02/01/2022
Carta aberta dos editores da revista BMJ a Zuckerberg sobre seu sistema de verif**ação de fatos que etiquetou de “fake News” a publicação da revista sobre as irregularidades do ensaio clínico da Vacina Pfizer.
Um ex empregado proporcionou materiais à BMJ que revelaram uma série de más práticas de investigação de ensaio clínico..e que poderiam afetar a integridade dos dados e a segurança dos pacientes. Também descobrimos que, apesar de ter recebido uma queixa direta sobre isso, o FDA não inspecionou o ensaio clínico. O artigo sobre isso foi publicado no dia 2/11, depois de uma revisão legal, revisão externa por pares e a habitual supervisão editorial de alto nível da BMJ. Os leitores informaram que suas publicações haviam sido marcadas com “verif**adores de fatos independentes dizem que essa informação podia enganar as pessoas” ou “informação falsa”.
“Encontramos que a verif**ação de fatos é INEXATA, INCOMPETENTE E IRRESPONSÁVEL. “
“Somos conscientes de que o BMJ nao é o único proveedor de informação de alta qualidade que viu-se afetado pela incompetência do regime de verif**ação de fatos de Meta”.
“No lugar de investir em ajudar a garantir a precisão da informação médica compartilhada através das redes sociais, aparentemente delegou a responsabilidade em pessoas incompetentes no desempenho dessa tarefa crucial”.
https://www.bmj.com/content/375/bmj.n2635/rr-80
Todos deveriam ler a carta completa escrita pelos editores da BMJ, prestigiosa revista científ**a médica. É uma aula de Metodologia e verif**ação de informação científ**a, transparência, responsabilidade e, sobretudo, de não aceitar intimidações de pessoas/órgãos que, podem inclusive ter mais poder, mas que têm muito menos conhecimento técnico.
Vivemos um momento em que existem muitas pessoas dispostas a não ver irregularidades científ**as apenas por não ser chamado de “negacionista” ou “antivaxxer”, quando em realidade os que caluniam em lugar de dar argumentações científ**as estão mostrando que não têm conhecimento.
Vemos profissionais divulgarem e “legalizar ou não” como se deve atuar e alguns não têm competência técnica para isso.