12/04/2026
Hoje é o Dia do Obstetra… e, para mim, essa data tem um significado ainda mais profundo.
Essas imagens não são apenas registros de partos. São histórias. E com pessoas extremamente especiais na minha vida, que compartilham e sabem da minha rotina e trajetória.
Participar de um nascimento, é sentir, ao mesmo tempo, o peso e o privilégio da obstetrícia na sua forma mais pura.
Porque quem está de fora vê o lado mais bonito: o primeiro choro, o encontro, o amor que transborda.
Mas quem vive a obstetrícia por dentro sabe… nem sempre é só isso.
Existe tensão. Existe medo. Existem decisões difíceis. Existem noites sem dormir, responsabilidade extrema e momentos em que tudo pode mudar em segundos.
E é exatamente aí que nasce o verdadeiro obstetra.
Na capacidade de manter a calma quando tudo aperta.
Na responsabilidade de conduzir o inesperado.
Na sensibilidade de acolher, mesmo quando a dor está presente.
E, principalmente, no compromisso de estar ali — em todos os cenários.
A obstetrícia é feita de extremos: do milagre à urgência, da alegria à apreensão.
E aprender a caminhar entre esses dois mundos é o que define nossa missão.
Hoje, celebro não só a profissão, mas cada história vivida, cada vida que chegou, cada família que confia em mim nesse momento tão único.
E, especialmente, celebro esses nascimentos que carregam, além da medicina, um amor que não cabe em palavras.
Ser obstetra é isso: estar presente onde a vida começa — com tudo o que isso representa.