08/05/2026
Esse post é para ela.
Para a mãe que acorda antes de todo mundo e dorme depois de todo mundo. Que lembra do remédio dos filhos, da consulta do marido, do aniversário da sogra e esquece da própria consulta há dois anos marcada.
Que quando alguém pergunta "como você está?", responde "bem" no automático. Porque parar para sentir dá trabalho. E ela não tem tempo para mais trabalho.
O que eu vejo no consultório é que esse padrão tem um custo fisiológico real. A sobrecarga crônica eleva o cortisol. O cortisol desregula os hormônios. Os hormônios afetam o sono, o humor, o peso, a imunidade, a tireoide. E o corpo que era forte vai acumulando silêncios que um dia viram sintomas.
A medicina de precisão me ensinou que não existe protocolo padrão para o que essa mulher sente. Existe a história dela. Os exames dela. O ritmo hormonal dela. E existe um cuidado que parte disso, não de uma lista genérica.
Cuidar de si não é o oposto de cuidar dos outros. É o que torna possível continuar cuidando com saúde, com presença, com qualidade de vida real.
Se você é essa mãe: você merece ser prioridade também.
Se você conhece essa mãe: marca ela aqui. Às vezes a gente precisa que alguém diga o que a gente ainda não consegue dizer para si mesma.
Feliz Dia das Mães!💛
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