Clínica Humanize

Clínica Humanize Psicologia e Psiquiatria
Porto Alegre - Av. Getúlio Vargas, 379 - Sala 501 - Bairro Menino Deus

Recomeçar exige uma força que muitas vezes nem percebemos que temos.É olhar para a própria história com honestidade e ad...
23/11/2025

Recomeçar exige uma força que muitas vezes nem percebemos que temos.
É olhar para a própria história com honestidade e admitir que algo precisa mudar — mesmo quando isso dói, mesmo quando assusta.

A coragem de recomeçar não nasce da ausência de medo, e sim da decisão de não deixar que o medo determine o seu caminho.
É abrir espaço para o novo, mesmo depois de já ter falhado, sofrido ou se frustrado.
É aceitar que algumas fases terminam para que outras possam começar.

Recomeçar também é um ato de respeito consigo mesmo.
É reconhecer que você merece mais, merece melhor, merece paz.
E que continuar no mesmo lugar, por acomodação ou medo, custa mais caro do que tentar outra vez.

Seja um novo hábito, um novo amor, uma nova carreira ou uma nova forma de se ver no espelho — cada recomeço é uma chance de se reconstruir com mais verdade, consciência e leveza.

Você não precisa estar totalmente pronto.
Só precisa dar o próximo passo.

Rotina não é sobre rigidez — é sobre cuidado.Na saúde mental, pequenas práticas diárias fazem uma diferença enorme.Dormi...
21/11/2025

Rotina não é sobre rigidez — é sobre cuidado.
Na saúde mental, pequenas práticas diárias fazem uma diferença enorme.
Dormir bem, organizar tarefas, ter momentos de descanso, conversar com alguém de confiança, beber água, respirar fundo, sair um pouco ao sol.
Nada disso resolve tudo, mas coloca você em um lugar interno onde a vida f**a mais leve de carregar.

Rotina é autocuidado silencioso.
E você merece esse cuidado todos os dias.

Pensamentos intrusivos são ideias, imagens ou impulsos que surgem sem convite e, muitas vezes, causam desconforto. Eles ...
19/11/2025

Pensamentos intrusivos são ideias, imagens ou impulsos que surgem sem convite e, muitas vezes, causam desconforto. Eles não revelam quem você é — revelam como o cérebro tenta processar ansiedade, medo, estresse ou hiperalerta. A armadilha mais comum é lutar contra esses pensamentos, analisá-los em excesso ou tentar “proibi-los”. Isso apenas os fortalece. O caminho mais ef**az é mudar a relação com eles, não o conteúdo.

Uma estratégia fundamental é reconhecer e nomear: “isso é um pensamento intrusivo, não um fato”. Essa simples frase separa você do conteúdo mental, reduzindo o impacto emocional. Outra prática é permitir que o pensamento exista sem engajar, observando como quem assiste a uma nuvem passar. Quando não alimentado, ele perde força naturalmente.

Também é importante cuidar do corpo: sono irregular, excesso de telas, sobrecarga emocional e falta de pausas aumentam a frequência desses pensamentos. Terapias baseadas em mindfulness, TCC e TRE ajudam a reorganizar padrões mentais e devolvem o senso de controle interno.

Lembre-se: ter pensamentos intrusivos não signif**a “estar perdendo o controle”. Signif**a que sua mente está sobrecarregada e pedindo regulação. Você não é o que pensa — é quem escolhe como agir diante do que pensa.

A separação conjugal é um território complexo: mistura de luto, alívio, medo, raiva e interrogações sobre quem passamos ...
12/11/2025

A separação conjugal é um território complexo: mistura de luto, alívio, medo, raiva e interrogações sobre quem passamos a ser. Não existe um caminho único; há processos que se repetem, mas cada história pede um ritmo. Permita-se sentir a dor sem pressa — chorar, se irritar, duvidar faz parte do trabalho de reorganizar uma vida que mudou.

Ao mesmo tempo, cuide do prático: organize documentos, finanças e responsabilidades com passos pequenos e concretos. Planos simples reduzem a sensação de caos. Se houver filhos, preserve rotinas e proteja-os da exposição ao conflito; crianças precisam de segurança mais que de justif**ativas. Em situações legais ou de guarda, busque orientação profissional — informação e mediação costumam reduzir danos.

Estabeleça limites claros na comunicação com o ex-parceiro. Quando a convivência segue por motivos práticos, acordos escritos sobre horários, responsabilidades e respeito evitam desgaste emocional. E lembre-se: você não é responsável pela cura do outro. É legítimo priorizar seu território emocional.

Procure apoio: amigos que ouvem sem julgar, grupos de apoio, terapia individual. O isolamento intensif**a o sofrimento; a rede acolhedora sustenta. Reaprenda a ocupar seu tempo com pequenas coisas que nutrem — um hobby, uma caminhada, um reencontro com amigos. São gestos que reconstruem identidade.

Evite decisões definitivas em momentos de crise intensa. Respire, peça orientação e dê espaço para que a raiva e a tristeza percam a urgência. Separar-se pode ser devastador, mas também é uma oportunidade de reencontro consigo: para resgatar autonomia, redefinir desejos e, aos poucos, escolher novamente.

O mundo moderno cobra constância, resultados, respostas rápidas. Mas a mente humana precisa de silêncio e de intervalos....
10/11/2025

O mundo moderno cobra constância, resultados, respostas rápidas. Mas a mente humana precisa de silêncio e de intervalos. A pausa é um gesto de autocuidado que sustenta a saúde mental e o foco.

Quando você se permite parar, algo dentro se reorganiza. O descanso não é perda de tempo — é o terreno onde a lucidez floresce.
O cérebro precisa de momentos de não fazer para assimilar, criar e resolver. É nesse espaço que o corpo se cura, que a emoção encontra nome, que o pensamento ganha forma.

Desacelerar é um ato de coragem num mundo que confunde barulho com produtividade. É resistir à lógica da exaustão e escolher uma forma mais humana de existir.

Permita-se respirar.
Permita-se pausar.
A pausa não te afasta da vida — ela te devolve a ela.

A eco-ansiedade é uma resposta emocional genuína diante das mudanças climáticas e da sensação de instabilidade que o mun...
09/11/2025

A eco-ansiedade é uma resposta emocional genuína diante das mudanças climáticas e da sensação de instabilidade que o mundo enfrenta. Trata-se de um sentimento de angústia, medo e impotência em relação ao futuro do planeta — e também, muitas vezes, à própria sobrevivência da vida como conhecemos.

Essa preocupação surge porque estamos mais conscientes. As informações chegam em tempo real: incêndios florestais, secas severas, enchentes, perda de espécies e crises energéticas. A mente humana, projetada para buscar segurança e previsibilidade, se sente ameaçada diante de um futuro que parece cada vez mais incerto.

O resultado é um estado de alerta constante. A pessoa que vivencia a eco-ansiedade pode sentir culpa ao consumir, frustração diante da inação política e medo de que as pequenas atitudes individuais não sejam suficientes. Há também uma dor silenciosa: a chamada eco-luto, o pesar pela degradação dos ecossistemas e pela destruição de lugares e espécies queridas.

Mas, ao contrário do que se pensa, sentir eco-ansiedade não é um sinal de fraqueza — é um reflexo de empatia, conexão e consciência. Ela revela que ainda nos importamos, que percebemos a interdependência entre o bem-estar humano e o equilíbrio da Terra.

O desafio é transformar esse sentimento em algo produtivo e sustentável.
👉 Reconhecer a emoção, sem negá-la nem deixá-la dominar, é o primeiro passo.
👉 Informar-se com critério, evitando o consumo excessivo de notícias catastróf**as, ajuda a reduzir a sobrecarga emocional.
👉 Conectar-se com ações coletivas — movimentos locais, hortas comunitárias, grupos de reflorestamento, ou simples mudanças de rotina — gera sensação de agência e propósito.
👉 Buscar apoio psicológico é essencial quando a preocupação começa a interferir na qualidade de vida, no sono ou na sensação de esperança.

A eco-ansiedade é o retrato de um tempo em que cuidar de si e cuidar do planeta se tornaram inseparáveis. O mundo precisa de mentes conscientes, mas também de corações equilibrados.

Cultivar serenidade não signif**a ignorar os problemas — signif**a ter força emocional para continuar agindo apesar deles.

🌿
Cuidar da Terra começa com o cuidado do próprio corpo.

A raiva costuma ser vista como uma vilã — algo feio, inadequado, vergonhoso. Muitos aprendem desde cedo que demonstrar i...
07/11/2025

A raiva costuma ser vista como uma vilã — algo feio, inadequado, vergonhoso. Muitos aprendem desde cedo que demonstrar irritação é falta de educação ou fraqueza emocional. Com isso, crescemos engolindo sentimentos, sufocando necessidades e fingindo paz enquanto a tensão se acumula por dentro.

Mas a raiva não é o problema. O problema é o que fazemos com ela.
Essa emoção é um alerta poderoso: ela nos mostra que precisamos defender nossos limites, mudar uma situação injusta ou expressar dor. Quando ignoramos esse sinal, acabamos nos ferindo por dentro. Quando explodimos sem cuidado, ferimos quem está ao redor.

Desenvolver uma relação saudável com a raiva signif**a reconhecer que ela faz parte da nossa humanidade. É aprender a transformá-la em movimento, em palavra, em autoconsciência — e não em agressão ou silêncio que adoece.

Permita-se sentir. Permita-se comunicar.
A raiva pode ser uma aliada na sua história de cura — um convite para se respeitar mais, se colocar no mundo e construir relações mais verdadeiras.

Há quem pense que recomeçar é voltar ao ponto de partida. Mas na verdade, recomeçar é retornar a si com a bagagem da exp...
05/11/2025

Há quem pense que recomeçar é voltar ao ponto de partida. Mas na verdade, recomeçar é retornar a si com a bagagem da experiência — cicatrizes que agora sabem o que doeu, e sonhos que aprenderam a se reinventar.

Recomeços são atos silenciosos de coragem. Eles surgem no instante em que decidimos não nos abandonar, mesmo quando o mundo parece ter desmoronado. É quando olhamos para os ruídos da vida e escolhemos respirar fundo, levantar e continuar — ainda que devagar.

A verdade é que ninguém recomeça do zero: sempre carregamos conosco tudo aquilo que nos trouxe até aqui. As quedas, os acasos, os encontros, os erros… tudo faz parte do que está sendo reconstruído. O que muda é a consciência de que podemos fazer diferente — e melhor.

Recomeçar não exige pressa. Exige gentileza.
Exige paciência com o tempo e com o próprio coração.
Exige a permissão para tentar de novo — e de novo, e de novo.

Cada novo recomeço é uma declaração de amor à própria vida.
É acreditar que ainda há caminhos, mesmo quando os olhos só enxergam escuridão.

Não importa onde você esteja hoje: você ainda pode florescer.
E não precisa pedir permissão para isso.

VERGONHA & VULNERABILIDADEA vergonha é uma das emoções humanas mais antigas e silenciosas. Ela sussurra que não somos bo...
03/11/2025

VERGONHA & VULNERABILIDADE

A vergonha é uma das emoções humanas mais antigas e silenciosas. Ela sussurra que não somos bons o bastante, que existe algo errado em nós — e faz com que nos escondamos. Para evitar o olhar do outro, usamos máscaras, armaduras emocionais, respostas ensaiadas.

Mas aquilo que mais tememos mostrar costuma ser justamente o que mais nos conecta com os outros: nossa humanidade. A vulnerabilidade é o oposto da armadura — é a coragem de se expor com autenticidade, mesmo diante da incerteza.

Ser vulnerável não signif**a ser frágil. Signif**a reconhecer limites, pedir ajuda, admitir que sentimos dor. É assumir quem você é sem se encolher para caber nas expectativas alheias. Quando nos autorizamos a existir de modo inteiro, permitimos que relações mais verdadeiras aconteçam.

A vergonha quer isolamento.
A vulnerabilidade cria vínculo.

Libertar-se da vergonha implica transformar o diálogo interno:
— Sou digno de amor.
— Tenho valor mesmo com falhas.
— Posso escolher ser visto.

A coragem raramente é confortável. Mas ela sempre é transformadora.

É na autenticidade que a vida se torna possível de ser vivida com verdade — e pertencimento.

Encontrar um propósito pode parecer uma missão quase mística — como se todos ao nosso redor já tivessem descoberto seu “...
02/11/2025

Encontrar um propósito pode parecer uma missão quase mística — como se todos ao nosso redor já tivessem descoberto seu “grande porquê” enquanto nós ainda estamos tentando entender o caminho. Mas o sentido da vida raramente surge como uma epifania súbita. Ele é construído aos poucos, na relação entre quem somos, o que fazemos e para quem fazemos.

Propósito não é apenas grandeza — é direção. Pode estar em cuidar de alguém. Em dedicar-se a um projeto. Em levantar-se mesmo nos dias difíceis. Em viver valores que importam pra você. Não é sobre ser extraordinário, e sim sobre se sentir alinhado com o que você acredita.

Quando o cotidiano parece vazio, é um convite para se escutar:
▪ O que me faz sentir vivo?
▪ O que quero deixar no mundo?
▪ Quais valores desejo honrar?

O sentido nasce quando há conexão — com nossas ações, nossas relações e nossa história. Ele muda conforme crescemos, e tudo bem. Às vezes perdê-lo é parte do processo de reencontrá-lo com mais clareza.

Cultive curiosidade. Pequenos passos. Pequenas alegrias. Propósito não está apenas no destino, mas no modo como atravessamos a estrada.

✨ Você não precisa descobrir a vida toda hoje. Só precisa continuar vivendo-a com intenção.

Novembro Azul é um convite à reflexão sobre o que signif**a ser homem e cuidar de si. A saúde masculina não se resume ao...
31/10/2025

Novembro Azul é um convite à reflexão sobre o que signif**a ser homem e cuidar de si. A saúde masculina não se resume ao corpo, mas inclui também a mente, o afeto e a capacidade de reconhecer os próprios limites. Cuidar-se é um ato de amor-próprio e de responsabilidade com quem você é e com quem você ama.
Este mês, incentive conversas sobre prevenção, autocuidado e saúde emocional. Falar sobre o que dói também é uma forma de se proteger. 💙

As crises existenciais são momentos de colapso interior, quando as certezas se desfazem e a vida parece suspensa em um g...
29/10/2025

As crises existenciais são momentos de colapso interior, quando as certezas se desfazem e a vida parece suspensa em um grande ponto de interrogação. Elas não surgem do nada — geralmente aparecem quando há um descompasso entre o que somos e o que vivemos, entre o que desejamos e o que o mundo espera de nós. Nesses períodos, é comum sentir um vazio, uma sensação de desconexão ou até um cansaço profundo diante da própria rotina.

Mas, ao contrário do que parece, a crise existencial não é um sinal de fraqueza ou fracasso. É um chamado à autenticidade. Quando o sentido das coisas se dissolve, a mente cria espaço para o novo — para um olhar mais verdadeiro sobre si e sobre a própria existência. O que antes era automático, passa a ser questionado: “Por que faço o que faço?”, “O que realmente importa para mim?”. Essas perguntas, embora dolorosas, são o início de um renascimento interno.

As crises nos obrigam a encarar o desconforto do autoconhecimento. Revelam o quanto vivemos em função de expectativas externas, papéis sociais e ideais que não necessariamente refletem nossa essência. Quando tudo parece sem sentido, é a vida nos convidando a construir um novo — um sentido mais alinhado com o que somos agora, não com o que fomos ou deveríamos ser.

Por isso, em vez de fugir da crise, é preciso escutá-la. O silêncio, a introspecção e até a solidão podem ser aliados poderosos nesse processo. A dor de se sentir perdido é, muitas vezes, o prenúncio de uma transformação. Permita-se não saber, não ter respostas imediatas, reaprender a olhar o mundo com curiosidade e não com pressa.

As crises existenciais, quando acolhidas com coragem e presença, revelam nossa capacidade de renascer — não como quem volta ao que era, mas como quem finalmente se encontra. 🌱

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