Nicole Polatto

Nicole Polatto Formada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Neuropsicologia pel

02/02/2026

O tempo do diagnóstico não define gravidade.
Define quando os sinais f**aram visíveis, de acordo com as demandas do desenvolvimento.

Com acompanhamento adequado, o mais importante é entender como essa criança funciona hoje.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


30/01/2026

Avaliação clínica considera persistência dos sinais, impacto funcional e contexto do desenvolvimento — não opiniões isoladas nem conteúdos da internet.

Compreender vem antes de rotular.
Assista ao vídeo e entenda quando investigar com critério e ciência.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


29/01/2026

Autismo não é uma “evolução” do cérebro humano.
É uma variação do neurodesenvolvimento, que sempre existiu e hoje é mais reconhecida.

Quando dados científicos são distorcidos, o risco não é só confundir e sim desinformar e estigmatizar.
Boa intenção não substitui fonte confiável.

Divulgar ciência exige cuidado. Compartilhe esse vídeo para que outras pessoas saibam disso também!

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


26/01/2026

Quando a seletividade alimentar é vista só como comportamento,
a resposta vira cobrança.

Quando entendemos o funcionamento neurossensorial,
ela vira estratégia.

Ampliar a alimentação não começa forçando.
Começa criando segurança.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


23/01/2026

Quando Bill Gates diz que provavelmente receberia um diagnóstico de autismo se fosse criança hoje, o ponto central não é o rótulo.

É o contexto. Os critérios diagnósticos evoluíram, o olhar clínico mudou
e comportamentos que antes eram vistos como traços de personalidade hoje entram em discussão clínica.

Isso não invalida diagnósticos. Mas exige cuidado.

Nem toda diferença é patologia. Nem todo funcionamento fora da média é transtorno.
E diagnóstico, quando bem feito, não serve para explicar genialidade — serve para orientar cuidado.

A pergunta que f**a não é “quem teria diagnóstico hoje?” mas sim
“como estamos interpretando o desenvolvimento humano?”

Repost de:
Entrevista: The Wall Street Journal

(Repost com fins informativos e educativos.)

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


21/01/2026

Se eu fosse neuropsicóloga da Rapunzel, eu não perguntaria sobre a torre. Eu perguntaria o que acontece dentro dela toda vez que um desejo próprio aparece e vem acompanhado de culpa.

Na clínica, isso é mais comum do que parece. Crianças e adolescentes que cresceram sob regras rígidas aprendem cedo a se desculpar por sentir, por querer, por discordar.

O controle externo vira controle interno. E, aos poucos, a pessoa perde a referência de quem poderia ser se não estivesse tentando agradar o tempo todo.

Liberdade emocional não nasce da rebeldia. Nasce quando alguém descobre que pode escolher, se posicionar e sentir sem ser punida por isso.

Porque vontade própria não é defeito. É humanidade.

Talvez a verdadeira liberdade não comece ao sair da torre, mas ao voltar a confiar na própria voz.

→ Salve ou envie para quem precisa se lembrar disso.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


Nem todo comportamento infantil pede um nome clínico. Muitos pedem contexto, tempo e presença.A expansão da chamada “cul...
19/01/2026

Nem todo comportamento infantil pede um nome clínico. Muitos pedem contexto, tempo e presença.

A expansão da chamada “cultura do diagnóstico” transformou diferenças em doenças e sofrimentos em problemas individuais, ignorando fatores sociais, familiares e culturais.

Isso não é um ataque à ciência. É um convite à responsabilidade clínica e ética.

Diagnóstico é ferramenta. Não pode virar identidade. Nem atalho para silenciar o que é complexo.

📖 Inspirado no dossiê Medicalização da Infância, organizado por Sandra Caponi, na revista Cult.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


16/01/2026

Evitar encontros sociais,
perder o foco no meio da conversa,
se empolgar e depois se esgotar.

Mergulhar fundo em um assunto e abandonar tudo logo depois. Precisar de rotina para se sentir seguro, mas ser sabotado pela própria desorganização.

Nada disso fala sobre falta de interesse. Fala sobre como o cérebro regula atenção, energia e estímulos.

Quando olhamos apenas o comportamento, julgamos. Quando entendemos o funcionamento, acolhemos.

E acolhimento não é passar a mão na cabeça. É oferecer leitura correta — e estratégias possíveis.🧠

👉 Salve ou envie para alguém que sempre achou que “o problema era ela”.

🎥 Conteúdo original:


🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


14/01/2026

Se eu fosse neuropsicóloga da Boo,
eu não perguntaria sobre o mundo dos monstros. Eu perguntaria como cabe tanta coragem dentro de um corpo tão pequenino.

A Boo nos mostra algo essencial para o desenvolvimento infantil: quando existe vínculo seguro, a criança se arrisca. Explora. Confia. Se aproxima do desconhecido sem perder quem é.

Coragem não nasce da ausência de medo.
Ela nasce da certeza silenciosa de que existe alguém ali. Alguém que acolhe, protege e sustenta.

Na clínica, vemos isso todos os dias. Crianças não precisam ser “fortes” cedo demais. Elas precisam ser seguras primeiro.

Porque é o vínculo — e não a cobrança —
que permite crescer sem se perder.

🧠💛

Se isso fez sentido pra você, talvez valha salvar ou enviar para alguém.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


12/01/2026

Na clínica, muitos comportamentos que parecem “rebeldia” são, na verdade, tentativas desajeitadas de se conectar.

Quando o sistema nervoso cresce em alerta constante,
o corpo aprende a reagir antes de pensar. A impulsividade vira defesa. E, às vezes, também vira pedido de vínculo.

Não é sobre corrigir o comportamento. É sobre oferecer previsibilidade, afeto e segurança para que outro jeito de existir se torne possível.

Porque ninguém floresce no medo. E ninguém aprende pertencimento sendo tratado como problema. ✨
Salvar este conteúdo pode ajudar você a enxergar alguém — ou a si mesmo — com mais compreensão.

🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva


07/01/2026

A Lilo não é “intensa demais”, ela é uma criança que vive a neurodivergência enquanto tenta lidar com perdas, mudanças e um mundo que às vezes parece maior do que ela consegue organizar.

O comportamento dela faz sentido quando entendemos sua história: emoções que transbordam, conexões diferentes, buscas por segurança que nem sempre encontram espaço.

E quando um vínculo seguro aparece, como o dela com o Stitch, tudo começa a se organizar por dentro.

Nem sempre se trata de corrigir o que ela faz, mas de compreender o que ela sente. 💙


🧠 Psicóloga.
𝚿 Especialista em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva



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Telefone

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