Dr. Rodrigo Akira Furukawa

Dr. Rodrigo Akira Furukawa Médico especialista em Pediatria e Pneumologia Pediátrica
👨‍⚕️ CRM: 19892 / RQE: 18793

28/04/2026

Gripe não é tudo igual. A influenza pode ser mais séria do que parece.

Ela costuma causar sintomas mais intensos, como febre alta, dor no corpo, cansaço e tosse, e em crianças pode evoluir com complicações respiratórias.

A principal forma de prevenção é a vacina anual, além de cuidados como higiene das mãos, evitar contato com doentes e manter ambientes ventilados.

Fique atento aos sinais de alerta. Febre persistente, falta de ar ou piora do quadro precisam de avaliação médica.

Na dúvida, pode contar comigo.

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Alguns sinais indicam que o sistema respiratório está em esforço e precisam de avaliação rápida.Reconhecer esses sintoma...
27/04/2026

Alguns sinais indicam que o sistema respiratório está em esforço e precisam de avaliação rápida.

Reconhecer esses sintomas precocemente pode evitar agravamentos.
Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, a identificação de sinais de alerta é fundamental para um manejo seguro.

Diante desses sinais, não espere a evolução: procure orientação médica.

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Mesmo sem fazer uso direto, a criança pode ser exposta às partículas e aerossóis liberados pelos ci****os, seja o conven...
23/04/2026

Mesmo sem fazer uso direto, a criança pode ser exposta às partículas e aerossóis liberados pelos ci****os, seja o convencional ou o eletrônico. Esses resíduos permanecem no ar e em superfícies, sendo inalados de forma passiva.

Evidências científicas indicam que essa exposição pode provocar irritação das vias respiratórias, aumento da inflamação dos pulmões e agravamento de doenças como asma e rinite alérgica, especialmente em indivíduos mais sensíveis. Além disso, também reforçam que ambientes realmente livres de fumaça e aerossóis são uma das medidas mais eficazes para proteção da saúde respiratória, principalmente em nossas casas.

Reduzir a exposição também faz parte do cuidado contínuo com a respiração.

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23/04/2026

Os ci****os eletrônicos têm se tornado cada vez mais populares entre jovens e adolescentes — e isso preocupa.

Depois de quase 20 anos sem aumento, o número de fumantes voltou a crescer no Brasil, e os dispositivos eletrônicos são um dos principais responsáveis por esse cenário, mesmo sendo proibidos pela Anvisa.

Apesar da aparência moderna e dos diferentes sabores, eles não são inofensivos. O uso está associado a dependência química, aumento da pressão arterial, problemas pulmonares, crises de asma, bronquite e outros riscos à saúde.

Além disso, alguns dispositivos podem ter concentrações de nicotina muito maiores do que o cigarro tradicional.

Por isso, a informação e o diálogo são fundamentais. Conversar com adolescentes e dar o exemplo dentro de casa faz toda a diferença.

Cigarro eletrônico não é moda — é um risco real à saúde.

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Resfriado, gripe e alergias respiratórias podem parecer semelhantes, mas têm causas diferentes e, por isso, exigem abord...
20/04/2026

Resfriado, gripe e alergias respiratórias podem parecer semelhantes, mas têm causas diferentes e, por isso, exigem abordagens distintas.

Enquanto infecções virais costumam apresentar febre e evolução limitada, quadros alérgicos são recorrentes e muitas vezes associados a fatores ambientais.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, diferenciar corretamente esses quadros evita o uso inadequado de medicamentos e melhora o controle dos sintomas.

Estar atento ao padrão dos sintomas ao longo dos dias faz toda a diferença.

Em caso de dúvida, a avaliação médica é essencial para um diagnóstico adequado. Agende já uma consulta!

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Na avaliação respiratória infantil, episódios isolados dizem pouco sozinhos. O que realmente orienta a conduta médica é ...
16/04/2026

Na avaliação respiratória infantil, episódios isolados dizem pouco sozinhos. O que realmente orienta a conduta médica é o padrão de repetição dos sintomas, sua intensidade, duração e os contextos em que surgem. 🔍

Sintomas recorrentes como chiado, tosse ou dificuldade respiratória exigem uma análise mais ampla, e não apenas tratamento pontual de cada crise.

Observar a frequência, os fatores desencadeantes e a resposta aos tratamentos anteriores ajuda a definir se há necessidade de investigação mais aprofundada ou ajuste de acompanhamento.

Cuidado respiratório eficaz começa com a análise correta do histórico da criança. 🧑‍⚕️✅

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15/04/2026

Se o seu filho apresenta esses sinais, vale atenção: uso frequente de antibióticos, dormir de boca aberta ou roncar, tosse ou cansaço ao brincar e uso repetido de broncodilatador.

Esses quadros podem indicar um problema respiratório ainda não investigado, impactando o sono, a disposição e a qualidade de vida da criança.

Quanto antes identificar a causa, melhor o controle e menores os riscos de crises e tratamentos desnecessários.

Se você reconheceu esses sinais, busque uma avaliação especializada. Clique no link da bio e agende uma consulta.

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O aumento das doenças respiratórias no outono não está relacionado apenas à queda de temperatura. Ambientes mais fechado...
13/04/2026

O aumento das doenças respiratórias no outono não está relacionado apenas à queda de temperatura.

Ambientes mais fechados, menor circulação de ar e maior contato entre pessoas favorecem a transmissão de vírus e o acúmulo de alérgenos como ácaros e poeira.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, esse conjunto de fatores contribui diretamente para o aumento de infecções respiratórias e crises alérgicas em crianças.

Mais do que o clima, é o comportamento ambiental que impacta o sistema respiratório nessa época do ano. Por isso, observar o ambiente também faz parte do cuidado com a saúde.

Se você percebe mudanças respiratórias frequentes nessa época, vale buscar orientação especializada.

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09/04/2026

3 perguntas importantes: você sabe para que serve o espaçador? Seu filho já usou “bombinha”? Alguém te explicou o jeito certo?

Os inaladores liberam a medicação com muita velocidade e, sem o espaçador, grande parte não chega ao pulmão. O espaçador ajuda a direcionar corretamente, aumentando o efeito e reduzindo perdas.

Em crianças menores de 5 anos, use com máscara. Nas maiores, geralmente pode ser sem.

Não é detalhe — o espaçador é fundamental para o tratamento funcionar.

08/04/2026

A asma afeta cerca de 20% das crianças no Brasil e pode causar sintomas como falta de ar, tosse frequente, chiado no peito e dor torácica.

Apesar de ser uma doença crônica, ela pode ser bem controlada com o tratamento adequado, permitindo que a criança tenha mais qualidade de vida e uma rotina ativa.

O acompanhamento com o pneumopediatra é fundamental para avaliar cada caso, ajustar medicações e orientar mudanças no estilo de vida quando necessário.

Se seu filho apresenta esses sintomas, vale buscar uma avaliação especializada.

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02/04/2026

Seu filho dorme de boca aberta? Embora seja comum, não é o ideal.

A respiração correta acontece pelo nariz, que filtra, aquece e umidifica o ar. Quando a criança passa a respirar pela boca, é importante investigar a causa — que pode estar relacionada a rinite, adenoide aumentada, obstrução nasal ou outras alterações.

Fique atento também a sinais como ronco, sono agitado, pausas na respiração, cansaço, irritabilidade ou dificuldade de concentração durante o dia.

Respirar bem durante o sono é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento da criança. Se seu filho dorme de boca aberta, vale a pena investigar.

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31/03/2026

O salbutamol não trata a asma — ele apenas alivia os sintomas durante a crise, como chiado, falta de ar e aperto no peito.

Isso acontece porque a asma é uma doença inflamatória crônica. Para controlar de verdade a doença e prevenir novas crises, muitas vezes é necessário o uso de medicações de controle, como os corticoides inalatórios.

Usar apenas o broncodilatador é como tratar pneumonia só com dipirona: pode aliviar o sintoma, mas não resolve o problema.

Se seu filho precisa usar a “bombinha” com frequência, isso pode ser sinal de que a asma não está bem controlada. Nesses casos, uma avaliação com o pneumopediatra é fundamental para ajustar o tratamento.

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