Dra. Noadja França

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Quando sinais de puberdade aparecem antes dos 8 anos nas meninas (ou antes dos 9 nos meninos), isso não deve ser ignorad...
10/04/2026

Quando sinais de puberdade aparecem antes dos 8 anos nas meninas (ou antes dos 9 nos meninos), isso não deve ser ignorado: é um alerta para investigação.

Nem sempre significa algo grave, mas sempre merece olhar atento e acompanhamento especializado .🌱

Além dos fatores hormonais e genéticos, existem influências ambientais cada vez mais presentes no dia a dia das crianças.
Um ponto importante — e pouco falado — é o uso de cosméticos e produtos de adultos em crianças: perfumes, cremes, maquiagens, esmaltes e até alisamentos podem conter substâncias com ação hormonal (os chamados desreguladores endócrinos), que podem interferir no eixo hormonal em desenvolvimento.

O contato precoce e frequente com esses produtos pode, sim, estar associado ao aumento do risco de puberdade precoce — especialmente quando usado sem orientação.

Por isso, alguns cuidados fazem toda a diferença: respeitar a faixa etária dos produtos, evitar o uso desnecessário de cosméticos em crianças e estar atento aos primeiros sinais do corpo.

Diagnóstico precoce não é só sobre tratar — é sobre proteger o crescimento, o desenvolvimento emocional e a saúde futura da criança 💙

Cuidar da saúde ginecológica não começa só na vida adulta: começa desde a infância e adolescência, com olhar atento e ac...
08/04/2026

Cuidar da saúde ginecológica não começa só na vida adulta: começa desde a infância e adolescência, com olhar atento e acolhedor. 💙

Muitas mães ainda têm dúvida sobre quando levar a filha ao ginecologista e alguns sinais são importantes alertas de que algo precisa ser avaliado com mais cuidado.

Corrimento com odor ou cor diferente, coceira, dor pélvica, ardência ao urinar, irregularidade menstrual persistente, parada de menstruação, acne muito intensa ou excesso de pelos podem indicar alterações hormonais ou outras situações que precisam de investigação.

Além disso, mudanças no padrão do ciclo, cólicas incapacitantes ou qualquer queixa que impacte o bem-estar da menina não devem ser normalizadas.

🎯 Sofrer não é “parte de ser mulher”.

A consulta ginecológica nessa fase é adaptada, respeitosa e, na maioria das vezes, não invasiva.

É um espaço de orientação, prevenção e construção de vínculo com o próprio corpo desde cedo. 🌸

Não espere “crescer mais” para cuidar.

Quanto antes olhamos com atenção, mais saudável e tranquila será essa jornada 💙

Sentir algum desconforto durante a menstruação pode acontecer — mas dor intensa, limitante e incapacitante não é normal ...
06/04/2026

Sentir algum desconforto durante a menstruação pode acontecer — mas dor intensa, limitante e incapacitante não é normal e nunca deve ser negligenciada 💙

Quando a cólica faz a menina faltar à escola, interromper atividades, precisar se deitar, ou vem acompanhada de náuseas, vômitos, tontura ou até desmaios, estamos falando de um sinal de alerta.

Essa dor pode estar relacionada à dismenorreia primária, mas também pode indicar condições como endometriose ou outras causas que precisam ser investigadas.

Muitas adolescentes crescem ouvindo que “é assim mesmo” — e acabam normalizando um sofrimento que tem, sim, avaliação e tratamento.

O manejo pode incluir desde orientações simples até medicações específicas e acompanhamento especializado, sempre individualizado.

Cuidar da dor menstrual é também cuidar da qualidade de vida, da saúde emocional e do desenvolvimento dessa menina.🌷

Se dói a ponto de limitar, precisa ser olhada com atenção. Porque sentir dor não deve ser rotina — e muito menos silêncio. 💙

Receber um resultado de ultrassom com cisto pode assustar — ainda mais na adolescência, quando tudo parece mais intenso....
03/04/2026

Receber um resultado de ultrassom com cisto pode assustar — ainda mais na adolescência, quando tudo parece mais intenso.

Mas calma: na grande maioria das vezes, esses cistos são benignos e fazem parte do funcionamento normal dos ovários 🌿

Durante o ciclo menstrual, é comum que os ovários formem cistos chamados funcionais, que aparecem e desaparecem sozinhos. Ou seja, nem todo cisto é doença — muitas vezes é só o corpo funcionando como deveria.

O que realmente importa é o contexto.
O tamanho, o aspecto no ultrassom, a presença de sintomas e se esse cisto persiste ao longo do tempo ajudam a definir a conduta.

Na maioria das vezes, o acompanhamento é suficiente, com repetição do exame após alguns meses para confirmar que ele regrediu espontaneamente.

Em situações menos comuns, como dor intensa, crescimento do cisto ou características atípicas, pode ser necessário investigar melhor e, eventualmente, tratar.

A mensagem principal é: informação acalma. 💛

Nem todo cisto é motivo de preocupação, mas todo achado merece avaliação cuidadosa.

Se você ou sua filha recebeu esse diagnóstico, meu consultório está de portas abertas para orientar nesse momento.

Acompanhamento adequado faz toda a diferença.🌷

Aqui, cada detalhe importa. O ambiente, a escuta, o jeito de explicar… tudo é pensado para que crianças e adolescentes s...
02/04/2026

Aqui, cada detalhe importa.
O ambiente, a escuta, o jeito de explicar… tudo é pensado para que crianças e adolescentes se sintam seguras, respeitadas e à vontade.
Porque cuidado de verdade também passa pelo acolhimento 🌷

Muita gente acha que a ida ao ginecologista só acontece mais tarde, mas existem situações em que essa avaliação começa bem cedo — inclusive na primeira semana de vida.

Corrimento neonatal, alterações na genitália, dúvidas sobre higiene ou até sangramentos relacionados aos hormônios maternos podem surgir e precisam de orientação adequada.

Ao longo da infância e adolescência, outras queixas também podem aparecer, como vulvovaginites, alterações no desenvolvimento puberal, dor, irregularidade menstrual ou dúvidas sobre o próprio corpo.
E tudo isso deve ser conduzido com cuidado, linguagem acessível e sem gerar medo.

A menina se sentir confortável não é um detalhe — é parte essencial do tratamento 💛

Fico muito feliz em poder acompanhar cada fase dessa jornada com responsabilidade, escuta e carinho.

A vacinação contra o HPV é uma das formas mais eficazes de prevenção contra diversos tipos de câncer, incluindo o câncer...
30/03/2026

A vacinação contra o HPV é uma das formas mais eficazes de prevenção contra diversos tipos de câncer, incluindo o câncer de colo do útero.

E o mais importante: ela é funciona melhor quando aplicada antes do início da vida sexual, ou seja, ainda na infância e adolescência. 🌿

Muita gente ainda associa essa vacina apenas ao início da vida sexual, mas essa é uma ideia equivocada.
A proposta é justamente antecipar a proteção, garantindo que o organismo já esteja preparado para quando ocorrer o contato futuro com o vírus (porque isso é um fato: esse contato vai acontecer várias vezes ao longo da vida!).

E temos uma atualização importante: o SUS ampliou recentemente as recomendações da vacina contra o HPV.
Além da vacinação de rotina para meninas e meninos, agora também há indicação para mulheres que já apresentam lesões cervicais de alto grau (lesões precursoras de câncer do colo), como forma de reduzir o risco de recorrência após tratamento.

Isso reforça o papel da vacina não só na prevenção primária, mas também como aliada no cuidado ginecológico na prevenção secundária.💡

A vacina é segura, eficaz e amplamente estudada.

Mesmo assim, ainda vemos muitas oportunidades perdidas por falta de informação ou por medo.

Proteger cedo é um ato de cuidado que impacta o futuro.
Vacinar é prevenir, é reduzir riscos e é ampliar possibilidades de uma vida mais saudável. 🌷

No SUS, a vacina é disponibilizada para meninos e meninas de 9 a 14 anos, mas em bula e na rede privada está indicada para ambos os sexos até 45 anos (podendo-se discutir caso a caso para se extrapolar esse limite de idade).

Coceira, vermelhidão ou corrimento em meninas pequenas nunca devem ser ignorados — e, na maioria das vezes, não têm rela...
27/03/2026

Coceira, vermelhidão ou corrimento em meninas pequenas nunca devem ser ignorados — e, na maioria das vezes, não têm relação com algo grave, mas sim com a vulvovaginite infantil, uma condição comum nessa fase. 💛

Na infância, a região íntima é mais sensível: a pele é mais fina, o pH é diferente e fatores simples do dia a dia podem causar irritação — como sabonetes inadequados, roupas apertadas, umidade ou higiene incorreta.

👀 Fique atenta aos sinais:
• Coceira frequente;
• Vermelhidão na região íntima;
• Corrimento vaginal;
• Ardência ao urinar.

A boa notícia?
Na maioria dos casos, o tratamento é simples e envolve cuidados com higiene e, quando necessário, medicação orientada.

🚨 Mas atenção: evite automedicação e receitas caseiras.
Cada caso precisa ser avaliado com cuidado.

Cuidar da saúde íntima desde cedo também é uma forma de ensinar autocuidado e respeito ao próprio corpo. 🌸

Se notar qualquer alteração, procure avaliação médica.

Informação e acolhimento fazem toda a diferença. 🩵

Muitos pensam que ciclos irregulares no início da vida menstrual são “normais” — e, de fato, podem ser. Mas quando vêm a...
25/03/2026

Muitos pensam que ciclos irregulares no início da vida menstrual são “normais” — e, de fato, podem ser. Mas quando vêm acompanhados de acne grave e de difícil tratamento, aumento de pelos pelo corpo e face, oleosidade excessiva da pele ou do couro cabeludo ou ganho de peso, é preciso investigar.

A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) pode começar ainda nos primeiros anos após a menarca e impactar não só o ciclo menstrual, mas também a autoestima e a saúde a longo prazo.

👀 Sinais de alerta:
• Menstruação muito irregular, ausente ou, até mesmo, sangramento abundante;
• Acne de difícil controle;
• Aumento de pelos no rosto ou corpo;
• Ganho de peso ou dificuldade para emagrecer;

💡 Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o manejo, que vai muito além de “regular a menstruação”.

Envolve cuidado integral, orientação e acompanhamento individualizado.

🚨 Não normalize o que pode ser um sinal do corpo pedindo atenção.

Cuidar desde cedo é prevenir complicações no futuro — e acolher essa adolescente em uma fase tão importante da vida. 🩵

Não precisa ser um bicho de sete cabeças. Esse tipo de conversa não acontece em um único momento, mas se constrói aos po...
23/03/2026

Não precisa ser um bicho de sete cabeças.

Esse tipo de conversa não acontece em um único momento, mas se constrói aos poucos, no dia a dia, com presença, escuta e acolhimento.

Mais do que ter todas as respostas, o mais importante é criar um espaço seguro onde ela se sinta confortável para perguntar, falar sobre dúvidas e compartilhar o que sente — sem medo de julgamento.

🎯 A forma como você reage hoje define se ela vai querer voltar a conversar amanhã. 🎯

Falar com naturalidade, usar uma linguagem simples e verdadeira e respeitar o tempo dela são caminhos que aproximam.

Sexualidade também envolve cuidado, limites, consentimento e autoestima — e tudo isso pode (e deve) ser conversado dentro de casa.

Quando existe abertura, vínculo e confiança, sua filha não precisa buscar respostas sozinha.

E isso, por si só, já é uma forma poderosa de cuidado 🩵

A dor menstrual intensa em adolescentes muitas vezes é normalizada, minimizada ou tratada como “drama da idade”. Mas não...
20/03/2026

A dor menstrual intensa em adolescentes muitas vezes é normalizada, minimizada ou tratada como “drama da idade”.

Mas não deveria ser assim.

Cólicas incapacitantes, que fazem faltar à escola, que não melhoram com analgésicos comuns, que fazem procurar a emergência repetidas vezes ou que vêm acompanhadas de náuseas, vômitos ou desmaios merecem atenção.

Em muitos casos, esses sinais podem ser indicativos de endometriose: uma doença inflamatória crônica em que tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, causando dor e podendo impactar a qualidade de vida e a fertilidade no futuro.

O problema é que muitas mulheres só recebem esse diagnóstico anos depois do início dos sintomas.
E, frequentemente, tudo começa ainda na adolescência.

Por isso, é fundamental mudar a forma como olhamos para a dor menstrual nas meninas.
Dor intensa não é “parte de ser mulher”.
Não é frescura. Não é exagero.

É um sinal de que algo pode não estar bem.

Quanto mais cedo a investigação e o diagnóstico acontecem, maiores são as chances de controlar os sintomas, preservar a qualidade de vida e evitar a progressão da doença.

Mães, responsáveis e adolescentes: escutem o corpo.

Dor que paralisa não é normal.

Procurar avaliação ginecológica pode fazer toda a diferença. 🌸

A primeira menstruação é um momento único — e às vezes assustador. Falar sobre isso com naturalidade e carinho faz toda ...
19/03/2026

A primeira menstruação é um momento único — e às vezes assustador.

Falar sobre isso com naturalidade e carinho faz toda a diferença na vida de uma menina.

Você está preparada para essa conversa? 🌸

A menarca não é apenas um evento biológico.
Ela marca o início de uma nova fase do corpo, cheia de mudanças físicas, emocionais e também de muitas dúvidas.

Quando esse momento chega sem informação ou sem acolhimento, ele pode ser vivido com medo, vergonha ou confusão.

Por isso, conversar antes é tão importante. Explicar que menstruar é parte natural do desenvolvimento, falar sobre como o corpo muda, sobre higiene, sobre cólicas e sobre o próprio ciclo ajuda a transformar esse momento em algo menos assustador e mais compreendido.

Mais do que informações técnicas, meninas precisam sentir que podem perguntar, dividir dúvidas e falar sobre o próprio corpo sem culpa ou constrangimento.

Educação menstrual também é cuidado.
É autonomia. É saúde.

E muitas vezes, começa com uma simples conversa. 🌸

No consultório, muitas vezes essa conversa começa com uma pergunta simples: “Doutora, eu preciso mesmo fazer o exame da ...
16/03/2026

No consultório, muitas vezes essa conversa começa com uma pergunta simples: “Doutora, eu preciso mesmo fazer o exame da coleta do colo?”

E a verdade é que sim, porque, diferente de muitos outros cânceres, o câncer de colo do útero pode ser prevenido e detectado precocemente. E quando descoberto cedo, as chances de tratamento e cura são muito maiores.

A maioria dos casos está relacionada à infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), uma família de vírus extremamente comuns, que muitas vezes não causam sintomas. Por isso, cuidar da saúde ginecológica não deve acontecer apenas quando algo incomoda — precisa ser parte do cuidado regular com o corpo.

O exame de coleta de material do colo para rastreamento de lesões pré malignas, a vacinação contra o HPV e o acompanhamento ginecológico são ferramentas simples, mas poderosas, para proteger a vida de milhares de mulheres todos os anos.

Neste Março Lilás, o convite é para algo que vai além da informação:
é um convite ao autocuidado, à prevenção e ao olhar atento para a própria saúde.

Porque quando uma mulher se cuida, ela também protege sua história, seus sonhos e todas as pessoas que caminham ao seu lado.

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