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Dia mundial do AVC: a cada 6 minutos, uma pessoa morre no BrasilAcidente vascular cerebral é a segunda maior causa de mo...
27/10/2025

Dia mundial do AVC: a cada 6 minutos, uma pessoa morre no Brasil

Acidente vascular cerebral é a segunda maior causa de morte no país, perdendo somente para doenças cardiovasculares. Estudos destacam aumento de casos em pessoas com menos de 40 anos.

O dia 29 de outubro foi estabelecido como o Dia Mundial do AVC, voltado para conscientização da doença que tem afetado cada vez mais a população mundial. A Global Stroke Action Coalition alerta que poderemos sofrer quase 10 milhões de mortes anuais por AVC até 2050.

No Brasil, a preocupação já é recente. Dados da consultoria especializada em gestão de saúde e custos hospitalares Planisa mostra que a cada 6,5 minutos uma pessoa morre em razão do AVC no país. Segundo o neurologista vascular do Grupo São Lucas em Ribeirão Preto, Dr. Fábio Silveira dos Santos Filho (CRMSP: 194654/ RQE: 123788), existem dois fatores que aumentam o número de casos. São eles o envelhecimento populacional e maior número de diagnósticos.

Existem dois tipos principais da doença, sendo eles o AVC isquêmico, que de acordo com informações do Hospital Albert Einstein é responsável aproximadamente por 85% dos casos e ocorre pelo bloqueio de um coágulo a uma artéria cerebral, impedindo o fluxo sanguíneo adequado, e o AVC hemorrágico, resultante do rompimento de um vaso sanguíneo no cérebro, levando a um sangramento intracraniano. Embora seja menos frequente, tende a ser mais grave e está frequentemente relacionado à hipertensão arterial descontrolada e ao uso excessivo de álcool.

“A prevenção primária é a estratégia mais efetiva contra o AVC. As medidas com melhor evidência incluem controle rigoroso da pressão arterial, que pode reduzir em até 40% o risco de AVC, cessação do tabagismo, redução do consumo de álcool, alimentação balanceada, prática regular de atividade física, detecção precoce e tratamento de doenças cardiovasculares e endocrinológicas. No Brasil, há espaço para expandir programas de rastreamento de hipertensão e diabetes, estímulo ao estilo de vida saudável, bem como fortalecer campanhas permanentes de conscientização sobre os sinais do AVC e a importância de procurar atendimento imediato”, explica.

Apesar da incidência ser maior em pessoas idosas, um estudo publicado na revista The Lancet Neurology em 2024 mostra que casos de AVC aumentaram 15% em pessoas jovens, na maioria com menos de 40 anos. Entre as hipóteses, destacam-se o crescimento de fatores de risco modificáveis em idades mais precoces e a rotina do dia a dia.

“Hipertensão, dislipidemia, tabagismo, obesidade e uso de dr**as ilícitas são alguns dos fatores de risco entre os jovens. Bem como doenças autoimunes e trombofilias que, embora menos comuns, têm maior peso nesse grupo etário. Impactos indiretos da COVID-19, incluindo maior incidência de eventos trombóticos também está entre as hipóteses. Outra causa é o estilo de vida urbano e estresse crônico, associados a distúrbios metabólicos e de sono. Esses fatores combinados ajudam a explicar o aumento de eventos cerebrovasculares precoces, ressaltando a importância da prevenção primária e seguimento médico regular já na vida adulta jovem”, ressalta o médico.

Estar atento aos sinais de alerta é primordial para um rápido atendimento e reversão de possíveis sequelas. O neurologista indica reconhecimento de sintomas através do acrônimo SAMU: S – Sorriso (atentar à desvios); A – Abraço (fraqueza em um dos lados do corpo); M – Mensagem ou Música (fala arrastada ou incompreensível); U – Urgência: ligue 192.

“O reconhecimento precoce e o transporte imediato a um hospital com protocolo de AVC são determinantes para reduzir sequelas e salvar vidas. Para prevenção, recomenda-se manter hábitos saudáveis, controlar pressão arterial, glicemia e colesterol, evitar tabaco e álcool em excesso, e consultar regularmente um médico para acompanhamento dos fatores de risco”, enfatiza.

Sobre o Grupo São Lucas - O Grupo São Lucas de Ribeirão Preto (SP) é uma marca de tradição, qualidade e confiança em medicina de excelência há mais de 50 anos, com médicos especialistas, atendimento humanizado e estrutura própria com alta tecnologia. É composto pelo Hospital São Lucas, Hospital São Lucas Ribeirania e São Lucas Medicina Diagnóstica. O Grupo, localizado em Ribeirão Preto (SP) é administrado pela Hospital Care, uma holding de serviços de saúde formada por mais de 30 unidades entre hospitais e clínicas, em 7 cidades do país.




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Neurologista explica principais fatores que levam ao AVC e alerta população sobre importância de identificar sinais para rápido atendimento





Dia Mundial da Saúde Mental: Brasil tem terceiro pior índice em ranking mundialRelatório global avaliou 64 países e conc...
06/10/2025

Dia Mundial da Saúde Mental: Brasil tem terceiro pior índice em ranking mundial

Relatório global avaliou 64 países e concluiu que maioria não recuperou bem-estar psíquico após pandemia da covid-19

Desde as medidas de isolamento as milhares de mortes causadas pela covid-19, a população passou a discutir e reconhecer a importância da saúde mental, celebrada no dia 10 de outubro. Dados da OMS apontam que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com transtornos mentais, especialmente ansiedade e depressão. Em 2023, o relatório anual do Estado Mental do Mundo apontou o Brasil com o terceiro pior índice envolvendo a saúde mental dos brasileiros, à frente somente do Reino Unido e da África do Sul.

Segundo a psicóloga do Grupo São Lucas de Ribeirão Preto, Paula Mattos de Carvalho (CRP 06/99551), a temática não pode ser discutida sem abordar desigualdade econômica. Assim como psicoterapia e tratamentos medicamentosos geram um custo para um país, o não crescimento econômico também irá trazer um peso na saúde mental da população. Com isso, a melhor ferramenta para transmitir conhecimento são simpósios, propagandas e divulgação sobre pesquisas e tratamentos disponíveis através dos meios midiáticos.

“Após a pandemia do Covid, a busca por acompanhamento psicológico disparou, em especial, pela rede SUS do país. Porém, ainda se tem um problema na ‘aquisição’ deste tratamento, o financeiro. É mais fácil e rápido um profissional da psicologia no quesito particular. E quando a pessoa não tem essa disponibilidade? Aqui temos dois cenários, a rede pública com o CAPS, faculdades de psicologia com o atendimento de alunos supervisionados e demais instituições que cobram um valor simbólico e os convênios médicos. Ambos lotados, com fila de espera e falta de profissionais. O suporte familiar, as conversas sobre assuntos relacionados e apoio social são meios que nos ajudam a lidar, mesmo que superficialmente, as nossas demandas”, comenta.

Ela ainda enfatiza que, o suporte das empresas é essencial para a administração do rendimento dos funcionários, proporcionando ferramentas que mostrem ao empregado que ele é visto como um todo, um ser bio-psico-social-espiritual, podendo recorrer ao acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico quando avaliado a necessidade. Dados exclusivos do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2024, o Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais.

Outro ponto que, segundo a psicóloga, deve ser observado é a adesão de políticas públicas. O relatório “Mental Health Atlas 2024” da OMS destaca que muitos países ainda gastam cerca de 2% do orçamento de saúde em pautas relacionadas a saúde mental. Com isso, a adesão de novos modelos de atendimento psicológico precisa existir para auxiliar e alcançar a populações em áreas remotas e de baixa renda.

“Algo que nos beneficiou neste sentido de buscar ajuda profissional foram os atendimentos online. Além de abrir o leque de atendimentos psicológicos, tem a questão financeira que, em casa, você não tem o custo de deslocamento. Em Ribeirão Preto, contamos com os CAPS´s (Centro de Atenção Psicossocial), atendimentos realizados de forma gratuita por alunos de graduação em psicologia supervisionados pelos seus professores e o CVV (Centro de Valorização da Vida), que é uma linha direta com voluntários para acolher no momento de uma crise. Pegando o exemplo de Ribeirão que é uma cidade com, aproximadamente, 700 mil habitantes, há apenas 5 CAPS disponíveis para atendimento gratuito e que, algumas vezes, conta com a falta de profissionais contratados. A criação de novas políticas públicas e igualdade social são de extrema importância no país”, concluí.

Sobre o Grupo São Lucas - O Grupo São Lucas de Ribeirão Preto (SP) é uma marca de tradição, qualidade e confiança em medicina de excelência há mais de 50 anos, com médicos especialistas, atendimento humanizado e estrutura própria com alta tecnologia. É composto pelo Hospital São Lucas, Hospital São Lucas Ribeirania e São Lucas Medicina Diagnóstica. O Grupo, localizado em Ribeirão Preto (SP) é administrado pela Hospital Care, uma holding de serviços de saúde formada por mais de 30 unidades entre hospitais e clínicas, em 7 cidades do país.




Apesar de quimicamente muito parecido com o etanol - o álcool comum presente nas bebidas -, o metanol tem dinâmica de de...
30/09/2025

Apesar de quimicamente muito parecido com o etanol - o álcool comum presente nas bebidas -, o metanol tem dinâmica de degradação no corpo humano muito diferente e perigosa, podendo causar danos permanentes ou levar à morte mesmo em doses baixas. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil falam sobre os perigos mais comuns e a dinâmica da intoxicação por esse agente.

O metanol não é metabolizado da mesma maneira que o etanol, que compõe as bebidas alcoólicas, O etanol se transforma em molécula conhecida como acetaldeído, que é tóxico mas com a qual o nosso fígado consegue geralmente trabalhar, convertendo-o em ácido acético (o mesmo do vinagre). O ritmo e a capacidade de cada pessoa para lidar com o álcool varia de acordo com fatores como idade, peso e saúde do fígado. Ele pode causar dependência, intoxicação e mesmo a morte, se em quantidades acima da capacidade de metabolismo do organismo, além de ser fator de risco para doenças do fígado, do coração e dos rins.

Para o metanol, a dinâmica segue o mesmo caminho, mas produz formaldeído. Esse composto é transformado em ácido fórmico (encontrado na natureza em algumas formigas, abelhas e plantas). O passo seguinte é seu metabolismo com ácido fólico, gerando água e gás carbônico, o que pode ser muito lento e causar acúmulo em alguns órgãos. Ai começam os problemas: o acúmulo sobrecarrega inicialmente o sistema nervoso, principalmente o nervo óptico, e um dos sintomas mais característicos são as alterações na visão ou mesmo cegueira, que podem ser breves, duradouras ou até permanentes.

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oGuaporé: 80 Anos de História e FuturoEm um mundo de notícias instantâneas, onde a informação voa em segundos, o Jornal ...
27/09/2025

oGuaporé: 80 Anos de História e Futuro
Em um mundo de notícias instantâneas, onde a informação voa em segundos, o Jornal oGuaporé celebra algo muito mais raro e valioso: 80 anos de história.
Oito décadas dedicadas a ser a voz da nossa região. Desde o papel, resistindo ao tempo e às transformações, até o digital, navegando no futuro. OGuaporé é mais do que manchetes; é o registro vivo dos momentos que moldaram nossa comunidade, das pequenas vitórias aos grandes desafios.
Por Que oGuaporé Continua Essencial?
* Raízes Profundas: Conhecemos cada rua, cada história, cada necessidade. Somos feitos da mesma fibra da comunidade que servimos.
* Credibilidade Inabalável: Em um mar de fake news, oferecemos o farol da verdadeira apuração. Nosso compromisso é com a verdade, com a ética e com a responsabilidade.
* Olhar no Horizonte: O passado nos ensinou, o presente nos inspira e o futuro nos move. Continuamos evoluindo, usando novas plataformas para levar informação de qualidade a todos, onde quer que estejam.
80 anos é a prova do nosso compromisso inegociável com você, leitor. É o ciclo de vidas que viu a história ser contada, semana após semana, ano após ano.
Jornal oGuaporé: 80 anos informando, inspirando e construindo o futuro da nossa gente.
Leia, confie, faça parte da nossa história!

Nova diretriz sobre obesidade e sobrepeso foca em risco cardiovascularDocumento foi elaborado por associações brasileira...
21/09/2025

Nova diretriz sobre obesidade e sobrepeso foca em risco cardiovascular

Documento foi elaborado por associações brasileiras de saúde.

Paula Laboissière



Estudo relaciona câncer de mama com obesidade.



Uma nova diretriz brasileira determina que todos os pacientes adultos com sobrepeso ou obesidade devem ter sua condição cardiovascular avaliada e categorizada. O documento foi elaborado pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e Academia Brasileira do Sono (ABS).

A Diretriz Brasileira Baseada em Evidências de 2025 para o Manejo da Obesidade e Prevenção de Doenças Cardiovasculares e Complicações Associadas à Obesidade prevê também que pacientes adultos com idade entre 30 e 79 anos com sobrepeso ou obesidade, sem doença cardiovascular prévia, devem ter sua condição cardiovascular avaliada por meio do escore Prevent – ferramenta que calcula a probabilidade de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca ao longo dos dez anos seguintes.

De acordo com o documento, profissionais de saúde devem categorizar o risco cardiovascular de pacientes com sobrepeso ou obesidade como risco baixo, moderado e alto, conforme descrito a seguir:

- risco baixo: pessoas com sobrepeso ou obesidade, com Índice de Massa Corporal (IMC) menor que 40 e idade menor que 30 anos, que não apresentam nenhum fator de risco cardiovascular; pessoas com sobrepeso ou obesidade com idade maior ou igual a 30 anos, com risco cardiovascular calculado pelo escore Prevent como menor que 5% em 10 anos.

- risco moderado: pessoas com sobrepeso ou obesidade, com IMC menor que 40, que nunca tiveram eventos cardiovasculares, com um ou mais fatores de risco; pessoas com sobrepeso ou obesidade, com IMC menor que 40, em prevenção primária, com risco cardiovascular calculado pelo escore Prevent como entre 5% e menor que 20% em dez anos.

- risco alto: pessoas com doença coronariana crônica confirmada, infarto agudo do miocárdio, AVC isquêmico ou acidente isquêmico transitório, doença arterial obstrutiva periférica, revascularização em qualquer território arterial; pessoas em prevenção primária, com risco cardiovascular calculado pelo escore Prevent maior ou igual a 20% em dez anos; pessoas com diabetes tipo 2 há mais de dez anos; pessoas com doença renal crônica 3b; pessoas com escore de cálcio coronário maior que 100 sem diabetes ou maior que 10 com diabetes.

Outra categoria definida pela diretriz trata de risco alto especificamente para insuficiência cardíaca, válido para pessoas com IMC maior que 40, mesmo assintomáticas; pessoas com obesidade, diabetes e hipertensão associados; pessoas com apneia obstrutiva do sono grave; pessoas com fibrilação atrial; pessoas com doença renal crônica grau 3b; pessoas com risco de insuficiência cardíaca calculado pelo escore Prevent igual ou maior que 20% para os dez anos seguintes; pessoas com doença aterosclerótica cardiovascular estabelecida; pessoas com sintomas sugestivos de insuficiência cardíaca.

Canetas emagrecedoras
A nova diretriz destaca ainda o papel de substâncias como a liraglutida e a semaglutida, princípios ativos de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, no combate ao sobrepeso e à obesidade. O documento recomenda, por exemplo, o uso da liraglutida para pacientes adultos com sobrepeso ou obesidade e risco cardiovascular moderado ou alto com o objetivo de perda de peso e de redução de risco cardiovascular.

Outra recomendação inclui o tratamento com a semaglutida em pessoas com IMS maior ou igual a 27, sem diabetes e com doença cardiovascular estabelecida (prevenção secundária) com o objetivo de redução de risco de mortes relacionadas a doença cardiovascular, infarto agudo do miocárdio e AVC.

O documento também recomenda a perda de peso para pessoas com obesidade e apneia obstrutiva do sono moderada a grave, com o objetivo de melhora ou remissão da apneia; para pessoas com obesidade e insuficiência cardíaca estabelecida com o objetivo de melhorar a qualidade de vida, a função cardíaca e a capacidade para o exercício físico.

📷📺📰 JornaloGuaporé-OMaisAntigoDeRondônia

COBERTURA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS | O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nessa quinta-feira (18) permitir que os pl...
19/09/2025

COBERTURA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS | O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nessa quinta-feira (18) permitir que os planos de saúde sejam obrigados a cobrir procedimentos que não estão no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a lista de procedimentos que devem ser cobertos obrigatoriamente pelos planos.

Com a decisão, a Corte considerou constitucional obrigar as operadoras a cobrir tratamentos ou procedimentos fora do rol da ANS.

Contudo, a cobertura de tratamentos fora do rol deverá levar em conta cinco parâmetros, que devem estar presentes cumulativamente nos casos que forem analisados.

Nas decisões judiciais envolvendo autorizações para tratamentos que não constam no rol da ANS, o Supremo entendeu que o juiz deverá fazer diversas verificações antes de decidir o caso.

Arraste a imagem para o lado e veja as novas regras estabelecidas pelo STF. Para ler a reportagem completa, acesse o site JornaloGuaporé - Saúde

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelaram um avanço que emocionou o mundo médico: um pacien...
18/09/2025

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelaram um avanço que emocionou o mundo médico: um paciente conseguiu manter o vírus indetectável por 78 semanas — um ano e meio — sem precisar do coquetel convencional todos os dias. Para os infectologistas, foi o que chamaram de uma “cura funcional” entre 2020 e 2021.

O Paciente teve a identidade protegida no estudo.

📌 Normalmente, os antirretrovirais conseguem reduzir a carga viral a níveis indetectáveis, mas o HIV segue “adormecido” em algumas células, pronto para voltar. Esse é o grande desafio da ciência: acordar o vírus para eliminá-lo de vez.

Foi aí que surgiu o diferencial do estudo: a nicotinamida, uma forma de vitamina B3. Ela foi capaz de “acordar” o vírus no laboratório, e depois, no estudo clínico, trouxe resultados surpreendentes. Pela primeira vez, o chamado “Paciente de São Paulo” ficou livre até mesmo dos anticorpos que indicam a presença silenciosa do HIV.

Infelizmente, a história teve uma reviravolta. Em 2021, o paciente foi reinfectado após contrair sífilis e precisou voltar ao coquetel tradicional. Ainda assim, sua experiência abriu portas inéditas para milhares de pessoas ao redor do mundo.

Hoje, a comunidade científica comemora não apenas um resultado isolado, mas a prova de que um futuro sem HIV é possível.

Fonte: Metrópoles

O novo Cartão Nacional de Saúde (CNS), a partir de agora, passa a exibir nome e CPF no lugar do antigo número. A mudança...
16/09/2025

O novo Cartão Nacional de Saúde (CNS), a partir de agora, passa a exibir nome e CPF no lugar do antigo número. A mudança foi anunciada, nesta terça-feira (16), pelos ministérios da Saúde e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).

A previsão é que 111 milhões de cadastros sem CPF ou inconsistentes sejam inativados até abril de 2026 – desde julho, 54 milhões já foram suspensos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que pacientes sem CPF continuam sendo atendidos normalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Não estamos deixando ninguém para trás. As pessoas que não têm CPF ainda vão continuar a ser atendidas”, disse.

Para tornar a unificação possível, a pasta iniciou uma espécie de limpeza da base de cadastros de usuários do SUS, conhecida como CadSUS. Desde então, os registros passaram de 340 milhões para 286,8 milhões de cadastros ativos. A meta é que, ao final da ação, a base de cadastros de usuários do SUS seja equivalente ao total de CPFs ativos na Receita Federal: 228,9 milhões.

Para ler a reportagem completa, acesse o site JornaloGuaporé-OMaisAntigoDeRondônia

📷 Patrick Abreu/Prefeitura de Camaçari

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Pesquisa eleitoral em Rondônia revela alta desaprovação do trabalho do prefeito Léo MoraesUma nova pesquisa eleitoral re...
12/09/2025

Pesquisa eleitoral em Rondônia revela alta desaprovação do trabalho do prefeito Léo Moraes

Uma nova pesquisa eleitoral realizada em Rondônia pelo Instituto Guaporé de Pesquisas (IGP) e pelo Jornal oGuaporé mostra um cenário de alta desaprovação em relação à gestão do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes. O levantamento, que avalia a percepção da população sobre o trabalho do prefeito, foi conduzido entre os dias 1 e 8 de setembro.
Os resultados indicam que a maioria dos entrevistados tem uma visão negativa da administração. Juntos, os índices de "Ruim" e "Péssimo" somam 56% das respostas, com 43% classificando a gestão como ruim e 13% como péssima.
Por outro lado, apenas 12% dos participantes consideram o trabalho do prefeito como "Bom". A categoria "Regular" ficou com 25% das menções, enquanto 7% dos entrevistados se declararam "Não Sabe".
A pesquisa ouviu 850 pessoas em Porto Velho, Rondônia. O levantamento foi realizado por telemarketing e possui uma margem de erro de 1% para mais ou para menos, com um nível de confiança de 97%.
Esses números destacam um desafio significativo para a atual gestão, que enfrenta uma percepção pública majoritariamente insatisfeita com seu trabalho.

Dados Técnicos da Pesquisa:


De acordo com o Censo Demográfico de 2022 do IBGE, a população total de Porto Velho era de 460.434 habitantes. A pesquisa do IGP ouviu 850 pessoas na cidade, o que representa uma amostra de aproximadamente 0,18% da população total.
Representatividade da amostra
A amostra de 850 pessoas é utilizada para fazer uma projeção sobre a opinião da população geral de Porto Velho. Para ser considerada estatisticamente válida, essa amostra precisa ser representativa, ou seja, deve ser composta por um perfil de entrevistados que reflita a diversidade da população, incluindo faixas etárias, gênero, renda, escolaridade e localização geográfica.
Os dados técnicos da pesquisa mostram uma margem de erro de 1% e um nível de confiança de 97%. Isso significa que, se a pesquisa fosse repetida 100 vezes, os resultados estariam dentro da margem de erro (1% para mais ou para menos) em 97 delas.
A pesquisa foi realizada por telemarketing, o que é um fator importante a ser considerado. Esse método pode ter suas limitações, como exclusão de pessoas sem telefone ou com pouca familiaridade com essa forma de contato. No entanto, é um método comum em pesquisas de opinião.
Em resumo, a pesquisa do IGP e Jornal oGuaporé fornece um panorama da percepção pública sobre a gestão de Léo Moraes em Porto Velho. Embora a amostra seja uma pequena fração da população total, os dados técnicos, como a margem de erro e o nível de confiança, indicam que a pesquisa tem uma base estatística sólida para fazer as projeções apresentadas.


Análise dos dados percentuais da pesquisa sobre a gestão de Léo Moraes

A pesquisa realizada pelo IGP e pelo Jornal oGuaporé em Porto Velho apresenta um cenário claro sobre a percepção pública do trabalho do prefeito Léo Moraes. A análise dos números percentuais revela uma predominância de opiniões negativas, mas também aponta para uma parcela da população que avalia a gestão de forma neutra ou positiva.

Desaprovação majoritária

O dado mais significativo da pesquisa é a alta taxa de desaprovação. A soma dos percentuais de "Ruim" (43%) e "Péssimo" (13%) atinge 56%. Esse número representa mais da metade dos entrevistados, indicando que a maioria da população de Porto Velho não aprova o trabalho do prefeito. A categoria "Ruim" sozinha já seria a mais expressiva, mostrando uma forte insatisfação. A parcela "Péssimo" reforça essa percepção, indicando uma parcela que vê a administração de forma ainda mais crítica.

Avaliação neutra e positiva

A avaliação "Regular" ficou com 25%, um percentual considerável que se posiciona entre a aprovação e a desaprovação. Essa fatia da população não vê a gestão como um fracasso total, mas também não a considera um sucesso. A parcela "Regular" pode ser composta por eleitores que reconhecem alguns avanços, mas também se queixam de problemas. É um grupo importante, pois sua opinião pode mudar dependendo dos acontecimentos.
A avaliação "Bom" obteve apenas 12%, o que é um percentual baixo. Isso indica que uma minoria da população está satisfeita com o trabalho do prefeito.

Comparação dos dados

A diferença entre os que desaprovam e os que aprovam é gritante. A soma de "Ruim" e "Péssimo" (56%) é quase cinco vezes maior que o percentual de "Bom" (12%). Essa discrepância aponta para um desafio considerável para a atual administração, que precisa reverter a percepção pública negativa.
Em resumo, os números mostram que a desaprovação da gestão de Léo Moraes é generalizada em Porto Velho. A alta taxa de avaliações negativas e a baixa taxa de avaliações positivas indicam um cenário político e administrativo complexo.

Comparação:

Analisar os dados atuais da pesquisa do IGP em comparação com a última pesquisa de popularidade de Léo Moraes, divulgada antes de sua eleição, revela uma mudança significativa na percepção pública.
Do voto à desaprovação
Em outubro de 2024, Léo Moraes foi eleito prefeito de Porto Velho, vencendo o segundo turno com 55,2% dos votos válidos, segundo uma pesquisa do Instituto Veritá. Este número representava uma clara preferência do eleitorado, mostrando um forte apoio popular.
A pesquisa mais recente do IGP, no entanto, pinta um quadro totalmente diferente. A popularidade de Léo Moraes despencou, com 56% dos entrevistados classificando seu trabalho como "Ruim" ou "Péssimo". A avaliação "Bom" ficou em meros 12%.
O que mudou?
A comparação entre as pesquisas demonstra uma queda vertiginosa na popularidade do prefeito. Vários fatores podem ter contribuído para essa mudança:
* Expectativas vs. Realidade: Durante a campanha, os eleitores depositam esperanças nos candidatos. No entanto, após a posse, a realidade da gestão pode não corresponder às promessas, gerando frustração.
* Problemas não resolvidos: Problemas crônicos na cidade, como questões de infraestrutura, segurança ou saúde, podem ter se tornado mais evidentes.
* Comunicação: A forma como a prefeitura se comunica com a população sobre suas ações e desafios também pode influenciar a percepção pública.
A popularidade de Léo Moraes parece ter se invertido completamente. Enquanto na eleição ele tinha o apoio majoritário da população, agora ele enfrenta uma alta taxa de desaprovação. A pesquisa mais recente serve como um alerta para a atual administração, que precisa urgentemente reavaliar suas estratégias para reconquistar a confiança dos eleitores.


📖Leia aqui a última pesquisa sobre a popularidade do prefeito Léo Moraes 👇
https://www.facebook.com/share/p/1CfWNnraHC/

📚Dados Técnicos e Jurídicos do IGP 👇
https://www.facebook.com/share/p/19jQ8pR7Me/

Endereço

Pedro Freire De Mendonça 77 Geisel João Pessoa-PB
Pôrto Velho, RO
58075350

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