30/01/2026
A ultrassonografia do pâncreas é utilizada para investigar patologias como a pancreatite (aguda ou crônica) e tumores pancreáticos. A pancreatite, por exemplo, é uma inflamação que se manifesta por dor intensa na parte superior do abdômen — muitas vezes descrita como "dor em faixa" que irradia para as costas —, além de náuseas, vômitos e sensibilidade abdominal.
Já os tumores podem ser silenciosos inicialmente, manifestando-se tardiamente através de icterícia (pele e olhos amarelados), perda de peso sem causa aparente e urina escura.
A principal função do exame é avaliar o tamanho, a forma e a textura do órgão, sendo indicado sempre que houver suspeita de cálculos biliares (que podem obstruir o pâncreas), cistos ou massas sólidas. Para uma visualização adequada, a preparação é fundamental: o paciente deve realizar jejum absoluto de 6 a 8 horas, pois isso reduz os gases intestinais e o conteúdo gástrico que podem bloquear a passagem das ondas sonoras.
O uso de medicamentos que diminuem a produção de gases também pode ser recomendado pelo médico para otimizar a clareza das imagens.
No diagnóstico, a ultrassonografia auxilia ao identificar sinais de edema, coleções líquidas ao redor do órgão ou nódulos suspeitos que necessitem de biópsia. No tratamento, ela é usada para monitorar a evolução de processos inflamatórios e guiar procedimentos minimamente invasivos, como a drenagem de pseudocistos.
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