07/03/2021
Um paciente quando recebe o diagnóstico de um câncer, além do medo, insegurança em relação ao tratamento, questionamentos, se sente só.
A solidão de uma batalha que ele terá que travar sozinho, mesmo se contar com o apoio da família, amigos e equipe de saúde.
Uma solidão relacionada ao próprio estigma da doença.
As terapias integrativas podem perfeitamente complementar os tratamentos convencionais, primeiramente com a abordagem acolhedora.
O paciente oncológico não é visto apenas pelo fato de ter uma doença. Ele é acolhido como uma pessoa, com sentimentos, com sua família, seus desejos. E esse fato já pode reduzir seu sentimento de solidão.
E é importante que esse acolhimento se estenda à família. Quando alguém tem um câncer, a família adoece junto.
E quais terapias integrativas podem ser benéficas?
Alguns exemplos são : Reiki, meditação e técnicas de respiração , florais, cromoterapia, medicina tradicional chinesa e auriculoterapia, arteterapia, Fitoterapia, homeopatia, Antroposofia ampliada à saúde, entre outras.
As terapias aplicadas variam conforme estado geral do paciente, as que ele mais se sente bem e se beneficia dos resultados e avaliadas por equipe multidisciplinar.
São terapias que equilibram corpo,mente e emoções. Ajudam no processo de compreensão da doença, melhoram a imunidade, reduzem efeitos da quimioterapia e radioterapia.
Podem se estender à família, pois para cuidar é preciso ser cuidado.
Muitas já estão presentes no SUS e torço para que cada vez mais o acesso seja garantido a todos que precisam.
Lembrando que são terapias complementares e não substituem os tratamentos convencionais mas são grandes aliadas no tratamento.
Acredito nesse caminho onde a medicina se integra às terapias, onde o foco está no paciente e não na doença, pois quem tem uma família, amigos, um amor esperando é o paciente ❣