Reabilitação e Podoposturologia

Reabilitação e Podoposturologia Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Reabilitação e Podoposturologia, Fisioterapeuta, Ourinhos.

31/08/2018

Site institucional e comercial da SORRI Bauru, uma ONG com mais de 40 anos, situada na cidade de Bauru. A função do site é mostrar o trabalho realizado gratuitamente a mais de 4000 famílias, além de comercializar produtos voltados para pessoas com deficiência e/ou dificuldades escolares ou de ...

24/05/2018
CANELITECanelite, nome dado à síndrome do estresse tibial medial ou periostite medial da tíbia, é uma inflamação do osso...
28/04/2018

CANELITE

Canelite, nome dado à síndrome do estresse tibial medial ou periostite medial da tíbia, é uma inflamação do osso da canela, a tíbia, seus tendões ou músculos. É caracterizada por dor na canela, especialmente durante exercício físico.
Esta inflamação é comum em atletas que realizam atividades de impacto repetido, como corrida, tênis, basquete e futebol entre outros. Ela pode evoluir em fraturas por estresse.
A dor costuma vir do periósteo, camada que recobre a tíbia e faz a ligação entre músculo e osso. É ele que f**a inflamado durante a canelite.
A síndrome compartimental não é um tipo de canelite, mas freqüentemente é confundida com ela, pois pode causar muita dor nesse local. Isso acontece porque há um aumento de pressão nos compartimentos encobertos pela fascia, uma espécie de tecido fibroso que envolve todos os músculos do corpo.
Durante o repouso, não há sintomas na sindrome compartimental. Quando se começa o exercício, a pressão no compartimento aumenta e a dor forte aparece. Diferente da canelite a sindrome compartimental pode precisar de cirurgia para abrir a fascia e aliviar a pressão.
A canelite pode ser dividida em dois tipos, diferenciados pelo local da dor na canela. Os sintomas em ambas as situações são os mesmos. Os tipos são:
CANELITE ANTEROMEDIAL
Neste caso, a dor na canela se encontra na parte superior da tíbia, na parte de dentro da perna, a frente da canela.
CANELITE POSTEROLATERAL
Canelite posterolateral tem como principal sintoma a dor na parte baixa da canela, no lado de fora da perna, na parte de traz do osso.
A canelite é causada pelo esforço físico excessivo, provocando dores em atletas e está entre as três lesões mais comuns nos corredores.
Existem diversas causas que podem levar a canelite:
Excesso de carga,
• O excesso de exercícios pode ser demais e ferir o corpo do atleta. Normalmente, é o aumento repentino da carga, o overtraining, que causa a lesão, criando dor e inflamação.
• A segunda principal causa da doença são exercícios repetidos sem pausa para que a musculatura e os tendões se recuperem.
Técnica errada
Correr por longos períodos exige técnica. Uma pisada torta causada pela falta de prática de corrida pode ser a causa da canelite, já que o impacto pode ser mal recebido pelo corpo, causando lesões e inflamações.
Anomalias anatômicas
Pisada pronada, que é o deslocamento do pé e dos tornozelos para a parte de dentro das pernas, é uma anomalia que pode causar a canelite.
A síndrome do pé chato, assim como a pisada pronada, causa uma pisada desalinhada, fazendo com que a absorção de impacto de cada pisada seja menos eficiente. Isso causa danos no tecido da canela, que sofre com os impactos das corridas.
Diversas outras anomalias podem ter o mesmo efeito, como genu varo e valgo (joelho torto), diferença no tamanho de cada perna, torção tibial e anteversão femoral.
Corridas em terreno irregular
Terrenos irregulares, cheios de buracos, podem forçar os músculos e tendões de maneiras inesperadas que podem causar lesões.
Corridas em terrenos duros demais
Corrida é um esporte de impacto repetido. A cada passo, as pernas precisam absorver o impacto do corpo contra o chão. Se o terreno é muito duro, a absorção é dificultada pelo impacto maior.
O concreto é seis vezes mais severo do que o asfalto para a tíbia. Este, por sua vez, é três vezes mais duro que a terra batida. A grama é um dos terrenos mais macios para as canelas e diminui muito o risco de inflamação.
Calçados inadequados
Tênis feitos para corrida tem um design anatômico, próprio para a proteção do corpo durante o exercício. Alguns calçados não tem essa vantagem e podem ser prejudiciais para o corpo caso usados para esforço.
Um calçado desgastado ou simplesmente inadequado para a corrida pode ser a causa de uma canelite.
Causas raras
Existem algumas causas mais raras para a canelite. São elas:
• Fraturas;
• Infecções;
• Síndrome compressiva do nervo fibular;
• Síndrome compressiva da artéria poplítea;
• Trombose venosa;
• Alterações da fáscia;
• Neoplasia (tumor);
• Espasmos musculares.
Terrenos para corrida
Existem diversos tipos de terreno, cada um com suas vantagens e desvantagens para a corrida e segurança. Alguns deles são:
Asfalto
Rígido e nivelado, o asfalto é o terreno mais recomendado para corridas longas. Ele é bastante regular, o que dificulta lesões apesar da rigidez do terreno.
Esta mesma rigidez permite um aproveitamento da força, já que o piso absorve pouco impacto, que é completamente usado para a corrida.
Recomenda-se usar tênis com amortecimento para este piso, o que alivia o impacto. Uma musculatura fortalecida também pode aliviar os efeitos da rigidez nas articulações e ossos. O asfalto não é recomendado para quem está se recuperando de uma lesão.
Concreto
O concreto tem as mesmas vantagens do asfalto: Regular e rígido. O problema dele é que ele é bem mais rígido do que o asfalto, portanto é mais fácil de acontecerem lesões por conta do impacto que não é absorvido.
Grama
Macia, a grama é uma boa opção para trabalhar a musculatura sem forçar os joelhos demais. Ela absorve boa parte do impacto, poupando os ossos e forçando os músculos.
Não é tão regular quanto o asfalto e um buraco escondido pode ocasionar uma lesão, assim como o desnivelamento do piso.
Dias de chuva são especialmente perigosos pois a grama, além de deformada, f**a escorregadia. Utilize tênis com tração para evitar a perda da aderência, mantendo os pés estáveis.
Areia
Correr na areia exige muito dos músculos por sua alta absorção de impacto, portanto é um terreno excelente para o treino de resistência e força, mas existe a desvantagem da enorme irregularidade.
A areia é extremamente macia e se move o tempo todo. Também não é plana, o que pode sobrecarregar um dos lados do corpo. Ao correr na areia, sempre fique atento aos buracos.
Evite o terreno caso tenha lesões, já que ele causará dores, e prefira correr descalço quando neste piso.
GRUPOS DE RISCO
Algumas pessoas estão mais propensas a canelite do que outras. São elas:
Atletas
Devido ao esforço realizado rotineiramente, atletas, especialmente os de esporte de impacto para as pernas como corridas, ou de paradas bruscas, como tênis e basquete, são bastante propensos a canelite. A técnica adequada pode ajudar e, quanto mais prática o atleta tem, mais protegido da canelite ele está.
Dançarinos
Dança é uma atividade que exige muito das pernas. Se cuidados não forem tomados, o dançarino ou dançarina pode sofrer com inflamações na canela.
Pessoas com a pisada pronada
A pisada pronada é uma pisada desalinhada para dentro, assim como a pisada supinada, que é desalinha no sentido oposto. Porém, apenas a pronada aumenta as chances de canelite.
Pé chato
Pessoas com pé chato, cuja sola completa toca o chão quando o indivíduo está de pé, têm a pisada torta e pronada naturalmente. Esta condição favorece a canelite.
Mulheres
Após a menopausa, mulheres perdem a proteção óssea que o estrogênio dava. Isso facilita danos e lesões aos ossos, assim como a inflamação da tíbia.
SINTOMAS
Sintomas que indicam canelite são:
Sensibilidade e dor na canela
O osso e músculos da canela f**am sensíveis. A dor é especialmente presente no início e fim de exercícios.
Dificuldade de caminhar
A dor pode surgir no caminhar, o que dificulta a atividade.
Dor tardia
Pode haver dor após o exercício e nas horas seguintes a ele.
Fraqueza nos pés
Os pés podem apresentar fraqueza.
Inchaço
Inchaço é um sintoma raro, mas pode aparecer. Frequentemente é leve.
DIAGNÓSTICO
Exame clínico
Realizado por ortopedista, o exame clínico é usado para diagnosticar a canelite. O médico irá perguntar sobre suas atividades físicas, freqüência e intensidade, além de fazer um exame físico para buscar sintomas e outras alterações.
Raio-X
Raio-x pode ser utilizado para descartar fraturas e outras lesões diferentes da canelite.
CANELITE TEM CURA?
Sim, a canelite tem cura. A inflamação pode ser tratada com, anti-inflamatórios e a fisioterapia.
QUAL O TRATAMENTO?
Tratar a canelite envolve repouso, cuidados com os futuros treinos e redução de dor. As recomendações são as seguintes:
Cortar os treinos
Na primeira fase do tratamento, que dura alguns dias, o repouso completo é recomendado.
Isso quer dizer que os treinos devem ser suspensos e só depois de um pouco de recuperação eles devem voltar a ser realizados, de preferência depois de uma consulta com um ortopedista ou fisioterapeuta.
Alongamentos e aquecimento
Antes de se exercitar, o paciente deve se alongar e aquecer, evitando sobrecarregar a canela, além de melhorar a flexibilidade e força dos músculos.
Reduzir o esforço
Também é importante diminuir a intensidade do treinamento e, nos casos mais graves, pode ser necessário parar o treino até que a saúde da tíbia seja recuperada.
Compressa gelada
Compressas geladas reduzem a inflamação e aliviam a dor.
Repouso
Descansar e dar tempo para que os tecidos se recuperem é parte importante do tratamento da canelite.
Fisioterapia
O uso de Palmilhas Postural Proprioceptivas e acompanhamento Fisioterapeutico para a recuperação dos tecidos lesionados da canela.
TEMPO DE RECUPERAÇÃO
O tempo de recuperação varia de paciente para paciente e de caso a caso, mas no geral, a melhora da canelite ocorre em 3 semanas.
Quando há fratura por estresse, esse tempo pode subir para até 1 mês e meio e, em casos mais graves de fratura, pode ser necessária cirurgia.
Aplique gelo
Reduzir a temperatura da perna alivia a inflamação e a dor. Utilize uma toalha para evitar o contato do gelo diretamente com a pele.
Massagem nas panturrilhas
Massagear as panturrilhas alivia dores e relaxa a musculatura.
Meias compressivas
Compressão ajuda com o fluxo sanguíneo, diminuindo a inflamação.
Mantenha os pés elevados
Quando em repouso, procure manter os pés elevados acima da altura do coração. Isso também ajuda com o fluxo sanguíneo e reduz a inflamação.
PROGNÓSTICO
Seguindo o tratamento e as instruções médicas, a canelite é curável e não deixa sequelas. Pode ser necessário cuidado maior com a intensidade dos treinos e tomar os cuidados para que as condições que facilitam a inflamação sejam evitadas.
Ignorar a dor da canelite e seguir treinando sem o tratamento pode trazer complicações sérias. São elas:
Canelite pode levar a fraturas por estresse. Elas são pequenas fissuras no osso que causam dor intensa. Podem se acumular, levando a uma fratura completa da tíbia, o que é uma condição muito mais séria.
A dor é um sinal do corpo de que algo está mudando. Frequentemente, ela sinaliza um problema e não vai embora sozinha. Além disso, sem tratamento, só tende a piorar.
Realizar exercícios com dor pode levar a outras condições, além de danif**ar mais o tecido machucado e causar outras mudanças na pisada, que pode levar a outras lesões.
COMO PREVENIR A CANELITE?
Calçados adequados
Utilizar calçados adequados para seu tipo de exercício e de pisada evita lesões no corpo todo.
Técnica
Aprender as técnicas corretas para o esporte maximiza o aproveitamento do exercício e previne lesões como a canelite.
Evitar exageros
Exagerar nos treinos é o melhor jeito de conseguir uma lesão. Respeite seu corpo e acompanhe o ritmo dele.
Alongamentos e aquecimentos
Alongar e aquecer antes e depois dos treinos ajuda com a flexibilidade e força dos músculos, prevenindo lesões.
É importante começar com velocidades baixas, em caminhada, e ir acelerando aos poucos, passando para o trote e a corrida. A parada também não deve ser brusca. Desacelerar até uma caminhada é importante, além do desaquecimento.
Desaquecer ajuda o corpo a voltar ao ritmo normal. Caminhar ou trotar levemente por 5 a 15 minutos é o bastante. Isso também ajuda a eliminar o ácido lático dos músculos, o causador das dores de esforço que aparecem depois de treinos e corridas.
Exagerar nos exercícios pode levar a sérias consequências. Um treinamento bem feito é a diferença entre um corpo saudável e um lesionado. Compartilhe esse texto com seus amigos para que eles conheçam a canelite e saibam o que pode causá-la e como tratá-la!
VISITE UM FISIOTERAPEUTA ESPECIALIZADO EM POSTUROLOGIA E FAÇA UMA AVALIAÇÃO, AS PALMILHAS POSTURAL PROPRIOCEPTIVAS OFERECE UM ÓTIMO RESULTADO PRA CANELITE.

FASCITE PLANTARA fascite plantar é uma das causas mais comuns de dor no calcanhar. Trata-se de uma inflamação de um teci...
27/04/2018

FASCITE PLANTAR

A fascite plantar é uma das causas mais comuns de dor no calcanhar. Trata-se de uma inflamação de um tecido chamado fáscia plantar, localizado na sola do pé e que conecta o calcâneo (osso que forma o calcanhar) aos dedos.
Ela ocorre quando há muita tensão ou uso excessivo da fáscia plantar, o que pode provocar dor e dificuldade para caminhar.
Alguns fatores aumentam as chances de haver tensão ou uso excessivo do tecido plantar do pé. Eles incluem:
Idade: Fascite plantar é mais comum em pessoas na faixa dos 40 a 60 anos.
Alguns tipos de exercício físico: Atividades que colocam estresse excessivo sobre o calcanhar e a fáscia plantar, como corrida de longa distância, ballet e outros tipos de dança, podem contribuir para a ocorrência de fascite plantar.
Pés com anormalidades: Pé chato, pé cavo ou qualquer outro problema nos pés pode facilitar a ocorrência de fascite plantar.
Obesidade: Uma pessoa com obesidade, por sobrecarregar os músculos e ossos das pernas e pés, apresenta maiores riscos de ter fascite plantar.
Ocupações: Algumas profissões exigem muito dos pés dos funcionários, a exemplo de operários, professores, atendentes e outras que passam a maior parte da jornada de trabalho em pé ou caminhando. Essas ocupações podem levar a um quadro de fascite plantar.
Tensão sobre o tendão de Aquiles (que liga os músculos da panturrilha ao tornozelo)
Calçados inadequados, com solas macias demais ou que não oferecem apoio suficiente à curvatura do pé.
As queixas mais comuns são dor, rigidez e queimação na sola do pé. A dor pode ser aguda ou crônica e ela costuma ser pior:
Pela manhã, ao dar os primeiros passos;
Após f**ar em pé por muito tempo;
Ao subir escadas;
Após atividades físicas intensas.
A dor pode se desenvolver lentamente com o passar do tempo, mas também pode ocorrer repentinamente após atividade intensa.
Na consulta médica
Se sentir dores intensa ou contínua na região da sola do pé, procure um especialista. Anote os sintomas para não esquecer, e descreva ao especialista detalhadamente. Tire todas as dúvidas e responda às perguntas que ele deverá lhe fazer, como:
Quando seus sintomas começaram?
Os sintomas são mais comuns em algum momento específico do dia?
Que tipo de atividade física você pratica?
Sua ocupação exige que você fique em pé por muito tempo?
Onde a dor está mais localizada?
Há alguma medida que melhore ou piore seus sintomas?
Para realizar o diagnóstico, o especialista começará esboçando um histórico médico do paciente, seguido de um exame físico, que poderá mostrar:
Sensibilidade na sola do pé
Pé chato ou pé cavo
Inchaço leve ou vermelhidão no pé
Rigidez ou tensão do arco na sola do pé.
Geralmente, te**es adicionais para diagnosticar fascite plantar não são necessários, mas raios-X e outros exames de imagem podem ajudar a descartar outros problemas.
O tratamento para fascite plantar é geralmente feito à base de medicamentos e fisioterapia.
Os medicamentos recomendados são analgésicos para reduzir a dor e anti-inflamatórios para diminuir a inflamação. Exercícios de alongamento, repouso e o uso de sapatos mais adequados são outras recomendações que costumam ser freqüentes.
O fisioterapeuta pode indicar exercícios específicos para ajudar na recuperação, fortalecendo os músculos danif**ados e, também, mostrando como praticar atividade física sem colocar pressão excessiva sobre a sola do pé.
Há casos ainda em que cirurgia pode ser necessária, embora seja raro. Procedimentos cirúrgicos são indicados quando nenhum outro meio terapêutico mostrou resultado.
Algumas medidas caseiras podem ajudar na recuperação e na eficácia do tratamento. Confira:
Aplique gelo à região dolorida. Repita o procedimento pelo menos duas vezes ao dia durante 10 a 15 minutos, com mais freqüência nos primeiros dois dias.
Tente usar uma proteção no tornozelo, almofadinhas de feltro na área do tornozelo.
Use talas noturnas para alongar a fáscia plantar lesionada
Procure um Fisioterapeuta Especialista e faça uma avaliação, ele poderá lhe recomendar o uso de Palmilhas Postural Proprioceptivas.
Ignorar a fascite plantar pode resultar em dor crônica no calcanhar, que poderá causar ainda mais dificuldades à rotina e a atividades regulares do dia a dia. Se você tentar evitar a dor causada pela fascite plantar mudando a maneira de caminhar, por exemplo, você poderá causar problemas não só ao pé, mas também aos joelhos, quadril e até mesmo na coluna.
Tratamentos não cirúrgicos quase sempre reduzem a dor. O tratamento pode durar de várias semanas a até dois anos ou, ainda, até que os sintomas desapareçam. Depende muito do caso. A maioria dos pacientes apresenta melhora em um período médio de nove meses. Algumas pessoas necessitam de cirurgia para aliviar a dor, mas esses casos são bem mais raros.
Algumas medidas preventivas podem ajudá-lo a não desenvolver inflamação na fáscia plantar:
Cultive um peso saudável. Quilos em excesso aumentam a pressão sobre a sola do pé, podendo levar à ocorrência de fascite plantar.
Se você pratica esportes que exijam muito dos pés, procure fazer os alongamentos corretamente antes e após os exercícios.
Mantenha boa flexibilidade na área do tornozelo, do tendão de Aquiles e nos músculos da panturrilha. Isso pode ajudar a evitar a fascite plantar.

ESPORÃO DE CALCÂNEO Uma patologia que a Podoposturologia trata.O osso de maior tamanho na estrutura óssea do pé é o calc...
26/04/2018

ESPORÃO DE CALCÂNEO

Uma patologia que a Podoposturologia trata.
O osso de maior tamanho na estrutura óssea do pé é o calcâneo. Ele suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.
Um dos motivos mais freqüentes para a procura ortopédica são as queixas de dores no calcanhar. Microtraumatismos no osso calcâneo podem levar à formação do esporão. As mesmas lesões que, normalmente, desencadeiam o surgimento da chamada fascite plantar, inflamação da fáscia plantar – tecido que recobre a musculatura da sola do pé – também provocam o aparecimento do esporão de calcâneo. Mas a dor característica não decorre do esporão, como muitas pessoas imaginam, mas sim da inflamação do tendão e da fáscia. As mulheres são as mais suscetíveis ao problema.
O esporão de calcâneo é caracterizado por uma protuberância óssea na base do osso calcâneo (na sola do pé) ou ainda na região posterior do calcâneo, bem próximo à inserção do tendão de Aquiles.
Essa inflamação crônica da parte inferior do calcanhar afeta, não apenas, o osso calcâneo, mas também os tendões. E, caso a inflamação se estenda por um tempo prolongado, pode acabar levando à calcif**ação dos tecidos ao redor do osso do calcanhar, esse fenômeno é o que leva à formação dos esporões. O nome popular da doença, “esporão de galo”, associa-se, justamente, a essa calcif**ação semelhante à espora do galo.
Situações variáveis que causem um estresse crônico à região do calcanhar podem provocar o surgimento de um esporão. Pessoas com a curvatura dos pés acentuada, que sofrem com o sobrepeso ou que trabalham em pé durante muito tempo têm forte tendência a apresentar o problema.
Outros fatores de risco para o surgimento do esporão de calcâneo são:
– Usar, excessivamente, salto alto ou calçados que sejam pouco apropriados para os pés. É o caso de sapatos muito apertados ou velhos;
– Praticar esportes com forte impacto nos pés. Dança e corrida, por exemplo;
– Alterar a marcha, como pisar com o pé torto.
Dificilmente o esporão causa um sinal aparente, como vermelhidão ou inflamação. O que caracteriza, de fato, o problema é a dor. Geralmente, a dor é pulsante na zona plantar do calcanhar. Mas atenção: nem toda dor nessa região é esporão e há casos em que o problema é assintomático.
Inicialmente, a inflamação pode ser controlada com repouso e gelo local. Mas nos casos em que há resistência, a palmilha postural proprioceptiva é uma das formas de tratamento, bem como a fisioterapia que através de exercícios e alongamentos específicos para os pés e as panturrilhas. A grande maioria dos pacientes responde muito bem as palmilhas e ao tratamento fisioterapêutico.

COMO FORMA DE PREVENIR DEVEMOS:

– Controlar o excesso de peso do próprio corpo para reduzir o estresse provocado sobre os pés;
– Usar calçados adequados nas práticas esportivas e no dia-a-dia. Sempre que possível, evite sapatos com salto alto;
– Fortalecer, regularmente, a musculatura da planta do pé. Procure orientação profissional antes de iniciar a prática de exercícios;
– Manter atenção à postura quando f**ar de pé e andar devagar;
– Evitar andar nas pontas dos pés;
– Utilizar PALMILHAS POSTURAL PROPRIOCEPTIVAS.

25/04/2018

PALMILHAS POSTURAL PROPRIOCEPTIVAS: QUANDO ELAS SÃO NECESSÁRIAS?

Segundo os especialistas, ter uma perna mais curta que a outra é normal � de cada cinco pessoas, três têm. Mas para o corredor, apenas alguns milímetros podem causar problemas mais sérios e atrapalhar a performance. Por isso, às vezes é necessário recorrer às palmilhas. Veja quando!
Nosso corpo não é perfeitamente simétrico. Algum grau de discrepância todo mundo tem. "É muito difícil encontrar uma perna exatamente igual à outra, da mesma forma que é incomum um olho com o mesmo grau de deficiência que o outro".
Essa diferença pode ter causa óssea (a pessoa nasceu com a assimetria ou ela foi provocada por algum acidente e, nesse caso, é irreversível - pode-se fazer a compensação por meio de palmilhas se a desarmonia gerar desconforto) ou muscular (quando ocorre uma retração dos músculos, provocado, por exemplo, por má postura). "Cerca de 60% das pessoas têm pequenos encurtamentos. Mas a maior parte não percebe até surgirem dores ou outros problemas".
Segundo especialistas, até 2 cm não interfeririam na qualidade de vida e nas atividades do dia-a-dia. "Isso em casos crônicos, ou seja, quando os defeitos surgiram na infância e acompanharam o crescimento. É que a bacia realiza um movimento de báscula que compensa essa desproporção e permite a adaptação". Porém, quando se trata de um problema agudo, como a seqüela de uma fratura, o organismo "não tem tempo" de compensar e o uso da palmilha torna-se inevitável.
Para quem corre, no entanto, 0,5 cm (ou 5 mm) seria capaz de causar desconforto. "Pode levar a dores nos joelhos, quadril, tornozelos, problemas na coluna e na cervical, hérnia, artrose, além de prejudicar a performance pelo estresse criado na musculatura", e mais: a diferença acentuada facilitaria a ocorrência de lesões como tendinite do calcâneo e fasciíte plantar. Com 1,5 cm de diferença entre uma perna e outra, Joaquim Cruz (ouro nos 800 m das Olimpíadas de Los Angeles 1984) é o caso mais famoso no atletismo, sendo obrigado a usar um tênis especial com palmilhas para compensar a desproporção.
Os Fisioterapeutas Especialistas em Podoposturologia, (reprogramação postural através de palmilha), afirmam que com apenas 1 mm de desigualdade entre os membros inferiores o indivíduo estaria perdendo força e f**a mais propenso a problemas posturais. Tudo por conta da instabilidade provocada, já que os pés são à base do equilíbrio estático e dinâmico.
Explicando: a região plantar possui uma infinidade de neurosensores que são sensíveis às variações de deformação, conforme a gente pisa. Devido a um mínimo contato com a sola do pé, seria desencadeada uma estimulação dos receptores plantares, sendo instantaneamente transmitida ao sistema nervoso central, abrangendo a coluna vertebral, membros superiores e inferiores, regulando a tensão dos músculos posturais e corrigindo suas assimetrias.
O tratamento para a diferença entre as pernas de ordem muscular consistiria, então, na reprogramação da postura por meio da utilização de palmilhas. E para produzir os estímulos na região plantar são desenvolvidas peças (denominadas de elementos, barras, cunhas ou calços) que desencadeiam as correções. Estas peças variam de tipo, espessura e densidade e são fixadas nas palmilhas, f**ando em contato com o pé. "Elas são dispostas em uma órtese denominada de palmilhas proprioceptivas ou posturais e são determinadas por uma avaliação".
Estas palmilhas têm como objetivo reduzir o pico de pressão e distribuir a força de reação do solo por toda a região plantar. Por estarem posicionadas entre o pé e o calçado, as mesmas aumentam a eficiência do controle postural durante a posição ereta, na caminhada e na corrida. "No caso do atleta, a idéia é proporcionar o equilíbrio correto entre as estruturas articulares, musculares e tendinosas, para que possam suportar a sobrecarga física, sem compensações que levem a lesões".

CONFECÇÃO DA PALMILHA

Após a Avaliação Postural Fisioterapeutica que envolve análise de pés, tornozelos, joelhos, coluna, postura, o fisioterapeuta faz a prescrição das palmilhas. O paciente passa então pelo Plantígrafo uma espécie de Xerox dos pés para ver onde há pontos de pressão - para a confecção das palmilhas. "Elas são personalizadas, feitas de material leve, macio, flexível, fácil de limpar, e ainda com mecanismos de impulsão e amortecimento, já que durante a marcha normal o peso é multiplicado em torno de três vezes e na corrida o peso passa a ser cinco ou seis vezes maior".
O paciente pode encomendar um ou mais pares, adaptáveis a calçados esportivos e sociais. "No caso dos corredores, para não incomodar, prefira um número maior de tênis", e o ideal é usá-las no dia-a-dia, o maior tempo possível.
A reavaliação das palmilhas será com 2 retornos a cada 15 dias e depois a cada 40 dias, até completar o período de adaptação, de cerca de 120 dias. "Nas primeiras semanas podem ocorrer dores musculares leves, pois o corpo está se acostumando com a correção".
As palmilhas, quando bem conservadas, duram um ano. E visitas regulares - semestrais ou em alguns casos até anuais - vão determinar a continuidade do uso ou a modif**ação dos elementos que as compõem.
Os corredores que as experimenta, dificilmente as abandona, pois proporciona conforto aos seus pés e melhora no desempenho, principalmente devido à eliminação das dores.

PODOPOSTUROLOGIAÉ a ciência que estuda a influência dos pés sobre as alterações funcionais e posturais do nosso corpo. H...
25/04/2018

PODOPOSTUROLOGIA

É a ciência que estuda a influência dos pés sobre as alterações funcionais e posturais do nosso corpo. Hoje sabemos que através de alterações de pisadas podemos comprometer diversas articulações, pré-dispondo essas regiões a quadros álgicos (dores) e processos inflamatórios.
A pisada pode influenciar nos casos de dores nas articulações do joelho, quadril, coluna lombar, cervical e torácica.
Através das PALMILHAS POSTURAIS, é possível auxiliar no tratamento de diversas patologias e, assim, contribuir para uma melhora mais rápida e ef**az.

COMPARE AS IMAGENS

Os pés são à base do equilíbrio estático e dinâmico. A região plantar possui uma variedade de neurosensores que são sensíveis as variações de deformação da ordem de 5 microns a 1 grama de pressão.
As informações decorrentes destes neurosensores são instantaneamente transmitidas ao sistema nervoso central.
São comparadas às estimulações dos olhos, do labirinto, da oclusão e da propriocepção.
Em resposta a estes estímulos, o sistema nervoso central regula a tensão dos músculos posturais e regula as oscilações do corpo por intermédio dos músculos extrínsecos e intrínsecos dos pés.
Para produzir os estímulos na região plantar, foi desenvolvido peças denominadas de elementos, barras, cunhas ou calços, que quando indicados desencadeiam as correções de algumas variáveis posturais. Estas peças possuem uma espessura que varia entre 1 a 3 mm de espessura. São fixadas nas palmilhas e f**am em contato com o pé. Variam de tipo, espessura e densidade.
São determinadas por uma avaliação postural.

As peças corretivas são colocadas na palmilha proprioceptiva ou postural e têm como objetivo:
• Diminuir os desequilíbrios tônicos,
• Buscar as simetrias,
• Reduzir as disfunções nas informações que perturbam o equilíbrio e a postura.

Para que você faça o uso das palmilhas posturais é necessário passar por uma consulta com um Fisioterapeuta Especializado em Podoposturologia.

PODOPOSTUROLOGIAPALMILHAS POSTURAIS PROPRIOCEPTIVASPara que você faça uso das palmilhas posturais é necessário fazer uma...
24/04/2018

PODOPOSTUROLOGIA

PALMILHAS POSTURAIS PROPRIOCEPTIVAS

Para que você faça uso das palmilhas posturais é necessário fazer uma consulta com um fisioterapeuta especializado em Podoposturologia.
Assim, através de uma avaliação individualizada, ele conseguirá traçar parâmetros de quais acessórios serão utilizados para confecção de sua palmilha.
Além de quadros álgicos, as palmilhas posturais, como seu nome já revela, é um componente indispensável nos tratamentos dos desvios da coluna, pois através dos elementos colocados nas palmilhas posturais, irá criar estímulos proprioceptivos nos captores podais, estimulando todo sistema miofascial a adaptar-se no posicionamento adequado.
Diversos estudos vêm comprovando a eficácia do uso das palmilhas nos tratamentos posturais, e estruturando a sua importância clínica para pacientes que sofrem de desvios leves, moderados e severos (sem indicação cirúrgica).

PALMILHAS POSTURAIS

As palmilhas posturais hoje são utilizadas para diversas patologias. Podemos utilizar as palmilhas no tratamento de pacientes com Escoliose, Hérnia Discal ou até mesmo alterações mais simples, quadros álgicos (dores) em joelhos e quadris. Esportistas também estão se beneficiando com as palmilhas, confeccionada com especificidade para cada esporte, aumentando seu rendimento e diminuindo os riscos de lesões.

PODOPOSTUROLOGIA   A Podoposturologia é uma técnica que visa corrigir a postura, o equilíbrio corporal e a biomecânica d...
24/04/2018

PODOPOSTUROLOGIA
A Podoposturologia é uma técnica que visa corrigir a postura, o equilíbrio corporal e a biomecânica do movimento humano por meio de palmilhas.
O tratamento com a Podoposturologia propícia ao paciente, dentro outros benefícios:

1) Eliminação ou redução das dores por todo corpo.
2) Redução em 49% da probabilidade de lesões.
3) Melhora no desempenho de atletas.
4) Melhora imediata na qualidade de vida dos pacientes.

Endereço

Ourinhos, SP
19914-305

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Telefone

14997075520

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Reabilitação e Podoposturologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria