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rosesantos.terapeuta Terapeuta TRG. Especialista em transtornos emocionais graves. ansiedade, depressão, toc e outros.

Eu pensava que já tinha vivido tudo o que poderia viver. Inclusive uma perda devastadora para mim: meu esposo. Depois di...
04/08/2025

Eu pensava que já tinha vivido tudo o que poderia viver. Inclusive uma perda devastadora para mim: meu esposo. Depois disso, nunca mais fui a mesma.

A vida havia perdido completamente a graça. Além da depressão profunda que se instalou, desenvolvi insônia severa e passei a sofrer com constipação crônica. O pior de tudo era que eu julgava isso como "normal" - como se não houvesse solução possível para tanto sofrimento.

Uma conhecida, percebendo minha situação, me apresentou à TRG. Confesso que não depositei muita esperança no início. Mas minha terapeuta demonstrou uma paciência extraordinária comigo. Nas primeiras sessões, comecei a me sentir um pouco melhor, embora ainda sem grandes transformações visíveis.

Até que chegou a nona sessão. Simplesmente não consegui acreditar no que aconteceu! Descobri a verdadeira raiz do meu problema intestinal: estava conectado à perda da minha mãe, uma dor que eu carregava há anos sem perceber. A partir dessa descoberta, não é que voltei a evacuar normalmente - foi uma mudança completa!

Ainda não finalizei meu processo terapêutico, mas já estou radiante com os resultados obtidos. Antes, eu não conseguia andar sem muleta, e agora já consigo dar vários passos sem ela. Meu corpo está literalmente se curando junto com minha alma.

Estou ansiosa para continuar nessa jornada extraordinária de transformação e cura que é a TRG. Ela me devolveu a esperança de que a vida ainda pode surpreender, mesmo depois de tantas perdas.

No dia 9 de junho deste ano, finalizei meu processo terapêutico com a TRG. E agora posso dizer, com todo o meu coração: ...
04/08/2025

No dia 9 de junho deste ano, finalizei meu processo terapêutico com a TRG. E agora posso dizer, com todo o meu coração: me sinto livre dos meus traumas. O protocolo me descongelou emocionalmente. Foram muitas dores, mas todas elas ficaram no passado.

Quando olho para trás, vejo a mulher que eu era: Estressada, muito ansiosa, extremamente impaciente. E eu jamais imaginaria que tudo isso era fruto de uma carência afetiva profunda (causada por traumas que eu carregava sem perceber).

Passei por todo tipo de assédio: Moral, sexual, psicológico… E cada uma dessas marcas foi tratada ao longo das sessões. Por isso eu digo: não tenha medo de enfrentar o que o seu inconsciente registrou.

Essas dores não somem sozinhas. Elas precisam ser reprocessadas. O reprocessamento liberta. Com ele, a vida ganha mais serenidade, mais leveza, mais plenitude.

Sim… dói. Mas também liberta. Se proponha a buscar sua cura emocional. Reprocesse suas dores. É uma oportunidade única de se sentir segura. E, finalmente, em paz. Vale muito a pena.

Minha vida sempre seguiu um curso comum, sem grandes acontecimentos. Mas tudo mudou com a chegada da vida adulta.Aos 18 ...
01/07/2025

Minha vida sempre seguiu um curso comum, sem grandes acontecimentos. Mas tudo mudou com a chegada da vida adulta.

Aos 18 anos, vi meu mundo virar de cabeça para baixo. Estava prestes a entrar na faculdade, vivendo todas as emoções à flor da pele. Achei que esse momento guiaria meu futuro de uma forma especial… e guiou. Mas não da maneira que eu imaginava.

Ao atingir a maioridade, me tornei órfã. Perdi meu pai e minha mãe de uma só vez. Isso me destruiu.
Segui a vida, pelo menos na aparência. Aos 27 anos, já formada em Arquitetura, me sentia constantemente insatisfeita. A tristeza me acompanhava, mesmo que poucos percebessem. E, na minha profissão, me sentia incapaz.Cheguei ao meu limite. Não via mais saída… até encontrar a TRG.

Já estou na nona sessão e as mudanças são nítidas. Através dos métodos cronológico e somático, resgatei vivências que me mostraram o quanto eu estava ferida. E percebi como isso se refletia na minha baixa autoestima e em tantos outros aspectos da minha vida.

Pela primeira vez, entendi: eu não era culpada. E não precisava me punir, me sabotar ou achar que não merecia o melhor.Isso mudou tudo.

Graças à TRG, hoje posso dar esse depoimento com um sorriso no rosto e uma notícia incrível: fui aprovada no processo seletivo de uma multinacional! ✨

A TRG salva vidas!

Me sentir capaz sempre foi um desafio. Mesmo com tudo que conquistei ao longo da vida, parecia que nada era suficiente. ...
26/06/2025

Me sentir capaz sempre foi um desafio. Mesmo com tudo que conquistei ao longo da vida, parecia que nada era suficiente. Aos olhos dos outros, sou um jovem promissor: tenho 24 anos e já sou formado em Medicina Veterinária, uma área que amo. Mas, por dentro, eu me sentia travado. Esse sentimento tomou conta de mim até o ponto de precisar me afastar do trabalho.

Foi nesse momento, sem saber mais o que fazer, que conheci a TRG através da minha mãe, que já fazia sessões com uma terapeuta TRG. Pensei: “Por que não tentar?”.

Ainda estou no primeiro método, o cronológico, e já consigo enxergar e reprocessar traumas emocionais que nem imaginava ter. Ao fazer o filme dos meus 0 a 5 anos de idade, descobri algo essencial: uma memória de quando uma professora gritava comigo, dizendo palavras desmotivadoras. Antes, eu não entendia por que o autoritarismo me tirava do controle e despertava tanta raiva. Hoje, sei que essa reação estava ligada a um trauma não resolvido. Naquele momento da infância, eu não consegui reagir, e meu cérebro registrou isso. Agora, sempre que vivencio algo semelhante, essa emoção volta à tona.

Com a TRG, estou reprocessando essas memórias e liberando os sentimentos presos. Pela primeira vez, sinto que o problema está sendo tratado na raiz. Sei que estou no caminho certo e que, a cada sessão, estou mais livre para viver plenamente!

Desde pequena, lidei com um relacionamento tumultuado com meu pai, que plantou as sementes de inúmeros problemas emocion...
17/06/2025

Desde pequena, lidei com um relacionamento tumultuado com meu pai, que plantou as sementes de inúmeros problemas emocionais em mim. Essa relação instável me levou a desenvolver ansiedade e depressão desde cedo, sempre temendo ser abandonada ou substituída, o que sabotava qualquer tentativa de estabelecer conexões duradouras com outras pessoas.

Durante minha adolescência, esse isolamento se tornou ainda mais pronunciado, me deixando sem suporte em um período crucial para o desenvolvimento social. Com o tempo, essa dificuldade se estendeu para minha vida profissional, agravando minha saúde mental.

Embora cética quanto à terapia, fui convencida por um colega de trabalho a buscar ajuda. Relutante, decidi tentar a TRG, sem esperar muito.

Para minha surpresa, já na primeira sessão, tive revelações significativas sobre a origem dos meus medos de rejeição e abandono, que estavam diretamente ligados à partida do meu pai na minha infância, a formação de uma nova família e a mudança para outra cidade, o que intensificou meu sentimento de abandono.

Através da TRG, comecei a entender os esforços de reconciliação do meu pai ao longo dos anos, e como eu os rejeitei, bem como a amizade que meu irmão tentou estabelecer comigo. Fui eu quem manteve a distância, afastando aqueles que tentavam se aproximar.

Após seis sessões intensas de TRG, consegui superar essas barreiras. Hoje, estou reconstruindo minha relação com meu pai e meu irmão, chegando ao ponto de planejarmos atividades juntos, como pescar. Também estou aprendendo a me abrir para novas amizades e a interagir de forma saudável com as pessoas ao meu redor.

Sou grata pela TRG, que me ajudou a reavaliar e renovar minha vida emocional, me permitindo viver com menos medo e mais conexões verdadeiras.

Aos 9 anos fui acolhido por uma tia que se tornou tudo para mim - mãe e pai ao mesmo tempo. Meus pais biológicos viviam ...
17/06/2025

Aos 9 anos fui acolhido por uma tia que se tornou tudo para mim - mãe e pai ao mesmo tempo. Meus pais biológicos viviam em constante conflito, e o ambiente doméstico era tão tóxico que minha tia decidiu me levar para morar com ela, para me proteger daquela atmosfera destrutiva.

Cresci em um ambiente amoroso, cercado de primos, e tive uma infância feliz. No entanto, durante a adolescência, comecei a desenvolver uma fobia social paralisante que me isolava e impedia de participar de atividades normais para alguém da minha idade. A ansiedade era tão intensa que chegava a evitar ir à escola e qualquer interação social era um tormento para mim.

Com o tempo, essa ansiedade evoluiu para comportamentos autodestrutivos. Eu comecei a me mutilar como forma de lidar com a dor emocional insuportável que sentia toda vez que tinha que interagir com os outros. Era uma luta diária contra o desejo de desaparecer para escapar do meu próprio sofrimento.

Vendo meu estado se deteriorar, minha tia, desesperada por uma solução, consultou uma amiga terapeuta que trabalha com a TRG. Inicialmente relutante e temeroso, fui convencido a tentar a terapia, atraído pela promessa de que não precisaria expor verbalmente meus traumas.

As sessões de TRG foram transformadoras. Durante o reprocessamento, experimentei dores físicas e emocionais intensas, mas também comecei a compreender e a resolver as origens profundas da minha fobia social. A cada sessão, me sentia livre das dores do meu passado, perdoei meus pais e gradualmente reconstruí minha capacidade de interagir socialmente sem medo.

Hoje, vivo uma vida que nunca pensei ser possível. Desfruto de uma adolescência repleta de amizades e experiências, livre das sombras que antes dominavam minha existência. A TRG não apenas salvou minha vida, mas me deu uma vida nova para viver. Serei eternamente grato por essa segunda chance.

Há alguns anos, me vi perdida, sem entender uma porção de sentimentos perturbadores, uma inquietação dentro de mim, e um...
29/03/2025

Há alguns anos, me vi perdida, sem entender uma porção de sentimentos perturbadores, uma inquietação dentro de mim, e uma insônia que me encontrava quase todas as noites. Até esse momento, ainda era desconhecido o que estava por vir…

Procurei um clínico geral, que me pediu alguns exames e me receitou remédios para dormir e para crises de ansiedade. E me orientou a procurar ajuda de um psiquiatra, já que nada foi detectado nos meus exames.

Imaginei que, ao começar a tomar os remédios, as coisas fossem voltar ao normal. Mas não foi isso que aconteceu. Os remédios até ajudaram a minimizar tudo o que eu sentia, mas não resolveram de fato. E, quando dei por mim, estava dependente deles. Se eu passasse um dia sem tomar, sentia uma crise de abstinência enorme.

Eu não aceitava que aquilo iria fazer parte da minha vida, então busquei ajuda de outros profissionais, procurando outras formas de me curar. E foi nesse momento que encontrei a TRG.

Com a Terapia de Reprocessamento Generativo tudo começou a fazer sentido. Entendi que tudo o que somos hoje é reflexo do que vivemos no passado. Nossos traumas e dores permanecem dentro da gente, trazendo sofrimentos que, muitas vezes, não entendemos.

Somos prisioneiros do nosso inconsciente.

Com a TRG, pude me libertar, com poucas sessões, do que me atormentou durante anos, mesmo que eu não soubesse disso. E, finalmente, o quebra-cabeça começou a se encaixar.

A TRG é como um acerto de contas com você mesmo. Ela traz à luz tudo o que te faz sofrer, e te faz sentir aquela dor até que ela pare de doer. É, acredite, isso acontece! Quando você menos esperar, já não dói mais.

A TRG me devolveu a minha essência. Sei que ainda posso ter alguma crise, mas hoje sou mais forte e sei que sou capaz de enfrentá-las. Além disso, estou cada dia mais certa de que chegarei ao ponto de parar completamente com os medicamentos.

Agradeço muito à minha terapeuta, por sua persistência e seu ótimo trabalho, que me ajudaram a descobrir a raiz dos meus problemas, e me permitiram cortar todo esse mal, me permitindo ser uma mulher livre, feliz, confiante e realizada.

Nunca imaginei que algo pelo qual sempre sonhei pudesse me trazer tantos transtornos. Mas foi exatamente isso que aconte...
14/03/2025

Nunca imaginei que algo pelo qual sempre sonhei pudesse me trazer tantos transtornos. Mas foi exatamente isso que aconteceu no meu casamento.

Assim que começamos a ter relações se***is, um problema se mostrou presente: dor intensa durante o ato e, depois, episódios recorrentes de infecção urinária. Isso persistiu por dois meses.

Mesmo nos amando muito, era impossível ignorar essa situação. Havíamos idealizado uma vida juntos e, naturalmente, uma vida sexual ativa fazia parte desse plano. Para tentar resolver, busquei ajuda profissional. Passei por várias ginecologistas, fiz inúmeros exames, mas ninguém conseguia identificar a causa do problema.

Já estava desacreditada. Meu esposo sempre foi muito carinhoso e paciente, mas sabíamos que não podíamos continuar assim. Foi então que vi um vídeo do Professor Jair falando sobre transtornos ligados ao vaginismo (dor intensa durante a penetração). Na hora, me identifiquei.

Percebi que precisava cuidar das feridas emocionais que estavam por trás dessa condição. Foi quando decidi iniciar a Terapia de Reprocessamento Generativo. Para a minha surpresa. Ou melhor: para a nossa felicidade, senti os primeiros resultados já na primeira sessão.

Com a TRG, entendi que o inconsciente é atemporal. Ou seja, meus traumas do passado estavam se manifestando no meu presente, afetando minha relação sem que eu compreendesse a origem desse sofrimento. Mas, ao passar pelos protocolos, descobri que essa dor estava ligada a abusos que sofri e dos quais não me lembrava conscientemente.

A TRG resolveu! Hoje posso viver exatamente o que sempre esperei do meu casamento: uma vida conjugal sem traumas, mais leve e mais feliz.

Raiva. Esse foi o sentimento que guiou minha vida por muitos anos. Eu não sabia de onde ela vinha, qual era sua origem. ...
14/03/2025

Raiva. Esse foi o sentimento que guiou minha vida por muitos anos. Eu não sabia de onde ela vinha, qual era sua origem. A ausência de uma explicação me angustiava tanto que passava horas me perguntando se isso fazia de mim uma pessoa ruim. Mesmo sabendo que poderia estar ligada aos meus traumas emocionais, eu não conseguia afastar essa dor. A cada dia, me sentia mais amarga. O pior: isso afastava todos ao meu redor.

“Como posso ser tão ingrata?”, esse pensamento me perseguia. Eu era casada com um homem bom, que me respeitava e amava, mesmo quando eu era agressiva sem motivo. A raiva era maior do que eu. Eu não conseguia controlá-la. “Esse meu jeito vai acabar com meu casamento!”, pensei inúmeras vezes.

Estava me tornando uma pessoa destrutiva. Tudo ao meu redor era afetado. Já não aguentava mais. Até que, um dia, navegando em uma rede social, encontrei uma terapeuta TRG.

Foi quando minha vida começou a mudar. Durante o processo, minha terapeuta me guiou pelos cinco métodos. Ainda no método cronológico, revivi memórias que nem imaginava. Fui desafiada a enxergar as pancadas emocionais que originaram meus traumas e me aprisionaram no tempo.

Já se passaram pouco mais de dois meses, e as mudanças são evidentes. Aquela mulher reativa, sempre pronta para ser agressiva (o que hoje entendo como um mecanismo de defesa), não existe mais. Tudo foi reprocessado! Agora, vivo um casamento tranquilo. Não é que os desafios da vida tenham desaparecido, mas com a minha vida salva pela TRG, eu consigo parar, pensar e agir de forma consciente. Consigo controlar minha raiva e, finalmente, agir como adulta.

Em 2024, após alguns episódios de ansiedade, decidi iniciar sessões com uma terapeuta TRG. Já não dava mais para convive...
23/02/2025

Em 2024, após alguns episódios de ansiedade, decidi iniciar sessões com uma terapeuta TRG. Já não dava mais para conviver com tantos medos. E o pior: eu não podia permitir que minhas marcas emocionais afetassem minhas filhas. Se é que já não haviam afetado.

Por não me sentir merecedora, muitas vezes aceitei muito pouco da vida. Isso impactou todas as áreas, inclusive a amorosa.

Ainda na adolescência, me envolvi com um rapaz que não me queria. Esse relacionamento conturbado me trouxe meu primeiro grande amor: minha filha mais velha. Mas essa felicidade não veio acompanhada de parceria. Logo após o nascimento dela, o pai decidiu não fazer parte de sua vida. Essa ausência gerou uma dor profunda, acompanhada de culpa. Infelizmente, essa não foi a primeira e última vez. Anos mais tarde, tive minha filha mais nova com outro homem. Pensei que seria diferente, mas a história se repetiu.

Conforme as meninas cresciam, comecei a temer que o mesmo pudesse acontecer com elas. Isso me trouxe angústias intensas e me fez reviver traumas que eu havia lutado muito para esquecer. O resultado? Crises e mais crises de ansiedade. Eu precisava me curar para não passar adiante essa dor.

Assim que comecei a Terapia de Reprocessamento Generativo, tudo fez sentido. Percebi que, por mais que tentasse esquecer meus traumas de infância, eles continuavam alimentando um ciclo de compulsão à repetição. Era como se minha mente tentasse revivê-los na esperança de superá-los. Mas, na realidade, isso só me levava ao colapso. Algo que finalmente consegui resolver com o reprocessamento.

Graças à TRG e à minha terapeuta, passei por todas as etapas. Inclusive a de potencialização, que me ajudou a me imaginar no futuro, conquistando meus objetivos. Isso tirou de mim a baixa autoestima que, por tanto tempo, foi parte da minha identidade.

E os resultados desse investimento em mim chegaram: minha filha mais nova voltou a ter contato com o pai e, agora, pela primeira vez, tenho um relacionamento saudável.

Por anos, vivi em um relacionamento que me sugava emocionalmente, onde me sentia cada vez mais apagada e insignificante....
28/01/2025

Por anos, vivi em um relacionamento que me sugava emocionalmente, onde me sentia cada vez mais apagada e insignificante. O desrespeito do meu marido e suas mentiras constantes me quebraram em pedaços, levando embora minha confiança. A insegurança tomou conta de mim, e eu passei a acreditar que aquela era a vida que eu merecia.

Fiz de tudo para salvar nosso casamento, fechando os olhos para as evidências de que aquilo estava me destruindo. Mesmo quando a dor parecia insuportável, me agarrava à ideia de que poderia consertar algo que, no fundo, já estava perdido. Mas, ao longo desse processo, fui perdendo a minha essência e me desconectando de quem eu realmente era.

Foi nesse momento de desespero que ouvi falar sobre a TRG. Depois de muito resistir, decidi dar uma chance. Na primeira sessão, fui tomada por uma mistura de ansiedade e esperança. Aos poucos, comecei a acessar as partes de mim que estavam soterradas sob camadas de dor e ressentimento.

A cada sessão, fui me desprendendo das crenças que me mantinham presa. Descobri que o medo de ficar sozinha e a necessidade de agradar aos outros vinham de muito antes do meu casamento. Essas descobertas foram difíceis, mas também libertadoras. Percebi que minha felicidade nunca deveria depender de outra pessoa e que o amor-próprio precisava ser a base de tudo.

Com o passar das semanas, comecei a me sentir mais confiante e determinada. Reconstruí minha autoestima, reconheci o meu valor e entendi que era capaz de tomar as rédeas da minha vida novamente. Foi então que tomei a decisão mais importante: colocar um ponto final em um relacionamento que não me fazia bem.

Hoje, vivo uma vida que reflete quem eu realmente sou. Me sinto mais forte, mais segura e, acima de tudo, mais feliz. Sei que ainda tenho desafios pela frente, mas agora estou equipada para enfrentá-los com coragem e determinação. 

Sou eternamente grata à TRG e à terapeuta que me guiou nesse processo e me ajudou a ver que a felicidade não está em agradar os outros, mas em respeitar e amar a mim mesma. Minha vida é prova de que é possível recomeçar e ser plenamente feliz.

Endereço

Regis Pacheco
Piritiba, BA
44830-000

Telefone

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