30/01/2026
O consumo de álcool vai muito além dos efeitos imediatos no organismo. Estudos recentes mostram que o uso frequente de bebidas alcoólicas está associado a um maior risco de declínio cognitivo e demência ao longo da vida, especialmente quando o consumo é regular ou excessivo.
🚨 O álcool age diretamente no sistema nervoso central. Com o tempo, ele pode provocar inflamação cerebral, aumento do estresse oxidativo e danos às conexões entre os neurônios, prejudicando funções essenciais como memória, atenção e raciocínio. Esse processo é silencioso e cumulativo; muitas vezes só se manifesta anos depois.
Outro ponto importante é que a ideia de que pequenas quantidades de álcool seriam “protetoras” para o cérebro vem sendo cada vez mais questionada. Evidências mais recentes indicam que não existe um nível totalmente seguro de consumo quando o assunto é saúde cerebral.
A boa notícia é que o cuidado com o cérebro pode (e deve) começar antes dos sintomas.
Além da redução do consumo de álcool, existem ativos naturais com ação neuroprotetora, antioxidante e anti-inflamatória, que auxiliam na proteção das células nervosas, no envelhecimento saudável do cérebro e no suporte à memória e à cognição. 💚
✍🏻 Referências:
TOPIWALA, Anya et al. Alcohol use and risk of dementia in diverse populations: evidence from cohort, case–control and Mendelian randomisation approaches. BMJ evidence-based medicine, v. 31, n. 1, p. 13-22, 2026.
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