02/02/2026
Enquanto o laser trabalha com picos altos de energia e maior risco de desconforto e intercorrências, o LED evoluiu para um caminho mais inteligente: entrega de energia contínua, controlada e fisiologicamente mais bem tolerada pelo tecido.
Na prática clínica, isso muda tudo.
Mais conforto durante as sessões.
Menor risco para fototipos altos.
Mais previsibilidade no tratamento.
Mais adesão do paciente ao protocolo.
Não é só uma troca de tecnologia.
É uma mudança de lógica.
O mercado já entendeu que depilar não é agredir o tecido para “matar” o pelo.
É tratar o folículo com critério, respeitando pele, melanina e resposta biológica.
Ficar no laser hoje não é ser conservador.
É ficar para trás.