25/04/2026
Você não escolhe alguém “parecido com seus pais” por acaso.
A psicologia mostra que a gente tende a se envolver com quem ativa o mesmo tipo de vínculo emocional que aprendemos lá atrás (na infância).
E aqui vai o ponto que pouca gente gosta de encarar:
👉🏻 Nem sempre você se apaixona por quem te faz bem.
👉🏻 Muitas vezes você se conecta com quem
é familiar.
E familiar não signif**a saudável ou seguro.
Signif**a conhecido.
Por isso você pode acabar:
• tolerando o que já te machucou
• insistindo em relações instáveis
• tentando “resolver” no outro o que começou muito antes dele
Não é sobre culpa.
É sobre responsabilidade, dinâmicas e padrão.
E enquanto esses padrões não são revisados,
a história muda de personagem… mas o roteiro continua o mesmo. 🎭
A pergunta não é só:
“Por que eu escolho esse tipo de pessoa?”
Mas sim:
👉🏻 O que em mim reconhece isso como amor?
E isso não se resolve só pensando. ❌️
Se resolve se observando e se conhecendo com profundidade. 🔍
Se você já percebeu que repete padrões nos seus relacionamentos… talvez seja hora de fazer diferente.
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Suélen Lopes Paula
Psicóloga Clínica em Passo Fundo
Especialista em Terapia Sistêmica
CRP/RS 07/31661