Psicóloga Cassiane Destri

Psicóloga Cassiane Destri ... "Ame o que faz... e não terás que trabalhar um minuto sequer na vida."... Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante. Obrigado, Senhor!

Senhor,

Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo. Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz. Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana. Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro. Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você. Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

30/01/2026

A dor da criança solitária… Existem conquistas que acontecem em silêncio… Sem aplausos. Sem abraço.
Sem alguém dizendo: “eu estava lá e vi o quanto você se esforçou.”

E é nesse silêncio que muitas dores aprendem a se esconder. A criança interior entende cedo que precisa dar conta sozinha. Que precisa ser forte. Que não pode incomodar.

Mas ser forte o tempo todo também cansa. Cansa o corpo. Cansa a alma. Cansa o coração que só queria, em algum momento, ser acolhido. Virá exaustão… e não entendem porque… afinal nem foi tão cansativo. Não foi cansaço físico, foi esforço mental para suportar sozinho.

Por trás de muitos adultos bem-sucedidos, existe uma criança que não queria medalhas Queria colo. Queria validação. Queria presença.

E talvez hoje, o maior gesto de vitória não seja provar algo ao mundo… Mas aprender a oferecer a si mesmo o cuidado que um dia faltou. Aprender a se validar e a festejar suas conquistas…

“Nem toda força é maturidade; às vezes é só uma criança que aprendeu a não pedir ajuda.”

Ilustração: with .repost
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psicologacassianedestri

26/01/2026

JANEIRO BRANCO | Quando o adoecimento mental é silencioso

Nem toda dor faz barulho.
Às vezes ela continua funcionando por fora — e por dentro vai se apagando.

Ainda sobre o Janeiro Branco, mas para lembrar que de Saúde Mental se deve falar o ano inteiro, eu quero abrir uma conversa necessária e profundamente humana:

quando o adoecimento mental é silencioso, quando o pedido de ajuda não acontece, e quando a vida de uma família é atravessada por uma perda que deixa perguntas, culpa, vergonha e um luto difícil de nomear.

Uma conversa que não fala de vitimismo, não reduz a dor a tristeza, mas a resiliência, a um novo depois de uma quebra irreparável, a reconstrução depois de uma “destruição”.

Nesta conversa eu vou receber uma convidada muito especial: Luana Giongo.
A Luana viveu na pele a dor de perder a sua mãe por suicídio — e conhece muito bem a experiência que ninguém escolhe sentir: esse lugar lhe fez sentir-se“órfã do suicídio”.

Hoje, ela transforma essa história em um propósito admirável: impactar pessoas que estão em sofrimento emocional, que já se sentiram sozinhas, sem valor, sem saída…

e também encorajar famílias que atravessam essa perda a não se isolarem, a buscarem cuidado e apoio.

Essa live não é sobre detalhes de um dia que “podia ser esquecido”. É sobre vida. Sobre prevenção. Sobre rede. Sobre abrir espaço para a pergunta que muda destinos: “Como você está — de verdade?”

Essa conversa acontecerá em forma de live, aqui no meu Instagram, e será DOMINGO - 01/02 - às 19 horas.

Se esse tema tocou você, venha. E se você conhece alguém que “anda com comportamentos diferentes”, compartilhe: às vezes um convite é um gesto de proteção.

Envie para outras pessoas que possam nos ajudar a divulgar, vamos nos unir para impactar o máximo de pessoas para que possamos mudar a situação da saúde mental no nosso país e do mundo todo.

Afinal, com esse teu ato, “já pensou que você pode mudar o destino de muitas famílias”.

Se houver risco imediato: CVV 188 (24h) | SAMU 192 | 190.

24/01/2026

Há cenas que confundem porque parecem “prova” de amor. No final de É Assim Que Acaba (It Ends With Us), existe afeto — e, ainda assim, existe divórcio. Porque amor não é o único critério. Segurança, respeito e responsabilização também são.

Em relações abusivas, o ciclo costuma ser: tensão → ocorrência grave → desculpas → gestos de carinho → esperança → repetição. E, sem perceber, a pessoa começa a aplaudir o mínimo como se fosse extraordinário. Mas o mínimo é… o mínimo.

A pergunta que muda tudo é a que ela faz para ele: “Se um dia fosse a nossa filha vivendo isso… o que você diria?”

Esse tipo de reflexão não é sobre “destruir famílias”. É sobre interromper a romantização do inaceitável. É sobre dignidade. E sobre proteger o que não pode ser negociado.

Se você vive um ciclo que te diminui, te assusta, te desorganiza ou te faz andar em ovos: isso merece cuidado, apoio e orientação. Você não precisa normalizar o que te adoece para provar que ama.

“E aqui um ponto importante: quando a parte abusiva não sustenta responsabilização, é comum deslocar a culpa — inclusive para a psicóloga — como se a terapia ‘tivesse colocado separação na cabeça’ de alguém.
Mas psicoterapia não ‘manda separar’. Psicoterapia ajuda a pessoa a voltar a confiar na própria percepção, reconhecer limites, avaliar riscos e recuperar dignidade. Decisão é do paciente.”

(Se houver risco ou ameaça, procure ajuda imediata e rede de apoio na sua cidade.)


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Amor não precisa doer para ter valor, não precisa prender para parecer único. Situações assim são resultado de padrões antigos pedindo fim. Quando alguém escolhe diferente, não abandona a família, se liberta e liberta os seus - isso é quebra de padrões transgeracionais - reparar traumas do passado é mudar o presente e o futuro.

Quando o adoecimento mental é silencioso, ele costuma aparecer do lado de fora como “força”, “controle”, “produtividade”...
23/01/2026

Quando o adoecimento mental é silencioso, ele costuma aparecer do lado de fora como “força”, “controle”, “produtividade”, “bom humor” — e por dentro como um cansaço que ninguém vê, uma dor que vai sendo engolida, uma solidão que cresce em silêncio.

E é justamente por isso que eu escolhi trazer para uma live - uma chamada ao JANEIRO BRANCO, o tema e um alerta:

“A DOR QUE F**A: uma conversa sobre sofrimento silencioso, pedidos de ajuda e o luto por suicídio (órfãos do suicídio)”

Porque existe uma parte dessa história que quase ninguém fala com cuidado: o que acontece quando alguém decide calar a dor ao invés de pedir ajuda — e o que f**a para quem permanece.

Nesta live, eu vou receber uma convidada muito especial. Ela carrega a marca dessa ausência, mas também carrega um propósito: impactar famílias que atravessam essa perda e encorajar pessoas em sofrimento a pedirem ajuda antes que a dor pareça “sem saída”.

Vai ser uma conversa humana, respeitosa e necessária, para:
• Dar nome ao que muitas pessoas sentem e escondem;
• Falar sobre vergonha, culpa, medo e silêncio (de quem sofre e de quem f**a);
• Orientar caminhos reais de prevenção e cuidado;
• Lembrar que pedir ajuda não é fraqueza — é um ato de coragem e amor pela própria vida.

Se você:
• Já se sentiu “no limite”, mas achou que precisava aguentar sozinho(a),
• Convive com alguém em sofrimento e não sabe como abordar,
• Ou vive esse luto e se sente sem espaço para existir com a sua dor…

Essa live é para você.

A data ainda é surpresa, mas você terá a oportunidade de assistir Ao vivo no meu Instagram.

Compartilhe com alguém que precisa ouvir isso. E se você estiver vivendo um momento difícil, por favor: não atravesse isso sozinho(a). Existe ajuda. Existe cuidado. Existe caminho.

“Procure sua rede, um profissional, ou ligue 188 (CVV). Em risco imediato, 192 (SAMU). Pedir ajuda é um ato de coragem.”

22/01/2026

Há uma frase que ecoou dentro de mim e me tocou profundamente: “HÁ QUEM ATRAVESSE O MUNDO INTEIRO SÓ PARA NÃO TER QUE ATRAVESSAR A SI MESMO.”

Porque, às vezes, a gente se movimenta muito por fora…
mas é por dentro que a vida está pedindo coragem.

Mudamos de rota, de planos, de pessoas, de rotina.
Preenchemos a agenda. Nos ocupamos. Nos distraímos. E sem perceber, vamos usando o movimento como anestesia.

Na Terapia do Esquema, isso aparece com frequência como um modo protetor: uma parte nossa que aprendeu a evitar o que dói, para sobreviver. Não é fraqueza. Muitas vezes, foi o jeito possível de suportar a vida quando faltou colo, amparo, segurança, validação.

Mas chega um tempo em que atravessar o mundo não resolve mais… porque o que pesa está dentro: uma Criança Vulnerável que ainda espera ser vista, e um Adulto Saudável que precisa nascer com presença, cuidado e escolha.

Atravessar a si mesmo não é se julgar. É se encontrar com honestidade e carinho. É aprender a sentir sem se afogar. É olhar para o que você evita e dizer, com firmeza e ternura:
“Eu estou aqui. Agora eu vou cuidar de mim.”

Se essa frase te tocou, talvez ela esteja te apontando um caminho: o de voltar para si — com gentileza.

Pergunta para você: o que em você tem sido evitado há tempo demais?

Se quiser, escreva nos comentários uma palavra que represente o que você sente hoje. E se perceber que não dá para atravessar sozinho(a), procure ajuda. Pedir ajuda é um ato de coragem.

20/01/2026

Nem tudo o que você sente precisa ser vivido em “volume máximo”.

Existe uma diferença fundamental entre sentir e ser arrastado pelo que se sente. E é exatamente aí que entra a regulação emocional: a capacidade de perceber a emoção surgindo, compreendê-la e então escolher a resposta, em vez de reagir no piloto automático.

Regulação emocional não é “virar uma pessoa fria”, nem “engolir” o que sente. É maturidade interna. É aprender a dizer para si mesmo:
• “Eu estou com raiva.” (e não “eu sou a raiva”)
• “Eu estou ansioso(a).” (e não “eu sou a ansiedade”)
• “Isso me doeu.” (e não “isso define quem eu sou”)

E, a partir daí, usar habilidades que sustentam o seu equilíbrio:
dar nome ao que sente, tolerar desconforto, diminuir ou aumentar a intensidade emocional quando necessário, e principalmente agir de forma coerente com seus valores e objetivos, mesmo sob estresse.

Na prática, regular emoção é fazer uma pausa entre o estímulo e a resposta — e nessa pausa existe liberdade.

Porque nem toda emoção precisa virar discurso.
Nem todo incômodo precisa virar confronto.
Nem toda tristeza precisa virar desespero.
Nem todo medo precisa virar desistência.

Você pode sentir profundamente e, ainda assim, responder com sabedoria.

E isso não é repressão.
Isso é autocuidado.
Isso é adulto saudável.
Isso é força emocional.

Se você quiser, me conte: qual emoção hoje costuma te levar para o “volume máximo”?

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Lucia Helena Galvão nos presenteia com um alerta importante sobre a regulação emocional: entender que nem tudo precisa ser sentido e expressado em sua intensidade máxima!

Se você foge, agrada ou ataca: isso pode ser proteção momentânea, mas o preço custará muito caro para sua vida num futur...
16/01/2026

Se você foge, agrada ou ataca: isso pode ser proteção momentânea, mas o preço custará muito caro para sua vida num futuro breve.

Tem gente que some. Tem gente que agrada. Tem gente que explode. Muitas vezes não é personalidade: é modo de enfrentamento disfuncional. “Você desliga, f**a frio(a), evita conversa, procrastina, entra em tela, quer dormir.”

Pensamentos típicos do modo que evita se posicionar para não desagradar: “Tanto faz… não quero sentir… depois eu resolvo.”
O que fazer na hora? A melhor alternativa é confrontar e negociar para enfraquecer e assumir o comando do Adulto Saudável:
• “Eu não vou me abandonar para não sentir.”
• “Eu posso sentir em doses pequenas.”
Ação prática: 2 minutos de respiração + escrever: “o que eu estou evitando sentir?”

Sinais do modo que agrada para ser aceito: “Você diz sim com o corpo gritando não, se explica demais, engole, evita conflito.”
Frases típicas: “Deixa… eu consigo… melhor não falar…”
O que fazer na hora:
• “Eu posso ser amado(a) sem me diminuir.”
• “Eu posso me posicionar com respeito.”
Ação prática: frase curta: “Eu entendo, mas eu preciso de…”

Sinais do modo que reage e briga como forma de reinvindicar: irritação alta, ironia, necessidade de vencer, controlar, humilhar, impor.
O que fazer na hora:
• “Minha força não precisa virar ataque.”
• “Eu vou reduzir o tom para não ferir.”
Ação prática: pausa + “Eu volto nessa conversa em 10 minutos.”

“Protetores até aliviam no curto prazo, mas cobram caro depois. O objetivo é: proteger sem destruir.” Escolher repertórios de comunicação assertiva que não seja necessário comportamentos que causam prejuízos em si e no cenário.
E aí, fez sentido para ti? Se identificou? Qual protetor mais aparece em você: fugir, agradar ou atacar? Comente aqui.”

Quando o Crítico aparece: como reconhecer e desarmar na hora. “Nem sempre a sua ansiedade é o problema. Às vezes é o seu...
16/01/2026

Quando o Crítico aparece: como reconhecer e desarmar na hora.

“Nem sempre a sua ansiedade é o problema. Às vezes é o seu Crítico te atacando por dentro.”

Como identif**ar: Dica de ouro - Você sabe que é Crítico quando vem:
• ‘Tem que’ o tempo todo (exigência)
• Culpa e vergonha (punição)
• Comparação e desqualif**ação

Frases típicas:
• ‘Você é ridículo(a), você é um b***o mesmo’.
• ‘Como você deixou isso acontecer?’
• ‘Você tem que dar conta.’
• ‘Se errar, acabou.’”

O que fazer na hora | 3 passos práticos
“1) Nomeie: ‘Isso é o meu Crítico.’ (não é verdade sobre mim, é um modo)
2) Limite: ‘Eu não aceito ser tratado(a) assim, nem por mim.’
3) Substitua por voz saudável:
• ‘Eu posso aprender com isso sem me humilhar.’
• ‘Eu errei, mas isso não define quem eu sou.’
• ‘Eu vou fazer o possível, com humanidade.’”

“O Crítico tenta ‘te fazer ter a sensação de proteção’ pelo medo, mas ele te adoece pelo ataque e isso é muito dolorido. Cale, combata ele e fortaleça a voz do Adulto Saudável.”

Faz sentido pra você? Já identifico esse processo em sua vida?

Se um detalhe pequeno te derruba emocionalmente, talvez não seja fraqueza. Pode ser a sua Criança Vulnerável ativada.Com...
16/01/2026

Se um detalhe pequeno te derruba emocionalmente, talvez não seja fraqueza. Pode ser a sua Criança Vulnerável ativada.

Como identif**ar - Você pode identif**a por 3 sinais:

1. Emoções: medo, tristeza, solidão, vergonha, sensação de desamparo.
2. Corpo: aperto no peito, nó na garganta, vontade de chorar, cansaço súbito.
3. Pensamentos típicos:
• “Ninguém se importa comigo”.
• “Vou ser abandonado(a)”.
• “Eu não dou conta”.
• “Eu não sou suficiente”.

O que fazer na hora - dar protagonismo ao Adulto Saudável - “Ao identif**ar as ativações acima, você não precisa se endurecer. Você precisa cuidar. Diga internamente (ou em voz baixa):
• “Eu percebi que você ficou com medo”.
• “Eu entendo. Isso dói”.
• “Agora eu estou aqui com você”.
• “Você não precisa resolver tudo sozinho(a)”.

E faça um passo simples de segurança: tome água, faça o exercício de respiração respiração (peixinho), busque se retirar do ambiente que ativou, peça 5 minutos para pensar.”

“Criança Vulnerável não precisa ser ‘calada’. Ela precisa ser acolhida para o Adulto Saudável voltar ao volante.”

Me conte se faz sentido para você e, se essas dicas te ajudaram a identif**ar seus sinais de ativação e, fortalecimento para dar protagonismo ao seu Adulto Saudável?

Hoje faz 24 anos de nós.24 anos desde o dia em que tudo começou — e ainda existe em mim o mesmo frio na barriga, a mesma...
15/01/2026

Hoje faz 24 anos de nós.

24 anos desde o dia em que tudo começou — e ainda existe em mim o mesmo frio na barriga, a mesma admiração, o mesmo encanto. Só que, com o tempo, tudo isso ganhou raiz, corpo e história. Virou casa. Virou parceria. Virou um “nós” que eu protejo e escolho todos os dias.

15 de janeiro. Uma data que me lembra que o amor não é só sentimento bonito — é decisão, construção e presença. É atravessar fases, aprender um ao outro em novas versões, permanecer quando a vida exige maturidade, e celebrar quando ela nos presenteia com leveza.

Eu te escolho porque você é meu lugar de verdade. Porque ao teu lado eu aprendi que amor se mostra no cuidado, na lealdade, no respeito, na forma como você segura a família com firmeza e coração. Eu te escolho pelo homem que você é — e pelo homem que segue se tornando.

Obrigada por esses 24 anos. Pelas mãos dadas em dias bons e em dias difíceis. Pela história que construímos, pelos sonhos que sustentamos, pelo que fomos, pelo que somos e por tudo que ainda seremos.

Que venham muitos e muitos anos contigo, meu amor. Com mais planos, mais riso, mais fé, mais vida compartilhada. Eu continuo aqui: encantada, inteira e feliz por ser “nós”.

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Quarta-feira 07:00 - 19:00
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