27/03/2026
Entre idas e vindas, já parei, já voltei, já troquei de academia… mas o jiu-jitsu sempre me mostra uma verdade que ninguém negocia: independente do lugar ou da circunstância, sem constância, a vida cobra.
Mas vai além disso. A Débora de antes acreditava que evolução vinha de esforço, de repetição, de intensidade. Só que a faixa roxa me mostrou outra coisa.
Ela não veio com mais esforço.
Ela veio com mais identidade.
Existe um ponto em que não é mais sobre fazer.
É sobre quem você se torna enquanto faz.
E foi aí que tudo mudou.
Eu comecei, de verdade, a entender o jiu-jitsu como uma filosofia de vida. Um processo de maturidade.
Não mais como execução automática, mas com presença, leitura, consciência e responsabilidade sobre cada movimento.
E, honestamente, isso não ficou só no tatame.
A fase que estou vivendo hoje exige exatamente isso: menos esforço forçado, mais coerência. Menos provar, mais sustentar. Menos repetição vazia, mais identidade.
Esse grau na faixa roxa não representa só evolução no esporte. Ele representa a integridade que eu estou construindo na minha vida.
Porque, no final…
não é o que você faz que sustenta os seus resultados. É quem você é.
Obrigada, professor por estarmos tão alinhados e por me graduar nesse processo! 🥋💜