25/03/2026
Março Marinho 🔵
O Brasil está diante de um ponto de virada no combate ao câncer colorretal. Hoje, o SUS ainda não possui um programa nacional estruturado de rastreamento populacional para a doença. O modelo atual é majoritariamente oportunístico, ou seja, baseado na investigação de pacientes já sintomáticos.
Mas esse cenário está em transformação. Um grupo técnico do Ministério da Saúde, em conjunto com o INCA, vem trabalhando na construção de uma estratégia nacional de rastreamento, alinhada às melhores práticas internacionais.
A proposta inclui:
➡️ População-alvo entre 50 e 75 anos
➡️Teste imunoquímico de sangue oculto nas fezes (FIT) como primeira linha
➡️Colonoscopia para casos positivos
Mais do que incorporar uma tecnologia, estamos falando de estruturar uma política pública capaz de mudar o curso da doença no país, saindo de um modelo reativo para uma abordagem preventiva e escalável.
E o timing é crítico. Com o aumento projetado da incidência e mortalidade nos próximos anos, ampliar o acesso à triagem deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade estratégica para o sistema de saúde.
Para o setor diagnóstico, esse movimento abre uma janela clara: a demanda por soluções acessíveis, sensíveis e implementáveis em larga escala tende a crescer de forma consistente.
Neste Março Marinho, o debate vai além da conscientização. Ele passa por estrutura, acesso e inovação. O futuro do diagnóstico do câncer colorretal no Brasil já começou a ser desenhado.
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