Laís Viana

Laís Viana Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Laís Viana, Psicoterapeuta, Porto Alegre.

📣 ÚLTIMA CHAMADA! Começa hoje, às 19h! ⏰🗓️Você convive ou trabalha com adolescentes?Sente que, às vezes, faltam palavras...
07/08/2025

📣 ÚLTIMA CHAMADA!

Começa hoje, às 19h! ⏰🗓️

Você convive ou trabalha com adolescentes?
Sente que, às vezes, faltam palavras, escuta ou caminhos?

Nosso Curso Breve: Introdução à Clínica Psicanalítica com Adolescentes foi pensado para quem atende, cuida ou caminha junto com adolescentes:
🔸 psicanalistas, psicólogos, psicoterapeutas, psicopedagogos, e demais profissionais da clínica
🔸 professores, acompanhantes terapêuticos, mães, pais, e cuidadores

📍 Formato híbrido (online e presencial em Porto Alegre)
⏰ Quintas, das 19h às 20h30
🎓 Coordenação: e | Après Coup Porto Alegre

*O curso será gravado e disponibilizado para os participantes.

Vamos pensar juntes uma clínica possível nos tempos de hoje?
💬 Informações e inscrições: secaprescoup@gmail.com ou pelo WhatsApp (51) 99203-3863

Sábado com essas grandes mulheres e vozes que são referência na Psicanálise. A chuva forte e constante na capital não im...
30/06/2025

Sábado com essas grandes mulheres e vozes que são referência na Psicanálise. A chuva forte e constante na capital não impediu que a casa estivesse cheia para prestigiar a força do encontro.

Escutar .escritora , que foi e é tanto na minha formação, é sempre oportunidade de renovar os votos com meu desejo de analista. Lembro da angústia, que na época nomeava medo, entrelaçado com encantamento que sentia ao escutá-la transmitindo psicanálise na formação.. era um mundo novo sendo tecido nas suas palavras. Depois forjamos o grupo que logo se tornaria o nosso maravilhoso grupo de trabalho de psicanálise amefricana. Eliane nos colocando a pensar… a trabalhar..ora com alguma faísca em meio aos troncos e galhos para ascendermos algo novo, uma chama; ora provocando nossa subida a partir dos galhos que ali estivessem… para alcançarmos outras leituras tantas, outros lugares. Não f**ar no mesmo lugar. Mover, queimar… sair do lugar. Não conheço quem tenha lido Lacan e de primeira não tenha sentido angústia diante do novo.. a forja da linguagem…Eliane teve esse efeito na analista que me habita e que forjo a cada novo encontro.

Renovar a psicanálise acrescendo ao seu cânone autorias negras e amefricanas até então desprezadas. Fazer psicanálise em Améfrica a partir das subjetividades múltiplas que aqui se forjam. Literatura, poesia, itãs. Uma psicanálise com territorialidade, com racialidade, com sobrenome: Amefricana. Obrigada, .escritora por ser chama, e chamado a cada vez.

Que bonita e potente tecitura com essas mulheres e psicanalistas incríveis e a partir do livro “Também existem os tambores”, da Taiasmin. Foi maravilhoso acompanhar isso ao lado dos colegas queridos de instituição-casa - instituição que nos é abrigo e espaço de criação.

Faltou na foto, mas estávamos lá representando o que também começou a ser forjado com efeito dessa chama 🔥.

Avante Psicanálise Amefricana!

O que vem com uma análise? Um tal “saber” fazer. Não sem perdas, ganhos, invenções. Agência nas próprias frases. Implica...
15/05/2025

O que vem com uma análise? Um tal “saber” fazer. Não sem perdas, ganhos, invenções. Agência nas próprias frases. Implicação. Reinventar um caminho, provocar um destino.

“Bô Kibunda”, a nova revista digital do Grupo de Trabalho de Psicanálise Amefricana da Après Coup, já está disponível!Ex...
13/02/2025

“Bô Kibunda”, a nova revista digital do Grupo de Trabalho de Psicanálise Amefricana da Après Coup, já está disponível!

Explore os textos que produzimos ao longo de 2024 e aprofunde-se na psicanálise amefricana, uma abordagem que busca responder aos sintomas singulares da clínica a partir da escuta, pesquisa e discussão grupal.

Link para download da revista está na bio da

05/01/2025
December DumpDump em inglês signif**a ‘lixo’, ou um depósito onde colocamos coisas bagunçadas que não mais queremos. Sem...
19/12/2024

December Dump
Dump em inglês signif**a ‘lixo’, ou um depósito onde colocamos coisas bagunçadas que não mais queremos. Sempre achei engraçado que essa palavra tenha vindo para as redes para nomear um carrossel de fotografias. É possível associar ao fato dessas fotografias não seguirem uma ordenação cronológica.. geralmente são fotografias de momentos diversos, aleatórios e que não entregam um “sentido linear”, “pronto” ou compreensível para quem está “fora”. (Se) acompanhado de algumas palavras pode dizer algo de quem selecionou os fragmentos. E isso me fez pensar no inconsciente, e nos restos em uma análise.

Quem deita em um divã de uma analista, em algum momento se dá conta que não são as histórias cronologicamente datadas que (nos) fazem furo ou questão, abrindo para novos sentidos e possibilidades. Mas aquilo que (nos) escapa e pode ser escutado. Aquela louça que cai, racha, se esfacela no chão que pode abrir espaço para decidirmos o que fazer com ela.

Somos constituídos de restos, fragmentos de louças que herdamos, compramos, ou moldamos com as próprias mãos. Artesania. Um sentido só é dado après coup, e o sentido da vida se dá só na morte, já dizia em uma aula Eliane Marques. A nós, nos resta viver e a partir do desejo ir fazendo algo dos nossos restos, das louças que nos apropriamos.

Como em psicanálise damos dignidade aos restos, f**a esse “dump” de dezembro com alguns fragmentos de louças-trabalhos-e-festejos moldados em grupalidade com esses colegas psicanalistas-artesãos nessa escola-casa de artesania e formação.
Gracias por este 2024 de tanta construção!
Que venha 2025!🍃🪡

Après Coup  presente no lançamento do Literanálise na tarde de ontem, na  - No texto “Escritores criativos e devaneios”,...
04/08/2024

Après Coup presente no lançamento do Literanálise na tarde de ontem, na

- No texto “Escritores criativos e devaneios”, de 1908, Freud discorre sobre as nobres habilidades dos escritores de discorrerem sobre fantasias, desejos e acontecimentos que comumente nos causariam alguma “repulsa”, mas que nas palavras esteticamente trabalhadas pelos poetas chegam para nós como sendo agradáveis. Agradáveis porque acabam por liberar em quem as lê algumas tensões psíquicas.

Nesse sentido, podemos pensar que o fazer psicanalítico se aproxima bastante do fazer literário. Em uma análise um sujeito fala de seus sofrimentos, diz daquilo que seria inconfessável: diz das suas culpas, vergonhas, medos,etc. Conteúdos que foram recalcados e distanciados da consciência justamente por serem repulsivos, por fazerem parte daquilo que “não queremos saber” ao chegar em uma análise.

A experiência de desamparo, dor ou sofrimento de cada sujeito é uma narrativa que se transforma na medida em que é contada e recontada. Uma análise, assim como a literatura, é uma experiência de linguagem. Ao mudarmos o modo que dizemos de algo, podemos mudar como nos sentimos em relação a isso.

Uma obra literária discutida, conversada pode nos emprestar palavras para aquilo que ainda não pudemos nomear ou dizer de nós mesmos. Pode abrir novas portas - novos caminhos - novas rotas. Na clínica, quando um sujeito conta de uma experiência difícil que viveu há anos, ele pode se afetar de novo porque recria ali a experiência, com palavras; pode dar novos nomes, fazer novas costuras; ali, no setting analítico, se pode trazer o passado ao presente, modif**ando algo dele a cada vez. Como dizemos na psicanálise amefricana, fazemos como Exu que acerta um pássaro ontem com uma pedra que joga hoje. Na psicanálise e na literatura o passado, presente e futuro se entrelaçam, um alterando o outro.

Um clube de leitura em que a psicanálise e a literatura são os pilares talvez seja uma grande e bonita rota a se tomar.

Vamos ao Literanálise!✨📚

No carrossel, fotos das seguintes obras:
- Autobiografia de minha mãe, de Jamaica Kincaid
- Louças de Família, de Eliane Marques

Aprés Coup Psicanálise e Poesia e Escola de Poesia Amefricana apresentam, dia 3 de agosto, às 16h, a abertura do clube d...
29/07/2024

Aprés Coup Psicanálise e Poesia e Escola de Poesia Amefricana apresentam, dia 3 de agosto, às 16h, a abertura do clube de leitura Literanálise: a marca da mordida da linguagem. No evento, a curadora do clube Cíntia Lang convida Evandro Machado Luciano e Laís Viana para um bate-papo entre psicanalistas na Livraria Paralelo 30.

Literanálise é o primeiro e talvez único clube de leitura que se assenta no conceito de psicanálise amefricana como ponto de partida para discussão, pontuação e interpretação de romances contemporâneos, especialmente escritos por mulheres, cujas narrativas se tramam em diversos espaços linguísticos, tais como Rio Grande do Sul, Bahia, territórios dos povos originários do norte do Brasil, Caribe e parte da Nigéria. Os livros do clube são indicados pelas psicanalistas Cíntia Lang e Eliane Marques. Se você ainda não sabe para quê essa tal de psicanálise amefricana, a melhor forma de se iniciar é pela literatura escrita nesses espaços que Lélia González chamou de Améfrica.

Cíntia Lang é psicanalista e Psicopedagoga, graduada em Letras. Na clínica, atende crianças, adolescentes e adultos. Está como docente nos Seminários de Formação de Psicanalistas, em que também coordena uma das turmas, e no Seminário de Lacan na Sociedade Après Coup Psicanálise e Poesia. Escreve poesias e textos sobre psicanálise e alguns estão publicados nas revistas Ovo da Ema e Ana O. Faz a curadoria do Clube de leitura Literanálise.

Evandro Machado Luciano, psicanalista membro da Après Coup Psicanálise e Poesia. Membro do Grupo de Trabalho em Psicanálise Amefricana, vinculado à mesma instituição. Publicou Crônicas da Revista Parêntese, sobre psicanálise e a vida cotidiana.  Publicou na Revista Ana O. - Psicanálise e Cultura, volume 2.

Laís Viana é psicanalista e professora, integrante do Departamento Clínico na Après Coup Psicanálise e Poesia, do Seminário de Especialização em Psicanálise e Lacan nesta instituição, e do Grupo de Estudos de Psicanálise Amefricana. Atende adolescentes e adultos na modalidade presencial na instituição e online.

O evento é gratuito e aberto ao público.

Mais informações sobre o clube de leitura Literanálise no contato 51991717788 (whats)

As psicanalistas Laís Viana e Marlene Luz vão falar sobre isso e outros temas no dia 12/04 às 19h30. Você tem filhos, so...
02/04/2024

As psicanalistas Laís Viana e Marlene Luz vão falar sobre isso e outros temas no dia 12/04 às 19h30.

Você tem filhos, sobrinhos, netos, enteados, ou simplesmente o desejo de escutar e falar sobre os desafios dessa etapa tão desafiadora e que ninguém escapa?

Venha participar desse encontro!
Link na bio.

Como tem sido conversar com os filhos jovens?Está difícil?Muita conversa e pouco diálogo?Muito diálogo e pouca conversa?...
28/03/2024

Como tem sido conversar com os filhos jovens?
Está difícil?
Muita conversa e pouco diálogo?
Muito diálogo e pouca conversa?
É difícil acompanhar os filhos em suas caminhadas, não é mesmo? Saber dosar o limite entre autonomia e controle excessivo.

Dia 12 de abril, às 19:30, as psicanalistas Laís Viana e Marlene Luz realizarão um bate-papo informal sobre esse momento do tempo de vida dos jovens.

A conversa será feita a partir do filme “O Pequeno Príncipe”, de 2015, e NÃO, você não precisa ter visto o filme e tampouco ter lido o livro.

Venha participar!
Inscrições no link da bio ou diretamente com as psicanalistas.

Condições especiais de pagamento e bolsa de 50% para ações afirmativas.

Em 1929, Virgínia Wolf disse que, para que as mulheres pudessem começar a produzir uma literatura relevante, precisariam...
14/03/2024

Em 1929, Virgínia Wolf disse que, para que as mulheres pudessem começar a produzir uma literatura relevante, precisariam de um ‘teto todo seu e uma renda fixa. Como imaginar, então, que uma mulher negra mãe solo de três crianças que trabalhava o dia inteiro como catadora de papel e morava em um barraco na barulhenta favela do Canindé (São Paulo), pudesse se tornar, na década de 60, a escritora brasileira mais traduzida e publicada internacionalmente? Essa é a história de Carolina Maria de Jesus e seu Quarto de Despejo.

Ainda que em contextos sócio-econômicos e históricos muito diferentes, Virgínia e Carolina parecem escrever para não sufocar. Escrevem para, através da escrita, talvez elaborar algo do traumático que viviam.
Escrevem para ter alguma autoria das suas narrativas-vidas. Carolina escreve seu diário enquanto ia sobrevivendo à fome e à miséria na favela do Canindé.
O nome dado aos seus escritos, compilados em um livro, é “Quarto de Despejo: Diário de uma favelada”, narrado a partir do contraste entre o centro da cidade de São Paulo dos anos 50 e a favela onde Carolina vivia.

“Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é igual o quintal onde jogam os lixos.”

Carolina escrevia à mão em prosa e poesia a dor do seu próprio desamparo e do desamparo social a qual estava submetida. Escrevia porque era escritora, para não sufocar; escrevia para poder respirar e assim atravessar a vida com seus próprios pés, descalços, e talvez por isso tenha podido simbolizar brutalmente algo do real que se apresentava a cada vez. Na análise, dizemos que o sofrimento que o sujeito sofre sozinho, às vezes, pode se transformar em outra coisa na medida em que há um outro escutando aquilo que é narrado.

“A vida é igual a um livro. Só depois de ter lido é que sabemos o que encerra. E nós quando estamos no fim da vida é que sabemos como nossa vida decorreu.
A minha, até aqui, tem sido preta. Preta é a minha pele.
Preto é o lugar onde moro.”

Viva Carolina!

Endereço

Porto Alegre, RS

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Laís Viana posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Laís Viana:

Compartilhar

Categoria