Dra Juliana Gakiya

Dra Juliana Gakiya Dra. Juliana Gakiya
Médica, CRM-RJ 868639
Ginecologia e Obstetrícia, RQE 32201 Seguidora dos protocolos da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia.

Formada em Medicina pela Universidade Souza Marques, residência em Ginecologia, Obstetrícia e especialização em Uroginecologia no Hospital Pérola Byington. Uma profissional atenciosa, objetiva, resolutiva, atualizada e ética. CRM-RJ 5286863-9

Hoje, no Dia Mundial do Autismo, vamos esclarecer uma dúvida muito comum entre as futuras mamães: será que é possível di...
02/04/2026

Hoje, no Dia Mundial do Autismo, vamos esclarecer uma dúvida muito comum entre as futuras mamães: será que é possível diagnosticar o autismo durante o pré-natal?

O autismo, ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), é uma condição com causas genéticas e ambientais complexas. Atualmente, não é possível diagnosticar o autismo diretamente durante o pré-natal. No entanto, algumas síndromes genéticas associadas ao TEA, como a Síndrome do X Frágil, podem ser identif**adas por meio de exames genéticos nos pais.

Se você está passando por tratamentos de fertilização, o Teste Genético Pré-Implantacional (PGT-M) pode ser usado para escolher embriões sem essas mutações, diminuindo o risco de passar a síndrome para o bebê.

Embora o autismo não possa ser detectado diretamente na gestação, a ciência tem avançado, oferecendo formas de prevenir síndromes genéticas relacionadas ao TEA. Sempre busque a orientação de um médico ou geneticista para tirar suas dúvidas e entender as melhores opções para sua saúde e a do seu bebê.

Conte comigo para te ajudar! Me envie uma mensagem e agende uma consulta para esclarecer todas as suas dúvidas durante o pré-natal.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Você já acreditou em alguma dessas afirmações sobre a saúde feminina? Muitas dessas “verdades” são, na realidade, mitos ...
01/04/2026

Você já acreditou em alguma dessas afirmações sobre a saúde feminina? Muitas dessas “verdades” são, na realidade, mitos que podem impactar negativamente sua saúde e bem-estar!

Hoje, vamos desmistif**ar algumas dessas crenças para que você possa cuidar do seu corpo com mais segurança e informação!

👉 Deslize para o lado e descubra!

💬 Comente qual desses mitos você já ouviu e compartilhe esse post para que mais mulheres tenham acesso a informações confiáveis!

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Algumas cirurgias ginecológicas parecem simples quando a gente olha de fora.Mas, na prática, tudo começa muito antes de ...
31/03/2026

Algumas cirurgias ginecológicas parecem simples quando a gente olha de fora.

Mas, na prática, tudo começa muito antes de entrar no centro cirúrgico.

Começa na conversa, na escuta, nos exames bem avaliados e em entender que cada paciente tem uma história diferente.

E tem um ponto que muda tudo: a equipe.

Cirurgia não é um trabalho individual. É um processo construído por várias mãos, com responsabilidade e alinhamento em cada etapa.

Eu tive a sorte de aprender isso muito cedo, acompanhando de perto o trabalho do meu pai, o Dr. Odilo ._odilogakiya.

Cresci vendo o cuidado com cada paciente, o respeito pelas decisões e a atenção em cada detalhe.

Hoje, dividir o centro cirúrgico com ele tem um signif**ado muito especial.

É trocar experiência, alinhar condutas e seguir fazendo medicina com o mesmo propósito: segurança, responsabilidade e cuidado real com cada mulher.

No fim, mais do que técnica, é sobre confiança. E isso a gente constrói todos os dias, juntos. ❤

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Quando se fala em cigarro, quase todo mundo pensa em pulmão.Mas, no corpo da mulher, os efeitos vão muito além disso.O t...
30/03/2026

Quando se fala em cigarro, quase todo mundo pensa em pulmão.

Mas, no corpo da mulher, os efeitos vão muito além disso.

O tabagismo interfere diretamente na função ovariana, pode antecipar a menopausa e comprometer a qualidade dos óvulos.

Também aumenta o risco de cânceres ginecológicos, como o de colo do útero e alguns tipos de câncer de ovário.

Além disso, o impacto não f**a restrito ao sistema reprodutivo.

O cigarro afeta a pele, acelera o envelhecimento, prejudica a saúde do coração e aumenta o risco de perda óssea e fraturas ao longo da vida.

Tudo isso acontece de forma silenciosa, muitas vezes antes mesmo de aparecerem sintomas claros.

Eu sei que parar de fumar não é simples e não é uma questão de “força de vontade” apenas.

Mas informação muda decisão.

👉Se você fuma e quer olhar para sua saúde com mais atenção (especialmente se já percebe alterações no ciclo, sintomas de transição hormonal ou cansaço fora do normal), uma consulta ginecológica pode ajudar a entender riscos e traçar um plano de cuidado possível para você.

Me envie uma mensagem e agende a sua.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Nem sempre o problema é “seu corpo” ou “falta de adaptação”.Às vezes, o método simplesmente não combina mais com você e ...
29/03/2026

Nem sempre o problema é “seu corpo” ou “falta de adaptação”.

Às vezes, o método simplesmente não combina mais com você e tudo bem reavaliar.

Alguns sinais costumam aparecer quando isso acontece:

🌷1. Sangramentos que atrapalham sua rotina: escapes frequentes, sangramento prolongado ou ciclos imprevisíveis que começam a incomodar no dia a dia.

🌷2. Efeitos colaterais que não melhoram: dor de cabeça, náusea, inchaço, sensibilidade nas mamas ou mal-estar que persistem e afetam sua qualidade de vida.

🌷3. Mudanças importantes de humor: irritabilidade, queda do bem-estar ou sensação de instabilidade emocional após iniciar o método.

🌷4. Dificuldade em usar corretamente: esquecimentos frequentes, rotina incompatível ou uso de outros medicamentos que interferem na eficácia.

🌷5. Você mudou, mas o método ficou o mesmo: seu corpo, sua idade, seu ciclo ou seus planos mudaram e aquele método que funcionava antes pode não ser o mais adequado agora.

O método contraceptivo precisa funcionar na prática, no seu corpo e na sua rotina.

👉Se você se identificou com algum desses sinais, me envie uma mensagem e agende uma consulta.

Escolher bem também é ter cuidado com a sua saúde.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Todos os dias, sem exceção, o toque lembrava da pílula.No meio de uma reunião, durante um jantar ou quando o sono já est...
28/03/2026

Todos os dias, sem exceção, o toque lembrava da pílula.

No meio de uma reunião, durante um jantar ou quando o sono já estava vencendo.

Junto com isso vinham as cólicas, o inchaço, as oscilações de humor.

Mas ela seguia achando que era normal.

Que fazia parte.

Até que um dia esqueceu de novo.

E, junto com o esquecimento, veio o medo:

“E se eu engravidar?”

Foi nesse momento que ela entendeu que o problema não era falta de disciplina ou cuidado.

Era o método que não funcionava para a rotina e para o corpo dela.

Na consulta, descobriu que existiam outras opções.

Métodos mais seguros, mais práticos e mais compatíveis com o dia a dia, sem viver sob a pressão de um alarme.

Hoje, ela tem mais tranquilidade.

E o celular não manda mais na vida dela.

Você não precisa viver refém do alarme.

Agende uma consulta e descubra qual método contraceptivo faz sentido para você e para o seu momento de vida.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Depois dos 40, muitas mulheres atravessam mudanças que não aparecem em exames, mas impactam o corpo, o humor, a energia ...
27/03/2026

Depois dos 40, muitas mulheres atravessam mudanças que não aparecem em exames, mas impactam o corpo, o humor, a energia e o relacionamento.

Quando o parceiro entende esse processo, tudo muda.

Menos julgamento. Mais empatia.

Menos conflito. Mais parceria.

Informação também é uma forma de cuidado.

👉Se esse conteúdo fez sentido, compartilhe.

Entender também é amar.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Essa é uma dúvida muito mais comum do que parece.E, quase sempre, vem acompanhada de um pensamento silencioso:“Meu corpo...
26/03/2026

Essa é uma dúvida muito mais comum do que parece.

E, quase sempre, vem acompanhada de um pensamento silencioso:

“Meu corpo mudou e eu não sei mais como lidar com isso.”

O que antes parecia simples passa a gerar cobrança, frustração e comparação.

Cuidar do corpo começa a parecer mais difícil do que deveria.

Mas o ponto é outro:

Toda fase do corpo pede um tipo diferente de atenção.

Quando isso f**a claro, a forma de se cuidar muda completamente, com menos culpa e mais consciência.

👉 Se você está vivendo a menopausa, esse conteúdo é para você. Arraste para o lado.

Cada mulher vive essa fase de um jeito diferente e por isso, o acompanhamento individual faz toda a diferença.

Se você está na menopausa e quer entender como cuidar do seu corpo com mais segurança e orientação, me envie uma mensagem para conversar.

Cuidar do corpo também é respeitar a fase que você está vivendo.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Você esquece palavras simples, entra em um cômodo e não lembra o que foi fazer, perde o fio da conversa com mais facilid...
25/03/2026

Você esquece palavras simples, entra em um cômodo e não lembra o que foi fazer, perde o fio da conversa com mais facilidade?

E aí vem o pensamento:

“Será que isso é normal?”

Para muitas mulheres, essas mudanças começam a aparecer na transição para a menopausa.

E não, isso não signif**a falta de atenção, preguiça ou “problema de cabeça”.

Durante essa fase, os hormônios passam a oscilar e isso também afeta o funcionamento do cérebro.

É comum surgir uma sensação de lentidão, dificuldade de foco ou o que muitas chamam de “mente embaralhada”.

O mais importante: isso é comum e, na maioria das vezes, temporário.

Mesmo assim, não deve ser ignorado, principalmente quando começa a atrapalhar a rotina, o trabalho ou a autoconfiança.

👉Se você sente que sua memória não está como antes, vale olhar para isso com mais atenção.

Entender o que está acontecendo com o seu corpo ajuda a atravessar essa fase com mais tranquilidade e segurança.

Cada mulher vive essa etapa de um jeito diferente e isso também merece cuidado.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

Você sente que o corpo não é mais o mesmo.O sono mudou, o humor oscila, o ciclo ficou diferente, a disposição não é igua...
25/03/2026

Você sente que o corpo não é mais o mesmo.

O sono mudou, o humor oscila, o ciclo ficou diferente, a disposição não é igual…

Mas quando faz exames, está tudo “normal”.

Isso é mais comum do que parece.

Antes da menopausa, existe uma fase de transição chamada perimenopausa.

Nela, os hormônios não diminuem de forma constante, eles oscilam.

E essas oscilações podem causar sintomas reais, mesmo quando os exames não mostram alterações importantes.

Por isso, muitas mulheres sentem que algo mudou, mas não conseguem “provar” isso em um papel.

E acabam ouvindo que é estresse, fase da vida ou exagero.

Nem sempre é.

A perimenopausa pode começar anos antes da última menstruação e costuma ser percebida muito mais pelos sintomas do que pelos exames.

👉Se você sente que algo mudou, mas não consegue entender o motivo, vale olhar para isso com mais atenção.

Uma avaliação ginecológica ajuda a identif**ar essa fase e a pensar em cuidados que façam sentido para você.

Me envie uma mensagem e agende sua consulta.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

“Perdi o desejo.”Essa é uma frase que muitas mulheres dizem, em voz alta ou em silêncio, depois dos 40.Mas será que o de...
23/03/2026

“Perdi o desejo.”

Essa é uma frase que muitas mulheres dizem, em voz alta ou em silêncio, depois dos 40.

Mas será que o desejo some…

Ou será que ele muda de forma, de ritmo e de estímulo?

👉Arraste para o lado e entenda melhor o que pode estar acontecendo.

Se essa mudança no desejo tem te incomodado ou gerado dúvidas, me envie uma mensagem e agende uma consulta para avaliar o que está acontecendo e quais cuidados são indicados para o seu caso.

🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

No Dia Internacional da Síndrome de Down, reforçamos a importância da conscientização sobre os direitos e a inclusão das...
21/03/2026

No Dia Internacional da Síndrome de Down, reforçamos a importância da conscientização sobre os direitos e a inclusão das pessoas com Síndrome de Down na sociedade.

Durante a gestação, é possível identif**ar a presença da Síndrome de Down por meio de diferentes exames:

▪Testes de Triagem Não Invasivos:
👉Translucência Nucal: ultrassonografia realizada entre a 11ª e 14ª semana de gestação que mede a espessura da nuca do feto. Alterações nessa medida podem indicar risco aumentado para a síndrome.

👉Teste Pré-Natal Não Invasivo (NIPT): exame de sangue materno que analisa o DNA fetal circulante para detectar anomalias cromossômicas, incluindo a Síndrome de Down. Este teste apresenta alta taxa de detecção, superior a 99%, e baixa taxa de falsos positivos. 

▪Testes Diagnósticos Invasivos:
👉Amniocentese: procedimento em que uma amostra do líquido amniótico é coletada para análise cromossômica. Embora preciso, apresenta um pequeno risco de complicações, como ab**to espontâneo.

👉Biópsia de Vilo Corial (BVC): coleta de uma pequena amostra da placenta para exame dos cromossomos fetais. Assim como a amniocentese, é invasivo e possui riscos associados.

É fundamental que as gestantes conversem com seu obstetra para avaliar quais exames são mais indicados para o seu caso específico, considerando fatores como idade materna, histórico familiar e resultados de exames anteriores.

O diagnóstico precoce permite um planejamento adequado e acesso a recursos que promovam o desenvolvimento e bem-estar da criança.

💙💛Lembre-se: a Síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição genética que faz parte da diversidade humana.

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🌷Dra. Juliana Gakiya
Médica Ginecologista e Obstetra

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Formada em Medicina pela Universidade Souza Marques, residência em Ginecologia, Obstetrícia e especialização em Uroginecologia no Hospital Pérola Byington. Seguidora dos protocolos da Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Uma profissional atenciosa, objetiva, resolutiva, atualizada e ética. CRM-RJ 5286863-9