Dr Igor Lacerda - Endocrinologia

Dr Igor Lacerda - Endocrinologia Atendimento médico especializado na área de Endocrinologia (doenças hormonais).

As chamadas “canetas emagrecedoras” ganharam destaque nos últimos anos e realmente podem ser ferramentas eficazes no tra...
17/03/2026

As chamadas “canetas emagrecedoras” ganharam destaque nos últimos anos e realmente podem ser ferramentas eficazes no tratamento da obesidade e do diabetes quando bem indicadas.

Mas existe um ponto importante que muitas vezes não é discutido com a profundidade necessária: o uso sem acompanhamento adequado pode trazer riscos.

Perda de massa magra, efeitos gastrointestinais, possíveis complicações metabólicas e avaliação de contraindicações são fatores que precisam ser considerados antes de iniciar o tratamento. Cada organismo responde de forma diferente. Dose, indicação, exames e acompanhamento clínico fazem parte de um processo seguro e eficaz.

Não se trata apenas de emagrecer, mas de como emagrecer com segurança e preservar a saúde no longo prazo.

Medicação não é solução isolada. É parte de um tratamento individualizado e baseado em ciência.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
CRM 15.831-PE | RQE 3544

Duas pessoas podem ter exatamente o mesmo peso na balança e resultados completamente diferentes quando analisamos a comp...
11/03/2026

Duas pessoas podem ter exatamente o mesmo peso na balança e resultados completamente diferentes quando analisamos a composição corporal.

O número isolado do peso ou até mesmo o IMC não mostra quanto desse peso é gordura e quanto é massa muscular. Uma pessoa pode pesar 85 kg com alto percentual de gordura, enquanto outra, com o mesmo peso, pode ter maior quantidade de músculo e menor risco metabólico.

A massa muscular é metabolicamente ativa. Ela melhora a sensibilidade à insulina, aumenta o gasto energético e protege contra doenças cardiovasculares. Já o excesso de gordura visceral está associado a inflamação, resistência à insulina e maior risco de diabetes e infarto.

Por isso, avaliar apenas a balança pode gerar frustração ou falsas conclusões. O mais importante é analisar composição corporal, exames laboratoriais, circunferência abdominal e contexto clínico.

Saúde não é só peso. É qualidade metabólica.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
CRM 15.831-PE | RQE 3544

Hoje é dia de reconhecer a força, a sensibilidade e a coragem das mulheres que transformam o mundo todos os dias.Mulhere...
08/03/2026

Hoje é dia de reconhecer a força, a sensibilidade e a coragem das mulheres que transformam o mundo todos os dias.

Mulheres que cuidam, que constroem, que lutam, que sonham e que seguem em frente mesmo diante dos desafios. Cada história carrega uma beleza única e uma força que inspira.

Que este dia seja também um lembrete do quanto cada mulher merece respeito, reconhecimento e oportunidades para viver plenamente seus sonhos.

Feliz Dia Internacional da Mulher.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
CRM 15.831-PE | RQE 3544

06/03/2026

Muita gente pergunta: “Se meu colesterol não está tão alto, por que preciso tomar remédio?”

No diabetes, o problema não é apenas o nível isolado do colesterol. O próprio diabetes já aumenta o risco de infarto e AVC, porque provoca inflamação, altera o funcionamento dos vasos sanguíneos e favorece a formação de placas de gordura nas artérias.

Mesmo com colesterol aparentemente “normal”, o risco cardiovascular do paciente diabético é maior do que o da população geral. Por isso, muitas vezes indicamos estatinas como forma de proteção, não apenas para baixar números no exame, mas para reduzir risco de eventos cardiovasculares.

Diversos estudos mostram que o uso adequado dessas medicações diminui significativamente o risco de infarto e AVC em pessoas com diabetes.

Diabetes é uma doença metabólica, mas a principal complicação é cardiovascular. Tratar o colesterol faz parte da estratégia de proteção do coração.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
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A doença hepática gordurosa, conhecida como gordura no fígado, não é apenas um problema do fígado. Ela é um marcador imp...
03/03/2026

A doença hepática gordurosa, conhecida como gordura no fígado, não é apenas um problema do fígado. Ela é um marcador importante de risco cardiovascular.

Quando há acúmulo de gordura no fígado, geralmente existe também resistência à insulina, inflamação crônica de baixo grau e alterações no colesterol. Esse conjunto de fatores aumenta significativamente o risco de infarto, AVC e outras doenças do coração.

Muitas vezes, o paciente descobre a esteatose hepática em um exame de rotina e acredita que se trata de algo “leve”. No entanto, estudos mostram que a principal causa de morte nesses pacientes não é o fígado, mas sim a doença cardiovascular.

A gordura no fígado faz parte de um contexto metabólico maior, que inclui obesidade abdominal, diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia.

Tratar a doença hepática gordurosa é também proteger o coração. Mudança de estilo de vida, controle do peso, melhora da alimentação, prática regular de exercícios e acompanhamento médico são fundamentais.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
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As estatinas são medicamentos amplamente utilizados para reduzir o colesterol e diminuir o risco de infarto e AVC. Elas ...
27/02/2026

As estatinas são medicamentos amplamente utilizados para reduzir o colesterol e diminuir o risco de infarto e AVC. Elas salvam vidas e têm papel fundamental na prevenção cardiovascular.

No entanto, como qualquer medicação, podem apresentar efeitos colaterais. O mais comum é dor muscular, que pode variar de leve desconforto até quadros mais intensos, embora estes sejam raros. Alterações discretas nas enzimas do fígado também podem ocorrer e, por isso, exames periódicos são recomendados.

Em alguns casos, pode haver aumento leve da glicemia, especialmente em pacientes já predispostos ao diabetes. Mesmo assim, na maioria das situações, os benefícios cardiovasculares superam amplamente os riscos.

O mais importante é não interromper a medicação por conta própria. Qualquer sintoma deve ser comunicado ao médico para avaliação adequada, ajuste de dose ou, se necessário, mudança da estratégia terapêutica.

Tratamento seguro é aquele feito com acompanhamento regular e individualizado.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
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Dormir pouco não afeta apenas o humor e a disposição. A privação do sono interfere diretamente no metabolismo e na forma...
24/02/2026

Dormir pouco não afeta apenas o humor e a disposição. A privação do sono interfere diretamente no metabolismo e na forma como o corpo responde à insulina.

Quando dormimos menos do que o necessário, ocorre aumento do cortisol e maior ativação do sistema nervoso simpático. Esse cenário reduz a sensibilidade à insulina, fazendo com que o organismo precise produzir mais insulina para controlar a glicose no sangue.

Estudos mostram que poucas noites mal dormidas já são suficientes para provocar alterações metabólicas semelhantes às observadas em estágios iniciais de resistência à insulina. A longo prazo, isso pode aumentar o risco de ganho de peso, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.

Além disso, dormir mal também altera hormônios relacionados à fome, como grelina e leptina, favorecendo maior ingestão calórica e preferência por alimentos mais calóricos.

Sono não é luxo, é parte do tratamento metabólico. Cuidar da qualidade e da duração do sono é uma estratégia essencial na prevenção da resistência à insulina e do diabetes.

Dr. Igor Lacerda
Médico Endocrinologista
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A menopausa não marca apenas o fim do ciclo menstrual. Ela representa uma mudança profunda no funcionamento do corpo da ...
20/02/2026

A menopausa não marca apenas o fim do ciclo menstrual. Ela representa uma mudança profunda no funcionamento do corpo da mulher, especialmente no metabolismo.

A queda do estrogênio impacta diretamente a distribuição de gordura, a massa muscular, o gasto energético e a sensibilidade à insulina. Por isso, muitas mulheres percebem ganho de peso, principalmente na região abdominal, mesmo mantendo hábitos semelhantes aos de antes.

Além disso, ocorre redução da massa muscular, diminuição do metabolismo basal e maior risco de alterações metabólicas, como resistência à insulina, dislipidemia e perda óssea.

Entender essas mudanças é fundamental para abandonar a culpa e adotar estratégias corretas. Alimentação adequada, exercícios de força, sono de qualidade e acompanhamento médico fazem toda a diferença para atravessar a menopausa com mais saúde e qualidade de vida.

Dr. Igor Lacerda
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A ideia de que emagrecer depende apenas de força de vontade é um dos maiores mitos quando falamos de obesidade. O peso c...
17/02/2026

A ideia de que emagrecer depende apenas de força de vontade é um dos maiores mitos quando falamos de obesidade. O peso corporal é regulado por um sistema complexo que envolve hormônios, metabolismo, genética, sono, estresse e até o funcionamento do intestino.

Hormônios como insulina, leptina, grelina e cortisol influenciam diretamente a fome, a saciedade e o gasto energético. Quando esses mecanismos estão desregulados, o corpo passa a “defender” o peso, dificultando o emagrecimento mesmo com esforço.

Além disso, fatores como resistência à insulina, alterações da tireoide, uso de medicamentos, privação de sono e estresse crônico podem sabotar o resultado, gerando frustração e culpa no paciente.

Obesidade é uma doença crônica, reconhecida pela medicina, e precisa ser tratada como tal. Emagrecer não é sobre caráter ou disciplina, é sobre saúde, ciência e acompanhamento adequado.

Com avaliação médica, exames e um plano individualizado, o tratamento se torna mais seguro, eficaz e sustentável.

Dr. Igor Lacerda
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A resistência à insulina costuma se desenvolver de forma lenta e silenciosa. Muitas pessoas convivem com o problema por ...
13/02/2026

A resistência à insulina costuma se desenvolver de forma lenta e silenciosa. Muitas pessoas convivem com o problema por anos antes do diagnóstico, enquanto o metabolismo já está em desequilíbrio.

Esse quadro aumenta o risco de diabetes tipo 2, ganho de peso, gordura no fígado e doenças cardiovasculares. Reconhecer os sinais precocemente faz toda a diferença para evitar complicações.

Cansaço excessivo, dificuldade para emagrecer e alterações discretas no corpo não devem ser ignorados. A resistência à insulina é tratável, desde que identificada a tempo, com mudanças no estilo de vida e acompanhamento médico adequado.

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O tratamento da obesidade vem passando por avanços importantes nos últimos anos, e o orforglipron surge como mais uma me...
10/02/2026

O tratamento da obesidade vem passando por avanços importantes nos últimos anos, e o orforglipron surge como mais uma medicação promissora nesse cenário.

O orforglipron é um agonista do receptor de GLP-1 de uso oral, em estudo para o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Assim como outras dr**as dessa classe, ele atua no controle do apetite, aumenta a sensação de saciedade e contribui para a redução do peso corporal.

Nos estudos clínicos, os pacientes apresentaram redução média de peso de até 11,2%, além de melhora em parâmetros metabólicos, um resultado considerado relevante dentro do tratamento medicamentoso da obesidade. A vantagem do uso por via oral pode facilitar a adesão ao tratamento para alguns pacientes.

Apesar dos dados animadores, é importante reforçar: ainda se trata de uma medicação em avaliação. Segurança, eficácia a longo prazo, perfil de efeitos colaterais e indicação adequada precisam ser analisados com cautela e sempre com acompanhamento médico.

Obesidade é uma doença crônica e complexa. Medicações podem ajudar, mas o tratamento deve ser individualizado, baseado em ciência, acompanhamento regular e mudanças sustentáveis no estilo de vida.

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05/02/2026

Atendi recentemente no consultório um paciente de 70 anos com uma fratura na diáfise do fêmur, um tipo de fratura que chama atenção pelo mecanismo e pelo histórico clínico.

Ele fazia uso prolongado de medicamentos para o tratamento da osteoporose, especialmente os bisfosfonatos. Essas medicações são muito importantes e salvam ossos quando bem indicadas. O problema surge quando o uso se estende por muitos anos, sem reavaliações periódicas.

O uso prolongado de bisfosfonatos e dr**as da mesma família pode levar a uma redução excessiva da remodelação óssea. Com o tempo, o osso pode ficar mais rígido, porém mais frágil, aumentando o risco de fraturas atípicas, como as que acometem a diáfise do fêmur.

Esse caso reforça um ponto essencial: tratamento da osteoporose não é para sempre da mesma forma. É fundamental acompanhamento médico regular, reavaliação do tempo de uso das medicações, realização de exames como densitometria óssea e, quando indicado, exames de imagem do fêmur.

Medicação certa, pelo tempo certo e com acompanhamento adequado faz toda a diferença na segurança do paciente.

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