30/01/2026
"Soltar pode ser desafiador, principalmente quando
nos acostumamos com a vida que levamos.
Às vezes nos recusamos a soltar até mesmo
uma situação que nos machuca, pois, como
dizia o monge budista Thich Nhat Hanh:
“As pessoas têm dificuldade de abandonar
seus sofrimentos, e, por medo do desconhecido,
preferem sofrer com o que é familiar.
Entretanto, é necessário aprender a fechar ciclos,
deixar ir pessoas e situações que já cumpriram
seus papéis na nossa história.
E não é só isso, as feridas do passado, as
emoções que nos ferem, o rancor, as memórias
e os pensamentos que nos deprimem também
precisam ser liberados.
E isso requer tempo, paciência e compaixão
para curar e avançar.
“Considerando-se a impermanência de tudo,
em um mundo em constantes alterações, o apego representa a ilusão para deter a marcha dos acontecimentos e reter tudo mais, impossibilitando
o surgimento da realidade.”
(Joanna de Ângelis).
“A vida é um eterno deixar partir, porque
somente com as mãos vazias você será
capaz de receber.
Às vezes, soltar não é necessariamente um
sacrifício nem um adeus, mas sim um “obrigado”
por tudo que aprendemos.
É deixar partir o que já não se sustenta em si
mesmo para nos permitirmos ser mais livres
e autênticos, e então receber o que tiver
que chegar.”
(A.Desc).
Considere deixar de lado tudo o que não
lhe faz bem, os vínculos que já cumpriram
o seu papel e as situações que já não fazem
mais os seus olhos brilharem.
“Deixar partir é aceitar a sua história, mas não
o seu destino. Deixar partir é entender e
aceitar que algumas pessoas fazem parte da
sua história pessoal, mas elas não são
o seu destino, muito menos o seu
ponto final.”
(A Desc.)
Experimente a liberdade.
A vida é muito mais do que você conhece."
Aline Prado