04/05/2026
A gente ainda insiste em tratar o TDAH só como comportamento.
Mas e se parte do que você vê na prática não estiver só na “atenção” e sim na biologia por trás dela?
A vitamina D vai muito além dos ossos. Ela atua diretamente no cérebro, em áreas ligadas à memória, planejamento, controle inibitório e regulação do comportamento. E mais: participa das vias da dopamina, uma das peças-chave no TDAH.
E aí começa o ponto que pouca gente olha.
Pacientes com TDAH frequentemente apresentam níveis mais baixos de vitamina D. Não como causa isolada, mas como um fator que pode agravar o cenário: pior atenção, mais impulsividade, sono desregulado, maior carga inflamatória.
Ou seja, não é sobre “dar vitamina D pra todo mundo”.
É sobre saber investigar.
É entender que, em alguns casos, existe um componente metabólico, inflamatório e nutricional coexistindo com o quadro comportamental.
E quando isso não é visto, o tratamento f**a incompleto.
O TDAH da prática real não é só cérebro.
É sono. É inflamação. É metabolismo. É neuroquímica.
E é exatamente por isso que a formação do profissional precisa acompanhar essa complexidade.
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