23/01/2026
Em 1928, na administração de José Cristiano do Prado, a cidade, carente de uma assistência efetiva na saúde, iniciou a construção de uma Santa Casa. Entretanto, as obras foram paralisadas no ano seguinte, quando sobreveio a grande crise econômica de 1929. Com a crise econômica a obra ficou totalmente parada.
Chegando janeiro de 1941, aconteceu uma inesperada reviravolta, com a instalação da Paraguassú Têxtil na cidade. A nova indústria necessitava de um hospital para atender os futuros funcionários da empresa. Nesta hora, foi com satisfação que o jornal “O Paraguassú” anunciou a escolha do dia 18 de Janeiro daquele ano para reinício das obras de construção da Santa Casa, com a qual Osvaldo Costa estava dotando a nossa terra. [...]
O novo hospital, construído sobre a base iniciada em 1928, começou a funcionar em 1945, sendo batizado por Oswaldo como “Hospital Pedro Quintino”, homenageando a um dos seus melhores amigos.
No ano de 1960, a Sociedade Hospitalar de Paraguaçu, doou com restrições, o prédio para a Congregação das Irmãs Missionárias, passando inclusive a administração para as freiras. Naquela oportunidade o nosocômio passou a denominar-se "Hospital e Maternidade São Francisco de Assis", constituindo-se numa entidade com personalidade jurídica, filantrópica, de direito privado e caráter beneficente/ assistencial, com a finalidade de tratar da saúde da população paraguaçuense.
As irmãs administraram o hospital até o ano 2000, quando retornaram para o Ceará. Com a saída das irmãs, o hospital foi assumido pela Fundação Hospitalar de Paraguaçu, FHOP em 29/09/1999.
Fonte: O Sertão dos Mandiboias. Oscar Ferreira Prado. (Atualizado Por Guilherme Prado)