Uroclínica

Uroclínica Medicina e Saúde

13/03/2025
Bexiga hiperativa é caracterizada pela associação de alguns sintomas: urgência urinária, com ou sem incontinência associ...
30/08/2019

Bexiga hiperativa é caracterizada pela associação de alguns sintomas: urgência urinária, com ou sem incontinência associada, geralmente acompanhada de aumento de frequência e noctúria (incontinência urinária noturna).
Para o seu diagnóstico é fundamental afastar infecção urinária, condições metabólicas ou outras doenças que podem disfarçar o quadro clínico de bexiga hiperativa.

Os sintomas de bexiga hiperativa consistem de quatro componentes: urgência, aumento de frequência, noctúria (incontinência urinária noturna) e incontinência de urgência.
A urgência, que é o principal sintoma, é definida como o desejo súbito e compulsivo de urinar. A frequência urinária superior a oito micções em um período de 24 horas é considerada aumentada. Noctúria é definida como a necessidade de acordar uma ou mais vezes por noite para urinar.
Vários fatores de risco estão associados com bexiga hiperativa. O risco é aumentado em pessoas brancas e pessoas com diabetes insulinodependente. Os indivíduos com depressão têm três vezes mais chances de desenvolver bexiga hiperativa. Idade acima de 75 anos, artrite, terapia de reposição hormonal oral e aumento do IMC (índice de massa corpórea) também são fatores de risco.

Bexiga hiperativa é caracterizada pela associação de alguns sintomas: urgência urinária, com ou sem incontinência associ...
30/08/2019

Bexiga hiperativa é caracterizada pela associação de alguns sintomas: urgência urinária, com ou sem incontinência associada, geralmente acompanhada de aumento de frequência e noctúria (incontinência urinária noturna).
Para o seu diagnóstico é fundamental afastar infecção urinária, condições metabólicas ou outras doenças que podem disfarçar o quadro clínico de bexiga hiperativa.

Os sintomas de bexiga hiperativa consistem de quatro componentes: urgência, aumento de frequência, noctúria (incontinência urinária noturna) e incontinência de urgência.
A urgência, que é o principal sintoma, é definida como o desejo súbito e compulsivo de urinar. A frequência urinária superior a oito micções em um período de 24 horas é considerada aumentada. Noctúria é definida como a necessidade de acordar uma ou mais vezes por noite para urinar.
Vários fatores de risco estão associados com bexiga hiperativa. O risco é aumentado em pessoas brancas e pessoas com diabetes insulinodependente. Os indivíduos com depressão têm três vezes mais chances de desenvolver bexiga hiperativa. Idade acima de 75 anos, artrite, terapia de reposição hormonal oral e aumento do IMC (índice de massa corpórea) também são fatores de risco.

As disfunções miccionais nem sempre estão relacionadas com a idade e o envelhecimento. Podem ocorrer em homens e mulhere...
28/08/2019

As disfunções miccionais nem sempre estão relacionadas com a idade e o envelhecimento. Podem ocorrer em homens e mulheres, independentemente da idade e nível socioeconômico. A perda de urina pode causar problemas psicossociais, higiênicos e se***is. Um grande número de pessoas que sofre com a incontinência urinária não procura ajuda profissional por vergonha ou por achar que esse problema é normal e se exclui do convívio social.
A fisioterapia pélvica é reconhecida como a primeira linha de tratamento conservador dessas disfunções. Os músculos do assoalho pélvico têm a responsabilidade no suporte dos órgãos (bexiga, útero e intestino), na continência urinária e f***l.
Para que os resultados da fisioterapia pélvica sejam bem-sucedidos em longo prazo é necessário disciplina e comprometimento do paciente com os exercícios propostos, associados ou não a medicamentos.
O tratamento fisioterapêutico é simples, indolor, de baixo custo e não invasivo.
Sendo qualquer uma delas:
– Incontinência urinária de esforço;

– Incontinência urinária de urgência;

– Incontinência urinária mista;

– Incontinência urinária pós-prostatectomia;

O bloqueio hormonal ou hormonioterapia ou ainda terapia hormonal consiste na privação de andrógenos com o objetivo de re...
26/08/2019

O bloqueio hormonal ou hormonioterapia ou ainda terapia hormonal consiste na privação de andrógenos com o objetivo de reduzir o nível dos hormônios masculinos no corpo. Como os andrógenos estimulam as células do câncer de próstata a crescerem, no tratamento do câncer de próstata avançado sua supressão é importante.
O câncer de próstata tem relação íntima com os hormônios se***is masculinos. Tanto as células sadias da glândula prostática como as tumorais têm o crescimento estimulado por androgênios.
O bloqueio hormonal ou terapia de privação androgênica (ADT, do inglês Androgen Deprivation Therapy) é utilizado como o principal tratamento para o câncer de próstata (CaP) avançado.
Ao longo dos anos, o bloqueio hormonal tem sido cada vez mais utilizado no tratamento de CaP, não só na doença metastática, mas também no tratamento da doença local de alto risco e localmente avançada adjuvante e neoadjuvante a outras terapias como a radioterapia externa.
“O câncer de próstata tem relação íntima com os hormônios se***is masculinos. Tanto as células sadias da glândula prostática como as tumorais têm o crescimento estimulado por androgênios.”
Até 90% dos pacientes respondem à ADT inicialmente, com controle de sintomas, aumento de sobrevida e melhora na qualidade de vida, incluindo diminuição de dor óssea e complicações (redução de fraturas patológicas e compressão medular). Apesar de ser um tratamento paliativo, a ADT pode também normalizar os níveis de PSA sérico.
Os efeitos colaterais mais comuns são: fogachos (calorões), perda de libido e disfunção erétil (impotência sexual), osteopenia e osteoporose, eventos cardiovasculares, ganho de peso e perda de massa muscular, ginecomastia (aumento das mamas), dislipidemia (alteração do colesterol), hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue).

- Graduada em Fisioterapia pela Universidade Norte do Paraná.- Pós graduada na área de Fisioterapia em Unidade de terapi...
23/08/2019

- Graduada em Fisioterapia pela Universidade Norte do Paraná.
- Pós graduada na área de Fisioterapia em Unidade de terapia intensiva pela Faculdade Inspirar.
- Curso de Bases da Urologinecologia pela Faculdade Inspirar.
- Curso de Bases da Urologinecologia Funcional pela Faculdade Inspirar.
- Curso de liberação Miofascial manual, instrumental (IASTM) e ventosas pela Reabilitar centro de estudos. .
Atuação profissional:
✔Liberação Miofascial manual e instrumental;
✔Ventosaterapia;
✔ Saúde do Idoso;
✔ Fisioterapia Urologinecologica;
✔ Fisioterapia Respiratória;
✔ Fisioterapia hospitalar;
✔ Fisioterapia Neurológic.

A dor pélvica crônica tem um forte impacto negativo sobre a qualidade de vida integral dos indivíduos. Caracterizada por...
20/08/2019

A dor pélvica crônica tem um forte impacto negativo sobre a qualidade de vida integral dos indivíduos. Caracterizada por uma dor crônica localizada na pelve com duração maior que três a seis meses. Os sintomas mais comuns no homem são dor ou desconforto no períneo, área suprapúbica, p***s e testículos, além de disúria (dor ao urinar) e dor ejaculatória. Pode haver também sintomas urinários obstrutivos como fluxo lento, intermitente e irritante, com aumento de frequência e/ou urgência. É comum a disfunção sexual em ambos os sexos.
Sistemicamente, os portadores de dor pélvica crônica apresentam mialgia (dor muscular), artralgia (dor articular) e fadiga inexplicada. Alguns pacientes têm uma variante de cistite intersticial (irritação ou inflamação da parede da bexiga) e/ou síndrome da dor vesical com desconforto predominante na bexiga associada a problemas de micção.
A fisioterapia pélvica trabalha com recursos terapêuticos manuais (relaxamento), liberação miofascial, reeducação postural global, massagem perineal, termoterapia, eletroterapia (TENS), cinesioterapia e biofeedback negativo, para:
– Normalizar o tônus muscular (estado de tensão) em repouso;
– Reeducar os músculos de assoalho pélvico para serem utilizados com força adequada;
– Educar padrões de movimento eficiente e a facilitação do retorno dos pacientes às atividades funcionais;
– E acrescentar uma terapia comportamental.

Bexiga Hiperativa (BH) é o termo que o urologista usa para se referir à necessidade urgente de urinar. Essa urgência é d...
19/08/2019

Bexiga Hiperativa (BH) é o termo que o urologista usa para se referir à necessidade urgente de urinar. Essa urgência é de difícil controle e pode estar associada à incontinência urinária (perda involuntária de urina). Quem sofre de BH costuma acordar à noite para urinar (e o sono é prejudicado). Além disso, é comum necessitar ir ao banheiro para urinar mais de 7 vezes em 24 horas.
Para chegar ao diagnóstico de BH é necessário excluir doenças que podem causar sintomas urinários, como infecção, formação de pedras na bexiga, tumor de bexiga, diabetes, etc. Quando uma pessoa tem sintomas sugestivos de BH, o médico solicita exame de urina e exame de imagem das vias urinárias como, por exemplo, uma ecografia.
Apesar de a BH ser uma condição que causa grande prejuízo à qualidade de vida, os sintomas não costumam representar riscos ao paciente. O tratamento costuma ser muito efetivo e inclui restrição da ingestão de líquidos no final da tarde (para evitar micções noturnas), exercícios para fortalecer o assoalho pélvico e uso de medicamentos.
Infelizmente, algumas pessoas não procuram assistência médica precoce porque acreditam que os sintomas urinários fazem parte do processo normal de envelhecimento. Contudo, a incontinência urinária NÃO é normal. Aliás, a BH pode acometer homens e mulheres, crianças, adultos e idosos. O médico urologista é o especialista recomendado para avaliar e tratar os sintomas de BH. Quanto antes você buscar ajuda, maiores são as chances de conseguir um tratamento efetivo.

Criptorquidia, ou testículos não descidos, ou a ausência de um ou dos dois testículos na bolsa testicular (s**o escrotal...
16/08/2019

Criptorquidia, ou testículos não descidos, ou a ausência de um ou dos dois testículos na bolsa testicular (s**o escrotal) é uma alteração ge***al muito comum. Ela pode ocorrer em até 4% das crianças nascidas a termo e em até 45% nos meninos nascidos prematuramente. É caracterizada quando um (unilateral) ou os dois testículos (bilateral), que são formados dentro do abdômen durante a vida intrauterina (fase fetal), não conseguem completar seu caminho até a bolsa testicular.
O que causa especificamente essa alteração ainda não é bem esclarecido, mas há relatos científicos dizendo que ela pode resultar de diversos fatores ambientais durante a gestação e fatores genéticos. Entre as causas mais consistentemente associadas à criptorquidia podemos citar: prematuridade ao nascimento e baixo peso ao nascimento para idade gestacional.
Falando em tratamento, a correção cirúrgica do criptorquidismo é a opção de escolha. Porém deve-se esperar até os seis meses de idade, pois há uma chance da descida espontânea do testículo para a bolsa testicular, sem ser realizado nenhum tipo de tratamento.
A cirurgia tem como objetivo, a otimização da função testicular, reduzir e/ou facilitar o diagnóstico de tumores (câncer) testiculares, promover benefícios cosméticos e evitar complicações como hérnias e torções testiculares. Ela deve ser realizada preferencialmente entre os 6 e 12 meses de idade, não devendo passar em hipótese alguma dos 18 meses de vida.

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