Psicóloga Carine de Farias

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28/10/2017
A diferenças entre paixão feminina e paixão masculina!Quando a mulher perde o vislumbre e a admiração pelo homem, perdeu...
01/02/2017

A diferenças entre paixão feminina e paixão masculina!

Quando a mulher perde o vislumbre e a admiração pelo homem, perdeu-se a relação sólida. O homem precisava contar vantagem algumas décadas atrás, mas hoje ele precisa fazer, ter a atitude-ação. A mulher é presa ao homem pela atitude, ação firme e decidida, mas sensível aos apelos femininos. Ela precisa ter um homem que ela ad-mire, olhe. E esse homem não pode estar parado, tem que estar em movimento. Pois é chato olhar para algo que permanece parado.

Esse movimento sempre busca proteção e amparo ao feminino, como se pelo amor se movimentasse para ela, mas sem com isso perder a identidade de um corpo sólido e existente para o qual volta-se a mulher a fim de se proteger. Um corpo inexistente não protege. A raiz disso é o gozo desbussolado de uma mulher. Ela goza (sentido psicológico do termo) por todos os lados.

O homem, já tem o falo organizador de seu gozo, só goza por um lado. Para provocar o vislumbre, o homem precisa sair da multidão, se destacar e suportar esse destaque sem se angustiar com ele. Receitas fixas de como provocar o vislumbre numa mulher não existem e não podem ser criadas, pois cada mulher é única. Para uma o vislumbre é uma coisa e para outra, outra coisa. O homem precisa ser dominado, hipnotizado. Seja por uma admiração, seja pelo tamanho do seu falo, seja pelo respeito à sua fala.

Quando o homem perde a curiosidade/encanto/interesse/hipnotismo/domínio/escravidão pela mulher, perdeu-se a relação sólida. O homem não pode perder o encantamento. Esse encantamento é algo mágico, oculto e não explicado.

Para cada homem é uma coisa e não existe receita fixa de como encantar um homem, só de como encantar bobos-homens para fazê-los hipnotizados. Esse encantamento deve guardar algo de oculto, de não revelado. Por isso uma calcinha pendurada no banheiro à vista do homem é desestimulante, pois se perde a ação do oculto.

O que enlouquece um homem não é o ver, é o quase ver para que se possa estimular a imaginação. O gozo psicológico de um homem é potencializado quando ele pode realçar as próprias fantasias. Daí que hoje os homens perderam o apetite em caçar, pois suas fantasias não estão sendo estimuladas pelo quase-ver, haja vista que hoje tudo vêem nas roupas transparentes e ou inexistentes. A ausência de roupa provoca a libido, mas a meia-cobertura do corpo a hipnose.

Por isso uma mulher mãezona é adorada por alguns, ou uma mulher mãezona malvada por outros, pois se encaixam em fantasias preexistentes. Uma receita fixa de encantamento de homens executada liberalmente não encanta tão somente homens bobos sem identidade, o homem interessante primeiro vislumbra a mulher e juntos caem em enamoramento duplamente recíproco. Assim como uma mulher também não é explicável.

O homem é preso à mulher pela curiosidade. O que prende um homem a uma mulher são vários aspectos, já a mulher é uma só: a ação. Por isso não importa tanto a aparência. A mulher não se relaciona exclusivamente pela aparência do homem. O homem precisa que encontre na mulher a expressão de sua fantasia e que ela permita a existência dessa fantasia. Para alguns essa fantasia pode ser e pela amamentação, para outros de dominação. É a curiosidade masculina que o mantém hipnotizado à mulher.

A conseqüência disso é o olhar fixo a boca aberta e a língua para fora. Como manter essa hipnose é o desafio das mulheres e passa longe do exclusivismo do uso libidinoso do corpo. É antes resultado da feminilidade integral e da sensibilidade do homem ara ver as metamorfoses de sua mulher.

Em ambos os casos, é uma ação de engrandecimento de ego e reafirmação de identidade que traz gozo psicológico e amarração vincular.

Engana-se quem pensa que o cotidiano do casamento pode acabar com a hipnose ou com o vislumbramento. Isso pode ser constantemente recriado para evitar a rotina. Basta olhar, ser sensível, criativo, querer e amar.

Mas o grande desafio deste enamoramento entre feminino masculino é a manutenção da identidade. Algo ameaçado pelo ciúme, pela possessividade e pela necessidade de controle, pelo egoísmo e pela traição. Como conseqüência, quando se quer tanto o outro para si a fim de consumi-lo e ou tê-lo como servo pode arruinar o enamoramento e ocasionar enfraquecimento do vínculo.

Texto de Marcelo Quirino Psicólogo Clínico

SOBRE SEPARAÇÃONinguém casa pensando em se separar, entretanto, muitas vezes a separação de um casal se torna inevitável...
31/01/2017

SOBRE SEPARAÇÃO
Ninguém casa pensando em se separar, entretanto, muitas vezes a separação de um casal se torna inevitável. Os motivos podem ser os mais diversos possíveis: uma traição, falta de admiração, problemas financeiros, interferência da família, falta de cumplicidade, imaturidade, divergências no modo de encarar a vida, ou , simplesmente o amor acabou.

Toda separação acarreta em perdas emocionais, financeiras, sociais e de saúde. Mas quando se tem filhos as perdas são maiores. E é necessário ter bom senso para minimizar o sofrimento dos filhos diante de uma realidade que não foi escolhida por eles, mas sim por seus pais.

A disputa pelos filhos não pode se tornar o troféu pela dor e o ressentimento vivido pelo término da relação. Filhos não são moedas de troca e nem balas de canhão para atingir o outro de uma relação acabada.

Crianças de pais separados costumam carregar fantasias equivocadas pelo motivo real da separação dos seus pais. Podem se sentir culpados e acreditar que são os causadores da separação.

Em muitas situações reais e cotidianas terão que escolher estar com a mãe ou com o pai. “se estou com meu pai, não posso estar com minha mãe. Se estou com minha mãe, não posso estar com meu pai.” Datas comemorativas costumam ser vivenciadas não com alegria para filhos de pais separados, tais como: Natal, Ano Novo, Aniversário, Férias, Páscoa, Carnaval. Pois, normalmente, sua família original não pode estar todos juntos.

A renúncia de estar com o pai e com a mãe juntos, no mesmo teto, não é uma escolha dos filhos, mas sim do casal. Assim, é importante que os pais percebam esta distinção e não dificultem o contato emocional com o pai ou com a mãe. Salvo claro, em casos que o contato com um dos pais seja, comprovadamente, sinônimo de risco para os filhos.

As crianças devem ser poupadas de “assuntos de adulto”, como: pensão alimentícia, questões financeiras, burocráticas e judiciais. Visto que, não serão elas a decidir sobre essas questões e discussões. Principalmente, quando informar a criança sobre esses assuntos seja na intenção de denegrir ou desqualificar o pai ou a mãe. Em alguns casos, pode-se até ser considerado como Alienação Parental, ou seja: Alienação Parental consiste na interferência psicológica provocada na criança ou adolescente por um dos seus genitores contra outro membro da família que também esteja responsável pela sua guarda e vigilância.

O laço entre filhos e pais é por toda a vida. Um casal que pretende se separar não pode esquecer que terá que manter contato com seu ex em nome dos filhos. Isso se espera de um casal amadurecido, que consegue superar suas frustrações e saber que existe diferença entre o amor entre um homem e uma mulher e o amor entre pais e filhos.

Pais comprometidos, mesmo que separados, sabem de seu compromisso e de sua função independente de quem tem a guarda. Sabem sobre a obrigação de educar, zelar, cuidar e promover o bem estar.

Os rancores e desavenças dos adultos não devem permear a relação dos filhos.

Crianças pequenas enxergam seus pais como heróis. Precisam acreditar no amor que é recebido. Crianças perdoam os adultos.

Entretanto, lembrem-se que seus filhos crescerão e chegará o tempo em que eles mesmos terão maturidade para discernir o que é certo e o que é errado. E será as relações afetivas construídas na infância responsável por muitas perguntas, ansiedades, defesas e decisões que tomarão quando o período da infância terminar.

Texto de Daniele Passos

O ser humano tem necessidade de ser aprovado, de ser aceito. Pertencer a uma sociedade, a uma família, é uma necessidade...
06/12/2016

O ser humano tem necessidade de ser aprovado, de ser aceito. Pertencer a uma sociedade, a uma família, é uma necessidade básica. E a rejeição tira esse direito. F**a um vazio.

O sentimento de rejeição é provavelmente a ferida psicológica mais comum e recorrente nas nossas vidas

28/10/2016

Que tal prestar atenção nos seus pensamentos e observar se você está sofrendo os efeitos do estresse? Que tipo de pensamentos e interpretações você tem frente as demandas ambientais? Pense nisso!

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