Dra Leila Ap. Pelepiu Landgraf

Dra Leila Ap. Pelepiu Landgraf Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dra Leila Ap. Pelepiu Landgraf, Médico/a de família, Rua João Gonçalves Padilha, 257 Centro, Pitanga.

20/08/2022

A síndrome de Gilbert foi originalmente descrita em 1901, e sua prevalência é de aproximadamente 8% na população geral.

É caracterizada por uma hiperbilirrubinemia leve, não conjugada em níveis que raramente excedem 4 mg / dL, função hepática normal e histologia
hepática que é também normal, além de um aumento modesto na lipofuscina
pigmento em alguns casos.

Além de icterícia leve em alguns pacientes, o exame físico também é normal.

O diagnóstico da síndrome de Gilbert é mais frequentemente clinicamente com
base em hiperbilirrubinemia indireta leve, na ausência de outras causas.

Fonte: Schiff's Diseases of the Liver, 20th ed.


17/02/2022

A menopausa é a data em que ocorre a última menstruação nas mulheres, por volta dos 45 a 55 anos de idade. O termo menopausa é, muitas vezes, confundido com o climatério, que é a fase de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o não reprodutivo na vida da mulher. Para diagnosticar essa fase que é marcada pela queda do hormônio feminino estrógeno e consequente aumento dos hormônios hipofisários LH e FSH, basta uma coleta de sangue. Com a diminuição progressiva dos hormônios femininos, a maioria das mulheres começa a ter sintomas como ondas de calor, suores noturnos, insônia, diminuição da libido, irritabilidade, depressão e ressecamento vaginal. Além disso, há uma diminuição da massa óssea e risco aumentado para o aparecimento da osteopenia e osteoporose.

Dra. Rosalinda Camargo - Doutorado em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP e médica assistente da Unidade de Tireoide do Hospital das Clínicas, especialista no diagnóstico e tratamento de doenças da tireoide. - (11) 3097-9854 / 4800-9065 / 96171-5333

22/01/2022

Relembro aqui uma sessão de perguntas e respostas nos Stories e essa resposta, que julgo importante. 👉O maior desafio hoje é convencer as pessoas que é uma doença crônica e recorrente, e de muito difícil tratamento e, sendo assim, necessita tratamento crônico (seja ele ́ciosfísicos mudança de comportamento, medicações ou o que for). Se acharmos que tratar a obesidade é perder peso, apenas, esquecendo da manutenção, o insucesso é quase certo. 👉Talvez tenha faltado falar que obesidade é uma doença metabólica (em que o corpo defenderá o peso máximo) com componente genético importante, e não um problema psicológico individual, como muitos ainda pensam (inclusive médicos). Claro, há fatores psicológicos, culturais e sociais envolvidos, e isso na verdade torna o tratamento ainda mais complexo, pois também não é só tratar a fisiologia. 👉Mas entender essa complexidade pode ajudar pessoas a buscar tratamento profissional sem se envergonharem disto; ajudar a médicos não especialistas a encaminhar os pacientes para tratamento ou pelo menos não criticar tratamentos em andamento (acreditem se quiser, mas é comum pacientes me contarem que ouviram de outros médicos criticando e desencorajando meu tratamento). 👉Há um longo caminho a percorrer. Há alguns anos, em um artigo em uma das revistas de Medicina mais importantes do mundo (JAMA), o estigma aparece quando um médico diz que resolver problemas de saúde da população é fácil, basta cada um comer 300 kcal a menos por dia (ou não comer após o jantar). 👉Se mesmo no meio acadêmico ouvimos isso, imagine como é difícil mudar o cenário. 👉Acredito que obesidade deve ser disciplina obrigatória na faculdade de medicina (é rara uma faculdade que tem apenas uma aula nos 6 anos sobre o tema, apenas de mais de 50% da população estar acima do peso). 👉Enquanto isso, devemos seguir nosso trabalho de formiguinha na Internet, fornecendo informação de qualidade sobre o assunto!

16/01/2022

Começo de ano é uma época propícia para traçar metas? Se o objetivo for perder peso, leia esse texto. 👉É comum receber pacientes que querem saber, na primeira consulta, qual a meta de perda de peso inicial e final, velocidade de perda de peso, etc; ou pacientes que determinam uma meta (em geral bem ambiciosa) e se frustram em não atingi-la, mesmo quando foram bem. 👉A questão é que resultados não dependem somente da nossa vontade: há a fisiologia. E eu, como médico, digo sempre que há muitas variáveis em jogo para saber, na primeira consulta, qual será a velocidade de perda de peso. 👉Ao mesmo tempo, vejo pacientes que se impõem metas de resultados, mas tratam as atitudes de maneira mais relaxada: “estou tentando controlar minha alimentação”, “estou tentando ir mais na academia”. Esse gerúndio que implica algo vago, não ajuda, e pode significar na prática que as mudanças foram muito pequenas para um resultado real. 👉Muito melhor que traçar metas dos resultados é traçar as metas das atitudes: vou 4x na semana na academia durante 1 hora; vou seguir os plano alimentar do nutricionista de X calorias com uma refeição livre na semana; vou reduzir o consumo de álcool a 1x na semana; e assim por diante. 👉Tendo metas de atitudes, que dependem de nós (o que não significa que sempre sejam fáceis de seguir) torna muito mais provável atingir bons resultados no longo prazo. Ao mesmo tempo, permite que os objetivos finais possam ser redefinidos de acordo com o que é possível: se mudei muito meus hábitos, estou mais ativo, mas ainda estou longe do meu “ideal”; talvez seu “ideal” não seja aquele e sim esse onde você está! Pense nisso!

28/04/2021

Existem 3 tipos principais de diabetes, o tipo 1, tipo 2 e o diabetes gestacional.

Diabetes tipo 1
O diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença do sistema imunológico onde ocorre a destruição das células beta do pâncreas que produzem insulina.
Nesse caso, é preciso usar insulina em injeções diárias para regularizar o metabolismo do açúcar. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Diabetes tipo 2

O diabetes do tipo 2 (DM2) pode ter um carater hereditário. Mas os principais causadores na atualidade são a obesidade e o sedentarismo. Merece atenção especial o excesso de gordura na região do abdome. Até 90% dos portadores de diabetes tipo 2 estão acima do peso no momento do diagnóstico e sua ocorrêncai é maior após os 40 anos de idade.
Os diabéticos tipo 2 têm uma resistência à ação da insulina e, muitas vezes, produzem esse hormônio em quantidade suficiente.
O DM2 é 10 vezes mais comum que o DM1 e os tratamentos incluem dieta, exercícios, medicamentos orais, medicamentos injetáveis e insulina.

Diabetes gestacional
É o aumento das taxas de glicose que surge pela primeira vez na gestação. Está associada ao excesso de peso da gestante, tendência familiar ao diabetes e gravidez em idade avançada.
As mulheres que desenvolvem diabetes gestacional têm maior chance de desenvolver diabetes tipo 2 imediatamente ou mesmo anos após o parto.

21/04/2021

Ascite é a presença de líquido livre na cavidade abdominal. Quando presente, sua causa deve ser investigada, antes mesmo de se considerar tratamento.

A investigação da ascite tem início pela avaliação clínica (anamnese e exame físico), exames laboratoriais (te**es bioquímicos hepáticos) e de imagem (ultrassonografia).

Todos os pacientes com ascite devem ser submetidos a uma paracentese diagnóstica com análise do líquido ascítico para proteínas totais e albumina, celularidade total e diferencial e cultura. Essa análise permite o cálculo do (Gradiente Albumina Soro-Ascite) para diagnóstico diferencial da sua causa.

A figura demonstra causas prováveis de ascite de acordo com o GASA.

20/04/2021

As calcificações hepáticas têm sido cada vez mais identificadas na última década devido ao uso difundido de imagens de tomografia computadorizada (TC) de alta resolução.

As calcificações podem ser vistas em um vasto espectro de doenças comuns e incomuns, de benignas a malignas, incluindo lesões císticas, massas neoplásicas sólidas e lesões focais inflamatórias.

Embora as aparências morfológicas das lesões, por si só, não permitam uma
diagnóstico, a associação com outros achados de imagem, apresentação clínica e laboratorial podem indicar o diagnóstico correto ou estreitar o diagnóstico diferencial.

A figura demostra várias possíveis causas de lesões calcificadas com diferentes apresentações radiológicas, de acordo com o padrão de realce pelo contraste dinâmico.

FONTE: Abdom Radiol (NY). 2021. doi: 10.1007/s00261-020-02924-6.

29/01/2021

Confira o posicionamento da sobre a vacinação contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) em pacientes com doenças da tireoide.

1 – Pacientes com hipotireoidismo, hipertireoidismo, doenças autoimunes tireoidianas, (tais como Tireoidite de Hashimoto e Doença de Graves), nódulos tireoidianos ou câncer de tireoide devem ser vacinados no grupo prioritário?

Não, até o momento não existem evidências que demonstrem que tais doenças da tireoide, aumentem o risco de morbidade ou mortalidade pela infecção do coronavírus. Uma exceção é o caso de pacientes com câncer avançado de tireoide e que estejam em quimioterapia.

2 – Existe alguma contraindicação específica, até o momento, para que pacientes com hipotireoidismo, hipertireoidismo, doenças autoimunes tireoidianas, (tais como Tireoidite de Hashimoto e Doença de Graves), nódulos tireoidianos ou câncer de tireoide sejam vacinados contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2)?

Não, até o momento as contraindicações são as mesmas aplicadas para a população geral. No presente momento, as recomendações são para se evitar vacinar pacientes com menos de 18 anos de idade, gestantes e aqueles com hipersensibilidade a um dos componentes da fórmula vacinal.

Não existem estudos que demonstrem impacto na evolução da doença autoimune tireoidiana após a vacinação contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

 3 – Pacientes em uso de pulsoterapia com corticoides para tratamento da orbitopatia de Graves, em uso de quimioterapia para câncer de tireoide ou em programação para radioiodoterapia devem ser vacinados?

Como é de conhecimento médico o uso de corticoides leva a um estado de imunossupressão. Não existem estudos que respondam a esta pergunta até o momento.

Entretanto, a decisão de realizar ou não a vacina deve ser compartilhada entre o médico e o paciente. Uma possibilidade seria aguardar o término do tratamento com corticoides para a aplicação da vacina. Em geral se evitam vacinas com vírus atenuados nesse grupo de pacientes.

Quanto ao uso de quimioterápicos (ou medicamentos para terapia alvo) no câncer de tireoide, reforçamos a ausência de estudos e que a decisão deve ser compartilhada entre o médico e paciente.

28/12/2020

A Sociedade Brasileira de Infectologia - SBI publicou uma atualização sobre suas recomendações no enfrentamento da Covid-19.

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