Casa Raios d'Iansa

Casa Raios d'Iansa Sacerdotisa Eliete de Iansa
Cultos ritualísticos,umbamda,quimbanda,Santa Muerte,
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A Feiticeira e a Bruxa Dentro de Cada MulherDentro de cada mulher pulsa o espírito de uma feiticeira, o fogo indomável d...
27/02/2026

A Feiticeira e a Bruxa Dentro de Cada Mulher

Dentro de cada mulher pulsa o espírito de uma feiticeira, o fogo indomável de uma bruxa. Somos as guardiãs dos mistérios, as que dançam entre a vida e a morte, as que curam e amaldiçoam, as que carregam nas mãos o poder de mudar o destino. Essa força não foi dada — nasceu conosco. É a herança de nossas ancestrais, que resistiram à fogueira, à opressão, à violência.

Na Quimbanda, a mulher é templo e tempestade. Ela é o sangue que corre na terra, o sopro do vento que anuncia mudanças. As Pombagiras nos ensinam que somos mais do que o mundo espera de nós: somos guerreiras que não se curvam, somos as que lutam mesmo quando tudo parece perdido.

Ser mulher na Quimbanda é olhar para o caos e encontrar nele o caminho. É transformar a dor em força, o medo em coragem, a opressão em liberdade. É entender que nossa espiritualidade não é apenas ritual, mas resistência. Cada passo que damos no culto é um grito de liberdade que ecoa pelas gerações.

E acima de tudo, somos irmãs. Não há espaço para rivalidades ou comparações quando entendemos o poder da nossa união. Juntas, formamos um exército invisível, mas invencível. Mulheres que se apoiam criam mundos, rompem correntes, reconstroem histórias.

Reconheça a feiticeira dentro de você. Permita que a bruxa desperte. Lembre-se: você não é pequena, não é frágil. Você é a tempestade, o relâmpago, o tambor que ressoa nas noites da mata. Na Quimbanda, somos chamadas a lembrar quem realmente somos — filhas do sagrado, mulheres de guerra, criadoras de um futuro onde a nossa força nunca mais será silenciada.

🔥Laroyê! Mojubá! Axé



Quimbanda Reino das Almas: A Falange Povo das Almas do OrienteNa vasta e profunda cosmologia da Quimbanda, especialmente...
27/02/2026

Quimbanda Reino das Almas: A Falange Povo das Almas do Oriente
Na vasta e profunda cosmologia da Quimbanda, especialmente no contexto do Reino das Almas, encontramos uma das falanges mais místicas e poderosas: o Povo das Almas do Oriente. Governada espiritualmente por Exu Rei das Almas — também reverenciado como Exu Rei — e por Pomba-Gira Rainha das Almas, essa falange transcende barreiras geográf**as, espirituais e temporais, unindo forças do além com a sabedoria ancestral oriental.
ORIGEM E FORMAÇÃO ESPIRITUAL
O Povo das Almas do Oriente surge como uma manifestação espiritual sincrética, nascida da confluência entre as correntes de Exu e Pomba-Gira e as energias ligadas às tradições milenares do Extremo Oriente — China, Japão, Tibete, Índia e outras regiões onde o culto aos antepassados, aos espíritos da natureza e às práticas místicas são profundamente enraizados.
Essa falange não pertence a uma única tradição religiosa, mas sim a uma aliança espiritual entre os reinos da Quimbanda e as Almas Sagradas do Oriente, que aceitaram integrar-se aos trabalhos de Exu e Pomba-Gira para cumprir missões na Terra. Trata-se de um encontro entre a força dinâmica e justa dos Exus com a sabedoria meditativa, a disciplina interior e o equilíbrio energético das tradições orientais.
O comando maior dessa falange está nas mãos de Exu 7 Poeiras, um dos sete generais de Exu Rei das Almas. Exu 7 Poeiras é reverenciado como aquele que despoeira os caminhos espirituais, removendo obstáculos energéticos profundos — muitas vezes ligados a karmas antigos, vinganças espirituais ou laços obsessivos que atravessam vidas. Ele age com precisão cirúrgica, usando não apenas força, mas também o discernimento oriental.
LOCAL DE ATUAÇÃO E ESFERAS DE INFLUÊNCIA
O Povo das Almas do Oriente atua principalmente em:
Caminhos do carma: resolvendo débitos espirituais antigos, especialmente aqueles envolvendo desrespeito a mestres, traições a linhagens ou uso indevido de sabedoria oculta;
Proteção de templos, terreiros e espaços sagrados, incluindo centros de meditação ou práticas orientais adaptadas ao Brasil;
Limpeza energética profunda, em pessoas com ligação cármica ao Oriente ou vidas passadas nessas culturas;
Abertura de caminhos ligados à sabedoria, iluminação e desapego, sempre com justiça e equilíbrio;
Combate a magias negras que usam elementos orientais (bonecos, agulhas, talismãs perversos), neutralizando-as com poder espiritual superior.
COMO ATUAM AS ENTIDADES
As entidades do Povo das Almas do Oriente atuam com:
Silêncio e discrição, muitas vezes sem se revelar imediatamente;
Precisão estratégica, como um samurai espiritual: cada movimento é calculado;
Conexão profunda com os elementos da natureza, especialmente vento, fogo e água;
Capacidade de acalmar ou agitar energias, conforme a necessidade do consulente;
Trabalho com espelhos espirituais, revelando claramente erros, virtudes e missões de alma.
Elas também têm forte ligação com os sete planos espirituais, atuando nos cruzamentos entre dimensões. Costumam se manifestar em meditações profundas, sonhos lúcidos ou intuições repentinas.
COMO MONTAR UM ALTAR PARA O POVO DAS ALMAS DO ORIENTE
Montar um altar para essa falange exige respeito, simplicidade e intenção clara. Não é um altar decorativo, mas um ponto de força espiritual.
ELEMENTOS ESSENCIAIS:
Cores predominantes: preto (mistério), vermelho (força) e dourado (sabedoria);
Imagens ou pontos riscados: de Exu 7 Poeiras, Exu Rei das Almas ou Pomba-Gira Rainha das Almas. Pode-se incluir símbolos orientais como yin-yang, dragão chinês (protetor) ou flor de lótus;
Velas: pretas (Exu), vermelhas (Pomba-Gira) ou douradas (iluminação);
Incensos: sândalo, mirra, patchouli ou aloés — aromas tradicionais do Oriente;
Oferecimentos:
Água de coco ou chá verde (frescos, diariamente);
Arroz cozido com gergelim (simples, sem sal);
Frutas vermelhas (maçã, romã, cereja);
Cachaça envelhecida ou vinho tinto seco (em pequenas quantidades, com moderação e respeito).
Objetos simbólicos: leque (para dissipar energias negativas), espelho (reflexão espiritual), mini espada ou adaga (justiça e corte de laços).
O altar deve f**ar em local reservado, limpo e arejado, preferencialmente voltado para o leste (direção do sol nascente e da sabedoria oriental). Evite excessos — essa falange valoriza a austeridade e a intenção pura.
ENTIDADES ASSOCIADAS AO POVO DAS CACHOEIRAS
Embora distinta, a falange do Povo das Almas do Oriente mantém uma ligação sutil e poderosa com o Povo das Cachoeiras, presente também no Reino das Almas. As entidades das cachoeiras simbolizam purif**ação, renovação e cura pelas águas. Algumas que atuam em harmonia com o Povo das Almas do Oriente incluem:
Iemanjá Ogunté: guerreira das águas, protetora dos caminhos espirituais;
Oxum Karê: Oxum das águas turbulentas, que transforma traumas em força;
Cabocla Jurema das Cachoeiras: une sabedoria indígena e energia aquática na cura espiritual;
Exu das Sete Quedas: atua na limpeza em camadas da aura humana;
Pomba-Gira Cachoeira: manifestação da Rainha das Almas nas águas doces, auxiliando em desamarras emocionais e renovação afetiva.
Essas entidades frequentemente atuam em conjunto em trabalhos que exigem limpeza profunda seguida de reestruturação espiritual.
CONCLUSÃO: UM CAMINHO DE SABEDORIA E JUSTIÇA
O Povo das Almas do Oriente, sob o comando de Exu 7 Poeiras, Exu Rei das Almas e Pomba-Gira Rainha das Almas, representa uma das expressões mais elevadas da Quimbanda: a união entre a força e a sabedoria, entre o fogo da ação e a calma da reflexão. Trabalhar com essa falange exige humildade, disciplina e verdade, pois suas entidades não toleram fingimento nem manipulação.
Quem busca essa corrente espiritual não apenas pede favores — compromete-se com a evolução. E é nesse compromisso que reside o verdadeiro poder do Reino das Almas.

♥️🤘🏽
27/02/2026

♥️🤘🏽

EXU ENSINA 5 COISAS PARA NÓS:1. Não abra a sua boca para contar os seus projetos;2. Não deixe a sua boca colocar você em...
15/02/2026

EXU ENSINA 5 COISAS PARA NÓS:
1. Não abra a sua boca para contar os seus projetos;

2. Não deixe a sua boca colocar você em confusão.

3. Escute apenas as palavras positivas. As críticas negativas, tape os ouvidos e não deixe fazer morada na sua cabeça.

4. Por mais que você faça tudo por alguém, nunca terá o devido reconhecimento, pois a ingratidão vem do outro e você não deve esperar nada de ninguém. Esteja ciente de que o que você for fazer, faça por amor e solidariedade. Muitos querem ajuda, mas quase ninguém vai te ajudar quando você precisar, pois só querem para eles.

5. Valorize mais a pessoa que você é. Se você não cuidar de você e esquecer que você é importante, só f**ará para trás. Não é egoísmo você olhar mais para o seu umbigo, pois se não reparar, ele pode f**ar sujo se você não limpá-lo.

Conselho extra:

Cuide mais do seu sagrado, da sua fé e da sua vida. Fofoca é só pra gente negativa que adora intriga. Infeliz é quem fala mal dos outros sem olhar a sua própria bunda. Quem muito fala, acaba se prejudicando a si próprio e não evolui em nada.

Maria Mulambo Sou mulher do tempo, guiada pelo vento;sou mulher do Sol e amante da Lua;sou mulher da rua.Sou mulher da l...
11/02/2026

Maria Mulambo
Sou mulher do tempo, guiada pelo vento;
sou mulher do Sol e amante da Lua;
sou mulher da rua.

Sou mulher da luz e da escuridão,
minha casa é a imensidão.

Sou feiticeira antigamente perseguida,
mas ainda, por muitos, temida.

Sou andarilha sempre em busca,
guerreira sempre na luta.

Sou mulher de escolhas e de opinião,
vejo o destino na palma da mão.

Sou mulher de muitas diretrizes,
traçadas por minhas cicatrizes.

Sou mulher de corpo frágil,
mas de alma forte.

Sou a força de toda uma vida
e prova da inexistência da morte.

Se um dia eu cruzar seu caminho agradeça, moço, poucos têm essa sorte.

Eu sou Maria Mulambo da Estrada

QUALIDADES DE OXUMExistem 16 tipos diferentes de Oxum, das quase adolescentes até as mais velhas, sendo, portanto 16 o n...
11/02/2026

QUALIDADES DE OXUM

Existem 16 tipos diferentes de Oxum, das quase adolescentes até as mais velhas, sendo, portanto 16 o número sagrado da mãe da água doce.
No percurso do rio, que corresponde à trajetória do próprio Orixá, Oxun assume diferentes características, todas ligadas à maneira de ser das mulheres, de seu caráter e atitudes, de suas qualidades e defeitos.
Enquanto na África e no Brasil as diferentes manifestações são consideradas como caminhos percorridos por Oxun como uma única entidade.
Diz à lenda que as mais velhas moram nos trechos mais profundos dos rios, enquanto as mais novas nos trechos mais superficiais.

QUALIDADES DE ÒSUN

1-ÒSUN- Àyálá ou Ìyánlá (a avó, que foi mulher de Ogum ). Esta OSUN além de sua ligação com Ogun Alagbede tem sérios fundamentos com Egun. Por isso veste branco com detalhes dourado usa abébé e as vezes com um fole que usa para acende a forja de Ogun é fazer Egun dançar ao som produzido por este instrumento é considerada a dona da lágrima.

2- ÒSUN ABALU (Agba ilu) é considerada como sendo a mais velha de todas. É muito ciumenta e adora receber hortênsias como oferenda. Sua ligação com OMOLÚ, o orixá da terra, tido como o médico dos pobres, é notável e segundo dizem, acompanha este orixá em suas andanças pelos quatro cantos do mundo. É bastante severa e autoritária. Usa azul claro e abèbé.

3- Yeye Ipetu, a guardiã dos segredos insondáveis, come com Oya. Sobre esta OSUN pouco se sabe e nada se fala. A simples pronúncia de seu nome é revestida de muito respeito e considerada quase como um tabu. É cultuada na lagoa e de difícil incorporação.

4- ÒSUN IJIMU - é outro tipo de Òsun velha. Veste-se de azul claro ou cor de rosa bebê . Leva abèbé e seus colares são feitos de contas de cristal amarelo escuro. Representa um tipo semelhante a Abalu, porem mais meiga. É a senhora da fecundidade e do feitiço, é a velha e vira bruxa na beira do rio. Come com Oxalá e Nana e tem estreita ligação com as IYAMI, o que torna esse caminho de Oxum perigoso de fundamentar porém fazendo as devidas obrigações e de muito axé tanto para quem é iniciado para ele quanto para quem faz .

5- ÒSUN ABOTO ou YABOTO. Seu culto é realizado nas nascentes dos rios. É a Oxum das nascentes e dos encontros das águas doces e salgadas. Ela deu origem ao nome da cidade de Osogbo. Òsun que ajuda as mulheres terem filhos. Come com Iyemanjá e Oxala, sua contas e roupas são amarelo gema .

6-ÒSUN OPARÁ seria a mais jovem das Òsuns, e um tipo guerreiro que acompanha Ògún vivendo com ele pelas estradas; dança com ele quando se manifestam juntos numa festa; leva uma espada na mão e é a mais jovem de todas com instinto guerreiro, confundindo-se muitas vezes com IANSÃ.
Dona dos objetos cortantes. Embora pareça muito Oya seu verdadeiro Orô e com Ogun e Aganju com quem foi casada . Veste além do ouro velho o rosa-claro e também o azul marinho nos detalhes.
Os mais antigos do candomblé dizem que essa Oxum é a verdadeira esposa de Ogum Wári, uma qualidade de Ogum que vive nas águas.
Ela é quem dá a visão no jogo e tem uma relação com Exu.
Diferente das outras Oxuns, essa qualidade de Oxum não come cabra nos seus rituais e sim o oda, (bode capado).
OPARÁ é a poderosa guerreira que acompanha Ogun em suas campanhas, porta um sabre que manipula com força e destreza.

7- ÒSUN AJAGURA, outra òsun guerreira que leva espada, jovem, casada com Xango, rival de Yasan. Representa um tipo semelhante a Opará; parece, porém mais agressiva, e Ajugura mais orgulhosa.

8- YEYE AkINDAN- é uma òsun velha e rabugenta muito difícil de pegar cabeça tem fundamento com Oxumare e Ajesaluga (Orixá da riqueza ). Usa muito dourado e pedras coloridas em suas vestes .

9- YEYE KARÊ - Guerreira, sua arma é um ofá (arco e flecha). Muito bonita, jovem, autoritária e agressiva. Tem fundamentos com Oxossi.

10- YEYE OKE é, provavelmente, muito guerreiro filha de Orixá Okê as montanhas é casada com Oxóssi, usa além do amarelo Azul claro e estampado tem carrega o ofá arco e flecha e não come sem seu esposo Odé .

12 -YEYE OMINIMBU seria também Epíteto da Osun. Tem ligação com Nana e Yewa Vive nas partes mais profundas e frias das águas é associada as Iyami. Veste amarelo-ouro e usa abebe em formato de pena para lembra sua ligação com as Ajés.

13 - ÒSUN YPONDA. É também uma òsun Guerreira, casada com Odé Erinlé, mãe de Logunedé. É a verdadeira òsun ijesa que veio de Ipondá Vive no mato com o marido, leva uma espada e veste-se de amarelo ouro e branco às vezes. E desconfiada, astuta, observadora, intuitiva e come todo tipo de caça .

14- ÒSUN Ê WUJ Í é uma òsun maternal e generosa, saudada no pàdé.

15 -YEYE PÒPÓLÓKUN (que não desce sobre a cabeça de suas filhas), é cultuada em lagoas de águas profundas, onde estabelece a sua residência.

16- YEYE ODO é a òsun das fontes, das nascentes dona dos Okutas de rios come com Yemánjá.

Por que colocamos nossos Orisás em terrinas de louça e usamos saias e bordados europeus? Porque os escravos não estavam ...
10/02/2026

Por que colocamos nossos Orisás em terrinas de louça e usamos saias e bordados europeus? Porque os escravos não estavam em suas terras e tinham que dar aos seus Orisas o que tinham de melhor. Sendo assim, quando as senhoras de engenho e de escravos trocavam suas louças lascadas e jogavam fora, eles, os escravos, pegavam essas louças e colocavam seus Orisa porque era o que, naquele momento, eles tinham de mais caro para o que lhes era muitíssimo caro - sua ancestralidade, sua África ancestral, sua ancestralidade e aqueles que f**aram pelo caminho. Quanto às roupas, eles vinham nus da África - alguém acredita que em uma viagem que durava de seis meses a 1 ano haveria roupas africanas - e aqui eram, literalmente, vestidos com roupas europeias; sendo assim, igualmente, tinham que usar o que tinham a mão, saias e roupas europeias. Isso não é sincretismo, isso é Histórico! Isso é História! Candomblé é História!

Crédito
Fernando Lima

Itã dos búzios de ExúConta o itã que, no começo dos caminhos,os homens falavam demais…e ouviam de menos.Perguntavam aos ...
08/02/2026

Itã dos búzios de Exú

Conta o itã que, no começo dos caminhos,
os homens falavam demais…
e ouviam de menos.

Perguntavam aos orixás o futuro,
mas quando a resposta vinha,
queriam mudar a palavra.

Exú observava em silêncio.

Um dia, ele juntou dezesseis búzios, na palma da mão
e disse:

> “A boca mente.
> O corpo treme.
> Mas o caminho sempre cai no chão.”

Ele lançou os búzios na terra.

Os búzios não falaram com voz.
Falaram com posição
Abertos, fechados, virados, cruzados.

Cada queda mostrava:

* um erro feito
* uma escolha escondida
* um preço que ainda não tinha sido pago

Os homens perguntaram:
— Exú, por que os búzios não falam claro?

E Exú respondeu:

> “Porque verdade clara demais
> vira arma na mão errada.”

Desde então, o itã diz:

búzio não mente, quem mente é quem interpreta sem fundamento.
Exú só entrega a resposta do tamanho da responsabilidade de quem pergunta.

Tem gente que passa a vida inteira tentando crescer nas redes.Acorda cedo, cria conteúdo, se expõe, insiste, engole o eg...
08/02/2026

Tem gente que passa a vida inteira tentando crescer nas redes.
Acorda cedo, cria conteúdo, se expõe, insiste, engole o ego, enfrenta o silêncio.
Posta… ninguém comenta.
Fala… ninguém escuta.

Aí morre.

De repente, o nome aparece em todo lugar.
Um comenta, o outro compartilha, outro marca alguém dizendo “você viu isso?”.
O perfil começa a subir.
Os seguidores chegam.
O alcance explode.

Não porque a pessoa mudou.
Mas porque virou assunto.

É estranho perceber que, nas redes, a ausência gera mais presença do que a luta diária.
Em vida, faltou tempo pras pessoas pararem.
Na morte, sobra atenção.

Talvez o problema nunca tenha sido o conteúdo.
Talvez seja o mundo que só presta atenção quando já é tarde.

KALI 🖤Há evidências de que o culto da deusa Kālī começou no Paleolítico, há mais de 11000 anos. Ela é uma divindade liga...
08/02/2026

KALI 🖤

Há evidências de que o culto da deusa Kālī começou no Paleolítico, há mais de 11000 anos. Ela é uma divindade ligada à terra e aos povos originários da Índia antiga, chamados ādivasis ou “primeiros habitantes” que adoravam a natureza.
A Deusa insubmissa, nua e selvagem a força da natureza primordial. Ela personif**a como nenhuma outra a divindade Śakti, a força feminina. Como deusa, Kālī não é calma nem submissa, e muito menos recatada.
Não é, digamos assim, uma deidade domesticada pelo patriarcado, talvez por conta de sua natureza tão antiga e primordial. A imagem dela dançando e pisoteando o corpo de Śiva é muito pertubadora para a autoridade masculina pois questiona, subverte e destrói a ordem machista.
O sangue, aquela substância inquietante que as mulheres conhecem tão intimamente, está sempre à sua volta, sobre ela, na sua saia de braços cortados, na sua guirlanda de cabeças decepadas e nos símbolos que traz nas mãos.
Seu corpo nada tem a ver com o ideal de beleza vigente na atualidade: às vezes ostenta um ventre proeminente e outras uma magreza como a da morte. Ela é ao mesmo tempo sensual e ameaçadora, assustadora e protetora.
Kālī encarna uma feminilidade muito diferente daquela que o patriarcado tenta impor às mulheres há milênios. Ela é assustadora e inspiradora, feroz e bela ao mesmo tempo. Ela é o ícone feminista que precisamos hoje, pois é um arquétipo completo e complexo, rico em contrastes.
Todos esses contrastes entre força e graça, ferocidade e maternidade, erotismo e morte, são expressões dignas da força feminina.
Para uma mulher, escolher Kālī como ícone feminista não é reivindicar o direito de ser raivosa, horrível ou cruel, mas entregar-se ao propósito pelo qual muitas mulheres lutam até hoje, que é apenas existir, e existir em paz.

🔥🌪️ Xangô governava com o peso do trovão, forte, justo, temido.Mas dentro dele havia excesso —fogo demais não aprende so...
08/02/2026

🔥🌪️ Xangô governava com o peso do trovão, forte, justo, temido.
Mas dentro dele havia excesso —
fogo demais não aprende sozinho.

Oya chegou como vento que não avisa.
Cabelo solto, riso curto, passo firme.
Ela não pediu licença ao rei.
Ela olhou nos olhos.

Xangô se irritou.
Depois se encantou.
Depois se perdeu.

Oya não se curvava.
Quando Xangô gritava, ela girava o vento.
Quando ele explodia, ela espalhava o fogo.
Ela não apagava Xangô —
ela ensinava o fogo a se mover.

Foi Oya quem aprendeu os segredos do raio.
Foi Oya quem dançou entre os trovões.
E foi Xangô quem entendeu, tarde demais,
que amar Oya era aceitar não mandar.

Eles se amaram na intensidade:

do desejo que não espera
da briga que vira abraço
do abraço que vira tempestade

Mas dois poderes que crescem juntos
ou evoluem
ou se separam.

Oya partiu como vento parte:
sem pedir desculpa.

Xangô ficou com o trovão mais pesado,
porque aprendeu que nem todo amor f**a —
alguns passam para transformar.

E o itã termina dizendo:

> “Quando Oya passa, nada f**a igual.
> Quando Xangô ama, nunca esquece.”

Por isso, até hoje:

quando venta forte antes da chuva, dizem que é Oya dançando, quando o trovão responde logo depois, é Xangô lembrando

Porcentagem de Ciúmes de filhos de cada Orixá:Bará (Esú) - 10% (é todo poderoso e não perde pra ninguém)Ogum - 98% (fech...
06/02/2026

Porcentagem de Ciúmes de filhos de cada Orixá:

Bará (Esú) - 10% (é todo poderoso e não perde pra ninguém)

Ogum - 98% (fecha o pau pra evitar o chifre)

Oyá (Iansã) - 99,9999999,9% (corre se não morre)

Xangô - 99% (tu que lute)

Odé e Otim - 5% (estão preocupados com eles)

Obá - 89% (até tem, mas tem coisas mais importantes pra fazer)

Ossanha (Ossain) - 30% (tá nem aí, qualquer coisa já manda pastar)

Xapanã - 100000000000% (não confia nem neles)

Oxum - Infinito% (mas de birra vai fazer pior)

Iemanjá - Não deu pra escrever, já estava chorando

Oxalá - 28% ( tem preguiça até pra discutir)

Endereço

Rua Cornélio Bem Fica
Nova Serrana, MG
35528-899

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