13/04/2026
Em pacientes críticos, ventilar não é apenas garantir trocas gasosas.
Significa fazer isso sem ampliar o dano pulmonar.
A ventilação protetora integra volumes correntes adequados e individualizados, controle rigoroso das pressões e monitorização contínua da mecânica respiratória.
O foco é minimizar volutrauma, barotrauma, atelectrauma e biotrauma, reduzindo complicações relacionadas ao suporte ventilatório.
É prática baseada em evidência.
É conduta que impacta desfechos clínicos.
A tecnologia entra para facilitar o monitoramento, o ajuste fino e a resposta rápida da equipe.