Juliana Scholze_Clínica de Psicologia

Juliana Scholze_Clínica de Psicologia Atendimento Psicológico:
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06/03/2026

Às vezes as pessoas acham que os conflitos humanos são coisa da vida moderna.

Ansiedade.
Ciúmes.
Inveja.
Impulsividade.
Dificuldade de assumir responsabilidade.

Mas a verdade é que esses dilemas são tão antigos quanto a própria humanidade.

Antes mesmo da psicologia existir como ciência — o que só aconteceu no século XIX — as pessoas já lutavam com as mesmas emoções e conflitos que vemos hoje no consultório.

A diferença é que hoje nós temos algo que antes não existia:

consciência.
linguagem emocional.
e ferramentas para mudar padrões.

Porque no fundo…

Mudam as épocas.
Mudam as roupas.
Mudam os cenários.

Mas o ser humano continua enfrentando as mesmas batalhas internas.

E talvez seja exatamente por isso que a terapia existe.

05/03/2026

Todo ano o Dia da Mulher vem acompanhado de flores, campanhas e frases bonitas.

Mas existe uma conversa que ainda é desconfortável demais para ser celebrada.

Nós avançamos muito.
O direito ao voto.
O acesso à educação.
A presença no mercado de trabalho.
A autonomia sobre nossas escolhas.

Essas conquistas são reais — e custaram décadas de luta.

Mas existe uma camada muito mais básica dessa história que ainda está em aberto: segurança.

Nos últimos dias vimos notícias que deveriam nos envergonhar como sociedade.
Uma freira de 82 anos violentada.
Uma menina de 12 anos tratada como se pudesse consentir com um adulto.

E isso nos lembra algo importante.

Uma sociedade não é medida apenas pelo seu progresso econômico ou tecnológico.

Ela também é medida pela forma como protege seus mais vulneráveis.

E quando mulheres e meninas ainda precisam viver com medo…
é sinal de que a luta ainda não terminou.

Neste Dia da Mulher, mais do que flores, que exista consciência.

Porque liberdade de verdade começa com algo muito simples:
poder existir sem medo.

04/03/2026

A preocupação excessiva é um dos mecanismos mais comuns na ansiedade — e também um dos mais mal compreendidos.

Muitas pessoas acreditam que se preocupam demais porque são pessimistas ou “negativas”.
Mas, do ponto de vista psicológico, a preocupação costuma funcionar como uma tentativa de preparação mental.

Quando a mente começa a perguntar repetidamente:

“E se der errado?”
“E se acontecer alguma coisa?”
“E se eu não souber lidar?”

Ela está tentando fazer algo que parece lógico: antecipar possíveis problemas para reduzir a incerteza e o impacto emocional deles.

Em outras palavras, preocupar-se cria a sensação de que estamos nos preparando.

Esse processo é conhecido na psicologia cognitiva como antecipação de ameaça.

O cérebro tenta simular cenários futuros para reduzir a imprevisibilidade.

O problema é que esse mecanismo tem um efeito colateral importante.

Cada vez que a mente cria um cenário negativo, o corpo reage como se estivesse diante de uma ameaça real.
O sistema de alerta é ativado, aumentando tensão muscular, vigilância e ativação fisiológica.

Assim, o que começou como uma tentativa de se preparar acaba mantendo o organismo em estado de alerta prolongado.

Outro ponto importante é que a preocupação pode se tornar uma estratégia de segurança cognitiva.

A pessoa passa a acreditar, muitas vezes de forma implícita, que:

“Se eu parar de me preocupar, estarei mais vulnerável.”

Isso faz com que o pensamento repetitivo pareça necessário, mesmo quando ele não produz soluções práticas.

Por isso, no tratamento da ansiedade, não buscamos eliminar completamente a capacidade de antecipar problemas — ela é adaptativa em muitos contextos.

O objetivo é aprender a diferenciar:

quando o pensamento está ajudando a resolver algo concreto e quando ele apenas mantém a mente presa em simulações de ameaça.

Essa distinção é uma das habilidades centrais no manejo da preocupação patológica.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salva esse post para reler quando perceber que sua mente entrou no modo “e se…?” — às vezes, só perceber o mecanismo já é o primeiro passo para sair do ciclo.🧡

03/03/2026

Existe um detalhe curioso em quem sofre com ansiedade que quase ninguém percebe.

Não são pessoas fracas.
Na verdade… costuma ser exatamente o contrário.

São pessoas que passaram a vida tentando manter tudo sob controle.

Controlar o que sentem.
Controlar o que dizem.
Controlar o impacto que causam nos outros.
Controlar os próprios erros.

Gente responsável.
Consciente.
Exigente consigo mesma.

Só que o corpo humano não foi feito para ser administrado como uma planilha.

E quando o sistema nervoso dispara — como acontece numa crise de ansiedade ou pânico — o que mais assusta não é a intensidade das sensações.

É a sensação de que o corpo parou de obedecer.

O coração acelera sem pedir licença.
A respiração muda de ritmo.
A mente começa a produzir pensamentos estranhos.

E para quem está acostumado a organizar tudo por dentro… isso é profundamente perturbador.

Porque a pergunta que aparece não é exatamente “vou morrer?”

É algo muito mais silencioso e angustiante:

“E se eu não conseguir me controlar?”

Por isso muitas pessoas que têm ansiedade passam a viver em estado de vigilância constante.

Observando o corpo.
Analisando sensações.
Tentando antecipar qualquer sinal de crise.

É uma tentativa de evitar o caos.

Mas o sistema nervoso interpreta isso de outra forma.

Para o cérebro, vigilância constante significa uma coisa só:

“Deve existir perigo.”

E assim o ciclo continua.

Ansiedade não é falta de força.
Muitas vezes é justamente excesso de responsabilidade emocional.

O problema é que ninguém consegue viver bem tentando controlar tudo o tempo todo.

Em algum momento, o corpo lembra a gente de algo muito humano:

Nem tudo está sob nosso controle.

E talvez… tudo bem.

Agora me conta uma coisa, com sinceridade:

O que mais te incomoda na ansiedade…
as sensações físicas ou a sensação de não estar no comando de si mesmo?

03/03/2026
02/03/2026

Você já se pegou vivendo uma história inteira na sua cabeça?

Relacionamentos imaginários.
Versões idealizadas de você.
Conquistas que ainda não existem.

E quando volta pra realidade… ela parece pequena demais.

O devaneio excessivo não é falta de caráter.
Não é preguiça.
Não é “drama”.

É um mecanismo sofisticado de regulação emocional.

Seu cérebro prefere fantasia ao invés de frustração.

Mas quanto mais você vive no imaginário, menos desenvolve recursos para lidar com o real.

E é aí que começa o empobrecimento emocional.

Importante:
Nem todo mundo que fantasia tem um transtorno.
Mas se isso está substituindo relações, metas, presença e produtividade… merece atenção clínica.

A fantasia alivia.
A vida constrói.

E maturidade emocional é aprender a suportar o desconforto de viver sem precisar fugir para dentro da própria mente o tempo todo.

Se você se identificou, salva esse vídeo.

E me conta:
Você usa a imaginação como criação… ou como anestesia?

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