16/11/2022
Esse é um termo que está na moda nos últimos tempos, e que por isso mesmo abre espaço para interpretações que podem não se tratar do que realmente acontece. Parece que o termo se torna uma bengala para validar um objetivo que não foi alcançado, como se a pessoa tivesse uma certa satisfação em não atingir.
Mas por trás desse comportamento existe um MEDO, que aciona mecanismos de PROTEÇÃO, que identificamos como luta, fuga ou bloqueio.
Essa proteção é acionada a partir da PERCEPÇÃO do risco que se corre ao efetivar uma mudança. Mas novamente eu reforço que a percepção é diferente do FATO em si.
A percepção não é controlável. Ela é construída a partir das experiências vividas, não sendo possível escolher o que passa a ser construído nesses circuitos neurais.
Porém, ao estar atendo, observando a si mesmo, compreendendo seus padrões, torna-se possível, buscar novas experiências de autoconhecimento, que possam construir novas bases emocionais para sustentar uma “virada de chave”.
É necessário compreender que essa virada não acontece num estalar de dedos, e sim, em um processo até que as novas alternativas estejam fortalecidas o suficiente para serem colocados em prática.
Como você tem lidado com isso?