CLARE - Núcleo de Especialidades Profissionais

CLARE - Núcleo de Especialidades Profissionais Reunir profissionais especializados, empenhados em proporcionar bem-estar aos seus clientes, esta tem sido a tradição do número 1698 da Rua Treze de Maio.

19/08/2018

Bruxismo e suas correlações

Bruxismo e suas correlações
19/08/2018

Bruxismo e suas correlações

Sindrome da Compressão Cervical

DTM ARTICULARES

O músculo proporciona a principal força motora para todas as ações do sistema esqueletal.

Transtornos clínicos de cabeça e pescoço, como o bruxismo e os distúrbios temporomandibulares, envolvem objetivamente todos os músculos desse sistema, cujas anormalidades devem fazer parte de qualquer estudo direcionado a esses eventos.

O propósito desse segmento não é descrever as desordens da articulação temporomandibular e seu amplo espectro de variáveis, mas o papel das pressões do bruxismo direcionadas a esses tecidos e sua capacidade de resistência e adaptação a essas forças.

Essa condição tem sido referida na literatura recente como síndrome da compressão condilar.

As desordens da articulação temporomandibular abrangem ampla variedade de condições locais e sistêmicas, frequentemente combinadas.
O metabolismo dos componentes da ATM, os estímulos aos quais são submetidos e sua capacidade de adaptação formam a base dessas desordens.
É necessário, pois, levantar fatores primários e secundários que possam estar envolvidos e verif**ar a importância relativa dessas condições.

Assim, teoricamente, episódios de bruxismo de leve intensidade, em presença de tecidos articulares vulneráveis, podem resultar em desordens na ATM, caso em que o fator primário a ser considerado seria a ATM.

Por outro lado, episódios de bruxismo, mesmo de grande intensidade, em presença de tecidos articulares normais, não provocariam reações prejudiciais a esses tecidos.

Parece claro que o equilíbrio e a saúde dos tecidos articulares dependem signif**ativamente da intensidade e cronicidade das cargas que lhe são aplicadas.

A arquitetura esqueletal está organizada a partir de princípios biomecânicos cujo equilíbrio e estabilidade promovem proteção mecânica dos tecidos intra-articulares da ATM, da coluna cervical e das outras articulações esqueletais.

A estabilidade esqueletal centra-se no equilíbrio mecânico de três segmentos ósseos – crânio, mandíbula e coluna cervical.

Assumindo que as disfunções e patologias da ATM, em geral, resultem da combinação de vários fatores, torna-se necessário estudar as modif**ações adaptativas dos diversos tecidos articulares, suas reações dolorosas e o papel da condições estruturais, sistêmicas, endócrinas e biomecânicas.

Maria Leonor Bueno Rocha
Mestre e Especialista em DTM e Dor Orofacial
Odontopediatra

Referência

BRUXISMO
Roberto Nascimento Maciel
Cirurgião-Dentista

19/08/2018
Como resolver essas dores que enlouquecem
31/07/2018

Como resolver essas dores que enlouquecem

MÚSCULOS SUBOCCIPITAIS

DOR REFERIDA

Esses músculos suboccipitais pareados (quatro de cada lado) são os mais profundos, logo abaixo da base do crânio.
Seus Pgs são uma fonte comum de cefaleia que parece penetrar no interior do crânio, embora de difícil localização. Os pacientes provavelmente descrevem a cefaleia como dor “em tudo”, mas a um questionamento meticuloso, a maioria descreve a dor estendendo-se para a frente de modo unilateral até o occipúcio, para o olho e a fronte, com falta de limites claramente definidos.
A dor dos músculos suboccipitais não tem a qualidade direta na cabeça da dor referida do músculo esplênio do pescoço.

INERVAÇÃO

Os músculos suboccipitais são inervados por ramos da divisão dorsal primária do nervo suboccipital (I nervo cervical).

FUNÇÃO

As duas primeiras articulações na parte superior da coluna vertebral são altamente especializadas, proporcionando a mobilidade da cabeça. A articulação entre o occipúcio e a primeira vértebra cervical (atlas) fornece predominantemente flexão-extensão (oscilação ou inclinação), com apenas uma pequena quantidade de inclinação lateral; a articulação atlantoaxial que promove a rotação da cabeça.
Os músculos suboccipitais controlam especif**amente o movimento nessas duas articulações e ajudam a estabilizar a cabeça. Esse movimento da cabeça na coluna vertebral é bastante diferente do movimento da parte cervical da coluna vertebral propriamente dita.

SINTOMAS

A dor evocada pelos Pgs nos músculos suboccipitais confunde-se de modo indistinguível com a dor referida do semi-espinal. É raro que os músculos suboccipitais desenvolvam Pgs sem comprometimento associado de outros músculos cervicais posteriores maiores.
Os pacientes queixam-se de cefaleia causada imediatamente quando o peso do occipúcio faz pressão contra o travesseiro. A dor dos músculos suboccipitais tende a assentar-se mais profundamente na região superior do pescoço, e a localizar-se mais lateralmente do que aquela sentida nos músculos cervicais posteriores.
Os pacientes em geral apalpam com os dedos na base do crânio, localizando um “ponto dolorido bem ali”.
Quando o oblíquo inferior da cabeça está envolvido, a rotação da cabeça para ver a traseira do carro ou verif**ar o “ponto cego” ao dirigir f**a gravemente comprometida.

ATIVAÇÃO E PERPETUAÇÃO DOS PONTOS-GATILHO

Uma vez que esses músculos são grandemente responsáveis pelo movimento do crânio na parte posterior mais alta do pescoço, provavelmente desenvolvem Pgs ao controlarem a flexão, quando estão na posição de encurtamento para manter a extensão enquanto se olha para cima (p.ex., quando uma pessoa f**a de decúbito ventral no solo, apoiada sobre os cotovelos para segurar a cabeça enquanto vê televisão), ou quando mantido em posição encurtada ao olhar para o lado por um longo período.
O posicionamento anterior excessivo da cabeça (postura da cabeça para a frente) normalmente é acompanhado pelo occipúcio rotado posteriormente, para acomodar a linha de visão. Essa posição ativa e perpetua os Pgs dos músculos suboccipitais e em outros músculos cervicais posteriores.
O resfriamento da parte posterior do pescoço, quando os músculos do pescoço estão fatigados e mantido em posição fixa, contribui para a ativação dos Pgs nesses músculos.

Os músculos suboccipitais são uma fonte comum de Pgs da cefaleia pós-traumática.

As disfunções articulares e os Pgs dos músculos suboccipitais, em geral, coexistem e perpetua-se entre si de maneira cíclica, em especial nos pacientes com dor crônica.

AÇÕES CORRETIVAS

Para os pacientes que desenvolvem Pgs ativos nos músculos suboccipitais, é essencial manter essa parte do pescoço aquecida, cobrindo-a de alguma forma, usando blusas de gola alta dentro de casa e um gorro que cubra a cabeça e o pescoço ao ar livre. Os pijamas raramente têm gola alta o suficiente para cobrir a região suboccipital de modo adequado; portanto, o paciente deve usar um gorro de dormir,
uma blusa com capuz ou um cachecol para proteger a pele suboccipital do resfriamento.

O olhar para cima sustentado com a cabeça inclinada deve ser evitado revisando a atividade do indivíduo em qualquer extensão necessária. Em um caso visto pela Dra.Travel, um diretor de teatro aprendeu a trabalhar de um lugar mais distante do palco, em vez de f**ar na fileira da frente, onde f**ava abaixo do nível dos atores. Essa mudança permitiu que ele visse os atores sem olhar para cima por períodos prolongados.

As posições sustentadas e distendidas da cabeça são reduzidas das seguintes maneiras: 1)evitar o uso de óculos trifocais; 2)usar lentes com comprimento focal adequado para a tarefa realizada, de modo a permitir que a cabeça descanse em posição ereta e equilibrada sobre a coluna cervical; 3)reorganizar a localização do paciente, ou da iluminação da sala, para eliminar o clarão refletido nas lentes (de modo alternativo, a parte interna das lentes podem ser revestida com material antiofuscante, caso não seja possível reposicionar a iluminação, e 4)colocar os documentos em um apoio vertical na frente do teclado e não no plano ao lado.

O paciente deve aprender a relaxar os músculos do pescoço e a fazer exercícios de auto alongamento passivo na posição sentada (para relaxamento postural) em um banco ou cadeira sob a ducha quente. O alongamento é realizado pelo paciente, que faz movimentos oscilatórios auto assistidos (flexão da cabeça sobre o pescoço) mas com os dedos do paciente abaixo do occipúcio.

MARIA LEONOR BUENO ROCHA
MESTRE E ESPECIALISTA EM DTM E DOR OROFACIAL
ODONTOPEDIATRA

Fonte: DOR E DISFUNÇÃO MIOFASCIAL
DRA. JANETE TRAVELL

Uma das múltiplas causas do Bruxismo
23/08/2017

Uma das múltiplas causas do Bruxismo

ESTUDOS MAIS RECENTES DO BRUXISMO

O Bruxismo é considerado um transtorno involuntário e inconsciente do movimento.
Durante o sono o forte contato entre os dentes superiores e inferiores envolve movimentos da mandíbula, produzindo sons desagradáveis.
O apertamento diurno se caracteriza por contatos dentários silenciosos, fortes e sem movimentos mandibulares.

Estudos o associam com ansiedade, estresse, depressão, deficiências nutricionais (magnésio, cálcio, iodo e complexos vitamínicos), dr**as neuroquímicas, fatores genéticos, etc.
Entre vários sinais e sintomas encontramos as dores faciais, sensibilidade ou fadiga dos músculos mastigatórios, dor de cabeça e ouvido, transtornos otológicos (zumbidos, vertigens), e desordens da articulação temporomandibular.

Em estudos mais recentes o bruxismo pode alcançar a musculatura do pescoço e do ombro sendo admitido que influencie até mesmo a postura do corpo todo.

E essas interações resultam em potenciais fontes de cefaleias – cervicogênicas e tensionais.

É grande o número de pesquisadores que nos trazem esses resultados de seus estudos, nos informa com muitos maiores detalhes o Cirurgião Dentista Roberto Nascimento Maciel em seu livro Bruxismo.

HIPÓTESES

Hipótese Distúrbio do Sono

A Associação Americana Distúrbios do Sono definiu o Bruxismo como doença ou distúrbio periódico caracterizado por movimentos da mandíbula, com ranger e/ou apertar os dentes, decorrentes da contração rítmica dos músculos durante o sono.

Se for leve essa reação muscular, pode não representar nenhuma preocupação clínica.
Mas se intensa pode gerar uma condição destrutiva em diversos componentes do complexo craniomandibular e cervical, resultando em sinais e sintomas.

Segundo critérios da Associação, apresentam características clínicas diferentes o bruxismo diurno e o bruxismo noturno, com diferentes etiologias, necessitando de abordagens distintas.

Contudo, os autores em geral concordam que sejam multifatoriais as causas de ambos, frequentemente superpostas em períodos de estresse, ansiedade e desordens emocionais, em que surgem perturbações comportamentais e também alterações nos padrões habituais do sono.

Maria Leonor Bueno Rocha
Mestre e Especialista em DTM e Dor Orofacial
Odontopediatra

Bruxismo em crianças precisa ser tratado...
23/08/2017

Bruxismo em crianças precisa ser tratado...

ESTRESSE INFANTIL

Os parâmetros utilizados na avaliação do estresse em adultos, em geral podem ser aplicados no universo infantil.

Quando a criança se depara com algo estressante, seu cérebro através do hipotálamo, ativa o sistema nervoso simpático e a glândula pituitária, acionando simultaneamente as glândulas suprarrenais e liberando a adrenalina – a criança entra em estado de alerta e concomitantemente as atividades vegetativas, como digestão, sono e processo respiratório se alteram.
Se o estresse for intenso ou se prolongar por períodos muito longos, podem ocorrer transtornos mais preocupantes com a saúde geral, e as crianças começam a manifestar recorrência dos problemas e/ou desenvolver uma doença após a outra. Crianças com estruturas psíquicas vulneráveis podem revelar constituição mental fragilizada e sofrer desorganização somática e, não conseguindo operar o restabelecimento por meio da elaboração mental, desenvolvem reações corporais (Alexander F; Ávila LA; CID-10; Kreisler LA; Lip MEN et al; Lip MEN, Lucarelli MDM).

CAUSAS FREQUENTES DO ESTRESSE INFANTIL QUE CAUSAM BRUXISMO INFANTIL

• Disfunção familiar, separação ou abandono dos pais
• Mudança de casa, cidade ou escola
• Chegada de um novo irmão
• Dificuldade de adaptação social
• Morte de algum parente
• Competividade e exigência nas escolas

MANIFESTAÇÕES INDICATIVAS DE ATENÇÃO POR PARTE DOS RESPONSÁVEIS:

• Irritabilidade
• Mais choro do que o usual
• Desejo de estar sempre no colo
• Pesadelos
• Medo excessivo da escuridão, dos animais ou da solidão
• Mudanças no apetite
• Dificuldades na fala
• Retorno a comportamentos infantis já superados, como urinar na cama ou ch**ar o dedo.

É importante reafirmar que o organismo reage ao estresse aumentando sua atividade metabólica para adaptar-se ás novas exigências, o que diminui sua resistência geral e pode afetar o sistema imunológico, como consequência do estresse contínuo.

Maria Leonor Bueno Rocha
Mestre e Especialista em DTM e Dor Orofacial
Odontopediatra

13/07/2017

Dores nas costas, postura inadequada:
mamãe isto pode acabar em DTM!

Tensão nos músculos do pescoço e das costas são o primeiro passo para a instalação e perpetuação de DTM.

Podemos prevenir a DTM e o bruxismo?
É possível minimizar as chances da criança ter DTM e bruxismo através do acompanhamento periódico do odontopediatra, que estará atento aos possíveis sinais e sintomas.

Dicas para os pais:

• Estimular alimentos fibrosos e em pedaços desde pequenos, para que possam desenvolver uma mastigação vigorosa e eficiente.
• Ter cuidados com hábitos prolongados de chupeta e mamadeira. Eles alteram a mordida da criança podendo criar interferências dentais e alterações musculares e ósseas.
• Procurar propiciar um ambiente tranquilo que anteceda o sono. Evite deixar luzes acesas, assistir televisão ou usar o computador ou videogame antes de ir para a cama
• Atenção na hora de programar a rotina de atividades de seu filho. Lembre-se que crianças precisam de tempo para brincar.

Soluções para o Bruxismo

O bruxismo pode ser considerado um estado de hiperatividade muscular, que aparece frente a estímulos ligados ao meio ambiente e à forma como a vida dessa criança é conduzida.
Então, o bruxismo pode ser considerado uma reação frente a situações vividas, da maneira como são vividas.

Vamos começar agora?
• Cuide de todas as formas que puder, para que seu filho consiga ter boa sucção, respiração, mastigação, deglutição e digestão;
• Proporcione oportunidades de brincadeiras adequadas à faixa etária da criança;
• Olhe atentamente para o ambiente das relações em seu lar e faça as mudanças necessárias para que ele sinta que o mundo é bom;
• Limpe o ambiente doméstico de sons altos, programas agressivos e impróprios para uma criança (novelas, filmes e jornais televisivos);
• Reveja a maneira como você se comunica com seu filho: fala crítica, repleta de julgamentos, voz sem entonação que demonstre carinho, alegria ou confiança;
• Observe melhor quais são as exigências e cobranças destrutivas que têm sido impostas a este ser em formação, que apenas deseja sentir-se amado;
• Reflita sobre o que essa criança vai se lembrar de sua infância na fase adulta;
Intelectualização precoce, alfabetização prematura, conceitos abstratos ressecam a alma infantil, desvitalizam as crianças.

E finalmente!

Caso você não coloque limites adequadamente, o que seu filho REALMENTE ESPERA QUE VOCÊ FAÇA, a resposta será esse transbordamento, essa insegurança, essa agitação por sua ausência, seu não posicionamento firme. E amoroso.

Podemos ajudar muito na busca do equilíbrio, diminuindo ou até mesmo acabando com as manifestações do bruxismo, mas as modif**ações no âmbito das relações é imprescindível para a solução do Bruxismo.

Maria Leonor Bueno Rocha
Mestre e Especialista em DTM e Dor Orofacial
Odontopediatra

A Dor Miofascial está em íntima relação com as emoções.                                      Entenda o por quê!
13/07/2017

A Dor Miofascial está em íntima relação com as emoções.
Entenda o por quê!

SENTIMENTOS E EMOÇÕES à FLOR DA PELE

As emoções são o resultado da nossa percepção diante das circunstâncias da vida, sejam positivas ou negativas, sendo que essas últimas quando mal administradas podem causar desequilíbrios como depressão, estresse, acessos de fúria, síndrome do pânico etc... Devemos entender, porém, que a raiva, o medo e a tristeza são sentimentos naturais do ser humano e, na verdade, não devem ser reprimidos, mas observados para percebermos o que estão tentando nos mostrar. Geralmente, esses sentimentos estão ligados a aspectos da nossa personalidade que precisam vir à tona, serem compreendidos e trabalhados para que a partir daí possamos agir de forma mais equilibrada.
Devemos nos observar sempre e nos questionarmos de forma objetiva, numa postura de receptividade e abertura para as revelações que possivelmente teremos sobre nós mesmos. O medo, por exemplo, é um sentimento primitivo ligado ao instinto de sobrevivência, mas também está ligado à ilusão de separatividade, ao não-reconhecimento da nossa origem. Isso resulta de certa maneira em baixa autoestima, sensação de desamparo, abandono e fragilidade diante das questões da vida
As noites em claro enfraquecem as defesas naturais do organismo, prejudicam a produção de alguns hormônios e estão intimamente vinculadas à reincidência da depressão.
Estresse nada mais é do que uma descarga bioquímica que prepara o corpo para a ação.
O reflexo automático diante de um problema está nos nossos genes para evitar que sejamos feridos.

Cérebro
Fase de alerta:
Recebe doses mais altas de substâncias químicas excitatórias — como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. O pensamento e os reflexos são aguçados e as pupilas se dilatam para melhorar a visão.

Estágio crônico:
Há liberação do hormônio do estresse (cortisol) que acelera o funcionamento do coração e dos pulmões. Em excesso, causa danos no hipocampo e prejudica o raciocínio.

Respiração
Fase de alerta:
F**a mais rápida para levar oxigênio extra ao sangue.
Estágio crônico:
F**a ainda menos profunda, reduzindo a entrada de ar. Essa respiração superficial deixa a pessoa mais ansiosa e ofegante. Tal estado pode agravar crises de asma ou outras doenças respiratórias.

Músculos
Fase de alerta: recebem sangue e oxigênio acima do normal e se contraem para melhorar a performance durante a ação. É como se o corpo se preparasse para uma luta, com o aumento da potência muscular.

Estágio crônico: a tensão constante causa dores, principalmente no pescoço, costas e ombros, e um cansaço exagerado.

A dor miofascial é causada por estresse anormal sobre os músculos. É uma condição de dor crônica que afeta as fáscias (tecido conjuntivo que recobre os músculos). A dor miofascial tende a ocorrer em pontos-gatilho (Pg), que são pontos de inflamação dentro dos músculos)), permanecendo localizada. O padrão de dor e sensibilidade referidas do paciente ( a inflamação é num local mas a dor se reflete à`distancia) é frequentemente fundamental para identif**ar o(s) músculo(s) responsável(s) pela síndrome da dor miofascial.

A dor miofascial é frequentemente causada por tensão, espasmo ou fadiga também dos músculos mastigatórios. O ranger dos dentes, o apertamento da mandíbula, estão relacionados com a dor miofascial e podem provocar terríveis dores de cabeça.

Nos pacientes com dor crônica, o sistema nervoso simpático ajusta-se à condição dolorosa, com redução da hiperatividade.
Entretanto, várias alterações psicológicas e de outras origens frequentemente se desenvolvem, incluindo aumento da irritabilidade, depressão mental, preocupação com o corpo e afastamento dos interesses externos.
Também os distúrbios emocionais são frequentes, como a angústia exagerada, a ansiedade e a depressão.
O choque também pode fazer com que as pessoas se isolem e se sintam solitárias.

Dor de cabeça constante, grande incômodo ao mastigar, zumbido no ouvido e irritabilidade fácil são sintomas de um problema pouco conhecido, mas que apresenta, só no Brasil, sete milhões de novos casos por ano.
A disfunção, conhecida como DTM, está entre as que mais colaboram com a queda de qualidade de vida e se torna um tormento.

FATORES DESENCADEANTES DAS CEFALEIAS TIPO TENSIONAL:

Tensão emocional, estresse, ansiedade e depressão.
Mas a relação entre causa e efeito ainda não está clara.
A tensão emocional é o fator desencadeante mais comum, ocorrendo com a mesma frequência na cefaleia tipo tensional (CTT) e na enxaqueca.
Na cefaleia tipo tensional crônica, estudos têm demonstrado altos níveis de ansiedade e depressão.

INVISTA NA RESPIRAÇÃO

É a professora de ioga Márcia de Luca quem ensina uma forma de equilibrar a mente por meio da respiração. “Sente-se com a coluna ereta e os olhos fechados. Então, com o dedão da mão direita, obstrua a narina direita e inspire pela esquerda. Depois, faça o mesmo movimento ao contrário. Esse é um ciclo de respiração, que acalma a mente e equilibra os dois hemisférios do cérebro”, diz. Para tirar proveito, repita por dez vezes.

Respiração diafragmática, Terapia do Sono Induzido, exercícios de Post Self Regulation (PSR) , são métodos usados para a terapia de uma DTM instalada.
Só um especialista em DTM e Dor Orofacial após os exames necessários para um diagnóstico correto, poderá iniciar com você um tratamento para DTM, que pode causar uma cefaleia tipo tensional cronica, ou seja, dores de cabeça terríveis.

TENHA INTERESSES DIVERSOS

Identifique atividades, áreas, formas de lazer, projetos, enfim, situações que lhe despertem interesse e que sejam variadas. Invista nessas atividades, reserve tempo para elas, aprenda a dividir o espaço das suas tarefas obrigatórias com as de seu interesse, dando importância e reconhecendo o papel delas em sua vida.

O QUE VOCÊ GANHA:

Como explica Miriam Fernandes, “ter interesses diversos ajuda a passar por momentos críticos em áreas que estão problemáticas num determinado momento”. O investimento de energia em atividades diversas garante que você não se tornará refém de problemas num pedaço específico da vida. Afinal, há mais aspectos importantes no seu dia-a-dia do que somente um. E, certamente, muitas outras partes da sua vida estarão melhores do que a que está em crise, permitindo que você possa direcionar sua energia para horizontes alternativos. E, no caso do lazer, que pode compor uma das partes de seus interesses variados, Renato Cobra aconselha.
Portanto, para lidarmos com as emoções, precisamos estar centrados e serenos, buscando com calma compreender essas lições. Não podemos nos deixar levar por ondas emotivas e tomarmos atitudes puramente instintivas. É preciso respirar fundo e serenar a mente tentando visualizar as questões sob um ângulo impessoal e intuitivo.

Assim sendo, vamos respirar fundo, acalmar o nosso coração e dizer para nós mesmos quando estivermos com as emoções à flor da pele: "Calma... tudo passa"... Vamos deixar que os sentimentos esfriem antes de tomarmos qualquer decisão. Vamos nos lembrar de que é importante diminuir o fluxo das emoções para que não se transformem em turbilhões incontroláveis.

Dra. Maria Leonor Bueno Rocha
Mestre e Especialista em DTM e Dor Orofacial
Odontopediatra

02/04/2017

Endereço

Rua 13 De Maio, 1698
Pirassununga, SP
13631-030

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 11:30
13:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 11:30
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Quarta-feira 08:00 - 11:30
13:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 11:30
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Sexta-feira 08:00 - 11:30
13:00 - 18:00

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