Nicole Polatto

Nicole Polatto Formada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Neuropsicologia pel

07/05/2026

A atividade física tem sido uma das estratégias complementares mais estudadas no TDAH, especialmente pelos impactos positivos nas funções executivas, na regulação emocional e na qualidade de vida.

Hoje, as evidências mostram melhora em atenção sustentada, controle inibitório, flexibilidade cognitiva e manejo da impulsividade, principalmente quando o movimento acontece de forma regular e associada a atividades que exigem coordenação, estratégia e tomada de decisão.

Mas é importante fazer uma diferenciação séria.

Atividade física não “cura” TDAH. Também não substitui avaliação adequada, acompanhamento clínico ou intervenções multidisciplinares quando necessárias.

O cérebro com TDAH é complexo e cada perfil apresenta necessidades diferentes.

O que a ciência mostra é algo mais profundo, muitas vezes essas crianças não precisam apenas “gastar energia”. Elas precisam de movimento para organizar o funcionamento cerebral.

Quando compreendemos isso, deixamos de interpretar tudo apenas como comportamento e começamos a olhar para mecanismos neurocognitivos envolvidos na autorregulação, atenção e processamento do ambiente.

Salve este conteúdo e compartilhe com quem ainda acredita que TDAH é apenas “falta de limite”.

| Nicole Polatto
| Neuropsicóloga
| CRP 04/41723

Nem todo comportamento é escolha. Quando interpretamos como escolha aquilo que, na verdade, é limitação funcional, a int...
24/04/2026

Nem todo comportamento é escolha. Quando interpretamos como escolha aquilo que, na verdade, é limitação funcional, a intervenção perde precisão.

Nas investigações do transtorno do espectro autista, três dimensões ainda são subestimadas, funções executivas, processamento sensorial e perfil cognitivo. No entanto, são elas que sustentam grande parte das manifestações do dia a dia.

As funções executivas envolvem iniciação, planejamento, flexibilidade cognitiva, controle inibitório e memória de trabalho. Não se trata apenas de prestar atenção, mas de organizar uma ação, sustentar o esforço e concluir uma tarefa. Muitas crianças compreendem o que precisa ser feito, mas não conseguem iniciar ou manter. Esse descompasso entre compreender e executar é amplamente descrito na literatura.

O processamento sensorial refere-se à forma como o sistema nervoso recebe e organiza estímulos. Alterações podem levar a hiper ou hiporresponsividade, com impacto direto no comportamento. Ambientes com múltiplos estímulos ou sons intensos podem gerar sobrecarga, frequentemente interpretada como descontrole, quando, na realidade, trata-se de dificuldade de modulação neural.

Os perfis cognitivos no espectro também são heterogêneos. É comum observar raciocínio preservado, mas prejuízos em velocidade de processamento, memória de trabalho ou cognição social. Isso contribui para a percepção de que a criança sabe, mas não acompanha. Não é falta de capacidade, é uma organização cognitiva distinta.

Reduzir tudo a comportamento empobrece a análise e compromete a condução. Cada caso exige critério, rigor científico e leitura individualizada. O espectro não é homogêneo.

Compreender o funcionamento permite intervir com precisão. Sem isso, corremos o risco de corrigir o que não é escolha e exigir o que ainda não é possível.

Se isso ampliou seu olhar, salve e compartilhe. Essa informação pode ajudar quem ainda não consegue enxergar o que está por trás do comportamento.

🧠 Nicole Polatto | Psicóloga
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

15/04/2026

Nem todo comportamento significa a mesma coisa, por isso que o autismo não pode ser analisado de forma superficial.

Cada investigação exige critério, rigor científico e, principalmente, contexto.�Porque cada pessoa é única, na forma como percebe, responde e se desenvolve.

Avaliar não é rotular. É compreender com responsabilidade.

Assista ao vídeo para entender melhor. #

| Psicóloga
| Especialista em Neuropsicologia
| Reabilitação Cognitiva

10/04/2026

Você espera distração. Mas o que aparece é vínculo.

Nem todo comportamento fora do esperado é um problema, às vezes, é só outra forma de se conectar com o mundo. 💛

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

08/04/2026

Nem toda inquietação é desobediência.

O Tigrão não “exagera”.
Ele vive em um ritmo que o mundo nem sempre sabe acompanhar. Na neuropsicologia, o desafio não é conter a energia, é ensinar como organizá-la.

Siga o perfil para entender o comportamento humano com mais profundidade.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

07/04/2026

E se crescer não fosse perder quem você é, mas ampliar quem você pode ser?

O Peter Pan não evita a vida.
Ele evita o peso que acredita que ela carrega.

Na neuropsicologia, amadurecer não é abandonar a infância. É integrar imaginação com responsabilidade.

Siga o perfil para entender o comportamento humano com mais profundidade.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

01/04/2026

Se destacar nem sempre significa se encaixar.

O Sheldon não “funciona errado”.
Ele apenas organiza o mundo por outra lógica e isso muda tudo na forma como ele aprende, sente e se relaciona.

Na neuropsicologia, o foco não é corrigir diferenças.
É construir pontes entre o cérebro e o mundo.

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🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

31/03/2026

Se o que existe de mais verdadeiro em você precisasse ser escondido… o que isso faria com quem você é? A história da Elsa não é sobre poderes. É sobre crescer tentando caber e, aos poucos, aprender a existir com segurança no próprio jeito de sentir. Entender o funcionamento muda tudo: de contenção para regulação, de medo para consciência.

Siga o canal para mais conteúdos que traduzem ciência com sensibilidade.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

27/03/2026

O autismo é classificado em níveis de suporte — não de capacidade.

Cada nível indica o quanto a pessoa precisa de apoio no dia a dia, especialmente na comunicação, interação social e adaptação ao ambiente.

Mas um ponto é essencial:
não existe “mais” ou “menos autista”. Existe funcionamento diferente.

Cada pessoa no espectro tem seu próprio jeito de perceber, sentir e se conectar com o mundo.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

26/03/2026

Nem toda força nasce de coragem.
Muitas vezes, nasce de uma tentativa de nunca mais se sentir vulnerável.

Traumas na infância podem moldar a forma como a pessoa percebe risco, controle e segurança ao longo da vida.

Por trás de histórias de alta vigilância, preparo constante e necessidade de controle, muitas vezes existe um cérebro que aprendeu cedo demais que o mundo pode ser imprevisível.

🧠 Siga o perfil para entender o que está por trás dos comportamentos que parecem força, mas começam na dor.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva

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