Espaço Aprendendo a Aprender

Espaço Aprendendo a Aprender 👩🏻‍🏫 Há mais de 30 anos na área da educação. Especialidades: Aulas de Reforço, Psicologia, Psicopedagogia, Orientação Familiar.

Atendemos famílias, pais, crianças e adolescentes com diversas necessidades (TDAH,TDA,Dislexia,TPAC,Autismo,entre outros).

Você já percebeu seu filho travando só de ver números?Evita a lição, f**a irritado, diz que “não entende nada” ou até ch...
14/04/2026

Você já percebeu seu filho travando só de ver números?

Evita a lição, f**a irritado, diz que “não entende nada” ou até chora?

A matemática, que deveria ser uma construção gradual, começa a gerar bloqueio, ansiedade e até baixa autoestima.

Nem sempre é falta de esforço ou atenção.

Pode envolver dificuldade no processamento lógico, insegurança, lacunas na base ou até uma experiência negativa que marcou essa relação com o aprender.

Quando a criança não consegue acompanhar, ela começa a acreditar que “não é capaz”…e isso pesa muito mais do que a própria matéria.

Antes de insistir mais, é preciso entender.

Olhar para como essa criança aprende, identif**ar onde está a dificuldade e, a partir disso, direcionar o apoio certo faz toda a diferença.

Se o seu filho precisa de um suporte mais direcionado, como aulas de reforço focadas em matemática, nós conseguimos ajudar.

Agora, se essa dificuldade envolve algo mais amplo, emocional, comportamental ou de aprendizagem, e precisa de um olhar integrado, com apoio terapêutico e pedagógico, também conseguimos caminhar junto com vocês.

Porque quando o cuidado é ajustado à real necessidade da criança…
o aprendizado volta a fazer sentido e o sofrimento dá lugar à confiança.

📲 Se você percebe isso no seu filho, não ignore.
Entre em contato pelo link da bio e entenda qual é o melhor caminho para ele.

11/04/2026

Melhorar as notas não precisa ser uma briga diária.

Às vezes, o que falta não é mais cobrança…
é um ambiente que favoreça a aprendizagem.

Pequenos ajustes fazem diferença:
menos distrações, mais foco e um cérebro descansado.

O simples, quando bem feito, traz resultado.

👉 Salve esse vídeo e teste hoje mesmo no horário de estudo do seu filho.

“Mãe… f**a comigo no banho?”Seu filho tem 7 anos. Já faz tudo sozinho. Mas, do nada, ele te chama pra f**ar com ele no b...
09/04/2026

“Mãe… f**a comigo no banho?”

Seu filho tem 7 anos. Já faz tudo sozinho. Mas, do nada, ele te chama pra f**ar com ele no banho… e você pensa: “Mas ele já não sabe fazer isso sozinho?”

Respira… porque aqui tem algo que quase ninguém te explica.

A maioria das mães acha que é dependência. Mas, na verdade, isso pode ser um pedido silencioso de conexão. Sim… conexão.

Na neurociência do desenvolvimento, isso está ligado ao que chamamos de vínculo de apego seguro — quando a criança busca segurança emocional para processar o que viveu no dia.

Agora me responde: quando algo importante acontece com você, você simplesmente segue a vida… ou procura alguém de confiança pra conversar? Um café, um momento mais tranquilo, um espaço seguro…

Com seu filho, é exatamente a mesma coisa.

Ele não quer ajuda no banho. Ele quer você. Quer dividir o dia, os sentimentos… aquilo que ele ainda não sabe explicar sozinho.

E sabe o que mais chama atenção? Uma mãe me contou que, ao aceitar esse “convite”, o filho se abriu como nunca. Foi ali que ela entendeu o que realmente estava acontecendo na escola — e conseguiu direcionar o apoio da forma certa.

Quantas vezes a gente perde esses momentos… porque está ocupada demais ensinando, corrigindo, resolvendo?

Talvez o que seu filho mais precise não seja de mais autonomia… mas de mais presença.

Vamos fazer um combinado? Essa semana, quando seu filho te chamar… desacelera, f**a, escuta. Porque é nesses momentos simples que você acessa o mundo dele.

E se você sente que tem algo por trás do comportamento do seu filho e quer entender com mais clareza, comece pelo caminho certo.

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Se fez sentido pra você, compartilha com outra mãe. Isso muda a forma de educar.

08/04/2026

Você nota que seu filho tem um raciocínio rápido, conversa super bem e é criativo, mas na hora de abrir um livro ou pegar o caderno, o cenário muda. Surgem as trocas de letras, o desânimo, a esquiva e, o que é mais doloroso: a baixa autoestima. Ele começa a se comparar com os colegas e a acreditar que “não consegue”.

Isso pode ser Dislexia. A ciência mostra que entre 5% a 10% da população possui essa forma diferente de o cérebro processar a escrita e a leitura. Não é falta de esforço, não é “preguiça” e, definitivamente, não tem relação com o nível de inteligência😳 . É uma condição neurobiológica que, quando não identif**ada, machuca o emocional da criança silenciosamente.

O diagnóstico precoce é o que interrompe esse ciclo de frustração. No Espaço Aprendendo a Aprender, utilizamos o suporte psicopedagógico para as estratégias de aprendizado e o acompanhamento psicológico para fortalecer as emoções. Mas o primeiro passo seguro é entender como esse cérebro funciona.

A Avaliação Neuropsicológica é o melhor caminho para descobrir e orientar o tratamento adequado.

Nosso espaço conta com profissionais capacitadas e especializadas para avaliar crianças, adolescentes e adultos, oferecendo um mapa claro para o desenvolvimento e a recuperação da autoconfiança.

👉 Clique no link da nossa Bio ou envie uma mensagem agora para agendar uma avaliação.

📍 Espaço Aprendendo a Aprender | Valéria Martinez | CRP: 06/205700

Quantas crianças e adultos brilhantes crescem ouvindo que são “preguiçosos” ou “desatentos” 🥺, quando na verdade estão l...
06/04/2026

Quantas crianças e adultos brilhantes crescem ouvindo que são “preguiçosos” ou “desatentos” 🥺, quando na verdade estão lutando contra a Dislexia? O julgamento dói mais que a dificuldade de leitura.

No Espaço Aprendendo a Aprender, sabemos que a Dislexia não tem nada a ver com o nível de inteligência. É uma forma diferente do cérebro processar a escrita e o som. O esforço que um disléxico faz para ler um parágrafo equivale ao cansaço mental de uma prova inteira para quem não tem o transtorno.

Identif**ar a Dislexia precocemente é transformar o “não consigo” em “eu aprendo de um jeito diferente”. Nosso papel é trocar o julgamento pelo suporte e o acolhimento.

Você já ouviu ou disse alguma dessas frases sem saber? Vamos trocar o rótulo pela compreensão.

O autismo não é um quebra-cabeça a ser resolvido, mas um jeito de ser a ser compreendido. Muitas famílias ainda vivem o ...
02/04/2026

O autismo não é um quebra-cabeça a ser resolvido, mas um jeito de ser a ser compreendido.

Muitas famílias ainda vivem o medo do diagnóstico ou enfrentam o isolamento por causa do preconceito. A falta de informação faz com que o comportamento da criança com TEA seja lido como “falta de limites” ou “estranheza”, quando na verdade é apenas uma forma diferente de processar o mundo.

No Espaço Aprendendo a Aprender, sabemos que o autismo (TEA) é uma variação no neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento. Cada indivíduo é único, por isso falamos em “espectro”. O que falta não é capacidade, muitas vezes o que falta é o suporte adequado e uma sociedade preparada para incluir.

Hoje, 2 de abril, nos unimos ao mundo para dizer que a conscientização é o primeiro passo, mas a aceitação é o destino final.
Nossa missão aqui no Espaço é fornecer o “mapa” para que cada criança e adolescente no espectro encontre sua voz, sua autonomia e seu lugar no mundo, respeitando seu tempo e seu nível de suporte.

Acreditamos no nosso Tripé de Sucesso (Escola - Família - Profissionais) como a rede de apoio que transforma barreiras em pontes.

O azul hoje não é apenas uma cor, é um compromisso com o futuro de quem enxerga o mundo com outros olhos.

Como você tem contribuído para um mundo mais inclusivo hoje? 👇

Valéria Martinez | CRP: 06/205700

Nem sempre o “não quero ir” é birra…Às vezes, é algo que a criança ainda não consegue explicar.Nesse caso, o que parecia...
01/04/2026

Nem sempre o “não quero ir” é birra…

Às vezes, é algo que a criança ainda não consegue explicar.

Nesse caso, o que parecia resistência
era, na verdade, dificuldade emocional.

👉 Conheça a história e entenda o que estava por trás desse comportamento.

Brincar não é só passatempo.É linguagem, vínculo e desenvolvimento.Muitas crianças não conseguem dizer o que sentem com ...
30/03/2026

Brincar não é só passatempo.
É linguagem, vínculo e desenvolvimento.

Muitas crianças não conseguem dizer o que sentem com palavras…mas mostram através da brincadeira.

É ali que elas elaboram emoções, constroem segurança e criam conexão com o adulto.

No Espaço Aprendendo a Aprender, gostamos de insentivar os pais a olharem para esses momentos preciosos como aprendizados mútuos e entenderem que momentos simples, como brincar junto, têm um impacto profundo no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança.

Não é sobre ter tempo o tempo todo.
É sobre qualidade quando esse tempo acontece.

👉 Salve esse post para lembrar disso nos dias corridos.

26/03/2026

Comparar parece inofensivo…
mas pode marcar uma criança por muito tempo, talvez a vida toda :(

Frases comuns do dia a dia, quando repetidas, vão construindo uma ideia silenciosa:
“eu nunca sou suficiente.”

E é aí que a motivação dá lugar à frustração.

A criança não precisa ser melhor que o outro.
Ela precisa se sentir capaz sendo quem é.

Pequenas mudanças na forma de falar geram grandes mudanças no desenvolvimento emocional.

👉 Compartilhe com quem convive com crianças. Consciência também é cuidado

Sabe aquela sensação de que você precisa “vencer um debate” toda vez que pede para seu filho escovar os dentes ou deslig...
23/03/2026

Sabe aquela sensação de que você precisa “vencer um debate” toda vez que pede para seu filho escovar os dentes ou desligar o videogame? 😰🧠

Muitos pais de pré-adolescentes sentem-se exaustos e, muitas vezes, questionam onde foi que erraram na educação.

No Espaço Aprendendo a Aprender, explicamos que essa exaustão tem uma base científ**a. Entre os 8 e 12 anos, a criança vive uma reforma cerebral.

O pensamento se torna complexo e a necessidade de autonomia dispara. É uma fase de transição: corpo de “pré”, mas necessidades de criança.

O segredo não é ganhar a disputa, mas manter a conexão. Entender que o desenvolvimento não é uma linha reta nos ajuda a ter mais paciência com os retrocessos. Eles precisam de adultos que segurem a mão e o limite, mesmo quando o debate parece não ter fim. É nesse “atrito” que a personalidade deles se fortalece com segurança.

Não é fácil, mas você não precisa atravessar essa fase sozinha. O acolhimento e a orientação profissional podem transformar esse cansaço em compreensão.

Como tem sido conviver com crianças de 8 a 12 anos por aí? Tranquilo ou desafiador? Conta para a gente nos comentários! 👇

Eu chamo pra brincar… mas ele não se interessa.Essa é uma das frases que eu mais escuto de pais de crianças com TEA.A di...
19/03/2026

Eu chamo pra brincar… mas ele não se interessa.

Essa é uma das frases que eu mais escuto de pais de crianças com TEA.

A dificuldade de engajamento nas brincadeiras não signif**a falta de capacidade.

Signif**a que, muitas vezes, a forma de convite não conversa com o jeito dessa criança funcionar.

Hoje temos excesso de estímulo passivo telas, vídeos curtos, jogos automáticos, e pouca interação estruturada, com intenção, troca e mediação adulta.

Sem direcionamento, a criança pode se fechar ainda mais no próprio interesse.

Por isso separei algumas dicas de brincadeiras pensadas por faixa etária e perfil de funcionamento.

📌 **6–9 anos**

– Jogos de turno (aprender a esperar e compartilhar)

– Blocos de construção (organização e criatividade)

– Circuitos motores (regulação sensorial)

📌 **10–16 anos**

– Jogos estratégicos (planejamento e flexibilidade cognitiva)

– Culinária guiada (sequência, autonomia e autoestima)

– Projetos manuais (foco e coordenação)

Brincar não é só passatempo. É ferramenta de desenvolvimento.

👉 Quer orientação individual para organizar isso na sua casa?

Acesse o link na bio.

Endereço

R. Maria Das Dores Leal De Queiroz, 664
Paulínia, SP
13140-184

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:30 - 18:00
Terça-feira 07:30 - 18:00
Quarta-feira 07:30 - 18:00
Quinta-feira 07:30 - 18:00
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