Dr. Bruno Netto

Dr. Bruno Netto Médico Otorrinolaringologista - Funcional Integrativo

Você já tratou a sinusite. Ela voltou. Você tratou de novo. Ela voltou.Existe uma razão para isso e, muitas vezes, ela c...
13/04/2026

Você já tratou a sinusite. Ela voltou. Você tratou de novo. Ela voltou.

Existe uma razão para isso e, muitas vezes, ela começa no intestino.

75% das células imunes do corpo humano residem na mucosa intestinal. Quando esse ecossistema entra em desequilíbrio, a cascata inflamatória se manifesta nas vias aéreas superiores: rinite, sinusite crônica, pólipos nasais.

Após a COVID, esse fenômeno se intensificou ainda mais. A infecção pelo SARS-CoV-2 depleta um grupo de bactérias fundamentais da nossa microbiota (Bifidobacterium) reduzindo a produção de butirato, um dos principais reguladores imunes da mucosa. O resultado: disbiose, piora de alergias, infecções e rinossinusite recorrente que não resolve apenas com antibiótico.

Tratar o nariz sem avaliar o intestino pode estar apenas apagando a fumaça sem apagar o fogo.

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Salva esse post. Manda para quem tem sinusite de repetição.

11/04/2026

Existe uma pergunta que poucos têm coragem de responder com honestidade:

O amor de Deus é melhor do que a vida para mim?

Não como resposta de culto nem como resposta automática de quem cresceu na igreja.

De verdade, lá do fundo do coração.

Davi chegou a esse lugar, sedento, no deserto, com a alma seca e ainda assim declarou: “O teu amor é melhor do que a vida.” (Sl 63:3)

Jesus foi além. Ele disse que quem quiser salvar a própria vida a perderá. Mas quem a perder por Ele — quem abrir mão do controle, da autossuficiência, da vida construída longe de Deus — essa pessoa a encontrará de verdade. (Mt 16:25)

O paradoxo do Reino é esse: você só encontra a vida quando para de tentar salvá-la sem Deus.

Você consegue dizer, hoje, que o amor de Deus é melhor do que tudo que você está segurando com as suas próprias mãos?

Todo dia você toma banho. É rotina. Mas existe uma limpeza que vai muito além da pele e que a maioria de nós esquece de ...
02/04/2026

Todo dia você toma banho. É rotina.

Mas existe uma limpeza que vai muito além da pele e que a maioria de nós esquece de fazer com a mesma disciplina.

A Bíblia diz que “o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7). Não de vez em quando. Não só nos grandes momentos. Diariamente.

O banho tira o que está por fora. A oração, sustentada pela fé no que Cristo fez na cruz, lava o que está por dentro: os pecados, os medos, as mágoas, as impurezas que nenhum chuveiro alcança.

Vale a pena se perguntar: o que estou priorizando limpar na minha vida?

O Cordeiro foi sacrificado para que você pudesse ser lavado todos os dias. Não desperdice essa graça.

“Vinde, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve.”
— Isaías 1:18

Abençoada Páscoa!

A aprovação dos outros é um vício silencioso.Quanto mais você busca, mais você precisa.E a paz que você procura nunca ch...
28/03/2026

A aprovação dos outros é um vício silencioso.

Quanto mais você busca, mais você precisa.
E a paz que você procura nunca chega, porque ela nunca esteve lá.

“Tua paz não vem da boca dos outros.”
— Tomás de Kempis

Salva e manda pra quem precisa. 🤍

Dormir pouco não é só cansaço. É uma cascata metabólica com consequências mensuráveis.Estudos controlados com adultos sa...
25/03/2026

Dormir pouco não é só cansaço. É uma cascata metabólica com consequências mensuráveis.

Estudos controlados com adultos saudáveis submetidos a restrição de sono (4–6h/noite) mostram alterações consistentes em múltiplos sistemas simultaneamente.

O que aumenta: cortisol +51% (Buxton et al., Diabetes, 2010), tolerância à glicose prejudicada em 30–40% (Spiegel et al., Lancet, 1999), grelina +28% (Spiegel et al., Ann Intern Med, 2004).

O que diminui: sensibilidade à insulina −20% (Buxton et al., 2010), síntese proteica muscular −19% (Saner et al., J Physiol, 2020), leptina −18% (Spiegel et al., 2004), testosterona −10 a 15% (Leproult & Van Cauter, JAMA, 2011).

Durante o sono profundo, o eixo HPA atinge seu nadir, o GH é liberado em pico e a síntese proteica é maximizada. Quando o sono é encurtado, esse equilíbrio se inverte — e o impacto é cumulativo.

Para quem tem rinite ou sinusite crônica: o cortisol cronicamente elevado suprime a resposta imune da mucosa nasal e amplifica a reatividade alérgica. Privação de sono e inflamação das vias aéreas formam um ciclo que se retroalimenta.

Nenhum sistema conta a história sozinho.

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Você dorme bem? Comenta aqui 👇

23/03/2026

Os exames alérgicos deram normais. Mas ela não estava bem.

Paciente de 30 anos. Após infecção por COVID, desenvolveu sinusites de repetição — algo que nunca havia tido. Com o tempo, os sintomas foram além do nariz: passou a precisar de broncodilatador, apresentou reações a alimentos, refluxo, constipação, intolerância a alimentos ricos em histamina.

Parecia alergia. Mas os marcadores alérgicos estavam baixos — insuficientes para explicar o quadro.

Ao encaixar as peças — início pós-COVID, sintomas multissistêmicos, ausência de sensibilização alérgica clássica — o diagnóstico mais provável passou a ser a síndrome de ativação mastocitária (MCAS).

Os mastócitos são células do sistema imune presentes na pele, no nariz, nos pulmões e no intestino. Quando ativados de forma excessiva e desregulada, podem gerar sintomas em múltiplos órgãos simultaneamente — sem que os exames convencionais identifiquem uma causa alérgica.

A hipótese é que a infecção pelo SARS-CoV-2 tenha desencadeado uma alteração imunológica e de microbiota que potencializou essa reatividade.

Reconhecer esse padrão muda completamente a direção do tratamento.

Você ou alguém próximo tem sintomas assim — nariz, pulmão, intestino, pele — sem uma causa clara? Comenta aqui 👇

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Rinite alérgica não precisa ser tratada para sempre com remédio.Existe uma opção terapêutica com evidência científica co...
21/03/2026

Rinite alérgica não precisa ser tratada para sempre com remédio.

Existe uma opção terapêutica com evidência científica consolidada que age na causa, não apenas nos sintomas.

A Cochrane — maior referência mundial em síntese de evidências — publicou revisão sistemática com 51 estudos randomizados e 2.871 participantes avaliando a imunoterapia subcutânea alérgeno-específica para rinite alérgica sazonal.

Os resultados mostraram redução significativa nos escores de sintomas (SMD -0,73; p

Você não está ficando “burro”. Não é preguiça. Não é ansiedade.Se você sente que sua cabeça está mais lenta, que as pala...
18/03/2026

Você não está ficando “burro”. Não é preguiça. Não é ansiedade.

Se você sente que sua cabeça está mais lenta, que as palavras somem na hora de falar, que você lê a mesma frase três vezes e não absorve — isso tem nome. E tem causa.

Chama-se névoa mental. E ela afeta milhões de pessoas que passaram pela COVID, que vivem sob estresse crônico ou que passam horas diante de telas.

O SARS-CoV-2 deixa neuroinflamação persistente mesmo após a recuperação. Um estudo publicado na Nature Communications identificou alterações estruturais no hipocampo e afinamento cortical em pacientes com comprometimento cognitivo pós-COVID, mesmo após infecção leve.

O estresse crônico eleva o cortisol por tempo prolongado — e isso tem consequências mensuráveis. White et al. (Alzheimer’s & Dementia, 2023) demonstrou, em estudo longitudinal com 304 pacientes, que cortisol elevado acelera a atrofia do hipocampo ao longo do tempo, aumentando o risco de declínio cognitivo.

A boa notícia: névoa mental tem causas investigáveis e potencialmente tratáveis.

Sua mente merece a mesma atenção que você dá ao seu corpo.

Me conta em quais situações você percebe névoa mental?

Você acorda com dor de cabeça. Dormiu 7, 8 horas. E ainda assim, a dor está lá.Durante o dia, ela melhora. Às vezes some...
16/03/2026

Você acorda com dor de cabeça. Dormiu 7, 8 horas. E ainda assim, a dor está lá.

Durante o dia, ela melhora. Às vezes some completamente. Mas no dia seguinte, volta.

Você fez exames. Ressonância. Tomografia. Tudo normal.

Esse padrão tem um nome — e tem uma causa investigável.

A dor de cabeça matinal raramente é um problema isolado. Na maioria das vezes, ela é o sintoma de algo que acontece enquanto você dorme — e que passa despercebido:

→ Apneia do sono — interrupções na respiração que aumentam a pressão intracraniana e reduzem a oxigenação cerebral
→ Rinite ou sinusite crônica — inflamação das vias aéreas que compromete a respiração nasal noturna
→ Bruxismo — tensão muscular intensa na mandíbula e cervical durante o sono
→ Tensão cervical — postura inadequada ou tensão acumulada que comprime estruturas neurovasculares
→ Desidratação noturna — especialmente em respiradores bucais
→ Inflamação sistêmica — que se manifesta com mais intensidade após o jejum noturno

Vias aéreas comprometidas → respiração noturna alterada → oxigenação reduzida + tensão muscular → dor de cabeça ao acordar.

Nem sempre é onde dói que está o problema.

Se você acorda com dor de cabeça com frequência, vale investigar as causas — não apenas tratar o sintoma.

Link na bio para consulta.

Você dorme, mas acorda cansado. Seus exames voltam “normais”. Mas você sabe que não está.A fadiga crônica raramente tem ...
14/03/2026

Você dorme, mas acorda cansado. Seus exames voltam “normais”. Mas você sabe que não está.

A fadiga crônica raramente tem uma causa única. Na maioria das vezes, ela é o reflexo de um sistema celular sobrecarregado, e o ponto central dessa história são as mitocôndrias: as organelas responsáveis por produzir energia dentro de cada célula do seu corpo.

Quando a função mitocondrial está comprometida, o corpo perde a capacidade de gerar ATP de forma eficiente. Daí vem o cansaço que não passa com o sono, neblina mental, queda de performance e inflamação.

E o que compromete a função mitocondrial? Stress crônico. Sono fragmentado. Deficiências de micronutrientes (magnésio, coenzima Q10, B12, ferro). Toxinas ambientais. Disbiose intestinal. Sedentarismo.

Cada um desses fatores é investigável. E tratável.

A medicina funcional olha para esse conjunto, não apenas para o resultado do hemograma. A investigação começa com uma anamnese cuidadosa, exames direcionados e uma visão sistêmica do paciente.

Fadiga crônica não é fraqueza. É um sinal.

Se você se reconheceu nesse carossel, talvez seja hora de uma avaliação mais profunda.

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Atendi hoje uma paciente que passou 30 dias em imersão total — longe do ritmo, das telas, das cobranças, do ruído.Ela vo...
13/03/2026

Atendi hoje uma paciente que passou 30 dias em imersão total — longe do ritmo, das telas, das cobranças, do ruído.

Ela voltou diferente. Sem urticária. Sem enxaqueca. Sem as palpitações que a assustavam. Sem o refluxo que a acordava à noite. Sem a ansiedade de fundo que ela havia normalizado.

“Nunca me senti tão bem na vida”, ela disse.

Do ponto de vista clínico, ela apresentava um quadro compatível com síndrome de ativação mastocitária — mastócitos hiperativados que liberam mediadores inflamatórios em resposta a gatilhos variados: alimentos, stress, calor, emoções, alterações hormonais.

Como a ciência explica??? Ocorre que os mastócitos são profundamente sensíveis ao estado do sistema nervoso autônomo.

Quando o sistema simpático está cronicamente ativado — como acontece em pessoas que vivem em modo de alerta constante, com agenda cheia, mente acelerada e pouco espaço para silêncio — os mastócitos ficam em estado de prontidão. Prontos para reagir. E reagem a quase tudo.

Quando o sistema parassimpático assume — quando há desaceleração real, respiração profunda, presença, silêncio, paz — os mastócitos se regulam. A inflamação recua. Os sintomas diminuem.

É fisiológico. Mas não deixa de ser milagroso!

O que ela fez durante esses 30 dias foi, em essência, dar ao seu sistema nervoso aquilo que ele precisava há muito tempo: descanso profundo, presença e paz.

Podemos chamar de ativação do nervo vago e regulação do eixo neuroinflamatório. A Bíblia chama de “a paz de Deus, que excede todo entendimento” (Fp 4:7).

A explicação não é o foco… mas sim o que é inquestionável e real: o resultado!

O que você está fazendo para cuidar da sua paz interior?

Ômega-3 e saúde mental. O que um novo estudo encontrou ➡️Um estudo randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, publica...
11/03/2026

Ômega-3 e saúde mental. O que um novo estudo encontrou ➡️

Um estudo randomizado, duplo-cego e placebo-controlado, publicado no Journal of Affective Disorders em 2026, avaliou o impacto da suplementação com ômega-3 em 64 adultos com stress psicológico severo. Os participantes receberam 500 mg de EPA + 250 mg de DHA por dia, durante 12 semanas.

Os pesquisadores observaram reduções estatisticamente significativas nos escores de stress percebido (53%), ansiedade (43%), depressão (41%), com melhoras também na qualidade do sono (28%) e na memória cotidiana (24%). Todos os resultados com p < 0,001.

Os mecanismos propostos envolvem a composição das membranas neuronais, a modulação de marcadores inflamatórios e a influência sobre neurotransmissores como serotonina e dopamina. Isso não é novo! Quem trabalha com visão funcional sabe dos benefícios do ômega-3 há muito tempo.

O que este estudo não nos diz:

A amostra é pequena. Os desfechos são auto-reportados. A população é específica. Não foram medidos níveis sanguíneos de ômega-3 nem marcadores inflamatórios. Um estudo, por melhor que seja seu design, é um dado — não uma conclusão.

A suplementação com ômega-3 tem um perfil de segurança bem estabelecido e um corpo crescente de evidências em saúde mental. A decisão de suplementar — em qual dose, qual formulação, por quanto tempo — deve ser avaliada individualmente, considerando o contexto clínico de cada pessoa.

Me responde aqui: você usa omega-3? Quais efeitos você percebe?

Referência: Azhar W, et al. J Affect Disord. 2026;399:121055. PMID: 41461240

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Um olhar sistêmico da saúde e bem-estar

“Fazer parte da vida dos pacientes, oferecendo atendimento de otorrinolaringologia de forma personalizada e integral, com um olhar sistêmico da saúde das pessoas e foco no cuidado.” - Propósito

Otorrinolaringologista

CREMERS 32894


  • Residência em Otorrinolaringologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre