16/04/2026
Incontinência urinária após o parto é uma realidade possível —
mas não deve ser normalizada como consequência inevitável.
O parto pode, sim, impactar o assoalho pélvico.
Mas achar que isso “faz parte do processo de parto” é o que mantém muitas mulheres convivendo com o problema sem procurar ajuda profissional — um quadro que tem avaliação e tratamento específico.
Perda urinária ao tossir, rir, correr ou fazer esforço físico não deve ser ignorada.
É um sinal de que há alteração na sustentação ou na função da musculatura pélvica.
E aqui está o ponto mais importante:
quanto mais precoce a abordagem, melhores são os resultados.
Reabilitação do assoalho pélvico, mudanças de hábito e, em alguns casos, tratamento médico ou cirúrgico podem devolver qualidade de vida e segurança.
Medicina responsável não minimiza sintomas —
ela orienta, investiga e trata.
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Dr. Cloves Borges Correia
CRM-MG 20942 | RQE 9297