30/01/2026
Depois dos 40, muita gente acredita que um check-up de rotina já responde tudo.
Mas a verdade é que o risco real de AVC não costuma aparecer nesses exames comuns.
É por isso que olhamos mais fundo.
O primeiro passo é o doppler de carótidas.
Ele mostra placas, estreitamentos, mudanças no fluxo e até sinais no pescoço que podem evoluir silenciosamente por anos, sem dor, sem aviso.
O segundo olhar vai para dentro do crânio.
Exames como angiotomografia, angiorressonância ou, em casos específicos, a arteriografia avaliam aneurismas, malformações, estreitamentos e disfunções dos vasos cerebrais.
E mesmo quando tudo isso parece normal, ainda falta uma pergunta essencial: como o cérebro reage às variações de fluxo?
É aí que entra o terceiro exame, o funcional, como o teste de reatividade vasomotora. Ele mostra se o cérebro consegue se adaptar, compensar e se manter estável diante de estímulos.
Quando analisamos carótidas, vasos intracranianos e função cerebral juntos, temos algo que nenhum exame isolado oferece: um mapa real do risco de AVC.
É assim que identificamos quem precisa intervir mais cedo e quem realmente está seguro.
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Porque informação só faz sentido quando chega às pessoas certas.