11/01/2026
A maternidade tardia é um fenômeno em crescimento, mas não se trata apenas de idade — trata-se de capacidade reprodutiva integrada. Diversos fatores influenciam a fertilidade feminina, incluindo reservas hormonais, metabolismo energético, inflamação sistêmica, equilíbrio de micronutrientes e estilos de vida.
Evidências científ**as apontam que padrões alimentares saudáveis — especialmente os alinhados ao estilo mediterrâneo, ricos em vegetais, gorduras saudáveis e micronutrientes essenciais — estão associados a melhores respostas reprodutivas e parâmetros metabólicos.
Micronutrientes como ácido fólico, ferro, vitamina D, zinco, selênio, colina e ômega-3 (DHA) desempenham papéis fundamentais na função hormonal, maturação folicular, regulação metabólica e redução de processos inflamatórios — elementos que impactam diretamente a fertilidade.
A suplementação, quando baseada em exames e avaliação clínica individualizada, pode corrigir deficiências e otimizar a função reprodutiva, mas não substitui um padrão alimentar nutritivo.
Sono de qualidade, exercício físico moderado, manutenção de peso corporal adequado e escolhas de estilo de vida saudáveis são igualmente estratégias importantes que compõem um modelo de preparo reprodutivo integrado.
Como nutricionista clínica há 10 anos, com especialização em Saúde da Mulher, acompanho mulheres em todas as fases do processo reprodutivo, desde a preparação até a tentativa de concepção, com foco em evidências científ**as e planos individualizados.
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