Psicólogo João Brod Jacobs

Psicólogo João Brod Jacobs Psicólogo Clínico
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Ultimamente, tem chegado para mim nas redes sociais diversos relatos de usuários de apps de relacionamento/sexo que sofr...
09/01/2026

Ultimamente, tem chegado para mim nas redes sociais diversos relatos de usuários de apps de relacionamento/sexo que sofreram emboscadas nos encontros. Pior do que isso: quando a gente lê os comentários, a culpa quase sempre recai sobre a vítima.
“Quem mandou ir?”
“Por que estava nesse app?”
“O que mais esperava?”

Isso nada mais é do que a história se repetindo. A sociedade sempre culpou pessoas LGBT+ pela violência que sofrem, como se o preconceito e o ódio fossem consequência das nossas escolhas, e não de uma estrutura violenta que nos atravessa. Eximir o agressor e responsabilizar a vítima é uma estratégia antiga.

Não por acaso, essa crítica já aparecia lá atrás, em iniciativas como o Lampião da Esquina, uma das primeiras publicações voltadas à comunidade LGBT+ no Brasil, que denunciava justamente essa lógica: a de que a violência contra g**s era tratada como “risco assumido”, ou seja, era função do jornal, da própria comunidade, de denunciar e vigiar esses cr1mes.

O fato é que esses crimes não acontecem porque usamos aplicativos. Eles acontecem porque nossa comunidade é mais vulnerabilizada socialmente, com menos proteção, menos políticas públicas, menos acesso à informação e à segurança. Para muitas pessoas LGBT+, especialmente fora dos grandes centros ou em contextos familiares hostis, os apps não são uma escolha “imprudente” . Aliás, são a única possibilidade de encontro, afeto e conexão.

Quando culpamos a vítima, deixamos intacta a verdadeira raiz do problema: a LGBTfobia estrutural, a negligência do Estado e a normalização da violência contra nossos corpos.

A pergunta certa não é “por que você estava no app?”, mas sim:
por que ainda é tão perigoso ser LGBT+ no Brasil?

Por muito tempo, me forcei a se encaixar em locais e condutas que não refletiam que em sou, ao mesmo tempo em que me que...
05/01/2026

Por muito tempo, me forcei a se encaixar em locais e condutas que não refletiam que em sou, ao mesmo tempo em que me questionava: mas será que todo cara gay não deveria ser assim? Quem vai querer alguém que não curte essas coisas?

Nesse recesso, com o pessoal curtindo as festas etc, esse questionamento voltou de outra forma: será que os desejos e gostos de alguém precisam estar “errados”, para que exista um jeito “certo” de ser gay?

Por quanto tempo você deixou de lado as coisas que gostava pelo medo da rejeição?

Colocando aqui no feed a pedidos ❤️🏳️‍🌈

Talvez ser adulto não tenha a ver com idade, casa ou carro.Mas com responsabilidade, escolhas difíceis e agir de acordo ...
23/12/2025

Talvez ser adulto não tenha a ver com idade, casa ou carro.
Mas com responsabilidade, escolhas difíceis e agir de acordo com os próprios valores.

lgbt vidaadulta

Hoje é o Dia Mundial de Combate ao HIV/AIDS. E apesar de a epidemia da AIDS, no sentido que conhecíamos décadas atrás, t...
01/12/2025

Hoje é o Dia Mundial de Combate ao HIV/AIDS. E apesar de a epidemia da AIDS, no sentido que conhecíamos décadas atrás, ter acabado, ainda vivemos uma pandemia de desconhecimento e preconceito.

Hoje, quem vive com HIV pode ter uma vida longa, plena e com expectativa de vida semelhante à de pessoas que não vivem com o vírus.

Infelizmente, a desinformação e preconceito AINDA permanecem: tanto no acesso ao acompanhamento adequado para quem vive com HIV quanto na prevenção para quem não vive, especialmente quando falamos de PrEP e PEP, que são esquemas pré e pós exposição.

Atualmente, temos métodos de prevenção extremamente eficazes ainda mais quando combinados ao uso de pr********vo. E tudo GRATUITO pelo SUS, nos postos de saúde, centros de testagem e acolhimento e hospitais públicos.

Cuidar da saúde sexual é um direito e também um ato de responsabilidade consigo e com o outro. No dia de hoje, reforçamos a importância da informação, da prevenção e, sobretudo, do acolhimento. Mesmo se você não vive com o vírus, é seu direito e cuidado o acesso aos métodos de prevenção.

Se informe e ajude a espalhar conhecimento, não preconceito.
E sempre vale a pena lembrar: Indetectável = Intransmissível

Pessoal, passando para avisar que, finalmente, depois de quase oito meses, estou reabrindo minha agenda e lista de esper...
31/10/2025

Pessoal, passando para avisar que, finalmente, depois de quase oito meses, estou reabrindo minha agenda e lista de espera para novos pacientes! Tenho alguns horários disponíveis para atendimento imediato, e as vagas restantes ficarão para minha lista de espera. :)

Se você tem interesse em iniciar terapia afirmativa comigo, dá uma olhada no link na minha bio. Lá estão todas as informações sobre como funcionam as sessões, valores, plataformas, etc
Qualquer dúvida, pode deixar nos comentários 🏳️‍🌈

Como sempre, muito obrigado pelo interesse e confiança no meu trabalho ❤️

Oii Pessoal! Passando para avisar que recentemente dei entrevista para o .batista da  sobre pressões estéticas, perfecci...
14/10/2025

Oii Pessoal! Passando para avisar que recentemente dei entrevista para o .batista da sobre pressões estéticas, perfeccionismo, preconceito e prejuízos na comunidade gay. Queria agradecer pelo convite, e o link tá nos comentários para quem quiser ler ❤️

Pessoas LGBT+ têm mais chances de desenvolver transtornos mentais, e isso não é sobre “fraqueza”, e sim sobre o impacto ...
06/10/2025

Pessoas LGBT+ têm mais chances de desenvolver transtornos mentais, e isso não é sobre “fraqueza”, e sim sobre o impacto real do preconceito e outros estressores de minoria.
Mas existem caminhos de proteção: apoio, acolhimento e rede de apoio são fundamentais 🏳️‍🌈
Fonte: Manual de Gênero e Sexualidade na Psicoterapia – Aline Sardinha e Ramiro Catelan

Que viagem, que show 🥺❤️E brigado pra todo mundo aqui da página que me deu oizinho em SP, vcs são o motivo de eu continu...
19/08/2025

Que viagem, que show 🥺❤️

E brigado pra todo mundo aqui da página que me deu oizinho em SP, vcs são o motivo de eu continuar aqui sempre 🩷

12/08/2024
Você também já passou por diversas tragédias na vida, mas a maioria nunca aconteceu? Na psicologia, a gente um nome pra ...
01/10/2023

Você também já passou por diversas tragédias na vida, mas a maioria nunca aconteceu? Na psicologia, a gente um nome pra isso: Catastrofização. VEM QUE EU TE EXPLICO!

Catastrofizar é o que chamamos de Distorção Cognitiva, ou seja, um “erro de pensamento”. Todos nós cometemos esses erros de vez em quando, e faz parte da vida. Porém, a gente precisa prestar atenção quando esses pensamentos causam algum prejuízo a nossa vida. Catastrofização é um deles.

Esse tipo de pensamento significa pensar que sempre o pior vai acontecer, sem levar em consideração outros possíveis desfechos (mais positivos e até próximos da realidade). E se de fato o pior acontecer, é como se significasse algo intolerável e que não teríamos recursos para lidar com tal situação.

Em muitas situações difíceis da vida, ainda que tragam sofrimento, podemos criar estratégias para enfrenta-las. Isso significa buscar ajuda, novas saídas e formas de resolver problemas, ainda que muitas vezes as coisas não dependam 100% do nosso controle. Como já dizia a própria Rita Lee: “Depois da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída”.

Vale lembrar que todos nós catastrofizamos de vez em quando, e TUDO BEM! O problema é quando isso se torna algo frequente, intenso e prejudicial a sua vida. Esse é o momento de buscar ajuda.

E a dica é sempre essa: Questione seus pensamentos. O que de pior pode acontecer? Esse é um pensamento realista? Quais são os outros possíveis desfechos? O que de MELHOR pode acontecer?

Liste os fatos. Mesmo em situações de vida difíceis, geralmente temos recursos para lidar, caso aconteçam. Eu imagino que na sua história de vida você já passou por momentos assim, e está aqui, vivo nesse momento, lendo esse post. Observe a confiança que dá aos seus pensamentos. ❤️

Esse post fez sentido pra vc? Me conta nos comentários!

Nosso tempo de autoaceitação é único, e muitas vezes, fala mais sobre processos internos do que externos. Tome seu tempo...
18/09/2023

Nosso tempo de autoaceitação é único, e muitas vezes, fala mais sobre processos internos do que externos. Tome seu tempo 🏳️‍🌈

Eu já ouvi mil relatos por aí de pessoas da comunidade LGBT+ que foram “tiradas do armário” por outros 🏳️‍🌈 em nome de r...
12/09/2023

Eu já ouvi mil relatos por aí de pessoas da comunidade LGBT+ que foram “tiradas do armário” por outros 🏳️‍🌈 em nome de representatividade e que “todos devemos nos colocar como um ato político e de representatividade”.

Sinto muito em dizer, mas muitas vezes essa é apenas a sua bolha. Há pessoas por aí que NÃO TEM A OPÇÃO de sair desse “armário”, ao menos por enquanto. Algumas tem muito perder, inclusive a vida. Você não está promovendo inclusão ou aceitação de alguém da comunidade expondo essa pessoa. Isso é tortura.

Cada um tem o seu próprio tempo e consciência sobre a própria realidade interna e externa. Mesmo pessoas LGBT+ que vivem em ambientes inclusivos podem não se sentir à vontade afirmando sua orientação sexual, e portanto, devem ser respeitadas, representadas e ouvidas.

Por isso, acolha pessoas da LGBT+, mesmo que elas tenham um pensamento ou crenças diferentes das suas. Muitos não reclamam da comunidade não ser inclusiva? Pois muito que bem, comece essa inclusão por você mesmo. Nós somos a comunidade, e todos merecemos amor e respeito por quem somos.

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Categoria

Psicólogo Clínico

Olá! Me chamo João.

Sou psicólogo formado pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Atualmente, também faço especialização em Terapia Cognitiva Comportamental (TCC). Atuo em Pelotas, na região central, atendendo adolescentes, adutos e idosos. Ofereço descontos para estudantes e horários flexíveis. Para marcar uma consulta ou em caso de dúvidas, pode chamar por inbox! ;)