11/02/2026
Eu não pertenço ao óbvio. Eu pertenço ao sentir.
Minha conexão com a natureza, com os animais e com o mundo espiritual não nasceu de uma crença, nasceu de um reconhecimento. Isso não se trata de religião. Eu respeito todos os caminhos, mas a minha espiritualidade é livre. Eu me conecto com meus guias, meus guardiões, com meu anjo da guarda e com uma força maior que não tem nome, mas tem presença. Uma presença que orienta, protege e revela.
Eu acredito que estamos aqui para expandir, não para nos limitar.
Os animais são parte sagrada dessa caminhada. Eles são consciências vivas, sensíveis, presentes. Eles nos auxiliam, nos ensinam e também precisam de cuidado, porque sentem e absorvem o que muitos não veem. Conviver com eles é uma bênção e uma responsabilidade espiritual.
Tudo o que vivo nas aulas de yoga, na leitura de cartas, nos atendimentos, nas trocas e no cuidado com os animais fortalece ainda mais esse chamado. E existe em mim uma necessidade profunda de compartilhar. Compartilhar o que sinto, o que aprendi e o que continuo aprendendo, porque isso não é apenas sobre mim — é sobre servir, sobre ser um canal, sobre honrar aquilo que me foi confiado.
Nada disso é por acaso. É presença. É caminho. É propósito.