Vanessa Theis Psicóloga

Vanessa Theis Psicóloga Vanessa Theis - Psicóloga
Especializada em Psicologia Clínica,Terapia Comportamental
e Cognitiva

17/12/2025

Tem gente que passou a vida inteira tentando caber nas expectativas dos outros: da família, do trabalho, dos relacionamentos. Em algum momento, essa busca por aprovação começa a custar caro demais – cansaço, ansiedade, sensação de nunca ser suficiente.

Um dos movimentos mais potentes no processo terapêutico é quando a pergunta muda de “o que vão pensar de mim?” para “o que eu penso e sinto sobre a minha própria vida?”. Isso não acontece de um dia para o outro, mas, pouco a pouco, você vai percebendo que viver para agradar todo mundo significa, quase sempre, se abandonar.

Na terapia, você encontra um espaço para ouvir a própria voz, reconhecer seus limites e desejos e construir relações menos baseadas em medo de julgamento e mais em respeito por quem você é.

para mulheres

Para algumas pessoas, ceia de fim de ano é sinônimo de festa. Para outras, é um campo minado: medo de comer “demais”, ve...
17/12/2025

Para algumas pessoas, ceia de fim de ano é sinônimo de festa. Para outras, é um campo minado: medo de comer “demais”, vergonha do próprio corpo, piadas da família e aquela sensação de estar sendo observada a cada garfada.​

Quando a comida vira gatilho, não se trata de falta de força de vontade, e sim de uma história de comentários, dietas restritivas, comparações e, em alguns casos, de transtornos alimentares que merecem cuidado especializado. É natural que tudo isso fique mais intenso em datas cheias de comida, fotos e encontros.​

Você não precisa enfrentar isso sozinha. A terapia pode ser um espaço seguro para falar sobre culpa, compulsão, restrição, medo de engordar ou de ser julgada, e construir uma relação mais gentil com seu corpo e com a comida, sempre respeitando seus limites e, quando necessário, em conjunto com outros profissionais de saúde.​

Se esse tema te toca de alguma forma, o link para agendar uma sessão inicial está na bio, ou você pode me chamar no direct para saber mais sobre o atendimento psicológico.

No fim do ano, a mente faz uma retrospectiva automática: tudo o que você fez, o que não deu tempo, o que não saiu como o...
14/12/2025

No fim do ano, a mente faz uma retrospectiva automática: tudo o que você fez, o que não deu tempo, o que não saiu como o planejado. É muito comum que esse balanço venha carregado de autocobrança e comparação com uma versão “perfeita” de quem você acha que deveria ser.​

Metas irreais e expectativas rígidas podem transformar qualquer desvio de rota em prova de fracasso, alimentando culpa, sensação de insuficiência e ansiedade para o próximo ano. Olhar para o que não foi cumprido também pode ser um convite a ajustar sonhos à sua realidade, ao seu ritmo e à sua história, e não um motivo para se atacar.​

Se esse fim de ano está mais pesado do que leve, a terapia pode ser um espaço para revisar expectativas, acolher frustrações e construir metas que façam sentido para você, sem promessas de mudança mágica na virada. Se fizer sentido, clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial.​

Entre metas acumuladas, compromissos, fechamento de trabalho e expectativas de “fechar o ano com chave de ouro”, muitas ...
10/12/2025

Entre metas acumuladas, compromissos, fechamento de trabalho e expectativas de “fechar o ano com chave de ouro”, muitas mulheres chegam neste ponto do mês exaustas e ainda se culpando por não estarem dando conta de tudo.​

Autocobrança em excesso costuma se disfarçar de responsabilidade, mas na prática aumenta ansiedade, dificuldade de descansar e sensação de fracasso por qualquer coisa que saia do planejado. Cuidar disso não significa desistir dos seus planos, e sim encontrar um jeito mais humano de caminhar até eles.​

Se você sente que esse fim de ano está mais pesado do que leve, a terapia pode ser um espaço seguro para falar sobre isso, revisar expectativas e construir metas que respeitem seu corpo, seu tempo e sua história.

Clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial

Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

Todo dezembro aparece a mesma promessa: “ano novo, vida nova”. Só que, na prática, pouca coisa muda de um dia para o out...
08/12/2025

Todo dezembro aparece a mesma promessa: “ano novo, vida nova”. Só que, na prática, pouca coisa muda de um dia para o outro – sua rotina, sua história e seu nível de cansaço continuam ali. E essa diferença entre o que você vive e o que é esperado pode aumentar ansiedade e sensação de fracasso.​

Quando escrevemos metas irreais, o problema não é “falta de foco”, e sim expectativas que não consideram limites do corpo, da mente e do contexto. Isso alimenta autocobrança, pensamentos de “não faço nada direito” e frustração repetida a cada virada de ano.​

Metas saudáveis existem, mas elas costumam nascer de um olhar mais honesto para a própria vida, não de comparações com o que todo mundo posta. Na terapia, é possível revisar o que você espera de si, entender por que se cobra tanto e construir objetivos mais gentis, consistentes e possíveis.​

Se você sente que chega todo fim de ano com a mesma sensação de “fracassei nas metas”, talvez seja hora de olhar para isso com apoio profissional.

Clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial e pensar suas metas de um jeito que respeite quem você é hoje.​
Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

07/12/2025

Às vezes, a gente tenta “enterrar” o que doeu acreditando que esquecer é igual a curar. Mas o que foi vivido não some assim; ele costuma voltar em forma de sintomas, gatilhos, crises de ansiedade ou sensação de estar sempre à beira do colapso.

Na terapia, o movimento não é apagar a história, e sim construir, pouco a pouco, um jeito de lembrar sem que isso machuque tanto. Elaborar, compreender, nomear, colocar em palavras aquilo que antes era só peso no peito. É um processo, não um atalho.

Cada pessoa tem seu tempo, seus limites e seu caminho. Não existe promessa de cura rápida, mas existe a possibilidade real de viver com mais leveza e consciência do que se sente.

Se você sente que já não dá mais para carregar tudo sozinha, a terapia pode ser um espaço seguro para começar a cuidar disso. Clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial.

Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

Você trabalha, cuida, se desdobra… e ainda assim sente que nunca é suficiente em lugar nenhum. No trabalho, o medo de er...
04/12/2025

Você trabalha, cuida, se desdobra… e ainda assim sente que nunca é suficiente em lugar nenhum. No trabalho, o medo de errar é constante. Em casa, a culpa por não estar presente “como deveria” te acompanha o tempo todo.​
Esse combo é terreno fértil para a síndrome do impostor em mães que trabalham: um fenômeno em que a mulher duvida do próprio valor, desconfia das próprias conquistas e vive com medo de ser “descoberta” como uma fraude, mesmo sendo competente.​

Talvez você se reconheça em alguns sinais: desvalorizar tudo o que faz, se esforçar além do limite para “provar” que merece estar onde está, sentir-se constantemente cansada e ansiosa, evitar se mostrar ou receber elogios.​
Nada disso significa que “você é fraca” ou que “não nasceu para isso”. Significa que há uma história de cobranças, comparações, expectativas e, muitas vezes, pouco acolhimento das suas próprias necessidades emocionais.​

“Mas tem tanta gente em situação pior, será que é motivo para terapia?”
Terapia não é só para quando tudo desmorona. É também para quem quer parar de viver constantemente em guerra consigo mesma, principalmente quando carrega tantos papéis ao mesmo tempo. Cuidar da sua saúde mental é uma forma de cuidar dos seus filhos, da sua carreira e da sua qualidade de vida.​

Se esses sinais falaram com você, não precisa seguir no automático.
Clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial e começar a ressignificar essa sensação de “não ser suficiente” que te acompanha há tanto tempo.

Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

Começou dezembro. Mais um mês de correria, metas, festas, demandas do trabalho, escola dos filhos… e, no meio disso tudo...
01/12/2025

Começou dezembro.

Mais um mês de correria, metas, festas, demandas do trabalho, escola dos filhos… e, no meio disso tudo, você de novo se colocando em último lugar.​

Talvez você já esteja sentindo aquela voz conhecida: “não fiz o suficiente”, “falhei com meus filhos”, “meu trabalho não está bom”, mesmo tendo passado o ano inteiro se desdobrando em mil.​

Esse é o terreno perfeito para a síndrome do impostor crescer em mães que trabalham: você faz, entrega, cuida, mas ainda assim sente que não é boa em nada. Tudo que deu certo você atribui à sorte, tudo que não foi como o esperado vira prova de que “você não é capaz”.​
Dezembro costuma ser vendido como mês de magia, mas também é um mês de muita cobrança silenciosa: balanço do ano, comparação com outras mães e profissionais, metas que não saíram como o planejado. Isso pesa, e esse peso não é frescura — é emocional.​

Talvez o verdadeiro “chacoalhão” que você precisa neste 1º de dezembro não seja prometer que vai dar conta de tudo… e sim decidir que não vai mais se tratar como se fosse sempre insuficiente.​

Não é sobre ser a mãe perfeita, nem a profissional perfeita. É sobre parar de se atacar por dentro e começar a olhar para a história que te trouxe até aqui com mais respeito e cuidado. A terapia pode ser esse espaço seguro de reorganizar a forma como você se enxerga.​

“Mas agora em dezembro não dá, está tudo muito corrido.”

Justamente por isso. Se você só cuida das demandas externas e nunca da sua saúde emocional, esse ciclo de esgotamento e autoacusação tende a se repetir a cada fim de ano. Cuidar de você não é luxo, é prevenção.​

Se esse texto te deu um apertinho no peito, use esse 01 de dezembro como marco de uma escolha diferente: não deixar sua saúde emocional para depois.

Clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial e começar dezembro colocando você também na lista de prioridades.

Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

No trabalho, parece que você nunca é boa o suficiente. Em casa, a sensação é de estar sempre em dívida com os filhos. A ...
30/11/2025

No trabalho, parece que você nunca é boa o suficiente. Em casa, a sensação é de estar sempre em dívida com os filhos. A cabeça sussurra: “uma hora vão descobrir que eu não dou conta de nada”.​
Esse desconforto constante, mesmo diante de elogios e resultados, é muito comum em mulheres e em mães que trabalham fora. Não significa fraqueza, significa que você está atravessando expectativas enormes e, muitas vezes, irreais.​

Talvez você se reconheça nesse ciclo: se esforça ao máximo, sente que nunca é o bastante, desconfia de qualquer elogio e, quando algo dá certo, pensa que foi sorte. Ao mesmo tempo, a culpa por não estar “100% presente” em casa aperta ainda mais.​
Esse padrão tem nome: não é frescura, não é drama. É um fenômeno psicológico conhecido como “síndrome do impostor”, muito frequente em mulheres, especialmente em ambientes de alta cobrança, como a maternidade e o trabalho.​
Na terapia, não se trata de rotular você, e sim de entender de onde vêm essas crenças, olhar para a história que você carrega e construir formas mais gentis e realistas de se enxergar.​

“Mas se eu admitir que me sinto assim, vão achar que sou fraca.”
Pedir ajuda não prova fraqueza, prova responsabilidade consigo mesma e com quem depende de você. Cuidar da sua saúde emocional é também um cuidado com os seus filhos e com a qualidade do seu trabalho.​

Se você se identificou com essa sensação de ser “uma fraude” em todos os papéis, não precisa enfrentar isso sozinha.
Clique no link da bio ou envie uma mensagem no direct para agendar uma sessão inicial e começar a construir uma relação mais justa com você mesma, com a maternidade e com o trabalho.​

Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

29/11/2025

Um Caminho para o Autoconhecimento e bem-estar

Falamos sobre a importância da terapia como um meio de prevenção e desenvolvimento pessoal, destacando que não é apenas para pessoas com problemas graves, mas para qualquer pessoa que deseje crescer e se conhecer melhor.

Dra. Vanessa Theis - Psicóloga
Pato Branco

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Avenida Brasil 450 Sala 803
Pato Branco, PR
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