Erico Carvalho - LifeStyle

Erico Carvalho - LifeStyle Neurologista, expertise em Medicina do Estilo de Vida (Lifestyle Medicine). Membro da ABRASFEV.

04/05/2026

A gente ainda insiste em tratar o TDAH só como comportamento.

Mas e se parte do que você vê na prática não estiver só na “atenção” e sim na biologia por trás dela?

A vitamina D vai muito além dos ossos. Ela atua diretamente no cérebro, em áreas ligadas à memória, planejamento, controle inibitório e regulação do comportamento. E mais: participa das vias da dopamina, uma das peças-chave no TDAH.

E aí começa o ponto que pouca gente olha.

Pacientes com TDAH frequentemente apresentam níveis mais baixos de vitamina D. Não como causa isolada, mas como um fator que pode agravar o cenário: pior atenção, mais impulsividade, sono desregulado, maior carga inflamatória.

Ou seja, não é sobre “dar vitamina D pra todo mundo”.

É sobre saber investigar.

É entender que, em alguns casos, existe um componente metabólico, inflamatório e nutricional coexistindo com o quadro comportamental.

E quando isso não é visto, o tratamento f**a incompleto.

O TDAH da prática real não é só cérebro.
É sono. É inflamação. É metabolismo. É neuroquímica.

E é exatamente por isso que a formação do profissional precisa acompanhar essa complexidade.

📍As vagas abrem dia 3 de junho e são extremamente limitadas.

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01/05/2026

🚨 SINAIS DE ALERTA PARA AUTISMO PODEM SURGIR DESDE OS PRIMEIROS MESES DE VIDA

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não começa aos 3 anos. Em muitos casos, os primeiros sinais aparecem ainda no primeiro ano de vida e reconhecer isso precocemente pode mudar completamente o prognóstico da criança.

SINAIS DE ALERTA por faixa etária:

👶 0–3 MESES
Não fixa o olhar (olhar vago)
Choro persistente, difícil de consolar
Pouca ou nenhuma expressão facial (não sorri)
Rigidez corporal (hipotonia ou hipertonia)

👶 3–6 MESES
Não sorri de volta (falta de reciprocidade social)
Ausência de balbucios
Não reconhece ou reage aos pais
Não responde ao nome

👶 6–12 MESES
Não balbucia (“mamama”, “bababa”)
Não apresenta atenção compartilhada
Não aponta para pedir ou mostrar
Desinteresse por jogos sociais (ex: esconde-esconde)

⚠️ A presença desses sinais não fecha diagnóstico, mas indica a necessidade de avaliação especializada precoce.

⏱️ Intervenção nos primeiros anos de vida está associada a melhores desfechos no desenvolvimento social, comunicativo e cognitivo.

👉🏻 Siga esse perfil para saber mais sobre neurodesenvolvimento e Autismo

Durante muito tempo, o autismo foi tratado como se fosse um padrão.Um conjunto de sinais → um diagnóstico → uma conduta....
29/04/2026

Durante muito tempo, o autismo foi tratado como se fosse um padrão.

Um conjunto de sinais → um diagnóstico → uma conduta.

Mas a prática mostra outra coisa.

Pacientes com o mesmo diagnóstico podem ter histórias completamente diferentes, respostas diferentes… e necessidades totalmente únicas.

E é justamente aí que muitos tratamentos falham.

Não por falta de intenção.
Mas por simplif**ação.

Quando você trata o autismo como uma “receita de bolo”, você ignora o que realmente sustenta aquele quadro:
biologia, ambiente, metabolismo, comportamento, contexto.

E sem entender isso, qualquer intervenção f**a limitada.

A medicina está evoluindo.
E com ela, a necessidade de um olhar clínico mais completo, mais integrado e mais preciso.

É exatamente esse tipo de formação que começa a diferenciar profissionais comuns de profissionais preparados para os próximos anos.

Se você quer aprofundar esse raciocínio e aprender a conduzir casos com mais segurança e individualização, a pós-graduação em Autismo e TDAH foi construída para isso.

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29/04/2026

A gente passou anos tentando explicar comportamento olhando só para o que aparece.

Mas o que a ciência mostra hoje, é que o que vemos é só a superfície.

Por trás da desatenção, da dificuldade social ou da impulsividade, existem redes cerebrais inteiras funcionando de forma diferente. Não pior. Diferente.

E quando você entende isso, muda tudo:
muda o olhar clínico
muda a forma de investigar
muda a forma de conduzir o paciente

Porque não faz sentido tratar comportamento sem entender o cérebro que está por trás dele.

É por isso que a medicina que olha só para sintoma já não é suficiente.

Estamos falando de um nível mais profundo de análise.
De profissionais que precisam enxergar além do óbvio.

Você, profissional da saúde, precisa desenvolver esse olhar mais completo, baseado em ciência e prática clínica real, a formação que estamos construindo vai exatamente nessa direção.

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Informação baseada em estudo científico sem reconhecimento ainda como diretriz terapêutica consolidada. Publicação permitida nos termos do art. 13, III da Resolução 2336/23 do CFM

28/04/2026

O canabidiol não é milagre, mas também não é mito.

A grande questão é que muita gente ainda faz a pergunta errada.

Não é “funciona ou não funciona no autismo”.

É: pra quem, pra qual sintoma e em qual contexto clínico?

Porque o autismo não é uma coisa só.
E o que funciona pra um, pode não fazer sentido nenhum pra outro.

Existem casos em que o CBD ajuda, especialmente em ansiedade, sono, irritabilidade.
Mas também existem limitações, efeitos colaterais e, principalmente, a necessidade de acompanhamento sério.

No fim, não é sobre modismo.
É sobre precisão.

E isso muda completamente o jogo.

Se você é profissional da saúde, talvez o próximo passo não seja buscar mais “soluções” mas aprender a fazer as perguntas certas.

Existe uma diferença enorme entre conhecer o assunto e saber conduzir um caso na prática.

Se você quer dar esse próximo passo na sua carreira, essa pós pode ser o caminho.

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Os sinais aparecem cedo.Mas o diagnóstico ainda chega tarde para muitos.E isso não acontece por falta de evidência.Acont...
27/04/2026

Os sinais aparecem cedo.
Mas o diagnóstico ainda chega tarde para muitos.

E isso não acontece por falta de evidência.
Acontece por falta de preparo para enxergar além do óbvio.

Na prática clínica, o que mais atrasa o diagnóstico não é a ausência de sintomas.
É a dificuldade de interpretar esses sinais dentro de um raciocínio mais completo.

Porque o autismo não é uma condição de uma única via.
Ele envolve comportamento, neurodesenvolvimento, eixo intestino-cérebro, sono, ambiente, metabolismo.

E quando o olhar é limitado, o diagnóstico também se torna.

Por isso, formar profissionais mais preparados não é um detalhe.
É uma necessidade.

Quanto mais cedo identif**amos, mais cedo conseguimos intervir.
E no autismo, isso muda completamente o desfecho ao longo da vida.

Se você é profissional da saúde e quer aprofundar seu raciocínio clínico no Autismo e TDAH, essa formação foi pensada para isso.

A nova geração do tratamento começa pelo nível de preparo de quem atende.

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25/04/2026

Criança de 1 ano e 7 meses; diagnóstico recente de autismo. Sai da consulta com receita de risperidona.

🚨 Esse cenário é mais comum do que deveria ser, e revela uma lacuna real na formação clínica de muitos profissionais.

Não se trata de demonizar a medicação. A risperidona e a aripiprazol têm indicações legítimas, com evidência e aprovação para irritabilidade associada ao autismo. Há casos em que elas mudam vidas.

O problema está em prescrever antes de investigar.

Antes de qualquer psicofármaco, o raciocínio clínico deveria incluir: avaliação multidisciplinar, análise funcional do comportamento, orientação parental, regulação do sono, manejo sensorial, fonoaudiologia, terapia ocupacional e investigação de dor, constipação, refluxo, privação de sono, entre outros.

Porque muitas vezes o comportamento desafiador não é um fenômeno puramente psiquiátrico. É comunicação de sofrimento, dor não verbalizada, sobrecarga sensorial, um ambiente desorganizado…

Medicar sem entender a causa pode apenas silenciar o problema, e criar um ciclo crônico desfavorável.

Isso acontece porque a formação universitária ainda oferece pouco treinamento prático, baseado em evidências recentes, em neurodesenvolvimento, análise funcional e manejo interdisciplinar do autismo.

O resultado? Profissionais que aprendem a prescrever antes de aprender a interpretar o comportamento. E atenção: isso não é culpa dos profissionais, mas sim da formação que infelizmente ainda está desatualizada.

🔵 Foi justamente para preencher essa lacuna que desenvolvemos a Pós-Graduação em Autismo e TDAH: uma formação especializada com profundidade clínica, raciocínio moderno e aplicação imediata na prática.

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Autismo e intestino: a ciência está cada vez mais clara sobre essa conexãoUm estudo recente com 475 crianças mostrou que...
24/04/2026

Autismo e intestino: a ciência está cada vez mais clara sobre essa conexão

Um estudo recente com 475 crianças mostrou que aquelas com TEA apresentam muito mais sintomas gastrointestinais persistentes, como dor, constipação e inchaço, mesmo sem um diagnóstico clínico definido.

E não para por aí.

Esses sintomas estão associados a:
• pior qualidade de sono
• mais ansiedade
• dificuldades de comunicação
• alterações sensoriais e comportamentais

Ou seja: não é só o intestino, é o impacto no funcionamento global da criança.

Isso reforça um ponto essencial na prática clínica:

Cuidar do intestino pode ser uma das chaves para melhorar o bem-estar, o desenvolvimento e a qualidade de vida no TEA.

Mas atenção:
O estudo mostra associação, não causalidade direta. Ainda assim, ignorar esses sinais é negligenciar uma parte importante do quadro clínico.

Um olhar completo faz diferença.

Estudo:
https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/13623613251362349
“A longitudinal evaluation of gastrointestinal symptoms in children with autism spectrum disorder” (Restrepo et al., 2025)

Uma das moléculas que mais utilizo há anos na prática clínica e também na minha rotina é a quercetina.O autismo é multif...
23/04/2026

Uma das moléculas que mais utilizo há anos na prática clínica e também na minha rotina é a quercetina.

O autismo é multifatorial. E esse é o maior desafio, mas também a chave do tratamento.

Não existe uma única via envolvida. Existe inflamação, disbiose, alteração imunológica, estresse oxidativo e disfunção mitocondrial.

Por isso, compostos com ação sistêmica vêm ganhando atenção.

A quercetina, presente em alimentos como maçã, uva roxa e cebola, vem sendo estudada pelo seu impacto no eixo intestino–microbiota–cérebro, um dos pilares mais relevantes no TEA.

Na prática, o que a literatura sugere?

Redução do estresse oxidativo e da neuroinflamação, melhora da função mitocondrial, modulação da microbiota intestinal, redução da permeabilidade intestinal, equilíbrio da resposta imune e influência em neurotransmissores como serotonina, dopamina e GABA.

Ou seja, não é um efeito isolado.

É uma molécula que atua em múltiplas camadas do funcionamento biológico. E isso muda o jogo.

Porque ao melhorar o ambiente intestinal, reduzir inflamação e ajustar vias neuroquímicas, o impacto deixa de ser apenas laboratorial.

Ele aparece no comportamento, na cognição e na qualidade de vida.

Na minha experiência, inclusive pessoal, a modulação mastocitária e histaminérgica foi um divisor de águas. Para quem já dependeu de antialérgicos e corticoides, entende o que isso signif**a.

Sobre usar ferramentas com plausibilidade biológica e respaldo crescente na ciência dentro de uma visão mais completa do neurodesenvolvimento.

E é exatamente esse tipo de raciocínio clínico que separa quem apenas controla sintomas de quem realmente entende o paciente.

Se você é profissional da saúde e quer aprender a enxergar o autismo com essa profundidade da base neurobiológica à conduta prática, conheça a Pós-Graduação em Autismo e TDAH.

⏰ Abertura das vagas 03 de junho 08h

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22/04/2026

Nem todo suplemento “que acalma” está, de fato, tratando a causa.

A mostra que a L-teanina pode atuar diretamente na modulação cerebral, equilibrando excitação e inibição neural.
Mas isso não signif**a que ela seja uma solução universal.

O ponto mais importante não é o suplemento.
É o olhar clínico por trás da indicação.

Porque, na prática, o que define resultado não é o que você usa, é para quem você usa.

Quando entendemos o fenótipo biológico do paciente, saímos do “testar o que está em alta” e entramos na lógica da precisão.

E é exatamente esse tipo de raciocínio que diferencia um profissional comum
de um profissional preparado para a nova geração do cuidado.

👉 Por isso que hoje desenvolvemos uma pós-graduação pensada para formar profissionais com esse olhar clínico completo, funcional integrativo, integrando neurociência, prática e individualização.

Muita gente olha para o comportamento e esquece de perguntar de onde ele vem.E é aí que começam os erros.Porque quando o...
19/04/2026

Muita gente olha para o comportamento e esquece de perguntar de onde ele vem.

E é aí que começam os erros.

Porque quando o profissional enxerga só o sintoma, ele tende a escolher soluções rápidas.
Mas rápidas não signif**a completas.

A risperidona pode sim ter seu lugar.
Em alguns casos, ela ajuda e muito.

Mas quando ela vira a base do cuidado,
algo importante está sendo ignorado:

👉 o corpo por trás daquele comportamento

Inflamação, sono desregulado, metabolismo alterado. Tudo isso pode estar falando antes do comportamento aparecer.

E se a gente não escuta isso, a gente só silencia o sinal não resolve a causa.

É exatamente por isso que hoje existe uma nova forma de olhar para o autismo e o TDAH:
mais profunda, mais integrada e mais responsável com o paciente.

Porque tratar de verdade não é só controlar crises.
É entender o que está por trás delas.

E é isso que diferencia um profissional comum de um profissional preparado para a nova geração do cuidado. Se você é profissional da saúde e quer aprender a enxergar o autismo com essa profundidade da base neurobiológica à conduta prática, conheça a Pós-Graduação em Autismo e TDAH.

⏰ Abertura das vagas 03 de junho 08h

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⚠️ AS VAGAS SÃO EXTREMAMENTE LIMITADAS

19/04/2026

Quando a gente fala em Autismo na primeira infância, existe uma expectativa quase automática de “classif**ar” a criança nível 1, 2 ou 3.

Mas a verdade é que, antes dos 3 anos e principalmente antes dos 2, isso nem sempre é tão claro assim.

Porque o que define o nível de suporte está muito ligado à comunicação, à interação social, à linguagem…
e tudo isso ainda está em construção nessa fase.

É o momento em que a criança está aprendendo a falar, a se expressar, a interpretar gestos, emoções, olhares.
E é justamente aí que as diferenças podem começar a aparecer, em diferentes graus.

Por isso, mais do que rotular cedo, o foco precisa estar em observar, acompanhar e intervir com precisão.

Um olhar clínico atento faz toda a diferença no futuro dessa criança.

E é exatamente esse tipo de visão que a nova geração de profissionais precisa desenvolver.

Por isso que hoje desenvolvemos uma pós-graduação pensada para formar profissionais com esse olhar mais completo, atualizado e realmente preparado para os desafios do neurodesenvolvimento.

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