15/05/2026
Muita gente ainda pensa que a retenção urinária só acontece em casos de lesão na medula espinhal. No entanto, ela também pode estar presente em diferentes condições neurológicas, o que mostra que cada corpo funciona de um jeito único.
Doenças como esclerose múltipla e mielomeningocele, por exemplo, podem comprometer o funcionamento da bexiga, dificultando o esvaziamento completo — mesmo em pessoas que andam. No Brasil, mais de 350 mil pessoas convivem com esse problema, muitas delas sem qualquer histórico de lesão. Reconhecer essa diversidade é essencial para buscar o tratamento adequado.
O cateterismo intermitente é considerado a forma mais indicada de manejo da retenção urinária. E é aí que o SpeediCath faz a diferença: um cateter hidrofílico pronto para uso, já lubrificado, que dispensa qualquer preparo adicional. Ele oferece mais conforto e segurança, com um design pensado para reduzir o atrito e tornar o processo rápido, discreto e prático.