Leomar Giacchini Odontologia - Odontologia e Florais de Bach

Leomar Giacchini Odontologia - Odontologia e Florais de Bach Consultório odontológico onde realizo o tratamento da má oclusão e dores orofaciais, através de Practitioner Registrada no Bach Centre - Terapeuta Floral.

Filosofia de trabalho da Odontologia Sistêmica, com a visão integral da pessoa e tratamento com a técnica da Rebilitação Dinâmica e Funcional dos Maxilares.

08/1 = Ditadura nunca mais!!
08/01/2026

08/1 = Ditadura nunca mais!!

✝️
07/01/2026

✝️

Qualquer mãe hoje entraria em surto 🤍
04/01/2026

Qualquer mãe hoje entraria em surto 🤍

Imagine o silêncio branco de um inverno profundo. A neve cai lenta, cobrindo o chão como um lençol espesso, enquanto o ar corta a pele a –20 °C. Em meio a esse frio quase mítico, dezenas de berços repousam ao ar livre — e dentro deles, bebês dormem. Tranquilos. Protegidos apenas por mantas grossas, embalados pelo vento gelado de Moscou.

Hoje, a cena parece impossível, quase cruel. Mas em 1958, na capital da União Soviética, era não apenas aceita, mas encorajada.

A fotografia que atravessou o tempo registra esse instante: carrinhos alinhados no pátio de uma creche no distrito de Dzerzhinsky, pequenos corpos imóveis sob camadas de lã, e uma cuidadora vigilante, certificando-se de que o frio não ultrapassasse o limite do cuidado. Para o Estado soviético, o ar puro do inverno não era ameaça — era remédio. Acreditava-se que o frio fortalecia os pulmões, afastava doenças, aprofundava o sono e moldava desde cedo cidadãos mais resistentes, preparados para a dureza da vida.

Não era apenas ideologia. Havia também tradição.

Muito além da Cortina de Ferro, países do norte da Europa — Dinamarca, Suécia, Finlândia — cultivavam o mesmo hábito. E, surpreendentemente, ainda cultivam. Bebês continuam a dormir ao relento, mesmo no inverno, sob o olhar atento de adultos e a proteção adequada.

Décadas depois, a ciência começou a alcançar aquilo que a intuição já sussurrava: quando bem agasalhadas, crianças expostas ao ar fresco tendem a dormir melhor e a apresentar benefícios respiratórios. O frio, domado pelo cuidado, deixa de ser inimigo e se transforma em aliado.

Aquela imagem de 1958, então, não fala apenas de um tempo estranho ou de uma prática esquecida. Ela revela uma antiga confiança na natureza — e uma crença quase poética de que, desde o berço, o ser humano poderia aprender a respirar o mundo como ele é: frio, duro, mas cheio de vida.

02/01/2026

Wish You Were Here

02/01/2026

Meus amores foram muito provados neste ano , mas estão aprovados! Gratidão, família 🥰

Feliz Ano Novo 🎉
31/12/2025

Feliz Ano Novo 🎉

Saúde ❣️
31/12/2025

Saúde ❣️

Ela perguntou por que não podia brincar lá fora.
Ele não conseguiu dizer à filha de três anos que era porque ela estava morrendo.
Esta é a história de Robin Bush — e do luto que moldou um presidente.

Fevereiro de 1953. Midland, Texas.

Barbara Bush percebeu que algo estava errado quando sua filha parou de ser criança.

Pauline Robinson Bush — a pequena Robin, com quase quatro anos — já não corria, não gritava, não brigava com os irmãos. Queria apenas deitar. O dia inteiro. Todos os dias.

Robin sempre fora energia pura. Brigava de brincadeira com George W. e com o bebê Jeb. Exigia colo do pai. Ria alto. “Uma criança saudável como qualquer outra”, lembraria Barbara.

Até que deixou de ser.

Hematomas começaram a surgir nos braços e nas pernas. Barbara levou a menina ao consultório da pediatra, Dra. Dorothy Wyvell. O exame de sangue veio rápido. O silêncio, pesado.

A médica pediu que George H. W. Bush voltasse ao consultório naquela mesma tarde.

O que ouviram partiu suas vidas ao meio.

— Leucemia. Estágio avançado. O maior número de glóbulos brancos que já vi.

Em 1953, leucemia infantil era quase uma sentença imediata. Pouco compreendida. Pouco falada. Quase sempre fatal.

A médica foi direta, cruel na honestidade:

— Levem-na para casa. Não contem a ninguém. Façam a vida dela o mais confortável possível. Em três semanas, ela se irá.

Três semanas.

George tinha 28 anos. Barbara, 27. Três filhos pequenos. E uma decisão impossível diante deles.

Eles recusaram aceitar.

O tio de George presidia o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York. Ligaram naquela mesma noite. Ele aceitou tratar Robin — não porque acreditasse em cura, mas porque talvez sua luta salvasse outras crianças no futuro.

As chances eram mínimas. Mas desistir não era opção.

Durante sete meses, o casal viveu entre aviões, hospitais e orações silenciosas. Barbara permaneceu ao lado da filha em Nova York. George dividia-se entre o trabalho no Texas e a tentativa desesperada de manter a família inteira.

Todas as manhãs, às 6h30, ele entrava sozinho na igreja de Midland. Sentava-se em silêncio. Pedia um milagre que sabia não vir.

Robin enfrentou quimioterapia, radiação, exames dolorosos, transfusões constantes. A medicina ainda engatinhava. O sofrimento era bruto.

Durante as transfusões, Barbara segurava sua mão. George não conseguia ficar no quarto. Ver a dor da filha era insuportável.

Robin não reclamava. Não entendia por que estava doente — apenas aceitava. Tinha uma coragem que não cabia em um corpo tão pequeno. Colou fotos dos irmãos na cabeceira da cama, para não se esquecer de casa.

Às vezes, os medicamentos pareciam funcionar. Robin sorria. Brincava um pouco. Os pais ousavam ter esperança.

E então o câncer voltava.

Foram atrás de um médico em Kansas City que prometia uma cura. Não era. Apenas mais um experimento. Mais uma esperança despedaçada.

Em visitas breves, Robin voltou para casa. Para o colo dos irmãos. Para o cheiro familiar. Cada reencontro era um presente — e uma despedida disfarçada.

Em 11 de outubro de 1953, o corpo frágil de Robin desistiu.

Ela morreu em Nova York, nos braços dos pais. Tinha três anos e nove meses.

Barbara segurou a filha enquanto o último suspiro deixava seu peito.

George W. Bush, então com sete anos, não sabia que a irmã estava morrendo. Acreditava que ela voltaria para casa.

Naquele dia, na escola, viu o carro verde dos pais estacionar.

— Minha mãe, meu pai e minha irmã chegaram! — disse à professora, correndo.

Jurou ter visto a cabecinha de Robin no banco de trás.

Mas o banco estava vazio.

— Corri até o carro… e não havia Robin — lembraria décadas depois, com lágrimas nos olhos.

Naquele instante, perdeu algo que jamais recuperaria.

Barbara quase não sobreviveu ao luto. Seu cabelo começou a embranquecer aos 28 anos. George sustentou a família com uma força silenciosa, escondendo sua própria dor.

Anos depois, escreveu à mãe sobre a filha:

"Ela tinha uma doçura diferente. Seus abraços eram menos inquietos. Mais pacientes."

"Não podemos tocá-la. Mas podemos senti-la."

O corpo de Robin foi doado à ciência. Sua morte precisava significar algo. Criaram uma fundação. Décadas depois, um centro de tratamento infantil levaria seu nome.

Mas a ausência nunca diminuiu.

Sessenta anos depois, George H. W. Bush — já ex-presidente — chorou ao falar da filha. Não conseguiu continuar.

Barbara dizia com certeza:

— Quando George morrer, a primeira pessoa que verá será Robin.

Em 2018, eles partiram. Foram enterrados ao lado da filha que perderam 65 anos antes.

Robin viveu pouco.

Mas viveu profundamente.

E deixou uma marca silenciosa, eterna, no coração de um homem que aprendeu cedo demais que poder não impede a dor — e que compaixão nasce da perda.

Robin Bush
1949 – 1953

Filha. Irmã. Anjo de Natal.

A criança que nunca pôde brincar lá fora —
mas que ensinou ao mundo o peso e a ternura do amor.

💞
28/12/2025

💞

A MULHER QUE ESPEROU NA ESTAÇÃO ATÉ O TEMPO SE RENDER

Rússia, 1917–1932

Durante quinze anos, Anna Ivanovna esperou o mesmo trem.

Não importavam o frio, a guerra, a fome ou os rumores. Todas as manhãs, ela caminhava até a estação de uma pequena cidade ao sul de Moscou, sentava-se no mesmo banco de madeira e fixava os olhos nos trilhos — como se eles ainda guardassem uma promessa intacta.

No início, diziam que ela esperava o marido.

E diziam a verdade.

Ivan fora enviado ao front em 1917, quando a guerra ainda parecia distante, quase gloriosa. Prometeu voltar em breve. Prometeu escrever. Prometeu que a separação seria curta.

Anna acreditou em cada palavra.

Nos primeiros meses, as cartas chegaram. Depois, o silêncio. Mais tarde, listas de desaparecidos. Ninguém confirmou a morte. Ninguém confirmou a sobrevivência. Ivan ficou preso no lugar mais cruel que existe: a incerteza.

“Se não há corpo, há esperança”, disseram-lhe.

E Anna agarrou-se a isso como quem se agarra a uma tábua no meio do naufrágio.

Quando a guerra terminou, muitos voltaram. Homens magros, quebrados, com olhos que pareciam ter visto demais. Ivan não estava entre eles. Os vizinhos começaram a aconselhá-la: que refizesse a vida, que ainda era jovem, que esperar tanto tempo era inútil.

“O tempo não traz ninguém de volta”, diziam.

Mas Anna não esperava pelo tempo.

Esperava por Ivan.

Os anos passaram. Veio a revolução. O país mudou. Mudaram os nomes, as placas, o medo. Anna continuou indo à estação.

Havia dias sem trens. Outros, com vagões cheios de estranhos. Ela examinava cada rosto sem ansiedade, sem pressa — como alguém que sabe exatamente quem procura.

Com o tempo, deixou de se arrumar. Depois, deixou de se importar com os olhares. Tornou-se parte da paisagem. “A mulher da estação”, passaram a chamá-la.

Crianças cresceram vendo-a ali. Adultos desviavam o olhar, desconfortáveis. Ela lembrava algo que ninguém queria encarar por muito tempo: que nem tudo se resolve, que nem tudo termina.

Em 1925, um funcionário local sugeriu que ela parasse.

“Não é saudável”, disse. “O Estado não reconhece esse tipo de espera.”

Anna olhou para ele sem raiva.

“O Estado não se casou com isso”, respondeu.

E continuou indo.

O corpo envelheceu mais rápido que a convicção. Os passos ficaram lentos. Sentar-se exigia esforço. Ainda assim, não faltou um único dia.

Num inverno especialmente rigoroso, ela adoeceu e passou semanas de cama. Quando voltou à estação, encontrou o banco ocupado. Não reclamou. Ficou em pé.

O homem levantou-se sem que ela pedisse.

Em 4 de maio de 1932, chegou um trem diferente. Mais curto. Mais silencioso. Poucos passageiros desceram. Entre eles, um homem magro demais, cabelos prematuramente brancos, apoiado numa bengala improvisada.

Anna o reconheceu imediatamente.

Ela não correu.
Não gritou.
Não hesitou.

Levantou-se e caminhou até ele.

Ivan demorou alguns segundos para reconhecê-la. Quinze anos transformam qualquer rosto. Mas, quando compreendeu, deixou a bengala cair.

— Pensei que você não viria — murmurou.

Anna balançou a cabeça, com calma.

— Pensei que você demoraria um pouco.

Ivan passara anos em um campo de prisioneiros de guerra. Não pôde escrever. Não pôde voltar. Não morreu — mas também não viveu de verdade.

Ninguém o procurou.

Exceto ela.

Viveram juntos apenas mais três anos. Pouco tempo, para alguns. Suficiente, para Anna.

Quando Ivan morreu, alguns vizinhos disseram que ela desperdiçara a vida esperando.

Anna nunca concordou.

— Eu não esperei — disse. — Eu escolhi.

E talvez essa seja a parte mais perturbadora da sua história:
às vezes as pessoas não ficam porque não podem ir embora,
mas porque escolhem amar sem garantias.

Anna Ivanovna morreu sabendo algo que estatísticas e conselhos bem-intencionados jamais capturam:

que o tempo pode desistir —
mas nem sempre tem a última palavra.

💚💛💙🤍
22/11/2025

💚💛💙🤍

01/11/2025

Hoje o nosso coração se enche de gratidão. Foram dias, semanas meses... em que caminhamos juntos para conhecer mais de perto o amor de Deus. Aprendemos que ser cristão não é apenas saber sobre Jesus, mas deixar Jesus viver em nós. Parabéns a todos pelo esforço e dedicação. Que a semente da Participação frutique e possamos nos encontrar na Crisma 2026.

26/10/2025

Obrigada pelo apoio e parceria de vida, !

09/10/2025

Endereço

Rua Professora Judith Macedo Silveira 195
Ponta Grossa, PR
84035010

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Segunda-feira 14:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 23:00
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