeiro passo para mudar a forma de se cuidar.

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
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27/01/2026

Quase ninguém desiste de hábitos por falta de interesse em se cuidar.
As pessoas desistem porque tentam mudar a vida inteira de uma vez.

No consultório. isso aparece como frustração recorrente, sensação de fracasso e desistência precoce.
Não porque o corpo não quer mudar, mas porque ele precisa de previsibilidade para confiar.

Mudança sustentável não começa com intensidade.
Começa com continuidade.

📌 Te faço um convite: escolha um gesto possível para os próximos dias.
Algo que você conseguiria manter mesmo numa semana difícil.

Salva esse vídeo para reler quando bater a vontade de desistir.

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
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Existe um tipo de “bem-estar” que pesa.Que cobra.Que faz a mulher se sentir insuficiente por não dar conta.Mas saúde de ...
26/01/2026

Existe um tipo de “bem-estar” que pesa.
Que cobra.
Que faz a mulher se sentir insuficiente por não dar conta.

Mas saúde de verdade não pode ser privilégio de quem tem tempo, dinheiro e rotina previsível.

O corpo adoece quando vive em modo de exigência contínua.

Por isso, eu acredito em saúde que cabe na vida real.
Aquela que respeita limites, contextos e não transforma cuidado em mais uma obrigação.

📌 Se esse conteúdo te representou, salva.

🗣️E me conta nos comentários: onde o discurso do “bem-estar perfeito” mais te pesa hoje?

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750





26/01/2026

Já tentou emagrecer e acabou recuperando o peso?

Não é falta de força de vontade — é ciência.

Nosso corpo funciona como um elástico: quando esticamos, ele ativa mecanismos de defesa para voltar ao peso anterior.
Resultado? O famoso efeito sanfona.

Mas existe caminho fora desse ciclo: acompanhamento médico, mudanças sustentáveis e foco em saúde, não só na balança.

Me conta: você já passou por esse “vai e volta” do peso?

Dra Andréa Feijó de Paula Barros
Endocrinologia e Metabologia
CRM 580734 – RJ
RQE 29750

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Categoria

DRA ANDRÉA FEIJÓ

👩🏻‍⚕️Médica Endocrinologista IEDE 🎖Mestre Endocrinologia UFRJ 🎖Especialista SBEM 🎖 Membro SBEM 💎 Convênios: Unimed|Amil|Bradesco